Contos Minilua: Maverick #101

Pois é, e desde já, contamos com a sua participação. O e-mail: J[email protected]! A todos, uma excelente leitura!




Maverick

Por: Vitor Basílio

Às vezes penso se tomei a decisão certa. Estava no piloto automático. A única certeza que tenho é a de que ela mereceu. É incrível como as pessoas costumam nos decepcionar justamente nas questões mais cruciais, mais sensíveis, mesmo após tantos juramentos de fidelidade e honra, e por que não dizer também amor? Eu cresci ouvindo que promessas existem para serem quebradas. Muitos vão dizer que agi precipitadamente, porém acredito ter cortado o mal pela raiz.

Minha esposa se chamava Lana. Estávamos casados há três anos. Conhecemo-nos na universidade. Tínhamos um relacionamento feliz e nos dávamos bem. As brigas, quando aconteciam, eram como as de qualquer outro casal jovem: dinheiro, futuro, trabalho e assuntos menores, não necessariamente nessa ordem.

Nada em nós poderia chamar atenção. Exceto por um fator, Lana. Ela era ruiva, olhos castanho-escuros, pele branca, rosto redondo, nariz e boca pequenos, e um sorriso capaz de abarcar o mundo. Eu era um rapaz de beleza mediana, nunca tive dificuldades em conseguir mulheres, tampouco em me relacionar com elas.

Agora com Lana as coisas eram diferentes. Ela sempre foi um espírito independente, talvez até arredio, de olhar perdido, como se vivesse constantemente na tênue fronteira entre o sonho e a realidade. Depois de casarmos é que cheguei à conclusão de que ela era demasiado boa, algo de que eu já desconfiava quando nos conhecemos, mas só por essa época descobri que era uma bondade invulgar, de uma espécie que julgava extinta deste mundo.

Enquanto permanecemos casados, Lana se revelava pouco a pouco, como uma boa música, onde a cada nova audição descobrimos um acorde que passou despercebido. Contudo ela nunca se revelou por completo, por mais que eu tenha desejado. Confesso que mesmo a amando muito, e ela dizia também me amar, de um modo que eu jamais poderia imaginar, isso fez com que eu nunca me sentisse realmente ligado a ela.

A beleza de Lana chamava a atenção onde quer que fôssemos, do supermercado a uma festa qualquer. A princípio isso não me incomodou, pois admito que nunca fiz grande caso. Quem nunca cobiçou a mulher do próximo é mentiroso ou castrado, que são praticamente a mesma coisa.

Uma vez, porém, tomávamos café numa lanchonete do centro da cidade. Era uma tarde fria de sábado. Havia chovido muito pela manhã. Somente perto do meio-dia o tempo resolveu dar uma trégua. De lá para cá, ele deixou, além do frio, vento, céu nublado e nenhuma possibilidade de sol. O movimento na rua era escasso.

Dias assim costumavam me deprimir terrivelmente, como se o peso do mundo resolvesse repousar no meu peito. Minha mente se transformava num caos, remoendo desagradáveis assuntos longínquos, desenterrando velhas mágoas, reacendendo antigas discussões, dando nova vida a medos e traumas trancafiados nos porões do inconsciente, ou seja, criando o ambiente perfeito para acabar com a minha boa disposição.

Diferentemente de mim, Lana mantinha a sua inabalável serenidade. Vendo-me olhar através do vidro da lanchonete com a cara amarrada, pegou minhas mãos, olhou fundo nos meus olhos e disse para eu esquecer o que estivesse me incomodando. Eu poderia contar com ela sempre, não importava para que, ela estaria ao meu lado.

- Te amo – exclamou ela com olhos firmes.

Eu forcei um sorriso, retribuí o sentimento e voltei a olhar pelo vidro. Aquilo me acalmou e irritou ao mesmo tempo. Acalmou por conta de seu tom de voz, o olhar, o sorriso. Irritou, pois coisa nenhuma era pior que alguém invadir um momento de tristeza, de introspecção, sem nada fazer de efetivo para melhorá-lo, apenas repetir chavões insuportáveis que pioravam ainda mais a situação. Mas mesmo essa irritação era suave, porque no fundo eu sempre esperava Lana dizer tais palavras. Pode parecer loucura, eu sei, mas era como eu me sentia.

