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8 Formas de ganhar o Big Brother Brasil

Monte seu personagem

Se o BBB fosse uma novela, você teria de ser um dos personagens principais. Esquente o jogo com tramas e cenas do próximo capítulo. Tome iniciativa, mostre tudo que é, esteja sempre convicto do que faz e surpreenda o público e os outros participantes. “Seja sempre você mesmo e siga sua intuição”, afirma Diego Alemão, vencedor do BBB 7. Essa é a dica de ouro. Se o público for com a sua cara, pode jogar no lixo as outras dicas desta página.

Brigue com os malas

Faça os chatos do grupo se voltarem contra você. Fique longe, ignore-os e, se eles armarem sua expulsão, fique tranqüilo. Ganhadores como Dhomini e Alemão foram vezes seguidas para o paredão e sempre acabaram salvos pelo público.

Se for mulher, vá com calma

Ok, você pode ficar com alguém e até falar sobre sexo anal, mas só se for para montar seu personagem, como fez Nathalia, do BBB 8. Se não, cuidado: mulher que se entrega logo a cenas de sexo só ganha se tiver muito carisma.

Seja diferente

Destoe da média de rostinhos bonitos e corpinhos sarados, como fez Cida, do BBB 4 e Jean Willys, do BBB 5. “O fato de ser gay não me ajudou a ganhar, mas foi importante para me diferenciar do grupo”, afirma ele.

Não faça cara feia

Mulheres bonitas, bronzeadas e chatinhas são sempre as primeiras eliminadas. Deixe em casa o rancor com o mundo. Jaqueline, do BBB 8, falou mal de todo mundo: foi eliminada com 87% dos votos.

Não pague de bonzinho

Seja do bem, que o público gosta, mas não finja ser bonzinho só para agradar. Muitos competidores do bem dançaram feio. Foi assim com Caetano (no BBB 1), Moisés (BBB 2) e Paulo (BBB 3).

Não copie

Não é porque Kleber Bambam e Rodrigo Cowboy ganharam que você deve forçar um sotaque caipira como o deles. Fernando, do último BBB, se disse parecido com Alemão: foi embora rapidinho.

Não seja um banana

Se tiver medo de aparecer, você será eliminado e ainda ficará com fama de bundão. “É preciso marcar posição e participar da narrativa, para não virar uma nulidade no grupo”, diz Jean Willys.

Adaptado de Baratona