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A ciência dos alimentos: coxinhas e risoles #19

Coxinhas e risoles. Pois é, galera. Como resistir a eles, não é mesmo? Quentinhas, nesse frio… Hummm, uma delícia!

1- O começo de tudo

Bom, e antes de iniciar o post, devemos ter em mente os seguintes dados:

O primeiro, e mais importante, que a coxinha é originária de Portugal. Isso mesmo, da terrinha lusitana.

Seu consumo é bom que se diga, a partir do começo do século XX. Mas especificamente, nas chamadas mercearias e supermercados.

E uma vez produzida, a coxinha ganharia rápido destaque internacional. Chegando, por exemplo, em cidades como São Paulo, Rio e Belo Horizonte.

Na capital paulista, por sua vez, o comércio é feito desde os anos 50. Seus principais disseminadores, os bares e as padarias.

O recheio

E para a massa da coxinha, diferentes recheios são produzidos. Os mais conhecidos, sem dúvida, o frango desfiado e o catupiry.

Saborosos, ainda são acrescidos de orégano ou de salsinha. Tudo é claro, dependendo do gosto e da vontade do freguês.

Como acompanhamento, duas bebidas principais: o leite e o cafezinho quente. Não menos importante, a cervejinha.

Um dado interessante: Para os mais exigentes, há ainda uma terceira oferta. Esta, semi-congelada, e vendida em pontos específicos.

2- Os risoles

E da mesma forma que as coxinhas, eles não saem de moda. Muito pelo contrário. Sua oferta, cada vez maior no Brasil.

Entre seus ingredientes, os tradicionais queijo, palmito e frango. Além destes, os inigualáveis camarão e carne moída.

Chamados de enroladinhos, ainda recebem farinha de rosca e de trigo. Em comum, o deleite e a aprovação de todos.