Contos Minilua: Você entraria em uma floresta escura comigo? #199

E lembrando, mais uma vez, que todos podem participar! O e-mail de contato: [email protected]! A todos, uma excelente leitura!




Você entraria em uma floresta escura comigo?

Por: Layuni Rocha

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Essa foi a pergunta que uma das minhas melhores amigas me fez para testar nossa amizade. Eu, que nunca fui muito fã dessas perguntas bobas típicas de um teste da Capricho, apenas revirei os olhos e ignorei. Mas a própria se prestou a responder: “Eu sei que você entraria”. E isso me deixou pensando por dias, roubando o meu pensamento uma vez ou outra. Eu entraria mesmo?

Ao contrário da infância/adolescência de muitas pessoas, a minha não foi recheada de desventuras amorosas e sim de desventuras “amistosas”. Eu poderia escrever um livro inteiro apenas sobre o meu nó de relações e amizades, mas resumindo as coisas, passei apenas por dois “grupinhos” em toda minha vida escolar. No primeiro deles eu entrei quando eu tinha 8 anos para sair definitivamente só com 11. No começo eles não eram exatamente bons amigos. Na verdade, eu era como a empregada dos populares, exatamente como naqueles filmes americanos que todo mundo já viu na Sessão da Tarde.

Mas na minha escola tudo é como um show business. Aja da maneira certa, seja amigo das pessoas certas, fale as coisas certas, tenha paciência e pá pum, você tá dentro. Depois de um longo e doloroso aprendizado (incluindo bullying) e começando a fazerem me levar a sério, aos meus 10 anos consegui ingressar naquela pequena elite. A esse ponto eu era o outro lado da moeda: tinha o meu próprio staff, meus próprios aprendizes na mesma longa jornada que eu. Se eu era amiga de alguém naquele grupo? Pode-se dizer que sim. É o que dizem: uma mentira sobre uma mentira gera uma verdade. Mas isso fica para depois…

Depois dos meus 15 minutos de fama, de repente simplesmente parei. Simples assim. Naquela horda de populares, eu tinha apenas uma menina que eu poderia chamar de “melhor amiga”: T (decidi colocar só iniciais). Ela era a pessoa mais arrogante e pretensiosa que eu tinha visto em toda minha vida.

Tinha feito bullying comigo, mas eu não liguei e quando consegui inverter as coisas, a transformei na minha “camarada” como uma espécie de vingança especial. No fim das contas acabamos juntas e sozinhas e estávamos bem assim. Apesar de ser só um título, eu tinha começado a gostar da minha “melhor amiga” T. Mesmo com todas suas características irritantes, eu consegui ensinar pra garota (filha de rico como boa parte daquele pessoal) um pouco de noção da vida, até que ela virou alguém decente.

A vida era cor de rosa para mim, tranquila. Até que uma antiga melhor amiga minha chegou, vou chamá-la de AB. Se eu fosse contar toda a nossa história, daria mais um livro, então resumindo mais de novo: eu era uma mimada e fiz bobagem com ela. Mesmo assim lá estava AB, como um passarinho assustado. Eu sempre tinha gostado muito dela e me arrependia da babaquice dos anos anteriores, então tentei equilibrar a minha atenção entre AB e T, mas isso só resultou em brigas, nas minhas tentativas idiotas de me redimir e dar um pouco de paz ao trio.

Ah, como eu me arrependi… Acabei chutada para fora, como se fosse entupida na boca de uma garrafa. T e AB eram melhores amigas e eu… Eu era só aquela que ficava quieta, no meu comodismo de sempre, tentando evitar brigas desnecessárias.
O tempo passou e o grupo cresceu. De três, fomos para cinco. Houveram brigas e mais brigas e eu sempre estava no meio, sem dizer nada, apenas me ajustando à situação. Comodismo, comodismo…

Consegui ficar anos nisso: eu não construía amizades, eu construía soluções, uma ponte debaixo dos meus pés. Eu era amiga de quem precisava ser e me conformava com as cartas dispostas sobre a mesa. Era tudo uma questão de necessidade, de sobrevivência ao ensino médio. Se eu já havia reparado no quanto isso era superficial? Claro que já. Mas sempre rebatia mentalmente: “Pare de bobagem, a sua amizade é verdadeira”. Lembram do que eu disse antes? Uma mentira sobre uma mentira gera uma verdade.

