Contos Minilua: Jéssica #185

Suspense, mistério, terror…Sim, sinta-se à vontade a participar. O e-mail de contato: [email protected]! A todos, uma excelente leitura!




Jéssica

Por: Phoebe Junie

Lá estava ela em seu primeiro dia de professora de artes na melhor escola da cidade. Ela amava desenhar, e entendia bem sobre o assunto. Era uma chance também de mudar de vida depois que saiu do orfanato. Estava já dentro do pátio da escola, quando ouve uma voz atrás dela.

- Bom dia senhorita Michele. – era ele, seu novo e único chefe, o diretor da escola.
- Bom dia.
- Venha cá, aqui é a sala dos professores, fique à vontade. – diz ele colocando a mão nas costas dela, e empurrando-a devagar até a sala. – Bom então, está pronta para o seu primeiro dia como professora? Ansiosa?
- Estou sim. Fico feliz de o senhor ter me aceitado aqui. Será que o senhor poderia me mostrar os horários da minha aula?

- Ah, sim claro. Tinha me esquecido disso. – diz ele, pegando um papel com as aulas.
- Aqui está. Boa sorte com os alunos.
- Obrigada. – responde Michele, girando a maçaneta da porta em direção ao corredor.

Michele era uma mulher linda. Cabelos pretos até o ombro, olhos castanhos, pele clara, magra e ao mesmo tempo um corpo de dar inveja as mulheres. Ela tinha ficado a sua infância e adolescência inteira num orfanato, depois que seus pais morreram em um assalto quando ela tinha apenas 8 anos. Nunca que esqueceria aquele dia, estava marcado em sua memória, o dia em que sua vida mudou completamente…

Finalmente, havia chegado até sala 8, na qual daria sua primeira aula, então se senta em sua mesa esperando dar o sinal e os alunos entrarem. Pouco tempo depois, a porta abre: os alunos. Eles sabiam que teriam uma nova professora. Aquela correria toda, cheia de crianças com em média 7 anos, a fazia lembrar da escola, quando saia para encontrar seus pais esperando-a na saída. Enfim, todos já em seus lugares, Michele acha que agora seria a hora de se apresentar.

- Bom dia, a partir de hoje serei sua nova professora, Michele. – diz ela, se levantando para se apresentar.
- BOM DIA!!! - gritaram os alunos em uma sincronia desajeitada
- Bom… agora gostaria que vocês pegassem seus cadernos e desenhassem como foram suas férias. – diz Michele, meio desanimada, andando pela sala olhando os alunos.
Passados uns cinco minutos, ela vê uma menina, sentada no meio da sala, olhando para o seu caderno em branco.

Ela era uma garota linda. Cabelos pretos lisos, até o ombro, parecidos com os de Michele, mas a única diferença era a franja que a menina tinha. Os olhos azuis chamavam atenção por causa de sua pele clara.

- Oi. Por que não está desenhando como foram suas férias? – pergunta Michele.
- Tenho que fazer isso mesmo? – pergunta a garota.
- Por que não faria?
- Não tenho muitas coisas para desenhar… – responde a menina, com cabeça baixa.
- Pode desenhar sua família se quiser.
- Por que? Acho melhor não…

A garota não olhava para Michele, só para seu caderno em branco.
- Tudo bem, se não quiser desenhar, não precisa. – responde Michele já saindo sem olhar para a garota. Depois da escola, Michele estava indo jantar em um restaurante, como fazia com seus pais, antes do acidente com eles. Já na mesa, lendo um jornal, percebe alguém do lado de fora, olhando-a e acenando para ela. Era ela, sua aluna que não queria desenhar.

