Contos Minilua: Humanos #158

 Pois é, e para participar, é muito fácil. Para tal, envie o seu texto para: [email protected]! A todos, uma excelente leitura!




Humanos…

Por: Mistic

Eu não entendo, nós, humanos… Quer dizer, vivemos uma vida medíocre, sem ação ou emoção, alguns se sustentam em religiões, se formam pela negação, e quem não tiver em que sustentar? Bom, amigos, o que chamamos de “sociedade” acaba com eles, é necessário mentir, simular, se controlar, mentir tão perfeitamente que até precise se enganar com sigo mesmo, e é claro, esconder sua vida sombria e macabra de toda essa “sociedade”…

Imagine em suas mentes, bom, duvido que imaginem como eu, os detalhes e os fatos, mas, vamos tentar: Imaginem agora um garoto, 14/15 anos, branco, olhos e cabelos claros, normalmente um garoto normal, esse garoto está andando com uma mochila nas costas e uma espécie de farda, você diz agora “Bom, deve está voltando da escola, suponho…” sim, você acertou, esse garoto estuda em uma escola privada, ele é bolsista, um garoto muito inteligente, um gênio…

Enfim, esse garoto agora chegou a seu destino, entrou no prédio (bom não há muitos detalhes a esse prédio, podem imaginar qualquer coisa, uma casa, um prédio abandonado, um armazém enfim, fiquem livres pra imaginar o que quiser) ele passou por 2 corredores e entrou em um quarto a porta estava trancada, mas ele tinha a chave.

Neste quarto havia apenas um armário velho (daqueles de madeira, empoeirado bem antigo mesmo) e um colchonete, o colchonete estava limpo, aliás todo quarto estava nitidamente limpo cada canto, cada pedaço de chão, tudo extremamente limpo, menos o armário, que, estava muito empoeirado, o garoto largou sua mochila no chão, e pegou um saco de lixo pequeno (grande suficiente apenas para guardar talvez uma almofada de sofá) o saco de lixo é preto e não é possível ver seu interior, então depois de pegar o saco de lixo o garoto empurra o armário, e lá está um quarto grande, maior que o anterior, mas tudo limpo, tanto quanto o anterior, provavelmente forrado, tanto que não seja possível escutar ruídos de dentro dele, no centro deste quarto havia uma mesa, uma mesa bem grande mais ou menos 2 metros de comprimento por 1 de largura (parecia como aquelas macas de hospitais) encima da mesa estava uma criatura, uma das mais horrendas, abomináveis e estranha criatura, uma pessoa.

Uma mulher de aproximadamente 30 anos, negra, alta, muito bonita aliás, ela estava presa na mesa por cordas, amarrada nas mãos e pés separados, estava com um tipo de mordaça na boca, ela estava chorando, a mulher, era uma executiva conhecida na “sociedade”, bem sucedida, católica, participava de vários eventos beneficentes, aparentemente, uma boa pessoa, bom voltando para o garoto, ele abriu o saco de lixo e de lá tirou alguns objetos, 2 facas cirúrgicas, 1 canivete e uma faca comum bem afiada, colocou em uma mesa com uma bandeja de prata que já tinha alguns objetos afiados sujos do que parecia sangue, depois ele pegou uma de suas facas e passou no rosto da mulher, ela chorou, o sangue que se misturava com as lagrimas era puro, vermelho, muito bonito, era um belo sangue…

Depois o garoto pegou uma faca e passou entre as penas na mulher, que roçou em seu órgão, até causou-a arrepios, parecia que ela gostava, já que, o garoto já a mantinha ali por 2 semanas, dava boa comida, água, e a deixava confortável de vez em quando, o garoto arrastou a faca por debaixo de sua perna direita e com a ponta da faca arranhou sua coxa, o sangue descia tão lindamente, o garoto sorriu, sim, ele estava excitado, mas não excitado por sexo, excitado pelo sangue!