Naquele dia meu mau humor estava pior que o de costume, eu estava azedo, intragável. Foi então que o rapaz que nos atendia veio até nossa mesa perguntar se desejávamos mais alguma coisa.

- Eu gostaria de mais um café expresso, por favor – disse Lana.

- Pra mim nada, amigo, obrigado – respondi sem olhar para ele.

- Tudo bem, senhor. Trago o seu café num instante, moça – e saiu.

O celular de Lana vibrou em cima da mesa. Uma nova mensagem. Ela o apanhou e começou a digitar uma resposta. Com quem ela estava falando? Será o mesmo daquela vez? Não, ela não seria tão óbvia a ponto de me enganar debaixo das minhas vistas… Ou seria? Quando eu a confrontei naquele dia ela negou dizendo que era apenas um colega de trabalho perguntando a respeito de um relatório. “Que desculpa mais conveniente!” disse a voz dentro da minha cabeça,

“Talvez ela não esteja mentindo, pode ser um colega de trabalho, mas com certeza ele não ligou para falar de um relatório, e sim para saber quando eles iriam se encontrar de novo”, concluiu a voz, triunfante.

Alcancei o guardanapo que estava ao lado do prato e limpei a boca, sem necessidade, pois ela não estava suja. Fiz isso apenas por não saber mais o que fazer. Senti a mesma desconfiança, a mesma incerteza e raiva que naquele dia. Ser feito novamente de idiota, e agora em público? Eu precisava tirar essa história a limpo.

- Aqui está o seu café, moça – anunciou o garçom, me cortando antes que eu pudesse sequer organizar a pergunta na minha mente.

- Ah, obrigada – respondeu Lana levantando os olhos da tela do celular.

O rapaz se curvou para depositar a xícara na mesa. Sua mão tremeu levemente, derrubando a colher do pires. Ele ia apanhá-la, mas Lana foi mais rápida. Suas mãos se tocaram por um segundo. Os dois se entreolharam, sorrindo, e pousaram a colher de volta ao seu lugar. O rapaz se afastou e Lana baixou a cabeça para o celular novamente.

Um estalo seguido de uma onda de discernimento tomou minha mente. Tudo fazia sentido agora. Os sorrisos, os olhares, os gestos de Lana, a conversa misteriosa, a mensagem de texto. Finalmente entendi tudo. Será que todos eram tão explícitos quanto os de agora? Uma cortina de vergonha desceu sobre mim, trazendo todo o embaraço do qual fui vítima, sem perceber.

Minhas bochechas esquentaram e eu olhei para os lados, desconfiado, à procura de olhares tortos e comentários maldosos, abafados entre risadas de escárnio. Apesar disso, pela primeira vez me senti feliz num dia de chuva, pois graças a ele eu descobrira a verdadeira face da minha mulher.

- Vamos. Está ficando tarde – disse eu, no melhor tom de neutralidade que consegui.

- Sim, querido. Estou cansada – respondeu Lana guardando o celular, enquanto terminava o café.

Deixei o dinheiro sobre a mesa. Na saída, avistei o garçom atrás do balcão, fazendo mais café, sorrindo. Por que ele sorria tanto? Lá fora, Lana buscou minha mão, mas ela estava enterrada no bolso do casaco. Então entrelaçou o braço ao meu. Tive vontade de afastá-la, ou melhor, empurrá-la para longe, na esperança de que um portal para outra dimensão se abrisse e a tragasse, levando-a para muito longe, de onde jamais pudesse regressar.

Chegamos em casa ao anoitecer. Minha cabeça era um turbilhão de sentimentos confusos. Por que Lana havia feito isso comigo? Poderíamos ter conversado sobre o que ela achava que estava errado e buscado uma solução, mesmo que essa fosse o divórcio.

Quantos relacionamentos ditos eternos não se acabam com o casamento? Seríamos apenas mais um a engrossar as estatísticas. Da soleira da cozinha eu olhava Lana sentada no sofá da sala, lendo um livro. Ou melhor, olhava uma estranha imitando perfeitamente a minha esposa, até em pequenos gestos, como enrolar o cabelo na ponta do indicador durante a leitura. O copo de vodca tremeu na minha mão, derramando um pouco no chão.

- Merda.

- Algum problema, querido? – perguntou Lana abaixando o livro e se virando em minha direção.

