10 curiosidades de “O Hobbit” que você não sabia

Uma das histórias mais fantásticas da literatura mundial, “O Hobbit” conta com milhares de fãs espalhados pelo mundo. A incrível jornada dos anões, os perigos pelo caminho, a disputa pelo anel e os atos de coragem de Bilbo Bolseiro são alguns dos ingredientes que tornam essa obra ainda mais interessante.

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Os filmes acabaram não ganhando o tão sonhado Oscar, mas é fácil ter a certeza de que agradou e muito quem realmente acompanha e gosta da história. Além de reunir contos interessantes, a produção ainda contou com atores de alto escalão.

Deixando de lado a história de “O Hobbit”, que tal conhecer algumas curiosidades sobre essa incrível obra que poucos sabem? É uma ótima ideia, não é mesmo? Sendo assim, se acomode na cadeira, pegue a pipoca e desfrute desse artigo.




10 - Tradutores Prisioneiros

Em meados da década de 70, cerca de 10 pilotos israelenses foram capturados e colocados em uma prisão egípcia. Sua função era a de traduzir “O Hobbit” para o Hebraico, trabalho esse que foi tão bem feito que é vista como a melhor tradução do livro.




9 - Anões que dançam ballet

A TV Soviética resolveu fazer a sua versão de “O Hobbit”. O ano era de 1984 e o programa consistia em Gandalf, Goblins e Bilbo eram interpretados por uma escola de ballet russo.




8 - Harry Potter + Bilbo Bolseiro

Na China, foi lançada uma versão não autorizada de Harry Potter. O mais interessante é que além de ser uma produção ilegal, os livros, na verdade, eram compostos por trechos enormes de “O Hobbit”, mas com algumas nomenclaturas alteradas.




7 - Anões hebreus

Poucas pessoas sabem, mas a língua dos anões foi baseada no hebraico. O que explica a curiosidade número 10 da nossa lista.




6 - Gandalf fazendo magia no mundo real

Acusado de infringir direitos autorais no processo de divulgação do filme, “O Hobbit” quase foi processado pela Saul Zaentz Company (SZC), algo que seria péssimo para a imagem da produção. Na intenção de cortar o mal pela raiz, Ian McKellen (Gandalf) e Stephen Fry pagaram a taxa de licença e evitaram assim a ação judicial que seria movida contra o longa.




5 - O primeiro crítico

Assim que terminou de escrever “O Hobbit”, Tolkien pediu para que o filho do seu editor analisasse o livro. O garoto, na época com apenas 10 anos de idade, leu toda a obra e deu a seguinte opinião: “o livro é bom e deve ser aplicado para todas as crianças de 5 a 9 anos”.




4 - Barba de Iaque

No filme, o cabelo e as barbas dos anões, com exceção da barba de Richard Armitage (Thorin), foram feitas de pêlo de iaque. Além disso, cerca de 20 litros de cola foram utilizados para fixar as barbas em todos os atores.




3 -  Sets Separados

Vários efeitos 3D foram usados para tornar Ian McKellen (Gandalf) maior do que os anões. As cenas que envolviam esses personagens eram gravadas ao mesmo tempo, mas em cenários diferentes para que a equipe responsável fizesse os ajustes necessários.




2 - Tinta demais

As cenas que mostram Smaug mergulhado em seu mar de ouro são bastante interessantes, mas que custaram muita tinta dourada à produção. Para se ter uma ideia, todo o estoque presente na Nova Zelândia (local de gravação do filme) foi esgotado e por isso foi necessário importar mais tinta da Alemanha.




1 - O segredo da cafeína

Por ficar muitas horas gravando, a equipe e os atores precisam de uma boa fonte de energia para espantar o cansaço. Por isso, o consumo de café é muito comum entre uma cena e outra. Para a gravação de “O Hobbit” cerca de 380 mil dólares foram destinados a essa excelente bebida.

  1. Osmildo Guimarães

    22 de maio de 2016 em 12:30

    Amei os filmes, principalmente pelas adições a história que no livro não se explicava a não ser pelos apêndices na trilogia principal. Peter Jackson deixou tudo o que ocorre na época da aventura do Bilbo bem fechado. Achei isso muito legal.

  2. Dr. Tolkien

    22 de outubro de 2015 em 21:59

    Se fossemos contar a quantidade de partes épicas do livro que não colocaram nos filmes… VISH!!! kkkkkkkkk XD

  3. Dr. Tolkien

    18 de outubro de 2015 em 23:36

    AGORA… Quanto a essa parte, eu concordo. Realmente, o PJ exagerou um pouco em ter estendido o filme daquela forma. Tipo: um livro de apenas 300 páginas ter sido divido em 3 filmes? E sem falar naquele “triângulo amoroso” kkkkk Agora, quanto a parte da batalha, e confesso que gostei. Não sei se você já leu o livro, mas se ler, vai perceber que a batalha, por incrível que pareça, durou nem um capítulo direito. Aí imagina se a batalha do filme tivesse o mesmo tempo que tem a do livro? Na minha concepção, uma batalha é o clímax de toda uma história, por isso, não seria justo ter uma batalha tão curta, né? 😉