Apenas parei realmente para pensar nesse texto inteiro quando estava nos meus últimos dias do 3º ano, naquela época onde todo mundo fica poético e sentimental pelo fim dos anos dourados. Eu sentava bem no canto da sala, com vista para todo mundo. Me desliguei um pouco do professor e olhei para o rosto de cada uma daquelas pessoas. E então percebi. Eu percebi e admiti o quanto a minha vida tinha sido medíocre e superficial. Haviam tantas pessoas da qual eu gostaria de ter sido amiga ali… Pessoas com as quais eu estudava desde o maternal. Até os meus antigos praticantes de bullying me traziam nostalgia. Ah, o comodismo…

Acho que está na hora de voltar à primeira frase desse texto. Quem fez aquela pergunta foi T, no último dia de aula antes da formatura. Depois de pensar um pouco, olhei para as minhas quatro melhores amigas e senti meu peito apertar. Deus, como eu havia sido uma cretina, para não falar pior… Eu sempre havia sido egoísta, pensando em mim mesma. E elas estavam ali o tempo todo, sendo minhas amigas. Era muito mais do que eu merecia. Enquanto eu resumia nossa relação em comodismo, elas falavam em amizade.

Naqueles poucos segundos, fiz a pergunta para mim mesma: Você entraria em uma floresta escura com elas?
– Você iria, não é? – T perguntou de brincadeira, com um ar de ameaça
Eu apenas sorri e disse:
– É claro! Você ainda duvida?

Não sei o que minhas amigas teriam a falar sobre mim em um desses textos nostálgicos e sentimentais sobre amizade, mas essa é como uma carta de perdão. Para todo mundo que eu deixei de conhecer ou não tratei como deveria na escola. Para todas as oportunidades que eu perdi.
Era para as coisas terminarem nesse parágrafo, mas hoje foi o meu primeiro dia no curso de Cinema na UFRJ.

O que isso tem a ver? Quando entrei na sala, lá estava um grupinho de gente cult, rindo alto e fazendo piadinhas. Por um segundo uma imagem passou pela minha cabeça. Eu, no 3º ano do fundamental, conhecendo o grupinho de populares daquela minha antiga escola. Que baita déja vu…

Um deles olhou para mim e começou uma daquelas apresentações engraçadinhas. Eu podia apostar que era o palhaço de todos aqueles longos quatro anos. E eu também, naquele exato momento, poderia ter dado um sorrisinho e ficar na minha. Afinal, eu tinha experiência suficiente para saber como aquilo ia terminar. Mas, ao invés disso, ri e me aproximei.

Mas isso fica para uma outra carta de perdão, dessa vez daqui a 4 anos.

  1. Waldenis Angélico (Like a angel)

    15 de junho de 2014 em 19:57

    Me identifiquei em algumas partes deste conto, no fato do comodismo e de construir soluções e não amizades. Sempre fui/sou o mediador das situações entre os amigos, sempre fui/sou o que escuta tudo e que tenta, com esforço, aconselhar. Parabéns a autora, os sentimentos demonstrados pela personagem são muito bem construídos, e eu não senti falta da provável parte onde elas adentram em alguma floresta escura. 😉

  2. Paulo Ricardo

    14 de junho de 2014 em 14:13

    desculpe a ignorância mas como eu envio um conto para o minilua faz dias que eu quero escrever um mas não sei enviar

  3. Um qualquer

    14 de junho de 2014 em 12:03

    Pow, eu gostei do conto! É como o Nameless disse, esse conto parece ser um desabafo, a autora parece que viveu aquilo que escreveu….. e mais…. ela parece ser beeeem carente.

  4. Mutley

    14 de junho de 2014 em 11:26

    Apesar da ”brincadeira” que eu fiz com título do seu conto , nem de longe eu achei ruim , até me identifiquei em algumas partes , certas pessoas exigem muito de quem a recém vai fazer o seu primeiro conto , eu honestamente me preocupo mais com o conteúdo do texto … os detalhes são preenchidos com o tempo .

    Então valeu Layuni, ótimo conto 😀

  5. Dr.V

    14 de junho de 2014 em 10:17

    Para ser sincero esse conto foi bem chato e não me prendeu na historia.Digno deu uma nota 6,5.

  6. O Mentalista

    13 de junho de 2014 em 22:30

    Alguém lembra do conto, que tinha um palhaço que era dono do site Milinua, e vinha pegar os membros do site?Tô com vontade de lê-lo novamente.Para mim foi o melhor que já li no site.

    • O Mentalista

      13 de junho de 2014 em 22:31

      Era um lado negro, me lembrei….

      • Um qualquer

        14 de junho de 2014 em 12:02

        O palhaço matou o autor 😀

  7. Lucas D

    13 de junho de 2014 em 22:23

    Não, não estaria.

  8. O Mentalista

    13 de junho de 2014 em 22:23

    Interessante o conto, usou do artifício “narrador personagem”, apesar de não ter muito nexo quanto a temporalidade. Acho que ficou um pouco sem “motivação”, mas ficou bom, não vou dar nota, pois não tenho como julgar algo de desconheço, nem escritor sou.

