18 anos sem Ayrton Senna

E no especial de hoje, você confere uma justa homenagem para Ayrton Senna. Relembra também, os seus principais momentos e títulos. Uma boa leitura!

                                                          Senna – Uma maioridade sem um ídolo

Por: Davi Paiva da Silva

Neste 1º de maio, completam-se 18 anos da morte de Ayrton Senna. Muitos freqüentadores do Minilua são jovens e não devem se lembrar dele. Outros não devem saber tantos detalhes da vida dele quanto os que serão expostos nesta matéria talvez pela memória curta ou por realmente não saberem.

O meu objetivo nesta matéria é mostrar a vocês porque este homem é considerado até hoje um dos brasileiros mais influentes do país. Por que Schumacher, mesmo com os seus títulos, não o alcançou em termos de lenda automobilística ou por que Pelé, Ronaldo, Aurélio Miguel, Cesar Cielo, Anderson Silva e outros não podem ser comparados a ele. Vejam que antes dele ser corintiano, paulista, integrante de uma família rica ou qualquer outra coisa, ele foi uma pessoa… Uma incrível pessoa.

Ayrton – a pessoa

 Quem visse o filho de Milton e Neyde Senna que nasceu em 21/03/1960 quando era criança, não acreditaria na lenda que ele se tornaria o grande piloto que foi. O pequeno Beco como era chamado pelos pais era um garoto que apesar de ser de uma família rica, era generoso com as outras crianças emprestando seus brinquedos a elas – e as vezes, ficava olhando-as brincarem – e sua maior característica era a sua falta de coordenação motora: Ayrton era um canhoto (para sofrimento dos pais) atrapalhado, com canelas roxas e a testa cheia de galos. Era uma grande preocupação dos feirantes e sua mãe chegou a levá-lo a um neurologista para ver se ele tinha algum problema. O médico apenas constatou que ele tinha muita rapidez em executar o que queria – foi assim que ele quando criança, estava todo arrumado para ir a uma festa e entrou no carro correndo, deu uma cambalhota e caiu do outro lado, sujando-se em uma poça d’água – e que só lhe faltava precisão. Quando o pai dele o deu seu primeiro carro, um kart de motor de picadeira de cana de 3 cavalos de potência aos 4 anos de idade… Começava uma grande história.

Senna já dirigia muito bem e aos nove anos de idade participou de uma corrida. Mesmo com garotos mais velhos, ele garantiu sua pole position e a cinco voltas de sua primeira vitória, foi posto pra fora em um choque e seu pai o impediu de correr. Aos 12 anos, foi matriculado em uma academia de Judô e aquilo não deu certo: chegava atrasado na sala porque ficava correndo ou arrumava brigas para colocar em prática o que sabia de lutas. Milton não teve opção senão voltar a colocá-lo nas pistas (sem contar a pressão do garoto, pedindo por isto).

Voltou ao kart em 1973 e nesta modalidade, conheceu Terry Fullerton, que em uma entrevista do documentário “Senna”, de Asif Kapadia, apontou como o melhor piloto com qual competiu. Saiu de lá em 1980 e passou pela Fórmula Ford 1600 (81, onde foi campeão), Fórmula 2000 (82, também campeão com um recorde de 15 poles e 21 vitórias) e F3 (83, campeão com um recorde de 12 vitórias ao longo de 20 corridas).

Infelizmente, o que ele não pôde ganhar foi sorte em seu relacionamento com a namorada Lilian de Vasconcellos, a única com a qual se casara antes dos períodos de Fórmula 1 e se divorciou. A vida dos dois na Inglaterra era difícil em questões financeiras – Senna recusava pedir dinheiro aos pais e não queria que a esposa fizesse o mesmo – bem como questões de moradia. E acima de tudo, Ayrton era obcecado por correr e chegava a dormir em outra cama nas vésperas das corridas. O divórcio ocorreu em 1983.

Antes da modalidade que o consagrou, Senna foi obrigado a largar as pistas por dificuldades em lidar com patrocinadores e por ordem do pai que o pediu para assumir os negócios da família. O aborrecimento e a ajuda de um amigo da família, Armando Botelho, que ajudou com a parte burocrática da volta às pistas solucionaram tudo (ou quase tudo, como visto no parágrafo acima).

E assim entre todas estas idas e vindas, ganhos e perdas, Senna conseguiu seu contrato com a em 1984 na Fórmula 1.

Ayrton Senna – o piloto

 O começo de Senna na Fórmula 1 não foi fácil. O piloto chegou a dizer “quem fizer a primeira proposta me leva” e a Toleman não era uma grande equipe e nem tinha o melhor carro e em seu primeiro ano, conseguiu o nono lugar na tabela final de pontos e subir três vezes ao pódio (uma vez em segundo e duas vezes em terceiro). Parece pouco? Vendo por este aspecto, sim. Mas ser um novato nas pistas e ir escalando as posições no GP de Mônaco, um circuito difícil, até a segunda colocação e só não conseguir a primeira posição por interrupção da corrida (devido à chuva) não é pra qualquer um.

Já em 1985, na Lotus (motor Renault), Senna já despontava ainda mais: foi no GP de Estoril (Portugal) que conseguiu sua primeira pole position e sua primeira vitória (detalhe: com um minuto de vantagem sobre o primeiro colocado). A sua permanência nesta equipe lhe amadureceu o suficiente para conseguir o 4º lugar neste ano e no ano seguinte, além da terceira colocação em 1987.