- Olá professora. – diz a menina já dentro do restaurante.
- Olá, o que faz na rua a essa hora da noite?
- Estava dando uma volta, gosto de passear a noite, uma das minhas coisas favoritas.
- Hum… Está aqui para comer? Olha, eu não tenho dinheiro para mais uma pessoa desculpe.
- Não se preocupe professora, eu tenho. – responde a menina indo em direção ao balcão – Um cream soda por favor! – pede ela ao atendente que acena com a cabeça e dá uma volta para a cozinha fazer o pedido da menina.

Logo depois chega seu cream soda. Michele, mostrando-se concentrada no seu jornal que estava lendo, não dá atenção à sua aluna.
- Professora… Você não perguntou meu nome ainda…
- Pode falar.
- É Jessica, acha bonito?
- Sim, é bonito sim.
- A senhora está brava? – pergunta Jéssica.
- Não. Não estou não. – responde Michele sem desviar o olhar de seu jornal.
- Sabe… se a senhora estiver brava, eu sei uma maneira de te ajudar: falar sobre suas coisas

favoritas olha – diz ela, pegando um mini caderninho – esse é meu caderno de coisas favoritas, me ajuda quando estou triste. Que tal você falar sobre suas coisas favoritas? Do que você mais gosta?

- De uma criança quieta. – responde Michele, dessa vez olhando para a menina.
- Ah, haha, sim, me desculpe professora.
Meia hora depois as duas saem juntas do restaurante, mas sem se falarem.
- Jéssica, quer que eu te leve para casa?
- Não precisa professora… não precisa – responde Jéssica já indo embora.

No outro dia, já dentro da sala, Michele pede para os alunos que entreguem as tarefas que havia pedido no dia anterior. Cada um entrega o seu, em uma fila comportada. Quando é a vez de Jéssica, Michele percebe que seu pescoço está meio vermelho e pergunta:
- O que aconteceu, Jéssica? Seu pescoço está vermelho.
- Nada não… Eu estava brincando, e…. me machuquei – responde Jéssica, já indo em direção sua carteira sem olhar para trás.
Passado a aula, Michele vai até a sala dos professores. Logo ela entra no assunto de Jéssica e conta o que havia observado hoje. Uma outra professora também entra no assunto.

- Olha… pelo o que eu sei, Jéssica é maltratada por sua mãe, e possivelmente abusada pelo seu padrasto.

- O que?! Como assim, como uma mãe pode ser tão desumana assim com sua filha? – pergunta Michele, aumentando o tom de voz.

- A mãe de Jéssica é solteira, seu marido morreu quando sua filha tinha apenas 2 anos, desde então ela vem cuidando de Jéssica sozinha. Um pouco mais de um ano atrás, ela conheceu um rapaz, ai sua filha vem aparecendo com esses machucados, mas quando perguntamos, ela inventa uma desculpa.

- Que absurdo! Vou falar com essa mãe, na reunião.
- Melhor não, ela não vai dizer nada. - responde a outra professora.
No dia seguinte, depois da escola, Michele sabendo o que Jéssica enfrentaria quando chegasse em casa, pergunta a ela se ela não gostaria de dormir em sua casa. Felizmente a resposta foi sim.

Já na casa de sua professora, elas não podiam dizer que se divertiram. Michele era muito fechada. A menina ficou vendo os livros que sua professora tinha - livros de fantasia e contos de fadas na maioria – enquanto a professora estava fazendo o jantar. Pouco tempo depois o jantar ficou pronto. Estavam elas jantando, no silêncio, quando Michele decide… quebrá-lo.
- Esse caderno… É sobre suas coisas favoritas, não é? – Pergunta ela, apontando para um caderninho, igual a um bloquinho.

- Uhum, é sim. – responde a menina, fazendo sinal com a cabeça.
- O que está escrito nele? Posso ver?
- Claro. – diz Jéssica entregando o caderno.