    • Gabriel Frigini

      23 de outubro de 2015 em 06:39

      Bom, eu continuo achando que não precisaria de três filmes, mas se fosse dividido em 30 filmes, eu assistiria os 30 rsrsrs

  4. Osmildo Guimarães

    18 de outubro de 2015 em 14:11

    Amo as obras de Tolkien e gosto das produções de P. Jackson. Amei os 3 últimos filmes porque mostraram o conselho branco em ação, a loucura se apoderando de Thorin, e com certeza enlouqueci quando os elfos pularam sobre a barreira de anões para entrar na batalha! Aquilo foi louco! Eu pulei na sala de cinema querendo entrar na porrada também!!! kkk Mas se tivesse sido apenas dois filmes teria sido legal do mesmo jeito.

    • Gabriel Frigini

      23 de outubro de 2015 em 06:40

      você está bem amigo? sem entrar em batalhas hein

  5. Dr. Tolkien

    16 de outubro de 2015 em 20:23

    Simplesmente um dos melhores livros feito pelo escritor mais incrível que já existiu (o que explica meu nick kkk). E em relação ao filme, ainda não entendi o motivo de tanta crítica negativa. Tá certo, acrescentaram muita coisa mas, só por isso? O que o Peter Jackson consegue fazer se tratando de adaptações de livros é uma coisa extraordinária de tão perfeita que é, e como “O Hobbit”, não foi diferente 🙂

    • Eduardo Azrael

      19 de outubro de 2015 em 14:08

      O que revolta mais os fãs não é o livro O Hobbit ter sido dividido em três, o problema é que os três livros do Senhor dos Anéis teriam dado material para (no mínimo) três filmes cada livro, como o PJ provou ao fazer a trilogia do Hobbit, e isto é o que está revoltando o povo, pois muita coisa importante foi deixada de fora na primeira trilogia.

      • Gabriel Frigini

        23 de outubro de 2015 em 06:38

        Ele parece ter se perdido durante a produção.

    • Lhama Charmosa

      17 de outubro de 2015 em 14:36

      Acho q é justamente por ter acrescentado tanta coisa, não tinha necessidade, a história é pequena demais pra filmes tão longos, pra mim o PJ tentou transformar a história em um “outro O senhor dos anéis”, só por marketing sabe? Pra atrair público e talz… não tinha necessidade de uma batalha de 45 minutos no último filme… é td pra ganhar grana 🙁 isso que é chato… Os filmes do SdA são gigantes, mas há história pra filmes tão extensos (além de serem sensacionais, quase à altura dos livros)… O hobbit não tem uma história tão grande e complexa como SdA… não dá pra negar que os filmes do hobbit são ótimos, os efeitos são impecáveis, mas essa adição de coisas é que incomodou os fãs… acho que um filme só estaria ótimo… além de toda aquela baboseira daquele romance ridículo entre a Tauriel e o Kili –‘ péssima ideia… o único casal aceitável entre anão e elfo é Legolas e Gimli XD kkkkkkkkkkkkk

      • Gabriel Frigini

        18 de outubro de 2015 em 13:18

        KkK! gostei da sua análise e concordo. Não havia necessidade de o filme ser dividido em 3, visto que a história é pequena para tantos minutos nas telas.

        • Dr. Tolkien

          18 de outubro de 2015 em 23:37

          AGORA… Quanto a essa parte, eu concordo. Realmente, o PJ exagerou um pouco em ter estendido o filme daquela forma. Tipo: um livro de apenas 300 páginas ter sido divido em 3 filmes? E sem falar naquele “triângulo amoroso” kkkkk Agora, quanto a parte da batalha, e confesso que gostei. Não sei se você já leu o livro, mas se ler, vai perceber que a batalha, por incrível que pareça, durou nem um capítulo direito. Aí imagina se a batalha do filme tivesse o mesmo tempo que tem a do livro? Na minha concepção, uma batalha é o clímax de toda uma história, por isso, não seria justo ter uma batalha tão curta, né?

          • Lhama Charmosa

            22 de outubro de 2015 em 19:05

            Realmente se tivessem feito uma batalha tão curta cm a do livro o filme ficaria mais sem graça… Mas sei lá… Não curti…
            Uma cena q eu adoraria ver no filme é aquela em q os anões estão perdidos na floresta e encontram os elfos dando um banquete, e sempre q eles tentam se aproximar, os elfos desaparecem e eles ficam c cara de bobo kkkkkkkkk eh a parte q eu acho mais engraçada… Tolkien era um gênio msm!

          • Gabriel Frigini

            23 de outubro de 2015 em 06:38

            Bem lembrado, parte muito boa que ficou de fora =(

          • Dr. Tolkien

            22 de outubro de 2015 em 21:59

            Se fossemos contar a quantidade de partes épicas do livro que não colocaram nos filmes… VISH!!! kkkkkkkkk XD

          • Gabriel Frigini

            23 de outubro de 2015 em 06:37

            Rsrsrs!! verdade cara!

    • Gabriel Frigini

      17 de outubro de 2015 em 01:38

      Também sou fã da obra =)

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