Os meados deste ano também foram marcantes para Senna devido a uma brincadeira que terminou muito mal: Nelson Piquet havia espalhado o boato que Senna era homossexual e isto se alastrou no mundo da Fórmula 1 e no círculo das notícias sobre pessoas famosas. Ayrton teve que abdicar da companhia de um amigo e auxiliar, Américo Jacoto Júnior, que lhe fazia companhia e lhe prestava serviços. Foi uma época muito amarga na vida do piloto.

Já em 1988, Senna estava na McLaren (motor Honda) e tinha como parceiro o bicampeão Alain Prost, que se diferenciava dele por ser um piloto que prezava mais os pontos do que as vitórias. Alain “Professor” Prost quando precisava chegar em terceiro, fazia o possível para não sair desta colocação. Não competia pela segunda ou a primeira posição. Em suma, era um piloto tão bom quanto metódico quanto ao desempenho para conseguir o que queria.

Neste ano, a pressão sobre Senna era enorme. Ser de uma grande equipe e ter um dos melhores pilotos da época como parceiro significava ter que mostrar por que ele estava na Fórmula 1. Naquele ano, ele não podia dar desculpas.

E não deu…

Foi no GP do Japão em 1988 que Senna devido a um problema no motor, começou a corrida em 14º colocado e foi aos poucos, chegando à primeira posição passando pelos outros adversários, encarando chuva e Prost e terminou a corrida ganhando o campeonato mundial de 1988.

Já em 1989, a rivalidade com Prost atingiu níveis extremos: quando não era o brasileiro que ganhava, era o francês. E no GP do Japão, tal rixa atingiu níveis extremos: na 46ª volta, durante uma tentativa de ultrapassagem de Senna, Prost (em diversas futuras entrevistas alegou que) ia fazer a curva para o lado direito, lado no qual o seu colega de equipe tentava a manobra, ato que resultou em uma colisão que tirou o francês da corrida. O brasileiro ainda conseguiu entrar na zona de manobras (Chicane Casio) sendo empurrado pelos japoneses, dirigiu até os boxes com o bico do carro quebrado e lá fez a troca, retomando a corrida e vencendo-a. Infelizmente, sua entrada na chicane foi considerada irregular e Senna foi desclassificado. E pela contagem de pontos, Alain Prost foi campeão mundial em 1989 e no ano seguinte, começaria sua carreira na Ferrari. Somando isto com o término de seu relacionamento com a apresentadora Xuxa, só podemos concluir que este foi um ano muito ruim na vida do piloto.

Em 1990, para muitos, foi o ano da vingança: se Prost não terminasse a penúltima corrida daquele ano que era o Grande Prêmio do Japão, Senna seria campeão. E mesmo com a pole position, o piloto brasileiro não ganhou direito ao lado mais usado da pista (por sua vez mais limpo e com maior tração) e teve que ficar com o lado mais menos usado (e por sua vez, mais sujo) enquanto o francês ficava com o seu lugar. E segundo as palavras de Senna:

 “Balestre [presidente da FIA, Federação Internacional Automobilística, compatriota e amigo de Alain Prost] influenciou a decisão. Eu sei disso. Nós sabemos disso.

O sistema ferrou comigo várias vezes. Aí hoje eu disse para mim mesmo. Hoje, de jeito nenhum.

Hoje é do meu jeito.”

E assim que foi dada a largada, Prost que estava em primeiro ia fazer uma curva para a direita quando a roda traseira do seu carro colidiu com a roda dianteira do carro do segundo colocado e ambos colidiram com a murada de pneus em um impacto impressionante.

E quem era este segundo colocado? Ayrton Senna.

E com a colisão, Senna tornou-se bicampeão mundial de 1990.

O ano de 1991 foi marcante para Senna. Nigel Mansell, outro grande rival que pilotava pela Williams foi o seu grande adversário naquele ano (Prost foi dispensado pela Ferrari durante aquele ano, pelo excesso de divergências) e contava com motores mais potentes que os fornecidos ao brasileiro. Mas nada disto o impediu de suas duas grandes conquistas: a primeira foi a vitória no GP de Interlagos durante uma chuva e a poucas voltas do final, com o câmbio emperrado na sexta marcha, fazendo-o se esforçar tanto para dirigir que desmaiou ao término da corrida, com cãibras e sendo obrigado a tomar injeções de glicose e anti inflamatórios (Ayrton nunca havia vencido no Brasil até aquele ano) e a segunda foi  ter se tornado tricampeão mundial.

1992 foi outro ano duro na vida de Senna. A Williams tinha um sistema automático de marchas e ajustes eletrônicos e assim, bastava o piloto pisar fundo. Neste ano, Senna teve o quarto lugar na tabela final de pontos e viu Alain Prost pilotar este “super carro” (detalhe: a única exigência do francês foi não ter novamente o brasileiro como parceiro).

Já 1993 foi um ano que para muitos, foi o melhor de Senna: mais uma vitória no Brasil, início de namoro com Adriane Galisteu (sua última namorada), vice-campeonato e um dos momentos mais incríveis da Fórmula 1 (segundo ninguém menos que Bernie Ecclestone): ultrapassar 5 pilotos em uma pista molhada na qual todos reclamavam que não tinha espaços para ultrapassagem. É indescritível o que ele fez em Donnington Park no GP da Europa de 1993.

1994

Prost tinha se aposentado no ano anterior. Rubinho e Schumacher já davam as caras (o primeiro como amigo e o outro como rival) e acima de tudo, Senna agora pela Williams encontrava um grande problema: estabilizar um carro que por ordens da FIA, tinha que dirigir sem os componentes eletrônicos que fizeram história nos dois anos anteriores, assim como os outros pilotos também estavam sob a mesma condição da exclusão de tais componentes (mais tarde, foi comprovado que Schumacher utilizava tais equipamentos em seu carro). Foram 3 pole positions e 2 acidentes naquele ano.