Sua professora o abre. E vai lendo em silêncio.
No caderno estava escrito com letra de criança, mas de uma forma organizada, uma frase por folha: “fazer contato visual com gatos, som ao caminhar na neve, piso encerado no dia, escada de chaminé, mudança de roupas com as estações, laranjas flutuando na geleia, cheiro da rua depois que chove, assento traseiro de bicicleta, cotonetes, cortador de unhas, rabo-de-cavalo duplo, cafuné, ser abraçada, a mãe em um comercial de sabonete, cream soda… “

Provavelmente ela se dedica a pequenos prazeres a fim de esquecer a dor.
- Então são essas suas coisas favoritas… Gostei. – diz Michele, já com um sorriso de lado no rosto.
- E você professora? Quais suas coisas favoritas?
- Não sei se tenho algo que eu goste.
- Ah…

O silêncio volta, até que Michele resolve quebrá-lo novamente.
- Jéssica… Você quer ir amanhã no zoológico? Ver os animais… Podemos ir em outro lugar se você preferir. 

- Não professora… Acho melhor eu ir para casa amanhã, minha mãe deve estar preocupada já.

- Ah, sim claro, é melhor então. – responde Michele, arrumando a mesa.
No dia seguinte, depois da escola, Jéssica volta para sua casa.

- Oi mãe, estou de volta! – grita Jéssica abrindo a porta de sua casa.
- Oi filha… estou de saída, vou ao mercadinho aqui do lado, vai ser rápido. Você ficará bem? – pergunta a mãe, com um ar de triste e desanimada.
- Sim mãe, até mais.

A porta se bate. Sua mãe tinha ido embora, mas ela não estava sozinha. Seu padrasto ainda estava na casa, jogando videogame… como sempre.
A sala estava imunda, cheia de sacos de biscoitos, salgados, panos, restos de comida… E lá estava ele, como eu disse jogando videogame, no chão, na imundice em frente à TV.

Jéssica estava morrendo de fome, sabia que só podia comer na escola, ou se não ficaria com fome o dia inteiro, já que sua mãe só fazia comida para seu namorado. Até que ela vê um saco de biscoitos. Era uma chance de pegar alguns, já que seu padrasto estava distraído.
Ela tenta abrir o saco. Em vão. Depois de várias tentativas – mas em silêncio para não ser vista - ela sente uma pessoa atrás dela. Era ele.

- Olá… Senhor Fernando… – diz Jéssica, ainda se virando para olhá-lo.
- Oi Jéssica. Já chegou? Quer brincar um pouco de boneca?
- Cla – claro… – responde ela, já que não adiantaria se dissesse não.

Ele a leva até uma penteadeira. Pega um batom vermelho bem forte e passa nos pequenos lábios de Jéssica. Depois um par de brincos e um colar, e um vestido de cetim. Ela parecia uma perfeita mulher, era isso que ele queria. Quando ele estava terminando retocar o batom, sua namorada chega.
Ela fica em choque com a cena. Perde o controle.
- SUA PORCA! SUA PORCA! SUA PORCA! SUA PORCA! SEU LIXO!!! – grita ela, batendo em sua filha com um saco com compras.

Jéssica tenta se esconder embaixo da mesinha, mas sua mãe está fora de controle.
Michele estava voltando para casa naquela noite. Tinha ido jantar naquele restaurante de novo. Era uma noite fria e escura. Até que ela ouve um barulho. Estava só ela na rua. Do seu lado, um saco de lixo.

Era de lá que vinha o barulho. Não era por curiosidade. Algo estava dizendo, ela estava sentindo que devia ver o que havia dentro. Finalmente conseguiu tirar o nó e abriu a sacola. Ela ficou sem reação. Lá dentro o que tinha era sua aluna. Jéssica.

  1. Selma Camila Barbosa

    7 de maio de 2014 em 05:39

    E morreu. Gostei da história. Não sei porquê, mas sempre prefiro as histórias maiores. :3

  2. Kise Ryota

    24 de abril de 2014 em 21:32

    Ótimo conto.