  9. Litzen Vampiro

    13 de junho de 2014 em 22:11

    Pensei que não ia ser um conto bom, mas ficou interessante me parece uma experiencia de quem escreveu, amizades superficiais é o que não falta, se entra na faculdade e ate faz alguns amigos, mas são os tais conhecidos não amigos que você converse apenas algumas rápidas conversas, mas ainda há uns poucos bons amigos pra se conversar…

    • Garota Infernal

      13 de junho de 2014 em 22:14

      As pessoas tem medo de ficar sozinhas, isso faz as amizades superficiais. Você tem que ter alguém pra tirar uma foto na praia, você tem que ter alguém pra ir para festas, você tem que ter alguém pra usar. É extremamente vazio.

      • Litzen Vampiro

        13 de junho de 2014 em 22:21

        Vazio essa palavra me faz refletir muito, sabe quando estou na sala vejo todos do meu grupo de trabalhos conversando e eu la mal falo, tem dois amigos meus que infelizmente eu não peguei nenhuma cadeira com eles, mas no intervalo nos encontramos e falamos bastante, bem diferente do grupo nas aulas, semestre que vem vou combinar pra fazer algumas com eles…

        • Garota Infernal

          13 de junho de 2014 em 23:17

          Por isso eu observo bastante a sala quando entro em turmas. Não acho que pra se ter uma boa convivência se deve ser amigo de todos, pois é o caráter que define se você vai estar sozinho ou não.

          • Litzen Vampiro

            13 de junho de 2014 em 23:20

            Alguns poucos amigos com que você consiga desenvolver boas conversas já deixa as coisas bem melhores…

          • Garota Infernal

            13 de junho de 2014 em 23:32

            Não é uma questão de boas conversas, é uma questão de quem está realmente com você. Não é com quem você fala, amizade vai além disso. É também um sentimento e uma forma de amor.

          • Litzen Vampiro

            13 de junho de 2014 em 23:35

            A sim é em certas horas e situações que você nota quem realmente você pode chamar de amigo…

          • Garota Infernal

            13 de junho de 2014 em 23:38

            Pois é. São muitas as dimensões do diálogo, mas diálogo não é amizade em si.

          • Litzen Vampiro

            13 de junho de 2014 em 23:40

            hum, me explane mais acerca…

          • Garota Infernal

            13 de junho de 2014 em 23:44

            Diálogos podem ser triviais, podem ser alucinantes, podem ser encaixados, podem ser convenientes e podem ser como jogar trincas e demorar para achar uma(trinca).
            A amizade nasce com a junção de diálogos encaixados e sentimento. Diálogos encaixados são quando eles funcionam, por mais que você brigue com seu amigo, sempre tem algo pra dizer, e ele sempre tem oque responder, sempre há assuntos em comum e ele te ajuda. Diálogos, ações e sentimentos. Não é por que você tem um diálogo encaixado com alguém que pode considera-lo teu amigo.

          • Litzen Vampiro

            13 de junho de 2014 em 23:46

            Bom eu geralmente só tenho diálogos bons e desenvolvidos com que eu realmente considero amigo…

          • Garota Infernal

            13 de junho de 2014 em 23:47

            Isso geralmente acontece, mas depois você vai ter a prova se são seus amigos ou COLEGAS. Muitas pessoas confundem as coisas.

          • Litzen Vampiro

            13 de junho de 2014 em 23:49

            Exato, se necessita de situações para comprovar isso…

          • Garota Infernal

            13 de junho de 2014 em 23:54

            Realmente, não se deve colocar todas as suas fichas em alguém sem saber se é pra valer, em todos os sentidos.

          • Litzen Vampiro

            13 de junho de 2014 em 23:56

            Sim demora bastante tempo pra eu reconhecer alguém como um verdadeiro amigo, depois de algumas situações e conversas chego a conclusão…

          • Garota Infernal

            14 de junho de 2014 em 00:00

            É, eu também.

        • Forasteira

          13 de junho de 2014 em 22:34

          Eu lembrei do curso que eu comecei terça-feira. Quando o professor foi corrigir as provas que nós fizemos pra se classificar, não tinham suficientes, então ele mandou sentarmos em duplas. Todos se sentaram em duplas, e eu fiquei lá, sozinha. Aí o Dener (professor) mandou eu me sentar com duas pessoas que estavam atrás de mim. Eu fui, claro, mas constrangida como sempre.
          Lembro que eu ficava arquitetando um modo de perguntar pra menina que tava do meu lado “De que bairro você é?”. Bom, até agora não perguntei. A única palavra que eu dirigi à outra pessoa senão o professor, foi “desculpa” por ter esbarrado no braço dela…