Até que em 1º de maio de 1994, na sétima volta do GP de San Marino, Senna liderava a corrida que teve que ser recomeçada depois de um acidente entre os pilotos Letho (Benetton) e Lamy (Lótus) sendo que o dia anterior, Ratzenberger (MTV Simtek) havia morrido em uma colisão e dois dias anteriores, Barrichelo também se chocara contra um muro, sofrendo alguns ferimentos.

 Era na sétima volta que Senna ao tentar fazer a curva Tamburello, notou problemas na suspensão e em 1.3 segundos, tirou o pé do acelerador e pisou no freio, reduzindo 310 km/h para 216 e ainda instintivamente colocou os braços a frente do rosto para se proteger.

 Nada disto deu certo.

 Um braço da suspensão atingiu a junção do capacete com a viseira em cheio. O choque foi tão grande que o cérebro dele chacoalhou dentro do crânio. Era um golpe devastador no piloto que foi sentido por muitos brasileiros. Segundo o médico da Fórmula 1 e amigo de Senna, Sid Watkins:

 “Ele suspirou por um instante e seu corpo relaxou. E foi naquele momento… eu não sou religioso… mas eu pensei que o seu espírito tinha partido.”

Senna – o mito

 Nos anos 80 e 90, o Brasil sofreu inúmeras mudanças político-sociais, artísticas e viu muita coisa acontecer no mundo dos esportes: fim da ditadura, impeachment de Collor, a derrota das seleções de 82 e 86 (consideradas umas das melhores que já tivemos), a primeira medalha de ouro no Judô de Aurélio Miguel em 1992, etc. E entre tantos altos e baixos, a crise que se agravava em nosso país fazia com que todos tivessem vergonha de serem brasileiros.

 Ayrton tinha orgulho de ser brasileiro. Aonde quer que fosse, levava discos de cantores nacionais e sempre erguia a bandeira nacional com orgulho. Diferente de Nelson Piquet, ele foi mais cordial com a mídia e assim a Globo pôde vender a sua imagem. Mas enganam-se aqueles que acham que a rede de televisão carioca criou um herói: a mídia cria astros assim como os destrói. E quando viram que nas rixas entre Senna VS. Piquet/ Prost/ Mansell/ Balestre/ Schumacher o brasileiro não entregava os pontos (afinal, renderia muitos pontos de audiência uma mancada em rede nacional), não tiveram escolha senão falar dele como um verdadeiro herói.

 Também se enganam aqueles que acham que Senna corria única e exclusivamente por amor as corridas. Sim. Senna teve uma paixão incontestável por corridas. Mas sabia se valorizar. “No money, no race” era uma de suas frases que obrigavam o chefe de sua equipe a pagar o seu salário sem nenhum atraso, mesmo que os sistemas bancários não operassem em um final de semana. Uma atitude que para muitos hoje em dia poderia ser taxada de mercenária, mas ele tinha em mente duas coisas quando pedia isto: ele sabia que era bom. E que merecia o pagamento.

Instituto Ayrton Senna – o legado

 Até hoje, o IAS ajuda mais de 2 milhões de crianças por ano desde 1994, ano de sua fundação. O piloto também foi personagem de uma revista em quadrinhos – Senninha – que foi criada no mesmo ano do instituto, cujas publicações foram até 1999 e depois foram retomadas pela Ed. Panini alguns anos depois. Infelizmente, a falta de popularidade do piloto com o público jovem repercutiu no cancelamento da revista.

 Mas o seu maior legado é a sua influência, tanto no mundo brasileiro como no automobilístico. Em 2003, a revista inglesa F1 racing fez uma pesquisa com 32 pilotos, ex-pilotos, chefes de equipe, engenheiros e jornalistas para escolherem quem “no esporte automobilístico, fez a diferença”, como diz a revista. A classificação final foi:

 1º Bernie Ecclestone

 2º Enzo Ferrari

 3º Ayrton Senna

 5º Jackie Stewart

 6º Juan Manuel Fangio

 7º Michael Schumacher

 9º Jim Clark

 E abaixo, o depoimento sobre Senna na revista:

 “Nenhum de seus antecessores conquistou sua excelência. Somente Michael Schumacher rivaliza sua fama. Onde Senna permanece único é na reverência quase religiosa sempre associada ao seu nome, que cresceu a partir de sua morte. Seu funeral no Brasil teve a escala de grandes estadistas. Outro James Dean do automobilismo, Senna permanecerá sempre jovem para os milhões que choraram por ele, garantindo sua condição de ícone para gerações futuras. Detestado por alguns, rejeitado equivocadamente por outros invejosos de seu talento, raramente, senão nunca, compreendido, Senna permanece para os que o viram com uma síntese – ou mesmo o apogeu – do significado da expressão “piloto de competição”. Sua influência se estendeu além de sua própria geração e é incontestável que ele entendeu o que significava para os que o adoravam. Mas esqueça o mito: lembre-se da realidade. Senna podia manter o público num estado de encantamento com suas hipnotizantes jornadas além do limite. Ele nos levou a lugares que não sabíamos que existiam.”

Fontes:

RODRIGUES, Ernesto. Ayrton – o herói revelado. Rio de Janeiro, Objetiva, 2010.

COHEN, Marleine. Ayrton Senna. Rio de Janeiro, Globo. 2006

Documentário Senna. Asif Kapadia, 2010.