- Nada, pode continuar sua leitura, eu mesmo resolvo.

Ela me encarou espantada, talvez mais pelo tom de voz que pela frase.

- Tem certeza, querido? Você me parece um pou…

- Lana, por favor, me deixa em paz. Eu sei me virar sozinho. Não preciso de você pra nada.

Essa última sentença nada tinha a ver com aquele pequeno incidente. Às vezes penso que contratempos assim acontecem de propósito, somente para nos trairmos e colocarmos pra fora o que incomoda nossos pensamentos. Como se um agente secreto infiltrado em nossa cabeça trabalhasse em favor da outra pessoa. Olhei em direção ao sofá. Lana estava lívida. Seus olhos se encheram rapidamente de lágrimas.

- Anda, chore à vontade. Debulhe-se, fique histérica, esperneie, atire o que quiser em mim. Nada do que você fizer será o suficiente para que eu mude de ideia. Vamos, faça logo a sua ceninha como manda a tradição, rápido!

Por que eu iria amenizar a situação bem agora, depois de instado a falar pelo intruso em minha mente? A única saída era assumir a responsabilidade e terminá-la à altura. Aquelas palavras saíram como que ensaiadas. Senti o alcance e as matizes de cada uma antes de proferi-las. Elas encheram minha boca, pesadas como balas de fuzil, mas ordenadas como em um pente.

A beleza do discurso combinada à precisão e eficácia de uma arma. Confirmando minha previsão, Lana chorava muito. Respirava com dificuldade, igual a alguém sofrendo de asma. Tentou me responder, mas não conseguia controlar a língua, tampouco os pensamentos. Jogou o livro no chão e subiu as escadas correndo, batendo a porta do quarto com violência.

Eu fui até onde ela estava sentada, recolhi o livro do chão e depositei-o cuidadosamente na mesinha de centro. Sentei, ainda com o copo de vodca na mão esquerda. Um sorriso indulgente brotou na minha face. Metade estava feito. Faltava agora planejar o final. De repente uma idéia pulou de sua apatia e aterrissou no centro do meu cérebro, completamente madura. Sim, era perfeita. Contemplei-a por alguns instantes. Simples e ao mesmo tempo arrojada. Ei-la, em toda a sua singeleza. Mas antes, uma pequena digressão.

Há um ano eu comprara um Maverick GT V8. Por fora uma beleza, pintura conservada, para-choques e rodas em bom estado. O problema era por dentro. O estofado estava gasto e rasgado em algumas partes. O painel praticamente sem cor e o vidro do velocímetro muito embaçado. Mesmo assim eu havia feito um bom negócio. O antigo dono o tinha colocado à venda em razão de problemas financeiros. Um homem simpático de cabelos ralíssimos, nariz grande e enrugado, sobrancelhas grossas e fala sossegada.

Chamava-se Dimas e contava sessenta e cinco anos. Disse que comprou o carro zero, em meados dos anos 70. Quando fui buscar o carro, o velho tinha os olhos vermelhos, e falou que se não fossem os problemas financeiros, jamais se livraria dele. Antes de me dar as chaves, o homem andou em volta do veículo lentamente, como se ele mesmo fosse o comprador, deslizando a mão esquerda sobre a lataria e fechando os olhos em alguns momentos.

“Ainda sinto o cheiro que ele tinha quando o comprei, inesquecível, uma mistura de gasolina e tecido de estofamento, uma pena que você nunca poderá senti-lo”, lamentou o velho Dimas, e por fim me deu as chaves. Saí de lá comovido e um pouco culpado, como se na verdade eu tivesse roubado aquele Maverick, e não só ele, como também as lembranças do homem. Dimas morreu poucos meses depois, de infarto. Será que não teria sido de tristeza por ter se separado de seu tão precioso carro?

 Pois bem, eu havia dedicado todo o meu tempo livre em restaurá-lo. Tive certa dificuldade em repor algumas peças, mas nada que me tirasse o sono. Esse trabalho funcionava como uma válvula de escape, um momento em que podia esquecer tudo, até de mim mesmo, e me concentrar só naquele carro. Um dia antes de Lana e eu completarmos três anos de casamento, eu terminei a restauração.

