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Coisas mais estranhas que governos já baniram #2

Seja para um simples controle da população ou para sua segurança, os governos adoram banir coisas, mas as vezes eles acabam exagerando:

Videogame

A China, hoje em dia, produz quase todos os produtos industrializados que nós consumimos e para isso o país precisa de muita mão de obra. Na tentativa de evitar que seus trabalhadores trocassem as horas de trabalho quase escravo por algumas horas de diversão na frente dos videogames, o governo chinês resolver banir de vez os jogos eletrônicos do país.

O mais irônico é que a China é a maior produtora de consoles de todo o planeta. É lá que a Sony, a Nintendo e a Microsoft constroem seus respectivos consoles. Além disso, a maior parte dos smartphones do mundo, que hoje em dia são os videogames mais usados, também são feitos lá.

Apesar dos consoles não poderem entrar no país (na verdade, só poderem sair), a China permitia PC’s e celulares, por isso a proibição, nos últimos anos, se tornou estúpida. Assim, em 2014, depois de 14 anos de proibição, o governo chinês resolveu liberar a venda de videogames no país.

Nomes

João Supermem da Silva, Uéllinguiton da Rosa, Jonézio Peterpão de Oliveira… Esses belos nomes, que nós vemos em alguns cidadãos brasileiros, são, no mínimo, engraçados. Pensando nisso, a Dinamarca resolveu acabar de uma vez por todas com o problema dos nomes estranho no país.

O Ministério da Família dinamarquês, preocupado com as zoações constantes que muitas crianças sofriam devido a nomes que soam como objetos ou não fazem muito sentido, resolveu criar a lista oficial de nomes permitidos no país. Contando com 24 mil opções, os nomes liberados pelo governo podem ser registrados sem problema nenhum. 

Mas caso alguém queira dar um nome diferente do padrão, é necessário que os pais da criança entrem com um processo na justiça para que uma avaliação seja feita. Caso o nome solicitado seja aprovado pelo governo, os pais podem prosseguir com seu desejo, porém, se o nome solicitado for considerado inapropriado, os pais tem que usar um da lista governamental.

Ketchup

Para o bem das tradições francesas, o governo local resolveu banir o ketchup das escolas de todo o país. Segundo eles, a cozinha francesa é uma das melhores do mundo e não precisa desse condimento americano em suas refeições.

Para completar, eles também proibiram batatas fritas de serem oferecidas todos os dias nas escolas. Esse produto só pode ser oferecido uma vez na semana. Para completar a nova ordem, as crianças estão proibidas de trazerem comida de casa. As refeições oferecidas pelas escolas terão cinco pratos diferente por dia, todos eles contando com vegetais e coisas saudáveis. Pão e água podem ser servidos livremente para todos os alunos.