Sobre o autor

Nasci dia 22/03/1987 (um dia depois do Ayrton, o que para mim é um motivo de orgulho) e vivo na zona leste da capital paulista. Gostei de HQs americanos na infância, mangás/animes na adolescência e hoje, curto seriados e livros e em nenhum destes momentos deixei de gostar de rock ou MPB. Já escrevi algumas obras ainda não publicadas e no que se refere à Fórmula 1, só aprendi a parte que eu quis. Ter 7 anos e ver um grande ídolo nacional morrer ao vivo foi uma experiência muito forte. E para entender por que as pessoas ficaram tão tristes, tive que aprender quem era este grande piloto e sobre o tempo em que ele viveu… e correu.

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  1. SAKURA HARUNO

    19 de julho de 2012 em 00:21

    o senna era realmente o cara e o livro dele é mt bom,mas vc poderia ter feito um artigo melhor,né? rsrspipocasrssrs

    • Davi Paiva

      3 de agosto de 2012 em 19:23

      Ué… o que tinha de ruim nele?

  2. Luciano Milbra

    29 de junho de 2012 em 05:58

    Tinha apenas 11 anos quando o acidente aconteceu, mas me lembro até hoje daquele momento e quando foi anunciada a morte dele, chorei como se tivesse perdido alguem da familia, e agora lendo e relembrando, meus olhos encheram de lagrimas no fim da materia. E tambem teve a homenagem, da seleção brasileira quando foi tetra campeã, ao Ayrton foi muito legal a lembrança deles.

    • Davi Paiva

      24 de janeiro de 2013 em 19:43

      Obrigado pela leitura, Luciano. E fico feliz que tenha ficado emocionado.

  3. Jacquelinne Almeida

    23 de maio de 2012 em 02:12

    Desde a morte dele não assisto mais a Fórmula1.Perdeu a graça.

  4. Fabio Araujo

    10 de maio de 2012 em 12:03

    Felix Macedo Infelizmente ngm, absolutamente ninguém é amado, bem lembrado ou venerado por todos. Mas no caso do Senna, a proporção de pessoas que não gosta dele ou fica com essa velha história de “influenciado pela mídia” é muito pequena.Primeiramente, todas as pessoas que conviveram com Senna, desde reportes, pilotos dentro do ciclo da F1 sempre o respeitaram e consideraram ele um grande mito da F1, o que não é o seu caso que conhece ele através de terceiros de terceiros e de terceiros, que não estava do lado dele para saber suas opiniões. No meu caso é a mesma coisa, mas sempre procurei estudar mt sobre o Senna, li biografias de profissionais do esporte, comentários de conhecidos,  reporters, inclusive de jackie Stewart (Que nunca foi com a cara do Senna) e vi que realmente o Senna era mais que um esportista, e o que a mídia dizia era o que as outras pessoas próximas a ele passavam. 

  5. Felix Macedo

    4 de maio de 2012 em 09:32

    Engraçado, expressei minha opnião aqui e foi tirada, deve ser porquê eu não babo ovo que nem o resto .

  6. Felix Macedo

    3 de maio de 2012 em 18:28

    Não sei porquê tanta babação de ovo por Airton Sena, é uma mania de super valorizar uns caras que eram ou são adeptos de um esporte qualquer e transformá-los em deuses, bando de besta, todos manipulados pela globo .

    • Davi Paiva

      5 de maio de 2012 em 19:40

      Oi, Felix. Tudo bem? Espero que sim.
      A suposta “babação” de ovo tem justificativa: conforme consta no texto, ele conseguiu um grande destaque em um esporte que mesmo com a participação de um brasileiro como Nelson Piquet, não era muito valorizado pelos brasileiros visto que desde Fittipaldi saíra das pistas. E tudo bem que tenhamos muitos esportistas nacionais. Mas o que torna o Senna um destaque são dois fatos: a comunidade esportiva nacional seja ela automobilística ou não bem com a crítica esportiva o considera um dos maiores atletas nacionais. E o mais triste: desde a sua morte, ficou um vácuo muito grande principalmente na Fórmula 1 nacional. Ser latino significa dar passagem. Entende o que quero dizer?
      Sobre o conceito de um esporte qualquer: nenhum esporte é qualquer. Exige esforço, dedicação e estudo de como se dar bem. Você pode alegar que sustentar 5 filhos com salário mínimo é um verdadeiro esforço e tudo mais… mas aí caímos no ponto que eu falo de valorização: quem sabe o quanto vale a sua mão de obra, se aprimora e não aceita pouco.
      E para finalizar, sobre a Globo promovê-lo: a mídia promove o que é notícia, seja ela boa ou ruim. Corinthians ganhando dá audiência… e perdendo também. A rede de TV carioca procurou divulgar tudo que ele fazia e se ele caísse, ela também divulgaria. Tudo bem que a TV tem capacidade de endeusar uma pessoa. Mas colocar a culpa da fama de Senna apenas na TV ou apenas no dinheiro que a família dele tinha (que por orgulho, ele não aceitava), é demais, não acha?
      Espero que tenha gostado de minha crítica sobre o seu comentário. E se não gosta da forma como ressaltamos a grandeza dos nossos heróis (digo “nosso” em nome da comunidade sennista), proponho a ti que continue somente com os seus. Não estamos obrigando-o a gostar do que gostamos.
      Abraços.

      • Felix Macedo

        8 de maio de 2012 em 19:52

        Senna era um grande piloto assim como Pelé era um grande jogador de futebol e só . Agora herói de quem eles foram ? Não foi meu nem seu e de mais ninguem, as pessoas supervalorizam demais os grandes esportistas, eles sempre serão lembrados como grandes esportistas que foram, mas endeusar, santificar, é um pouco demais pra minha cabeça, enquanto colocarmos esportistas como deuses , brigar por eles , ofender um semelhante, eu estarei sempre discordando . Xuxa rainha, Roberto Carlos rei, peidam e fedem que nem eu . 

        • Davi Paiva

          9 de maio de 2012 em 12:28

          Olá, Felix. Tudo bem? Espero que sim.
          Realmente Pelé foi um grande jogador e Senna foi um bom piloto. Tanto que sempre brinco com os meus amigos dizendo que “o único esportista que pode dizer que talvez tenha sido melhor que o Senna é o Pelé. Mas ainda assim, ele teria que se preparar para ouvir muito xingamento”. Independente da escolha deles como o melhor, venhamos e convenhamos: é muito difícil você ser uma referência naquilo que faz. Ambos foram muito bons em suas épocas bem como no que faziam. No caso de Senna, dou mais destaque a ele pelo Instituto Ayrton Senna, pela tensão que o país vivia e por não só ter o seu patriotismo como também por saber as condições em que vivíamos e tentar fazer algo pra ajudar. Como diz o ditado, ou somos partes do problema… ou parte da solução.
          Heróis de quem eles foram..? Quanto ao Pelé eu não sei em específico. Mas no caso do Ayrton, você pode colocar todos que cresceram nos anos 80 e 90 no Brasil pós anistia e viram-no correr. Tal influência o tornou uma pessoa influente até hoje. Fonte:
          http://caras.uol.com.br/noticia/silvio-santos-e-personalidade-mais-admirada-entre-os-brasileiros

          Não posso fazer nada se ele não foi seu herói. Mas meu, ele foi.
          E como eu disse, eu não o endeuso. Apenas ressalto que ele foi um modelo de brasileiro (para quem o admira), um grande piloto (para os profissionais) e deixou um grande vácuo no esporte.
          Realmente eles peidam e fedem como nós. Mas que legado eu, você, eles e todos mais que conhecemos independente se admiramos ou não deixaremos quando chegar a hora de irmos embora deste mundo? Eu quero fazer a minha parte em vez de ficar me queixando. Quanto a você, tô nem aí.

    • PATROCINADOR

      3 de maio de 2012 em 22:22

      não sei se vc tem a idade para lembrar das corridas dele
      se não tem vc não sabe o que era assistir a cada vitória que ele ganhava

      • Felix Macedo

        8 de maio de 2012 em 20:02

        Tenho 45 anos, assisti a morte de Senna ao vivo pela Globo, era um grande piloto de fómula 1 e só . Aquela época era melhor ? Pra alguns sim pra outros não,mania de achar que só o passado prestava que tudo era lindo e maravilhoso. Senna ganhava ou perdia não mudava em nada minha vida e o rumo que ela tomava. A única coisa que mudava era a músca que colocavam em sua vitória e o Galvão se esgoelando

        • Davi Paiva

          12 de maio de 2012 em 23:30

          Olá, Felix. Tudo bem? Espero que sim. Vi o seu comentário e me senti tentado a responder. Vamos lá:
          Pelo modo como falou, é fácil supor que você não ficou abalado porque não se importava com a pessoa dele ou com a Fórmula 1. Aquela época não era melhor nem pior do que hoje. Apenas diferente. E a diferença ruim ele tentou sanar: criou uma fundação e declarava várias vezes que trabalho duro e dedicação levaram-no aonde ele estava. E ele precisou de 34 anos pra isto. Aí eu te pergunto: o  que você fez com os seus 45..?

  7. Fabio Araujo

    1 de maio de 2012 em 23:58

    Eu era uma criança na época das grandes vitórias dele, muitas perguntam como era a sensação de participar daqueles momentos, bem, eu acho que posso distingui-la.  Imagine o Brasil vencendo cada jogo da copa do mundo, era exatamente essa sensação que eu e todos a minha volta tinham quando Senna vencia a corrida, lembro vagarosamente do campeonato mundial de 1991 quando ele foi tricampeão, lembro dos fogos, das pessoas saindo na rua gritando o nome do Senna e minha família reunida com os vizinhos para um belíssimo e saboroso churrasco em comemoração aquele campeonato. 

    Era exatamente isso, tínhamos orgulho de cada corrida, de cada vitória que acompanhávamos, saudade daqueles fogos de artificio logo nas manhãs de domingo (e as vezes nas madrugadas) Senna trazia essa sensação prazerosa para o povo brasileiro, algo que ficará na saudade e que infelizmente não poderei mais presenciar.

    • Davi Paiva

      2 de maio de 2012 em 13:03

      Muito bom seu comentário, Fabio.

  8. Isaac Clarke

    1 de maio de 2012 em 22:06

    Esse Cara dava orgulho de falar que era Brasileiro!

  9. Isaac Clarke

    1 de maio de 2012 em 21:58

    Faltou esse vídeo aqui 
    http://www.youtube.com/watch?v=rdNTvbmOBIc   que prova que Ayrton Senna era orgulho do Brasil e corria por vontade própria não por dinheiro!

    • Davi Paiva

      2 de maio de 2012 em 13:02

      Obrigado pelo vídeo. Eu brinco com meus amigos falando que o Senna neste dia, provou que segue o código Samurai do Bushido (risos)

      • Isaac Clarke

        2 de maio de 2012 em 20:42

        boa essa! xD.

  10. Rocky Jr.

    1 de maio de 2012 em 21:56

    um dos maiores esportistas de todos os tempos, vai ficar marcado pra sempre na memória dos brasileiros, meu pai até chorou quando ele morreu

  11. Bruno Arantes

    1 de maio de 2012 em 16:59

    Com certeza Ayrton Senna foi e sempre será o melhor piloto de todos os tempos.