Eu o observava estacionado na frente da garagem, imponente, sua cor preta reluzindo à luz do sol. Ele parecia ter vida própria, como se fosse ligar sozinho a qualquer momento e me levar para rodarmos por aí, sem nenhuma preocupação. Finda a digressão, voltemos ao meu plano.

Ele era simples. Eu iria subir até o quarto, me desculpar com Lana da maneira mais falsamente sincera possível e chamá-la para um passeio, a fim de esfriarmos a cabeça. Chegando a garagem eu… Bom, acredito que será melhor contar à maneira tradicional, de modo a não estragar a força da cena. Voltemos à sala.

Pousei o copo na mesinha de centro. Subi as escadas devagar, tentando descobrir pelo som o que Lana estava fazendo. Só quando cheguei a poucos centímetros da porta escutei soluços e fungadas de nariz. Abri a porta com cuidado. Lana estava deitada de bruços.

- Sai daqui, seu estúpido! – gritou ela ao perceber minha presença.

- Calma, meu amor, vamos conversar um pouco.

- Vai embora, não temos nada pra conversar – e atirou um travesseiro em mim.

- Lana, deixa disso – eu respondi agarrando o travesseiro e sentando ao seu lado – ela se encolheu para o lado oposto da cama – Me escuta só por um instante e vamos resolver isso.

- Muito bem – ela falou encarando a parede – o que você tem para me dizer?

- Em primeiro lugar, eu te amo. Muito. Como sempre te amei e como eternamente amarei. Em segundo, aquilo foi apenas um desabafo mal calculado. Você sabe que ando tendo uns problemas no trabalho e como dias de chuva me deixam de péssimo humor. Acabei despejando minha frustração em você injustamente. Me perdoe, meu amor. Eu sinto muito, mesmo.

Será que ela acreditaria naquilo? Nem eu, no melhor dos cenários, botava a mínima fé. Lana se virou e me encarou por um tempo. Uma pontada de arrependimento verdadeiro percorreu minha espinha. Seu olhar era tão triste, ela estava genuinamente machucada, mais ainda, decepcionada. Ora, que boa atriz ela era! Fez-me sentir remorso por breves segundos.

- Eu sei que você esteve sob muita pressão, querido, entendo perfeitamente. Mas isso não te dá o direito de falar assim comigo.

Ela voltou a chorar.

- Não Lana, você tem razão. Nada me dá o direito de te machucar. Vem cá – eu a abracei – pronto, já vai passar.

- Eu te amo muito, muito… – ela sussurrou entre lágrimas, a voz abafada contra meu peito.

- Eu sei, eu sei. Tudo vai ficar bem agora, não se preocupe – disse eu beijando-a no topo da cabeça.

Ficamos assim por algum tempo. Quando notei que o choro de Lana havia sumido, decidi que era hora de pôr a parte final do plano em prática.

- Meu amor, o Maverick acabou de voltar do lava-rápido. Aproveitei e mandei encerá-lo também. O que você acha de um passeio para esfriarmos a cabeça?

- Tudo bem, querido. É uma boa ideia, nós dois precisamos mesmo disso – respondeu ela e me beijou.

Foi para o banheiro lavar o rosto e eu fui pegar as chaves. Um frêmito de excitação agitou meus nervos. Faltava pouco. Ao descer, Lana já era outra. Mulheres. Bastam as palavras certas e você as tem aos seus pés. Chegamos à garagem. Abri o portão devagar, saboreando o ar noturno. Era uma noite linda, apesar de fria. Sem estrelas, indicando que o tempo permaneceria instável. Mas isso não me importava mais. Entrei no carro e girei a chave. O motor roncou macio, enchendo o lugar.

- Querida, antes de irmos, poderia me fazer um favor? Estou com a impressão de que as luzes traseiras estão com mau contato. Você pode dar uma olhada enquanto eu faço o teste?

- Claro, meu amor.

Ela desceu e se posicionou a poucos centímetros da traseira. Respirei fundo.

- Pronto, pode ir – ela disse.

- Tudo bem – respondi.

Olhei-a pela última vez através do retrovisor. Instintivamente, fechei os olhos, engatei a ré com força e pisei no acelerador. Parei alguns segundos depois de ouvir o grito e sentir o solavanco do carro. O motor continuava a roncar tranquilo, inconsciente do que acabara de acontecer. Finalmente tornei a abrir os olhos. O corpo de Lana estava no meio do caminho de cimento.

