Brasileira inventa sensor capaz de detectar o câncer

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De acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), “câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo”. A patologia pode ou não apresentar sintomas, podendo causar vários danos ao corpo, inclusive a morte, caso não descoberto a tempo. Pesquisadores ao longo dos tempos buscam novas tecnologias que possam erradicar ou até mesmo detectar a presença de células que se desenvolvem de forma anormal no organismo, no entanto, vários estudos são descartados, pois não demonstram acurácia.

Até que seja descoberta a cura, uma nova tecnologia está sendo apresentada ao mundo: um sensor que se utiliza da nanotecnologia para identificar o câncer, antes que este venha a desenvolver a sintomatologia.

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Priscila Kosaka, uma pesquisadora brasileira, doutora em Química e integrante do Instituto de Microelectrónica de Madrid, é a face por trás da descoberta, que tem cerca de 10 milhões de chances a mais de detectar o câncer precocemente em comparação aos exames já conhecidos, como a análise sanguínea dos pacientes. O nanosensor, quando em contato com as células cancerosas presentes no sangue identifica a presença ou não de biomarcadores da doença através da mudança da sua cor.0001

De acordo com a brasileira, a taxa de erro é de 2 a cada 10 mil casos. E a expectativa é a de que futuramente o sensor possa reconhecer o local exato onde o câncer possa vir a se manifestar.

Estima-se que a nova tecnologia esteja circulando em até dez anos e que também possa  vir a contribuir na detecção de biomarcadores para o Mal de Alzheimer e auxiliar na identificação das hepatites.

  1. KAMILA LINDA

    30 de abril de 2015 em 15:25

    QUE BOM , PARABENS

  2. VanDrak SubZero

    27 de abril de 2015 em 12:41

    Grande invenção :p
    Só podia ser descendente asiática mesmo ^^

  3. Walkírio Silva

    27 de abril de 2015 em 12:41

    Que beleza, ainda mais sendo uma pesquisa desenvolvida por uma brasileira. Espero que as “grandes marcas” não impeçam o desenvolvimento desta “invenção”!

  4. Luiz Henrique Assunção Azevedo

    26 de abril de 2015 em 20:59

    Em 10 anos eu posso ter câncer e morrer sem não ter feito uso de tal tecnologia

  5. Miroslau

    25 de abril de 2015 em 17:43

    Realmente incrivel!!!

  6. chapolim do mal

    25 de abril de 2015 em 12:22

    Ah, a ciência, como ela age maravilhosamente na vida das pessoas (HUE), ela que sempre nos ajudou e nos capacitou a coisas extraordinárias. Eu acho que a própria cura do câncer está nos nano-robôs.

  7. Gênesis

    25 de abril de 2015 em 09:19

    Se alguém vier citar o Chip da Besta, eu mato!
    História abusada da bexiga!

  8. GPSA

    24 de abril de 2015 em 22:02

    Espero que ela se orgulhe muito de seu feito, pois milhares (talvez até milhões) de pessoas irão agradecer pela descoberta dela.

  9. o exterminador de minilunáticos

    24 de abril de 2015 em 21:38

    Aparência e sobrenome asiáticos, formada em Madrid, mas mesmo assim vamos atribuir 47% de participação do Brasil nessa invenção. uhuuu chupa sociedade mundial.

  10. Greengineer

    24 de abril de 2015 em 21:01

    Parabéns, pelo menos por um momento eu senti orgulho de ser brasileiro, mas depois me lembrei do 7 x 1, infelizmente.

10 Comentários
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