  12. Anônimo

    1 de maio de 2012 em 16:29

    simply the best          o estadio do timao em itaquera tem que levar o nome dele Ayrton Senna

  13. TENSEI

    1 de maio de 2012 em 15:35

    no dia da morte dele
    alguns minutos da antes da corrida, senna apareceu, observando o carro,
    sendo filmado pela globo!
    eu tinha 5 anos, e perguntei para minha mãe, se ele iria morrer
    minha mãe me xingou, e disse que eu tava falando besteira!

    1 hora depois ele morreu!

    • Lorivaldo Silva

      1 de maio de 2012 em 18:18

      Também aquela imagem ficou na minha mente, creio que ele já pressentia que ia acontecer algo. Mas logo após a morte do Ratzenberger nos treinos classificatórios para o GP, o Senna convocou uma reunião para discutir sobre a possibilidade de cancelamento da corrida por falta de segurança.

  14. Jin Kazama

    1 de maio de 2012 em 15:21

    Meu pai tem uma bike do Senna q foi lançada 3 dias antes dele morrer.

  15. Guilherme

    1 de maio de 2012 em 14:39

    Eu tinha 6 anos quando ele faleceu… mas lembro vagamente algumas coisas… foi o melhor piloto que o Brasil já teve, a F1 se resume a 2 épocas: antes e depois de Senna.

  16. Weon Kenedi

    1 de maio de 2012 em 14:33

    Ayrton é rei…

    Tenho até hoje uma revista VEJA que falava sobre a morte do Astro da F-1.

    O que houve é que Ayrton reclamava que o volante estava muito curto, aí os engenheiros, em vez de redesenhar o cockpit inteiro, resolveram soldar um pedaço de metal entre a guia de direção e o volante.

    Nessa curva, o pedaço soldado quebrou, e Ayrton não pôde virar o carro…….

    • Davi Paiva

      2 de maio de 2012 em 13:00

      Que inveja que tenho de você pela revista que possui… (risos)

  17. Washington Oliveira

    1 de maio de 2012 em 14:15

    não cheguei a nascer quando ele corria.Pena queria ver tantos seus feitos…O MELHOR PILOTO DE F1 ERA O AYRTON.

  18. Kouta H!'

    1 de maio de 2012 em 13:56

    Ele morreu antes de eu ter nascido, então não sinto muito a falta dele (com todo o respeito aos fãns).

    • Davi Paiva

      1 de maio de 2012 em 19:18

      E foi pra gente como você que eu escrevi este artigo, amigo. Fique frio.

      • Kouta H!'

        1 de maio de 2012 em 22:08

        Hãn não entendi muito bem mas okay. Reconheço o grande homem que ele foi, seu trabalho, seu legado, e etc. E também te parabenizo pelo belo texto, dedicação e zelo. Só expressei minha humilde opinião se te ofendi peço mil desculpas.

        • Davi Paiva

          2 de maio de 2012 em 12:58

          Fica frio, chapa. Não me ofendi. Só queria ressaltar que vale a pena ver a história antes de nascermos. Eu sempre procuro ver alguns caras legais do passado (já que tem muita merda no presente representando o nosso país cantando “ai se eu te pego” e derivados)

          E no mais, obrigado por gostar do texto.

  19. Corey Taylor

    1 de maio de 2012 em 13:55

    Quem nasceu no ano que ele morreu,deve estar feliz agora pq já é maior de idade.
    E aproveitando esse momento vou lançar minha marca.
    #ROCKNROLL

  20. Iron Man

    1 de maio de 2012 em 13:46

    |Eu lembro de falar no jornal mais eu nunca vi uma corrida dele 
    quando ele morreu eu devia ter uns  2 anos sei lah.

  21. Archimedes

    1 de maio de 2012 em 13:43

    Eu tinha meus 5 ou 6 nos de idade na época, não perdia uma corrida pela tv, fiquei ligado na tv o tempo todo, foi muito ruim aquilo, triste 🙁 Ayrton Senna do Brasil!!

  22. Super

    1 de maio de 2012 em 13:41

    agricultor trabalha até no dia do trabalho ‘-‘
    pior e quem lida no conserto da fiação de luz 
    ‘-‘ 

  23. Majin Ramon

    1 de maio de 2012 em 13:13

    heroi forçado para um povo sofrido

  24. Mari Siqueira

    1 de maio de 2012 em 13:03

    Nossa que morte cruel a dele D: bom eu nao sabia a historia dele direito,mas valeu o post 😉

    • Davi Paiva

      2 de maio de 2012 em 12:56

      Obrigado, Mari

  25. Pedro

    1 de maio de 2012 em 12:37

    No dia que ele morreu eu não entendi nada, tava todo mundo triste, só falavam disso na televisão, eu sabia que era importante só não entendia por que…
    hoje eu sei :'(

    e aquela imagem da bandeirinha do Brasil que ele exibia com orgulho nas vitórias ficará pra sempre imortalizada como simbolo do patriotismo e do amor que ele tinha pelo que fazia…

  26. Connor

    1 de maio de 2012 em 12:26

    Não vi ele, mas pelo, o que meus pais falam, ele era um exemplo de piloto e pessoa.