A perna direita torcida de um jeito que jamais poderia estar. Sangue escorrendo de seu rosto. Aquela visão me causou repulsa, ainda mais pelo aspecto que seu cadáver adquiria sob a luz dos faróis do Maverick. Apaguei-os, engatei a primeira e pisei no acelerador, desta vez sem fechar os olhos.

Outro solavanco. Parei na porta da garagem. Respirei fundo e engatei a ré. Mais um solavanco. Não tive coragem de olhar para o corpo, ou para o que quer que tenha sobrado dele. Desci, abri o portão da rua, saí com o carro e voltei para fechá-lo. Arrisquei um relance para o caminho de cimento. Só vi sangue e marcas de pneu. Voltei para o Maverick. Segurei o volante com firmeza. Estava feito. Sem arrependimentos, sem lamentações. Nada. Liguei o rádio e saí cantando os pneus.

Tudo ficaria bem agora. Não me importa que eu seja pego daqui a alguns dias, meses ou nunca. Agora que terminei minha história passo a viver como personagem e talvez desse modo as pessoas entendam as razões que me levaram a fazer o que fiz e da maneira como fiz. Pode ser até que eu vire um herói. Não, acho que não chegarei a tanto. Basta que eu vire lenda e ponha medo naqueles mais sugestionáveis. Eu e o meu Maverick.

  1. Rodrigo Rodrigues

    3 de junho de 2013 em 21:55

    Conto excelente! Muitíssimo bem escrito e me fez imaginar ato por ato do começo ao fim. Quando o conto é bem escrito, sempre é possível tudo isso. Adoro finais assim imprevisíveis e sem aqueles clássicos clichês. Parabéns ao grande escritor!

  2. Renan Kich

    3 de junho de 2013 em 11:23

    Deem uma passada no meu blog e avaliem valew:
    http://thegamestation1.blogspot.com.br/

  3. Ana Elisa

    3 de junho de 2013 em 10:35

    Que cara doido

  4. Lucas Rodrigues

    3 de junho de 2013 em 06:40

    Gostei do conto, muito bem escrito (destaque para a linguagem culta) e história muito bem desenvolvida. O ciúme e a paranoia levam o ser humano a cometer atos absurdos e isso foi mostrado perfeitamente no conto. O final deu mais dramaticidade e impulsionou o andamento do enredo criando uma reviravolta na história. Nota: 9,0 – Ótimo ^^

  5. Nameless

    2 de junho de 2013 em 23:45

    Basta que vire lenda e ponha medo nos mais sugestionáveis? Não, acho que não.

  6. eduardo (eduh)

    2 de junho de 2013 em 22:40

    oxe,eu mataria o garçom tmb só porque ele deixou cair a colher de proposito pra xaveca minha muié,isso se não era ele trocando mensagens com ela…malditos garçons…pegando as muié dos brother

  7. Xion

    2 de junho de 2013 em 22:32

    É melhor prevenir do que remediar,no caso desse cara,o ciúme fez ele se prevenir de ser corno.

    • Matheus S.

      2 de junho de 2013 em 22:42

      É melhor casar do que ficar sem amar,sua linda.

      • Xion

        2 de junho de 2013 em 22:51

        Prefiro ficar sem amar,é melhor do que amar pessoas como você.

        • Matheus S.

          2 de junho de 2013 em 22:56

          Nossa….esse doeu até a alma.
          [img]https://lh5.googleusercontent.com/-mab9CcKPnyo/UZo5SQlNE9I/AAAAAAAAAJ8/PmFEv2hB3oI/w612-h732-no/Slender.jpg[/img]

          • Xion

            2 de junho de 2013 em 22:59

            Era pra doer mais,mas dá pro gasto.

          • Matheus S.

            2 de junho de 2013 em 23:05

            A única coisa que doi mais que isso é ficar sem você,sua linda.

          • Xion

            2 de junho de 2013 em 23:08

            Então você vai sentir muito mais dor,muito mais.

          • Matheus S.

            2 de junho de 2013 em 23:12

            Quem sabe.

          • Xion

            2 de junho de 2013 em 23:16

            Eu sei.

          • Matheus S.