  3. Garota Infernal

    23 de abril de 2014 em 19:35

    Isso foi uma das melhores coisas que eu li aqui. É sensível e trágico, extremamente sincero. Me causou pena a frieza de Michele, existe um paralelo entre Jessica e Michele, Michele não sabe ajudar Jessica, age como as outras professoras. Só que ao mesmo tempo parece parte de uma história, a forma como é contada é como se fosse o pedaço arrancado da página.
    Só uma observação, por que as outras professoras não fizeram nada por Jessica e falaram daquilo como se fosse algo normal? Com as informações que tinham dava pra salvar a menina.
    Isso mostra como Jéssica estava sozinha.

    • thalyta_sodero

      24 de abril de 2014 em 17:24

      Bom… Tentei fazer isso no texto, mas acho que não deu muito certo, não sou muito boa em escrever contos. Mas a ideia que eu tentei mostrar foi que a Jéssica, por mais que a mãe dela a maltratasse, ela nunca deixaria de ama-la pois ela é a mãe dela. E que os professores sabiam que não adiantaria falar com a policia e tal, por que nenhuma das duas (Jéssica e sua mãe) falariam sobre os maus tratos.

      • O Segurança Doidão

        27 de abril de 2014 em 05:19

        Esse conto foi muito bom, esperando pela próxima parte

  4. Anubis

    23 de abril de 2014 em 19:11

    Daqui a pouco tem fã-clube pra essa pirralha…

  5. Priscila Marinho

    23 de abril de 2014 em 19:04

    Fiquei com pena da Jéssica :'(

  6. thalyta_sodero

    23 de abril de 2014 em 17:54

    Meu primeiro conto *—-* oq acharam?

    • Marvelunatico

      23 de abril de 2014 em 20:25

      Nem te conto 😀

    • Lucas Rodrigues

      23 de abril de 2014 em 19:51

      Achei fantástico, contado de maneira simples, mas uma simplicidade bem equilibrada.
      Bem, se haverá uma continuação já espero muitas reviravoltas, pois tá prometendo.

      • thalyta_sodero

        24 de abril de 2014 em 13:29

        Obg por ter gostado do meu conto, fiquei meio nervosa de minha escrita estar meio confusa e tal já que é meu primeiro conto… E já to escrevendo a prox parte dele até na escola pq to meio sem tempo rs, mas já ta quase pronto ^-^

    • Anubis

      23 de abril de 2014 em 19:19

      Muito bom mina, só espero que não acabe com a mãe e o padastro sendo presos.

      • Anubis

        23 de abril de 2014 em 19:20

        *padrasto

    • Shun

      23 de abril de 2014 em 17:56

      Ficou muito bom 😉
      vai continuar ou ela morreu mesmo?

      • Lucas D

        23 de abril de 2014 em 19:22

        Cara, ela ta tão na sua! 😮

      • thalyta_sodero

        23 de abril de 2014 em 17:58

        Obg ^-^ Já estou fazendo o segundo cap 😉

  7. Near

    23 de abril de 2014 em 17:50

    droga fui da like e dei dislike ¬¬

  8. Vinicius Silva S

    23 de abril de 2014 em 17:40

    a jessica morreu ?

    • O Segurança Doidão

      27 de abril de 2014 em 05:17

      não

  9. Renato Russo

    23 de abril de 2014 em 17:00

    ” Violência e estupro do seu corpo; “Vocês vão ver, eu vou pegar vocês” “

  10. Moacir Batista

    23 de abril de 2014 em 14:27

    A Jéssica morreu?

    • Lucas Rodrigues

      23 de abril de 2014 em 14:45

      Provavelmente não, repare no trecho:
      “Era de lá que vinha o barulho. Não era por curiosidade. Algo estava dizendo, ela estava sentindo que devia ver o que havia dentro. Finalmente conseguiu tirar o nó e abriu a sacola. Ela ficou sem reação. Lá dentro o que tinha era sua aluna. Jéssica.”
      Jéssica estava tentando sair do saco, sua mãe lhe jogou no meio da rua, VIVA, como se fosse um lixo. Acho que uma mãe não seria tão cruel a ponto de matar a própria filha e colocar o cadáver em um saco de lixo, acho isso o extremo da perversidade.