  27. Lucas Alves

    1 de maio de 2012 em 12:24

    (Morte) O dia que chegar, chegou. Pode ser hoje ou daqui a 50 anos. A única coisa certa e que ela vai chegar.
                                                                                                                           Ayrton Senna

  28. Kurama Youko

    1 de maio de 2012 em 12:11

    Rubinho não ganhar nem um título e Corinthians não ganhar nenhuma libertadores é mera coincidência…
    pena que as coisas boas acabam, e nesses dias de hoje temos que conviver com essas merdas: Restart, Justin Biba, Luan Santana, Michel Teló, entre outros…
    coisas boas como o: John Lennon, Mamonas Assassinas, Ramones, entre muitos outros, acabam e consequentemente deixam o seu legado…
    u.u

    • Connor

      1 de maio de 2012 em 12:28

      Esqueceu do legião urbana, nas coisas boas.

      • Kurama Youko

        1 de maio de 2012 em 12:30

        ele, Raul Seixas, Kurt Cobain, entre muitos outros…
        se eu fosse colocar todo mundo, o comentário daria pra montar um post…
        ;D

        • Davi Paiva

          2 de maio de 2012 em 12:55

          Dava pra escrever uma biblioteca de boas pessoas que se foram e fazem falta.

          A meu ver, quem cresceu nos anos 90 viu o vácuo deixados por Chico Science, Mamonas e Senna… estes caras fazem falta.

          • SAKURA HARUNO

            19 de julho de 2012 em 00:34

            MAMONAS FOREVER!!!

          • Kurama Youko

            3 de maio de 2012 em 15:49

            pois é né?
            o Minilua bem que podia fazer um post, sobre as pessoas boas que se foram…
            ;D

  29. Mr E

    1 de maio de 2012 em 11:44

    Grande piloto. Grande pessoa. Amava o que fazia acima de tudo.
    Ouvi isso em algum lugar, não lembro onde, nem quem o disse: “Queira algo tanto quanto você deseja respirar, então, você o conseguirá.”

  30. Nicolas Madeira

    1 de maio de 2012 em 11:39

    O melhor dos Melhores

    • Super

      1 de maio de 2012 em 13:43

      com certeza!!!! 

  31. Rogérioo

    1 de maio de 2012 em 11:37

    EMOCIONANTE !!  No Brasil nunca mais ouve um piloto que tivesse 10% do talento desse grande ídolo.

  32. Anônimo

    1 de maio de 2012 em 10:41

    este cara sim é uma lenda… um mito na verdade… nao tive o honrra de ver as corridas dele ao vivo pois ele se foi quando eu tinha uns tres anos, mas com a net e os documentarios da pra ver algumas coisas q este cara fez na F1… e tem gente q ainda fala em schumacher se ele nem aparecia nas corridas quando corria contra alain prost e sena… naquele tempo os pilotos pilotavam os carros hj sao os carros q pilotam os pilotos…

    saudades SENA…

    • Davi Paiva

      2 de maio de 2012 em 12:53

      Concordo com relação ao fato Carros & Pilotos hoje, Kassyo. Mas só um adendo: Schumacer começou a correr em 1994, ano da morte dele. E seu carro tinha vantagem sobre os demais por ter os produtos eletrônicos banidos pela FIA. Ou seja: alemão filho da @$$!@$#@%$!@!!!! (risos)

  33. Derpino

    1 de maio de 2012 em 10:04

    o jeito é torcer pro Bruno Senna agora

    • Connor

      1 de maio de 2012 em 12:30

      É, e tem que torcer, pro massa bater o carro, nos outros pilotos.

  34. Nosferatu Alucard

    1 de maio de 2012 em 09:52

    nem era nascido quando ele morreu mas sempre me falavam que ele era o melhor
    #vampirobebao

  35. Leonardo Prado

    1 de maio de 2012 em 09:44

    ainda tem o creme 
    [img]http://conteudo.efacil.com.br/p/02/400/0200435_01.jpg[/img]  dental do seninha

    • Davi Paiva

      2 de maio de 2012 em 12:51

      Ainda existe a loja Senna Store em alguns shoppings de São Paulo. Vá um dia lá. Os produtos são caros mas se for fã, valem a pena.

    • Iron Man

      1 de maio de 2012 em 14:28

      Tem vaso? 
      tem azeite ai oh?

  36. Wagner

    1 de maio de 2012 em 09:44

    Nem acompanho a F1…. Quando ele morreu eu ia fazer 1 ano ainda…

  37. Carol Nukenin

    1 de maio de 2012 em 09:37

    Eu lembro exatamente como foi o dia que ele morreu. Sempre tinha churrasco na minha casa, no dia de F1. Eu morava em Brasília. Minha família reunida assistindo, até que o Senna bateu. Ficamos esperando, mas ele não saiu do carro. A festa acabou na mesma hora, ficamos todos muito tristes. Eu comecei a acompanhar F1 por causa dele. Mas hj não tem a mesma graça.

    • Davi Paiva

      2 de maio de 2012 em 12:50

      Concordo, Carol. Fórmula 1 era uma tradição nacional até a morte dele. Hoje em dia, é tudo muito automatizado e latinos dando passagem… uma decepção.

    • Iron Man

      1 de maio de 2012 em 13:38

      Lady gaga também assistia F1
      kkkk…

      • Carol Nukenin

        1 de maio de 2012 em 14:08

        Não sei pq vc me chama de Lady Gaga… 
        Eu gostava de F1, quando ainda tinha emoção…
        Eu gostava de futebol, quando os jogadores tinham orgulho de jogar na seleção…
        Eu gostava de Rock, quando vc podia dizer isso sem algum idiota achar que vc ta falando de Restart…
        Eu tenho conteúdo também. Comento umas besteirinhas aqui, mas eu SEI que eu estou dizendo besteira… Há uma diferença. 

