Minilua

Apocalipse zumbi, uma realidade que poucos conhecem #3

Muito se fala em um Apocalipse Zumbi, seja em filmes ou seriados, mas será que tal catástrofe poderia realmente acontecer em nosso mundo real? Sim é a resposta para essa pergunta. E nós vamos mostrar nessa minissérie do Minilua, o que poderia nos levar a tal fim, tudo isso baseado em coisas que já acontecem em nosso mundo e fatos científicos. Confira:

Nanotecnologia

Vírus, bactérias, doenças e todos os tipos de coisas podem criar zumbis, trazendo grandes problemas para a humanidade, mas às vezes onde a natureza não faz o trabalho, a tecnologia pode fazer…

E nessa hora a nanotecnologia pode ser a chave, pois ela nada mais é que uma ciência que têm como objetivo a criação de coisas pequenas, mas pequenas mesmo, só vista no microscópio. No futuro os cientistas acreditam que poderemos criar robôs capazes de viajar em nossa corrente sanguínea e consertar qualquer problema, como se fossem remédios inteligentes.

Existem alguns pesquisadores que até chegam a pensar que esses pequenos robôs seriam perfeitos para substituírem o sangue humano, pois isso nos tornaria mais fortes, mais rápidos, inumes a vírus, bactérias, câncer, alergias, enfim poderia ser um avanço gigantesco para humanidade.

O problema é: E se um maluco resolvesse usar esses robôs para criar zumbis movidos por sua vontade? Ou se esses robôs inteligentes resolvem tomar o corpo de alguém como hospedeiro? Exatamente como fazem os vírus?

Isso poderia acontecer, os nano robôs poderiam bloquear nosso córtex, (parte do cérebro que fazem os humanos serem o que são) deixando funcionando apenas o resto, ou seja, o ser afetado deixaria de ser inteligente, seria apenas um animal com seus instintos de sobrevivência…

Você pode estar pensando que isso é muito irreal e certamente é, exatamente como era irreal há 40 anos dizer que um celular iria fazer tudo que faz hoje em dia…

Se a tecnologia evoluir como está indo, num futuro não muito distante poderemos ter um apocalipse de zumbis controlados por robôs… Aí sim, como dizem por aí:

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