      • O Segurança Doidão

        23 de abril de 2014 em 16:54

        Então você ainda não conhece o lado sombrio do nosso mundo, vejo as vezes noticias de casos onde as próprias mães matam seus filhos e os jogam em rios, buracos, e mais outros lugares, não seria de me impressionar se ela tivesse matado a garota a posto o corpo num saco de lixo, mais como eu disse lá em cima a garota ainda estava viva se não, não teria feito barulho.

        • Lucas Rodrigues

          23 de abril de 2014 em 19:48

          Partilhamos da mesma ideia então (não tinha reparado no seu comment lá em cima).
          Atualmente estou mais informado sobre notícias do mundo geek, portanto estou completamente fechado a notícias de casos violentos, uma vez ou outra eu vejo uma notícia sobre política, umas mortes e tal, mas nunca vi casos em que pais matam e jogam seus filhos em qualquer lugar, nunca li ou vi nada a respeito disso.

  11. Jessica Ferreira

    23 de abril de 2014 em 13:09

    coitada de min

    • Night Angel

      23 de abril de 2014 em 13:14

      vc tem o mesmo nome da minha prima de segundo grau o.o

  12. Um qualquer

    23 de abril de 2014 em 10:54

    Terá continuação?

    • thalyta_sodero

      23 de abril de 2014 em 17:55

      Sim já estou fazendo o prox capitulo ^-^

  13. The Fox

    23 de abril de 2014 em 06:51

    Deviam criar uma área de literatura porque isso não é uma curiosidade

  14. Lucas Rodrigues

    23 de abril de 2014 em 06:50

    Nossa, muito boa a estória, original, criativa. Esse final me deixou em estado de choque, fiquei imaginando a cena por minutos, não, imaginei um conto inteiro em uma sequência de cenas pelo fato da estória ter me prendido a atenção de verdade, e olha que são poucos os contos que tem o poder de fazer isso comigo. Até me deu uma angústia, como se eu estivesse presenciando o momento, foi um drama bem explorado e construído. Sem mais delongas, conto perfeito.
    Nota: 10,0 – Excelente

  15. O Segurança Doidão

    23 de abril de 2014 em 04:40

    Eu acho que a garota ainda estava viva pois perto do final ela conta “Era uma noite fria e escura. Até que ela ouve um barulho. Estava só ela na rua. Do seu lado, um saco de lixo.” e depois “Era de lá que vinha o barulho.” dando assim de entender que ela ainda estaria viva pois se estivesse morto não teria feito barulho

    • Moacir Borges

      23 de abril de 2014 em 09:01

      Concordo, foi nisso que eu pensei também.

  16. Nameless

    22 de abril de 2014 em 22:51

    Escrito de uma forma bem simples, porém interessante. A história inicial se transforma até chegar a tensão final e trágica.

  17. Marvelunatico

    22 de abril de 2014 em 22:43

    Como é que eu vou ler o conto se eu não consigo parar de olhar a imagem?

    [img]http://static.minilua.org/resize/cache/c2l0ZTovLzIwMTQvMDQvNjJiZDc1NzFjMzFkY2RlOTM5MTIyNmY2OGRiM2UyNzUuanBnfDUzNHgzNTY*.jpg[/img]
    *-*

    • O Segurança Doidão

      23 de abril de 2014 em 04:09

      coloquei até como papel de parede aqui no PC e no Celular, nada como ligar o PC e ver uma imagem dessa

      • Marvelunatico

        23 de abril de 2014 em 06:34

        Verdade. Olha o olhar dela…. *-*

        • Logan

          23 de abril de 2014 em 11:28

          Prefiro essas…
          [img]http://www.hayleywilliams.com.br/wp-content/uploads/HayleyWilliams_0024.jpg[/img]

