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Os “melhores” do mundo nas piores coisas

Ser bom fazendo ou tendo alguma qualidade é ótimo, mas existem alguns países que são bons mesmo em fazer coisas ruins:

Belarus

Se você pensa que a Rússia ou a Alemanha são os países mais bêbados do mundo, errou feio. Os verdadeiros “pudins de trago” do planeta são os moradores de Belarus. Por lá, a média de bebida alcoólica consumida por pessoa é três vezes maior do que a média mundial!

Cada cidadão de Belarus consome em média 17,5 litros de puro álcool ao ano. Para que uma pessoa, que bebe cerveja com um volume de 5%, chegue a essa medida de álcool por ano, ela tem que ingerir 350 litros de ceva! Ou seja, um cidadão médio de Belarus bebe um litro de cerveja todo dia!

Chad

Chad, um país esquecido e perdido no meio da África, é o dono de um recorde que ninguém deseja ter. Lá, a expectativa de vida é de apenas 49 anos, muito menos do que o campeão, que é o Japão e tem expectativa de 82 anos.

Chad, além de sofrer com a má nutrição, ainda tem outros problemas, como uma epidemia de AIDS, que toma mais de 3% da população adulta. Esse grave problema de saúde gera um grande número de crianças órfãos, que fica perto das 120 mil.

Além disso, ainda existe uma guerra civil acontecendo e diversos imigrantes de países vizinhos fogem para Chad em busca de algo melhor. Como o local não consegue gerar alimentos nem para seus cidadãos, tudo piora com essa superpopulação, aumentando ainda mais o problema e diminuindo a vida de todos.

Crueldade com os animais

O Japão é um país exemplo nos mais variados campos, fazendo a cultura ocidental, muitas vezes, parecer ultrapassada e bárbara, mas eles têm seu lado obscuro.

Os japoneses são conhecidos assassinos de baleias e golfinhos. Não é incomum o país justificar suas caçadas absurdas com pesquisa científica e assim se livrar de algumas leis internacionais. E ainda existe o “Oceano de Sangue”, quando pescadores matam centenas de golfinhos, outra coisa que é acobertada pelo governo local.

Bangladesh

Os séculos de escravidão ficaram no passado, porém ainda existem pessoas que querem possuir outras, seja para trabalhos braçais ou mesmo para sexo, por isso existe um comércio de pessoas e o centro dele fica em Bangladesh.

Acredita-se que algo em torno de 600 mil pessoas sejam traficadas por ano no mundo. E só em Bangladesh mais de 50 mil pessoas são vendidas para os mais diversos propósitos. A isca usada é promessa de uma vida melhor e mesmo sendo algo batido, muitas mulheres e famílias caem no golpe.

O governo também não faz muito para ajudar, tendo prendido apenas 53 traficantes em cinco anos e condenado somente 21.