        • Iron Man

          1 de maio de 2012 em 14:27

          Eu não sei porque, mais acho que vc parece com  a lady gaga.

          • Um qualquer

            1 de maio de 2012 em 23:25

            Lady gaga parece um traveco com as roupas que ela veste… A Ninjinha daqui bota ela no chinelo ^^

        • Leon S. Kennedy

          1 de maio de 2012 em 14:16

          você gostava de restart?

          • Carol Nukenin

            1 de maio de 2012 em 16:07

            OMG… Espero que seja sarcasmo. 

    • Um qualquer

      1 de maio de 2012 em 11:19

      Hoje é tudo automatizado……. dá pra manipular os carros facilmente para os mais fortes ganharem… os brasileiros são pura decepção….. parei de ver F1

      • Kurama Youko

        1 de maio de 2012 em 12:16

        somos dois…
        F1 até 2009 era legal, aí depois perdeu graça…
        u.u

  38. Mano Han

    1 de maio de 2012 em 09:29

    À 18 anos sem um Héroi brasileiro….

    🙁

  39. João Mantovani

    1 de maio de 2012 em 09:02

    Resumindo a máteria:

    • João Mantovani

      1 de maio de 2012 em 09:03

      Affs nao consigo postar imagens faz muito tempo ja =/

  40. La No Posto Ipiranga

    1 de maio de 2012 em 03:29

    engraçado,como a morte tem um jeito estratégico de matar,tudo acontece como se estivesse devidamente planejado,como se fosse um vídeo.

    • João Mantovani

      1 de maio de 2012 em 08:58

      A morte matou Senna como um planejamento por que ela perguntou la no posto Ipiranga

      • La No Posto Ipiranga

        2 de maio de 2012 em 13:46

        acho que vou trocar de nome,ou atualizar minha foto.

  41. Kenshi Himura

    1 de maio de 2012 em 03:13

    Caramba eu invejo as pessoas que nasceram e puderam ver esse mestre 

    • Davi Paiva

      2 de maio de 2012 em 12:48

      infelizmente só vi ao vivo a morte dele (uma experiência muito grande). Qualquer coisa, faça como eu e procure os livros, videos e documentários. Valem a pena.

    • Super Jooj

      1 de maio de 2012 em 20:24

      Somos 3

    • João Mantovani

      1 de maio de 2012 em 08:57

      Caramba tem youtube 😮

      Zuera to enchendo o saco, ver ao vivo deveria ter sido mais emocionante mesmo

  42. Jeff Dantas

    1 de maio de 2012 em 03:13

    Gente, eu vou indo. Até amanhã, galera. xD

    • Davis

      1 de maio de 2012 em 03:13

      tchau,fica com Deus o/

  43. Jeff Dantas

    1 de maio de 2012 em 03:05

    Um detalhe interessante: De todos as matérias que recebo, essa foi a mais fácil de editar. O autor no caso, o Davi, está de parabéns. xD

    • Davi Paiva

      1 de maio de 2012 em 19:17

      Obrigado, Jeff. Vi que fizeram inclusões de fotos. Muito boas! Fiquei muito emocionado com a do Senninha no final.

  44. Jeff Dantas

    1 de maio de 2012 em 03:00

    Grande Senna. Esse sim, deixará saudades. xD

    • Lucas Nogueira

      1 de maio de 2012 em 13:24

      Eu vi o documentário dele…
      Rapaz… depois disso o meu conceito de herói mudou.

    • Melhor Alone do Mundo

      1 de maio de 2012 em 03:04

      Claro… Senna era o nosso representante… em momentos de frustração, agonia, dor, ele sempre continuou correndo… só pra q? Ver milhões de brasileiros felizes… Senna Forever

    • Davis

      1 de maio de 2012 em 03:02

      nossa O.O,o post é seu,nesse horario pensei que fosse do Diego 

  45. Hunk Agente Especial

    1 de maio de 2012 em 02:59

    quem era ele?serei apedrejado em 3…2…1..

    • Davi Paiva

      2 de maio de 2012 em 12:47

      não é mais fácil ler o texto do que perguntar para fontes não muito sábias?
      (a piadinha de filho do Rogério Ceni foi fraca…)

    • Isaac Clarke

      1 de maio de 2012 em 21:56

      Piloto de F-1 veio O_o, Orgulho desse país!

    • Hetfield James

      1 de maio de 2012 em 03:31

      um dos melhores pilotos de F1 do mundo…
      tempo q valia a pena acordar de madrugada pra assistir F1

      • Victor

        1 de maio de 2012 em 10:18

        Eu não sou do tempo dele
        Mas só teve uma epocca que eu ME orgulho de ter acordado de madrugada
        Copa de 2002

      • Mano Han

        1 de maio de 2012 em 09:26

        Concerteza valia a pena…

    • Davis

      1 de maio de 2012 em 03:01

      um piloto de F1,um dos melhores do brasil se não o melhor

  46. Melhor Alone do Mundo

    1 de maio de 2012 em 02:59

    Coisa boa ver o Senna naquele tempo… pena não estar nele para prestigiar… no tempo onde se corria pela [b]bandeira[/b] e não pelo [b]dinheiro[/b]….

    • Davi Paiva

      2 de maio de 2012 em 12:45

      Caro amigo,

      Sim. Senna corria por amor às corridas. Mas se ler o texto, verá que ele sabia se valorizar.

      Procure o trecho escrito “no money, no race”

      Abraços.

  47. Davis

    1 de maio de 2012 em 02:58

    nem gosto muito de de F1

  48. Davis

    1 de maio de 2012 em 02:58

    putz nesse horario

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