Ele pôs a ponta da faca em sua boca e lambeu o sangue da mulher que pingava pela ponta da faca, mas, ele não gostou, tinha um gosto ruim, de ferrugem, ele percebeu que não era o gosto do sangue que o-deixava excitado, e sim seu jeito de escorrer pelas pernas bem torneadas da linda mulher, ele tentava se perguntar o porquê de sentir aquela excitação, seu órgão pulsava dentro de sua calça, mas ele não queria estuprá-la, ele queria observa-la, ver como seu sangue vermelho escorre pelo seu belo corpo negro e bem esculturado, ele encostou seu nariz próximo ao rosto dela, perto de onde ele havia arranhado primeiro e sentiu seu aroma, ela estava suada, seu suor o deixava mais excitado, ele desceu mais cheirando todo o corpo daquela bela mulher, seu pescoço, seus seios, sua barriga, seu umbigo, e parou, ele olhou nos olhos da mulher e viu seu desespero, viu que ela queria que isso acabasse o garoto, então pegou uma das facas e fez um longo corte desde seu pescoço até o umbigo, ficou alguns minutos olhando o sangue espalhar por todo o corpo da mulher, depois de tudo isso, com a mesma faca, ele cortou sua jugular, acabando com o sofrimento da mesma, depois ele tirou o avental de plástico que cobria sua roupa colocou em uma sacola de lixo, saiu do prédio e a queimou, pegou sua mochila, e foi embora para casa.

Chegando a casa o garoto foi recebido com muito carinho pelos seus pais, ele chegou, tomou um banho, se vestiu e foram jantar, seus pais perguntaram como foi seu dia hoje, e ele calmamente disse que tinha terminado seu trabalho de ciências, que ficou um ótimo trabalho.
No outro dia, todos recebem uma bela surpresa, os pais do garoto, o garoto e todo o mundo.

Naquele dia anterior, após o menino deixar o prédio, um homem o viu saindo e queimando uma sacola, sim aquela sacola com o avental sujo de sangue, o homem desconfiou e ligou para a policia, depois de 20 minutos vasculhando o local, um dos policiais achou uma pequena brecha atrás do velho armário e o empurrou, ficou chocado com a cena – Sim é ela. Ele exclamou, e o outro disse – Vamos falar com a central, precisam saber disso, todos precisam. Estava tudo correto, o garoto tinha sido cuidadoso, não deixou pistas, bom, ou deixou?

Sim, ele cometeu o erro que iria mudar toda sua vida, um erro tão estupido, que nem ele talvez, acreditasse, um pequeno pelo nasal na barriga da mulher, um pequeno pelo, um pequeno erro, e uma pequena vida, viram o DNA do pelo, e se surpreenderam com o resultado, o garoto gênio, o garoto da escola particular, o bom aluno, o bom filho, ele havia feito aquilo. Os policiais prenderam o garoto e perguntaram é claro, a pergunta mais obvia: - Por quê? E ele calmamente respondeu:

- Por que ela é igual a mim, e isso me deixou curioso. O que ele quis dizer com aquilo? Bom, amigos eu explico: Aquela mulher trinta e poucos anos, alta, bonita e bem sucedida, simulava uma vida, aquela mulher, pecou quando matou seus próprios pais e os enterrou no quintal, mas, os policiais sabiam?

Não, apenas o garoto sabia a mulher, e o garoto, eles cometeram erros, eles deixaram brechas para que focem descobertos, isso foi um erro, um grave erro. Um tempo depois, quando tudo estava nos jornais, isso foi o que eles divulgaram: “Adolescente de 15 anos mata mulher sem motivo” claro, eles não iam investigar a mulher, apenas o garoto, eles não queriam o motivo, eles queriam a noticia. Ninguém mais soube a verdade daquela mulher, nem a verdade daquele garoto, a “sociedade” matou o garoto socialmente, um psicopata, um louco, um assassino, eles estão corretos?

Nós estamos corretos? Ele matou apenas uma vez, e aquela mulher, aquela mulher que não era tão diferente dele, matou duas vezes, e matou por nada, se motivos, apenas por loucura, se assim quiser chamar. Pergunto-te agora leitor, o que você faria se tivesse essa chance, a mesma chance do garoto? Se um assassino estivesse em sua frente amarrado, suplicando por piedade, você o soltaria?

Todos nós temos um lado sombrio, um lado que não queremos divulgar a ninguém, como esse garoto e essa mulher, nós simulamos uma vida, deixamos de fazer muitas coisas, e os que fazem essas coisas são julgados e punidos por não disfarçarem, por não enganarem, por fazer e mostrar que fez, humanos são tão… Medíocres.

  1. Garota Infernal

    16 de janeiro de 2014 em 01:55

    Eu nem ia comentar, mas… Você sabe quantas crianças são entregues ao conselho tutelar por abusos dentro de casa? Você sabe quantos filhos não recebem carinho e afeto dos pais e são tratados como uma obrigação? Vocês sabem quantos pais estupram as próprias filhas? Quantas mães poem as próprias filhas para se prostituirem? E para uma mulher negra, como é a vida sendo julgada pela sociedade pela sua cor? Pais… quem disse que todos tomaram seus deveres com amor e paciência, se alguns tomaram com malícia e irresponsabilidade.
    Ele não tinha motivo nenhum pra matar, nem ela, quem sabe, ela tinha? E agora vem filosofar sobre a sociedade aceitar assassinos? Queria ver se fosse com alguém que você ama, vida não tem preço, ninguém pode ter a vida interrompida e ainda usarem argumentos tão cínicos para justificar. Ele gosta de sangue, não é um justiceiro.

