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Aprenda a confundir seu cérebro #1

De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê  anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. 

Sendo assim, seu cérebro é inteligente o suficiente para não se enganar, analisando e traduzindo as informações que lhe são passadas. De acordo com a teoria “Gestalt”, nosso cérebro preenche informações que lhe faltam quando é preciso, de maneira que quando você lê a palavra “cadeira”, ninguém imagina um assento, quatro pernas, um apoio e os pregos que lhe compõem.

No entanto, existem fatos que confundem completamente esse importante órgão, como é o caso da síndrome do membro fantasma, que acontece em amputados, que conseguem sentir coceira e outras sensações no membro que não existe mais. Isso acontece porque o cérebro do indivíduo registrou há muito tempo a existência dessa região específica como “perna”, por isso, o amputado tem a percepção de que algo toque o seu membro, mesmo este sendo inexistente.

Isso também pode acontecer com quem não teve esse tipo de complicação. Então, faça o teste:

Você irá precisar de duas cadeiras e uma venda e claro, dois participantes. Coloque uma cadeira atrás da outra, quem sentar na cadeira de trás deverá estar com os olhos vendados. A pessoa de olhos vendados, em seguida, estende o braço e coloca a mão no nariz da outra pessoa. Ao mesmo tempo, deve colocar sua mão sobre o seu próprio nariz e começar a acariciar os dois narizes ao mesmo tempo. Após cerca de um minuto, mais de 50% das pessoas relatam que seu nariz está incrivelmente longo. Por esse motivo este efeito é chamado Efeito Pinóquio.
O efeito Pinóquio é uma ilusão que dá a impressão o nariz está crescendo mais e mais, como aconteceu com o personagem literário, Pinocchio, quando ele contava uma mentira.

É uma ilusão de Propriocepção, estudada por Lackner em 1988.

De acordo com essa brincadeira, o cérebro foi “enganado”, não conseguindo preencher e identificar as informações que lhe foram passadas, como é o caso das ilusões de ótica, por exemplo.