          [img]http://wallpoper.com/images/00/41/60/27/hayley-williams_00416027.jpg[/img]

          [img]http://4.bp.blogspot.com/-cxLTp9r373s/UrdmRIdPveI/AAAAAAAAC08/Qou4WYWccyQ/s1600/hayley-williams-17504.jpg[/img]

          • Marvelunatico

            23 de abril de 2014 em 20:00

            [img]http://pareceretardado.files.wordpress.com/2013/08/tumblr_m0c8qa2di11r5gw2ao1_5001.gif?w=450&h=343[/img]

          • Marvelunatico

            23 de abril de 2014 em 20:23

            Duplo vômito pelas duas:
            Hayley e Jean *-*

          • Forasteira

            23 de abril de 2014 em 13:36

            Prefiro essa… Mesmo que não seja real…

            [img]http://static.comicvine.com/uploads/original/11114/111144625/3630387-jean-grey.jpg[/img]

            [img]http://fc04.deviantart.net/fs70/f/2011/244/4/a/4a27b513e3884c9fafb67ac5bf2fb281-d48i4wn.jpg[/img]

            [img]http://2.bp.blogspot.com/-_Ujn_wpM4gk/TxhalVdAfJI/AAAAAAAAA3s/xhABRTsO-Jw/s1600/Jean+Grey.jpg[/img]

          • Marvelunatico

            23 de abril de 2014 em 20:01

            [img]http://pareceretardado.files.wordpress.com/2013/08/tumblr_m0c8qa2di11r5gw2ao1_5001.gif?w=450&h=343[/img]

          • Shun

            23 de abril de 2014 em 13:51

            Você é mulher, é lógico que vai preferir um desenho, buuh 🙂

          • Forasteira

            23 de abril de 2014 em 22:11

            Eu gosto da Jean porque ela é foda. Simplesmente por isso. Não sou tarada que nem homem que sente prazer até em ver uma foto de bunda, mas acho mulheres atraentes SIM (aliás, mais atraentes do que homens). Já que existe esse negócio de esteriótipo, estou aqui pra provar que toda regra tem sua exceção e toda pesquisa tem sua falha. Acho que nasci na alma errada.

          • Renato Russo

            23 de abril de 2014 em 22:22

            “Acho que gosto de São Paulo, gosto de São João, gosto de São Francisco e São Sebastião.
            E eu gosto de meninos e meninas.”

          • Anubis

            23 de abril de 2014 em 22:33

            Cara, quantos fakes você tem?

          • Renato Russo

            23 de abril de 2014 em 22:37

            “Sempre precisei de um pouco de atenção. Acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto.”

          • Forasteira

            23 de abril de 2014 em 22:12

            Taxar bund.a sério isso? Mas nádega, glúteo, saliência, e sasporra pode, né?

          • Marvelunatico

            23 de abril de 2014 em 22:17

            É tipo isso:
            Não pode falar merda (mer.da)
            Mas pode falar bosta.
            Então feses e cocô não são a mesma coisa também?
            Acorda Brasil!

          • Wagner

            23 de abril de 2014 em 22:15

            Não pode falar ­b­u­n­d­a­ nessa bagaça não.

  18. Kairos

    22 de abril de 2014 em 21:52

    nao encarem isso como uma piada de mal gosto
    mas o batom e as roupinha deve ter sido caro hein?

  19. Thiago.

    22 de abril de 2014 em 21:38

    Imgs do corpo ?

  20. Eren Jaeger

    22 de abril de 2014 em 21:32

    Tenso…. SDDS Jéssica ;-;

    • Envy

      23 de abril de 2014 em 14:17

      mais um eri joger no ML, ai sem or q confusão

      • Marvelunatico

        23 de abril de 2014 em 20:26

        Tomara que não seja boiola igual o outro XD

        • Rivaille

          23 de abril de 2014 em 21:37

          Ou pior, igual você.