  2. Death

    15 de janeiro de 2014 em 16:46

    1°Nunca gostei da raça humana,uma raça tola e suja,no qual nem a auto-preservação consegue obter exito

    2°Moleque é um viadão

    • Ceifador Sinistro

      15 de janeiro de 2014 em 19:14

      concordo totalmente especialmente com a primeira!

      • Death

        15 de janeiro de 2014 em 19:39

        Você é meu irmão perdido?

  3. ultramen Tiga

    15 de janeiro de 2014 em 13:01

    você não descreveu muitas coisas parece que no começo você quis dar detalhes mas no final deixou essa ideia pra lá .-.
    enfim o garoto gênio apenas fez algo que muitos psicopatas fazem, tentar justificar as suas ações terríveis , como se fossem atos de bondade.

    igual hitler tentou justificar as crueldades dizendo que aqueles não eram puros.
    na idade média as torturas eram justificadas dizendo que aquelas pessoas eram pecadoras.

    mas no final não adianta muito quando são motivos são claros.
    o garoto matou ela porque gosta de sangue hitler era sadista etc.

    • Emmanov Kozövisck

      15 de janeiro de 2014 em 14:25

      Você não conhece uma mente psicopata, meu amigo. E nunca conhecerá completamente. Psicopatas não mentem seus motivos, eles estão realmente envolvidos em seus devaneios. Hitler disse que matou milhões porque eles não eram puros – mas não se exalte, não era mentira, ele ACREDITAVA nisso, não era uma simples justificativa para se safar de algo, ele ACREDITAVA nisso. Bem, acho que assim você entenderá um pouco melhor a mente humana.

      • Davi Sousa

        15 de janeiro de 2014 em 21:41

        VC É UM GÊNIO

        • Emmanov Kozövisck

          15 de janeiro de 2014 em 22:00

          Tirei PRINT. Isso será usado futuramente.

      • Davi Sousa

        15 de janeiro de 2014 em 14:43

        a pior coisa é um pisicopata super controlado, isso mata uma pessoa…

  4. Davi Sousa

    15 de janeiro de 2014 em 12:34

    EU VI MINHA VIDA INTEIRA PASSAR DIANTE DE PALAVRAS (so uma parte da vida, claro)

  5. Ahri, A raposa de Nove Caudas

    15 de janeiro de 2014 em 11:50

    Mecheu com minha cabeça…

    • Emmanov Kozövisck

      15 de janeiro de 2014 em 14:27

      Eu tenho um distúrbio que me faz toda hora ir ao Google para me certificar que se escreve “mexer”. Por favor, não repitam esse erro, ele me deixa irritado.

      PS: não estou brincando.

      • Blue

        16 de janeiro de 2014 em 13:52

        sei como é,também tenho isso

  6. Forasteiro X

    15 de janeiro de 2014 em 09:18

    Eu não vou ler todo esse texto :/

  7. Shura De Capricórnio - Espectro (tobi-c&a)

    14 de janeiro de 2014 em 23:18

    preguiça de ler, le ai pra mim Google Tradutor

    • Allen Walker

      15 de janeiro de 2014 em 01:10

      Cara você é um GÊNIO c:

      • Shura De Capricórnio - Espectro (tobi-c&a)

        22 de janeiro de 2014 em 13:16

        :3

  8. Shun dlç

    14 de janeiro de 2014 em 22:50

    Esse moleque era gay, a mulher tava querendo dar pra ele e mesmo assim ele só pensava em sangue….

    • Derpino

      14 de janeiro de 2014 em 22:53

      “ele estava excitado, mas não excitado por sexo, excitado pelo sangue” ou seja, ele não queria estuprar a mulher, ele queria estuprar o sangue.

      • Kuro Black

        14 de janeiro de 2014 em 23:13

        • Emmanov Kozövisck

          15 de janeiro de 2014 em 14:23

          Não entendi absolutamente nada dessa imagem.

      • Shun dlç

        14 de janeiro de 2014 em 23:02

        O_o estuprar o sangue huehuehuehehu
        (psicopatas: quando não tiverem ppks pra comer, se cortem igual a Demi Lovato e terão sangue, que é muito melhor… sqñ)

    • Lucas Rodrigues

      14 de janeiro de 2014 em 22:51

      Porque ele era sádico, não queria sexo, apenas ver o sofrimento da mulher.