            2 de junho de 2013 em 23:20

            Ninguém sabe o futuro.

          • Nêmesis chapado de maconha e cheirado de cocaína

            3 de junho de 2013 em 14:08

            Quem sabe ela case com você um dia.
            um dia……….
            talvez….
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            Quando a Alma dela ja estiver comigo hehe.

        • Shun dlç

          2 de junho de 2013 em 22:53

          NOOOOOOOOOOSSA tirou legal!!!!!!!!! ele podia ir dormir sem essa…

  8. eduardo (eduh)

    2 de junho de 2013 em 22:29

    belo conto,eu gosto de contos desse genero…o engraçado é que enquanto você está lendo se monta uma cena em sua mente acho que isso era bem a intenção do autor,por isso eu prefiro ler livros do que vê filmes 🙂

  9. Ramon Germann Teixeira

    2 de junho de 2013 em 22:19

    Ridículo, ele devia falar com ela e esclarecer as coisas, sem palavras, um animal, estúpido, psicopata.Nada a ver com as desconfianças, ele nao tinha provas.

    • Shun dlç

      2 de junho de 2013 em 22:30

      Tbm acho… vai ver ela nem tava traindo e era tudo paranoia da cabeça dele…

    • Jeff Dantas

      2 de junho de 2013 em 22:26

      • Estudante

        2 de junho de 2013 em 22:27

        Hehe,admita que isso não era uma resposta .-.

    • Jeff Dantas

      2 de junho de 2013 em 22:25

      Né? E tudo culpa do ciúmes! Sempre ele.. ^^

  10. Shun dlç

    2 de junho de 2013 em 22:10

    Se todo corno fosse fazer isso, não sobraria ninguém nos shows do Bruno e Marrone… As dupla sertaneja teria que fazer show no presídio (sorte pra nóis corinthiano vlws)

  11. Mother of Dragons

    2 de junho de 2013 em 21:48

    Dean Winchester quer seu carro.

    • Jaque-chan

      2 de junho de 2013 em 22:01

      O carro do Dean é um Chevy Impala.

      • Mother of Dragons

        2 de junho de 2013 em 22:19

        Pra mim é tudo igual essas bostas. Motos, ai sim..

  12. Dark Vampire

    2 de junho de 2013 em 21:47

    “…Basta que eu vire lenda e ponha medo naqueles mais sugestionáveis. Eu e o meu Maverick.”
    -OK crianças, apaguem a fogueira e vão pras barracas, já está tarde.

  13. Frozen Fire

    2 de junho de 2013 em 21:44

    “Eu o observava estacionado na frente da garagem, imponente, sua cor preta reluzindo à luz do sol.”

    “Era uma noite linda, apesar de fria.”

    droga tá de dia ou de noite?

    e esse personagem é um viadão chifrudo

  14. Um qualquer

    2 de junho de 2013 em 21:41

    Nem é psicopata o cara.

  15. Old-Kid-Riddle-Soul

    2 de junho de 2013 em 21:30

    L…

    • Lucas

      2 de junho de 2013 em 21:40

      Que…? .-.

      • Old-Kid-Riddle-Soul

        2 de junho de 2013 em 21:51

        nada naum

      • John Rambo

        2 de junho de 2013 em 21:43

        KKkkkkkk

  16. Bardock

    2 de junho de 2013 em 21:29

    “Ei Mag Maverick aspirado, Civic nitro 300 HP, se roncar vai 2 litro”

  17. John Rambo

    2 de junho de 2013 em 21:27

    [img]https://fbcdn-sphotos-f-a.akamaihd.net/hphotos-ak-frc1/598978_133231203526621_1405733242_n.jpg[/img]

    • Lucas Rodrigues

      3 de junho de 2013 em 06:28

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  18. John Rambo

    2 de junho de 2013 em 21:26

    Kkkkkkkkkkkkk

  19. Estudante

    2 de junho de 2013 em 21:25

    Achei que fosse algo relacionado a megaman…Me arrependi ao ver que era só mais um cara normal estreando os pneus novos .-.
    [img]http://www.8balls.com.br/wp-content/uploads/2013/02/cuidado.gif[/img]
    (ficou estranho)
    [img]http://www.8balls.com.br/wp-content/uploads/2013/02/cuidado2.gif[/img]
    (agora tem sentido)

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