          • Marvelunatico

            23 de abril de 2014 em 21:39

            Aí seria muito lindo *-*

  21. Little Uchiha™

    22 de abril de 2014 em 21:24

    Alguma alma caridosa resume o conto pra eu?

    • Little Uchiha™

      22 de abril de 2014 em 21:57

      E ainda dizem q o saite é minilunati, tanta alma caridosa assim, vlw pessoal.

    • Shun

      22 de abril de 2014 em 21:48

      A menininha de 7 anos era abusada pelo padrasto, e só podia comer na escola, pq a mãe dela só cozinhava pro namorado. Um dia ela tentou comer escondida, aí o padrasto dela disse: “Tá na hora de brincar de boneca”. Então ele passou batom nela e vestiu ela igual uma mini puta pra poder abusar… nisso a mãe dela chegou e pensou que a culpa era da menina de estar vestida daquele jeito, então matou a menininha e jogou no lixo.

    • Thiago.

      22 de abril de 2014 em 21:41

      [img]http://u.mundomemes.com.br/2013/12/20131214didi-e-morreu.jpg[/img]

      • Little Uchiha™

        22 de abril de 2014 em 22:03

        Um resumidor nato.

        • Thiago.

          22 de abril de 2014 em 22:15

          Obg, e de nada pela ajuda. ^^

    • Allen Walker

      22 de abril de 2014 em 21:39

      Ok. tem uma professora puta com uma aluna puta que fica dando pro padastro e a mãe dela joga ela no lixo cabou.

      • Jeff Dantas

        22 de abril de 2014 em 21:42

        OMG!!!! Morri com a definiçãooooooo! hauahahahahhaha

  22. Lilian Farias

    22 de abril de 2014 em 21:10

    Tardinha da Jessica ;-;

    • Cleison sccp

      24 de abril de 2014 em 00:53

      Tadinha msm apanhava da mãe e ainda era abusada pelo padrasto e no fim acaba num saco de lixo

    • Jeff Dantas

      22 de abril de 2014 em 21:13

      Né? Tadinha dela!!! Só queria um pouquinho de atenção… :'(

      • Lilian Farias

        22 de abril de 2014 em 21:14

        Snif… T^T

  23. Seth .

    22 de abril de 2014 em 20:58

    ,.. Keekekekekeke , boa historia , boa historia..na minha humilde um pouco mais de sentimento , teria … deixado melhor a historia

  24. Shun

    22 de abril de 2014 em 20:55

    ” Cabelos pretos até o ombro, olhos castanhos…”

    [img]http://static.minilua.org/resize/cache/c2l0ZTovLzIwMTQvMDQvNjJiZDc1NzFjMzFkY2RlOTM5MTIyNmY2OGRiM2UyNzUuanBnfDUzNHgzNTY*.jpg[/img]
    aí pegam a foto de uma mina de olhos verdes kk

    • Shun

      22 de abril de 2014 em 21:03

      “Cabelos pretos lisos, até o ombro, parecidos com os de Michele”**

    • Jeff Dantas

      22 de abril de 2014 em 21:02

      Sim, eh justamente essa ideia. De representar uma jovem, mais ou menos da faixa etária… 🙂

      • Garota Infernal

        23 de abril de 2014 em 19:39

        Essa foto não teve nada a ver com o conto.

    • Seth .

      22 de abril de 2014 em 21:02

      e sem cabelos pretos

      • Shun

        22 de abril de 2014 em 21:04

        e que não vão só até o ombro

  25. Jeff Dantas

    22 de abril de 2014 em 20:44

    Tadinha da Jéssica, tão simpática… :'(

  26. Kairos

    22 de abril de 2014 em 20:40

    I THINK I’M GETTING OLD
    (ta, essa ngm vai entender msm)

82 Comentários
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