      • Shun dlç

        14 de janeiro de 2014 em 22:56

        Ah, se ele transasse com ela, não causaria sofrimento, e sim prazer… entendi xD

  9. Kuro Black

    14 de janeiro de 2014 em 22:44

    Concordo, com a maioria das coisas que foram ditas no final do conto, apenas, não concordo com uma frase e ela é “um lado que não queremos divulgar a ninguém”…
    Meus parabéns, Mistic, Você conseguiu expressar em um conto, uma parte do que eu penso sobre os humanos…

  10. Bianca Ameno

    14 de janeiro de 2014 em 22:35

    Será que ela matou os pais realmente por nada? e se os pais também fossem monstros, pedófilos? ela estaria fazendo um bem para a sociedade? isso vira um bola de neve, sem fim…
    Ninguém pode dizer que é incapaz de matar… o MOTIVO é que faz a diferença.

    • Emmanov Kozövisck

      15 de janeiro de 2014 em 14:07

      É exatamente isso que eu estava pensando!

    • Shun dlç

      14 de janeiro de 2014 em 22:53

      Eh, talvez ela só estivesse querendo se defender, nunca se sabe…

  11. Lucas Rodrigues

    14 de janeiro de 2014 em 22:27

    A narrativa é nada mais do que uma crítica à sociedade, destacando as principais características das pessoas. O conto mostra como nós, seres humanos, temos um lado bom e um lado ruim, ninguém é bom ou mal por natureza, a pessoa escolhe aquilo que quer ser dependente de suas escolhas, o bem e o mal são dois caminhos, basta você escolher qual deles seguir.
    O garoto, mostrado como um menino de família, boa aparência., engana aos outros sobre sua falsa faceta de bom menino, nos fazendo parar pra pensar que as aparências enganam, e como enganam.
    O conto em si é cheio de críticas e questionamentos. O último parágrafo mostra uma verdade incontestável em todos os sentidos.
    Nota: 10,0 – Excelente, parabéns ao autor pelo ótimo conto e a forma ousada de narrar 🙂

    • Leonardo Gomes

      15 de janeiro de 2014 em 15:13

      Você dar 10 a esse texto explica muita coisa….

      • Lucas Rodrigues

        15 de janeiro de 2014 em 15:37

        Qual o problema de dar nota 10? Não posso? É crime?
        Afff primeiro foi o satirista que me criticou por eu dar muitas notas 10 pros contos, a gora você, faça-me o favor. >:(

        • Leonardo Gomes

          17 de janeiro de 2014 em 15:30

          Cara, tentei “corrigir” a sua “crítica” ao conto.

          A narrativa é uma crítica à sociedade que destaca as principais características das pessoas. Ela mostra como os seres humanos tem um lado bom e um lado ruim, e deixa implícito que ninguém é bom ou mal por natureza,(você foi redundante) a pessoa escolhe aquilo que quer ser independente de suas escolhas, o bem e o mal são dois caminhos, basta você escolher qual deles seguir.(redundante de novo) (Tudo isso poderia ser resumido numa frase)
          O garoto, mostrado como um menino de família, boa aparência, engana aos outros com sua falsa faceta de bom menino, e leva o leitor a refletir: As aparências enganam, e como enganam.
          A narrativa é cheio de críticas e questionamentos. O último parágrafo mostra uma verdade incontestável em todos os sentidos.(O ultimo paragrafo termina com uma frase totalmente sem noção: “Humanos são medíocres” Medíocre quer dizer mediano, na média. O autor sequer conhece o real significado da palavra)
          Nota: 10,0 – Excelente(hã?), parabéns ao autor pelo ótimo conto e a forma ousada(forma ousada? tantos escritores lidam com essas temáticas e com esse tipo de narrativa) de narrar :)(odeio smiles,rs)

          Agora leia sua crítica e veja as correções. O texto “Humanos” está fraco cara. Fraquíssimo, tanto em sua essência, que demonstra um escritor imaturo, quanto na ortografia. Erros de Concordância,na formação de orações subordinadas, cordenadas, períodos não respeitados. Eu daria 3,5 para o texto. E você dar 10, me faz rir cara. Eu não quero provocar discussão. É que ver todo esse amadorismo com ar de “eu entendo disso ” me dá agonia. Vocês comentam e dão notas como se entendessem de alguma coisa.

