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Cientistas afirmam que a matéria escura que compõe a maior parte do universo “pode não existir”

Alguns cientistas afirmam que a matéria negra e energia (substâncias misteriosas que representam 96 por cento do universo) podem não existir, afirmou um relatório ontem.

Acredita-se que o poder de expansão do cosmos é atribuída a esses dois materiais. No entanto, se a prova for confirmada, isso significa que a teoria usada para calcular a estrutura do universo até agora pode estar errada.

Planetas, estrelas, asteróides e gases somam apenas quatro por cento do cosmos, de acordo com o Modelo Padrão da Cosmologia, que analisa a teoria do big bang.

No entanto, o estudo realizado por físicos da universidade de Durham levanta a possibilidade de que este é falho, e pode não haver nenhum "lado negro" do universo, o que poderia significar que o cosmos não se expande tão rapidamente como se acreditava.

Dr. Robert Massey, da Royal Astronomical Society, que publicou os resultados, disse: “Isto desafia muito nossas suposições sobre o futuro a longo prazo do universo, porque o pressuposto no momento é que o universo está se expandindo e se ele não está seria um grande choque”.

Os teóricos acreditam que a matéria escura afeta o movimento das galáxias, interferindo com gravidade, no entanto, a energia escura é considerada de maior importância.

O professor Tom Shanks, que produziu o relatório com o estudante Utane Sawangwit, disse: "Se nossos resultados se confirmarem, então será menos provável que a energia e a matéria escura dominam o universo. "Então, a evidência de que o universo tem um lado negro irá enfraquecer”.

Seu estudo é baseado em novos dados de um satélite da NASA, que foi colocado em órbita em 2001 para monitorar a radiação de calor do Big Bang.

A teoria que conhecemos: