Como os videogames afetam seu cérebro

Jogar videogame, assim como qualquer outra atividade humana, afeta nosso cérebro de diversas maneiras, criando habilidades e problemas que você não imagina:




Melhor irmão

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Em 2015, a Brigham Young University fez uma pesquisa entre irmãos e descobriu que os videogames, principalmente aqueles mais violentos, podem ser ótimos para o relacionamento. Os irmãos que jogavam muitos jogos violentos juntos, tinham menos conflitos na vida real do que aqueles que não jogavam nada ou jogavam games menos violentos.

A ideia de que os jogos violentos criam mais agressividade se mostrou falsa. Segundo os pesquisadores, como eles jogam juntos, isso aumenta a capacidade de colaboração e também faz com que dividam experiências. Fazendo com que os irmãos tenham um convívio melhor na vida real.




Culpa

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Muitos acreditam que os jogos violentos tornam os jogadores mais violentos e menos empáticos com os demais seres humanos. Isso não é bem verdade. Um estudo feito pela University of Buffalo mostrou que ser malvado nos games não tem ligação com a vida real.

O estudo pediu para jogadores escolherem entre jogar com a Polícia ou com Terroristas. Depois da sessão de jogatina, eles foram chamados para responder um questionário de moralidade. Os jogadores que escolheram os malvados, se mostraram mais humanos e preocupados com os outros. Isso surpreendeu os pesquisadores. Acreditava-se que os jogadores que escolheram o lado malvado, teriam menos apego a vida humana e seriam pessoas mais malvadas após o jogo, mas foi exatamente o contrário.

  1. Alexandre França

    31 de maio de 2016 em 21:13

  2. Tiago de Oliveira

    7 de março de 2016 em 23:41

    Mas é claro, mais uma prova que colocar culpa em videogame por conta de assassinato ou algo do gênero é bobagem.

  3. Kanya

    7 de março de 2016 em 10:47

    Eu jogo/gosto de jogos violentos e não sou nada agressiva.
    Pera aí… e quem escolhe jogar com a Polícia? Pesquisa fajuta.

  4. Eduardo Azrael

    7 de março de 2016 em 10:21

    No meu antigo blog, alguns anos atrás, eu escrevi dois posts sobre o tema “Videogames e a Violência”. Quem quiser ler, ainda está por lá:

    Parte 1: http://museumdosgames.blogspot.com.br/2010/06/videogames-e-violencia.html

    Parte 2: http://museumdosgames.blogspot.com.br/2011/05/videogames-e-violencia-2.html

  5. Wagner

    7 de março de 2016 em 09:46

    Uma vez dois primos meus, que eram irmãos, estavam aqui em casa e deixei eles jogando PS2. Coloquei um jogo de luta (acho que era DBZ Tenkaichi 3) e então o mais novo dos dois tava perdendo toda hora. Teve um momento que ele não aguentou, perdeu o controle (nos dois sentidos) e pulou pra cima do irmão dele e começaram a se bater.
    Videogames: ajudando a resolver conflitos entre irmãos.

  6. André Silva

    7 de março de 2016 em 01:57

    Sou super amoroso e contra violência, claro que adoro ver uma porrada do UFC e tudo mais, mas quando o negócio é pra valer mesmo não gosto. Mesmo assim sempre adorei jogos de tiro e morte, de assassinos, bandidos, enfim, tudo que na vida real é ruim. Muito imbecil esse povo que acha que jogos violentos deixam alguém violento, se deixar é porque o muleque já era meio doidão e buscava uma inspiração, pessoas normais não vão se tornar violentas.

    • Lynn Rock

      14 de março de 2016 em 23:29

      Realmente… se jogo mudasse a gente na realidade era pra ficar milionário jogando banco imobiliário…

    • Kanya

      7 de março de 2016 em 10:50

      Concordo…

  7. O Discutidor

    6 de março de 2016 em 21:50

    Nao é pq eu jogo gta q eu vou sair explodindo tudo e roubando carros por aí

    • Gabriel Santos

      19 de março de 2016 em 20:29

      Isso aí… Mas não é uma má ideia…

  8. Léo Oliveira

    6 de março de 2016 em 20:07

    tornando um antisocial (experiencia própria)

13 Comentários
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