        • Emmanov Kozövisck

          15 de janeiro de 2014 em 16:01

          Quando se dá 10 a alguém ou alguma coisa, você considera algum erro irrelevante e/ou o ignora. É isso que ocorre nas escolas. Mas o direito é seu.

    • Emmanov Kozövisck

      15 de janeiro de 2014 em 14:21

      Discordo, eu daria 9.2. Eu achei a narrativa muito boa e que envolve o leitor com uma história fictícia criada para fazer os leitores refletirem sobre a dualidade do homem, o bem e o mau, Ying e Yang… Mas eu não me surpreendi muito em relação ao garoto, pois de alguma forma, eu me identifiquei bastante com ele. Farei 14 anos no dia 1 de março, sou um bolsista de uma escola particular e me considero um potencial sociopata. Somente eu conheço os devaneios de minha mente, que não são muitos. Parece que em certos momentos os pensamentos negativos lotam a minha mente e eu penso apenas no que considero errado (esses conceitos de certo e errado na maioria das vezes não foram impostos por mim, e sim pela sociedade).
      Tudo bem, retornando para a narrativa, gostei especialmente da forma como o autor escreveu, de uma forma excepcionalmente envolvente, mas um erro ortográfico que notei pecou um pouco. Como um comentário acima já citou, eu discordo que a mulher tenha matado seus pais por nenhum motivo, pois assim o própria autor está se contradizendo, já que mesmo não aparentando, o garoto tinha em senso de justiça e era sedento pelo sangue da assassina correndo por seu corpo – algumas das justificavas do homicídio. Certamente a mulata deveria ter alguma razão para ter cometido o assassinato de seus familiares; mas concordo que se o escritor tivesse deixado a causa explícita, o objetivo do texto seria desfocado, mas dizer que “[…] Ele matou apenas uma vez, e aquela mulher, aquela mulher que não era tão diferente dele, matou duas vezes, e matou por nada, se motivos, apenas por loucura, se assim quiser chamar. […]” eu considero errôneo para o contexto.
      E respondendo à pergunta, eu dificilmente mataria alguém – sou um sociopata mas acho que seria incapaz de cometer um homicídio, mesmo que seja uma assassina. Talvez, apenas como defesa própria.

      Esse garoto de alguma forma me fez lembrar de Death Note e consequentemente do Kira, embora os contextos não se encaixem.

      • Emmanov Kozövisck

        15 de janeiro de 2014 em 16:10

        Posso pressentir que ninguém lerá meu comentário. Engraçado: os meus melhores comentários não dão IBOPE, enquanto os mais ridículos dão. Huhu…

  12. Jeff Dantas

    14 de janeiro de 2014 em 22:15

    “Todos nós temos um lado sombrio, um lado que não queremos divulgar a ninguém, como esse garoto e essa mulher, nós simulamos uma vida, deixamos de fazer muitas coisas”… Concordo em tudo que foi dito… ^^

    • Leonardo Gomes

      15 de janeiro de 2014 em 15:31

      Cara, eu iria falar isso no “encontrou um erro?” mas não o achei, rs. Olha, se é você que publica os textos, deveria revisar. O texto está cheio de erros ortográficos, erros de concordância(tanto nominal quanto verbal) . E o próprio texto em si está fraco, em diversos aspectos.E não é só esse Com a relevância do minilua na internet, acho que os textos aqui deveriam ser melhores. Esses materiais podem até agradar o público comum,adolescentes e jovens internautas com todos os seus problemas e revoltas com a sociedade,(eu nem preciso explanar as características), mas quem sabe realmente o que é um texto de qualidade sabe reconhecer um, independente da temática. E digo isso porque estou no 4ª semestre de letras. Uma vez levei um texto daqui pra uma professora minha (mestra), e ela só confirmou o que eu já pensava. Acho que você deveria se esforçar pra apresentar um material melhor, pois esse é um site que atinge um publico grande. Sério, vocês lidam com textos. TEXTOS. ESCREVER.

    • Davi Sousa

      15 de janeiro de 2014 em 12:43

      mas vc sabe q a toca do coelho ñ tem fim… sabe?

  13. Felino

    14 de janeiro de 2014 em 22:13

    Image and video hosting by TinyPic

  14. Um qualquer

    14 de janeiro de 2014 em 22:11

    Todos nós temos um lado sombrio, é verdade. O segredo é não deixá-lo nos dominar….

  15. Wagner

    14 de janeiro de 2014 em 22:04

    [img]http://weknowmemes.com/wp-content/uploads/2011/12/humans-ancient-aliens-guy.jpg[/img]

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