          • André Silva

            13 de junho de 2014 em 23:00

            Nossa, sei bem como é isso! Passei o 1º ano do ensino médio inteiro sem falar praticamente nada, pois mudei de escola e não conhecia ninguém. Como sou muito tímido, demoro pra fazer amizades, geralmente a pessoa que tem que falar comigo, pois se depender de mim…

          • Litzen Vampiro

            13 de junho de 2014 em 22:38

            Pois é, parece que tá difícil achar pessoas com que eu me interesse a conversar, sei la a maioria parece tão desinteressante, é difícil achar pessoas que se interessem por coisas que gosto de conversar, dae você acaba num grupo onde você é o que menos fala e que gosta de coisas totalmente diferentes das deles…

          • Lucas D

            13 de junho de 2014 em 22:43

            Meu problema é parecido, eu não começo falando das coisas que eu gosto por medo de ser ridicularizado, então fico esperando alguém falar de algo relacionado ao que eu gosto. E isso é uma coisa que não acontece muito.

          • Forasteira

            13 de junho de 2014 em 22:47

            Seria meio estranho eu chegar perto dos meus amigos e falar: “Você já pensou como vai morrer?” ou “Titio Slender já te comeu hoje?”

          • Lucas D

            13 de junho de 2014 em 22:51

            Eu já perguntei isso pra um amigo, pareceu que ele ia responder. Mas no final acaba tudo com zuera xD

          • Litzen Vampiro

            13 de junho de 2014 em 22:46

            O pior é eu querer falar sobre música, ninguém do grupo escuta o que eu gosto .–….

          • Forasteira

            13 de junho de 2014 em 22:37

            Pelo menos eu pude impressionar um pouco os outros alunos com o meu discurso super motivador sobre o quão relativo é o uso da data e do local obrigatoriamente em uma carta. É que na redação da prova, tínhamos de fazer uma carta para nós mesmos daqui há 50 anos, falando sobre nossos desejos e etc., aí o professor falou que descontava ponto se não tivesse a saudação, despedida, local, data, e eu disse que era relativo, logo que uma pessoa pode querer que essa carta fique “perdida no tempo”. Ao menos ele concordou comigo e eu não passei vergonha :p

  10. Death

    13 de junho de 2014 em 22:01

    Eu pensei que ia rolar uns estupros e talz

    • DCemblemático

      13 de junho de 2014 em 22:04

      E eu pensando que ia ser um penpal he-he-he

      • Forasteira

        13 de junho de 2014 em 22:10

        Fala que curte Penpal, mas não sente saudades do Boxes.

        • DCemblemático

          14 de junho de 2014 em 01:01

          Nem tanto do boxes, mas do Josh ja e outra historia he-he-he

  11. DCemblemático

    13 de junho de 2014 em 22:01

    E eu pensando que esse conto seria igual ao penpal #Chatiado ;( he-he-he

  12. Garota Infernal

    13 de junho de 2014 em 22:01

    É um tanto quanto entediante, mas se desse mais detalhes poderia ser um bom exemplo de relações humanas e comportamento adolescente, e esse tipo de coisa é sempre uma boa fonte pra mim.
    E a personagem principal não sabe onde está seu eixo e não sabe o que pensa sobre a vida, isso poderia ser bom, mas é medíocre, seus argumentos são falhos e ela é entediante, sua forma de contar é rala, sua história é um grande titanic visual, você espera algo acontecer só que… Talvez… Com muita sorte… Afunde.
    Nota 5.
    E eu to acabando “A menina que queria voar” hoje, segura que o André vai corrigir os erros e estará pronto em breve. Segure, quero que seja o 200 por favor.

    • Jeff Dantas

      13 de junho de 2014 em 22:03

      Ah sim, pode contar comigo! Qualquer coisa.. eu posto na terça ou quarta… 🙂

      • O Mentalista

        13 de junho de 2014 em 22:41

        tomara que o meu seja o nº 200!

        • Garota Infernal

          13 de junho de 2014 em 23:15

          Vai ser o meu, caramba.

          • Lucas D

            13 de junho de 2014 em 23:19

            Eu ia falar que você nem comenta direito mais, mas ele também não. Então deixa quieto.

          • O Mentalista

            13 de junho de 2014 em 23:18

            Eu enviei primeiro hahaha!!!

          • Garota Infernal

            13 de junho de 2014 em 23:30

            Só que o Jeff já confirmou que o MEU será o 200. Ele já disse, está combinado.

          • O Mentalista

            13 de junho de 2014 em 23:45

            Isso é um complô contra minha pessoa! Estou a 3 semanas esperando a segunda parte do meu sair!

          • Garota Infernal

            13 de junho de 2014 em 23:46

            O seu pode ser o 201 *——-*

          • O Mentalista

            13 de junho de 2014 em 23:51

            URGh que número feio kkk

          • Garota Infernal

            13 de junho de 2014 em 23:52

            É que o 200 é simbólico e meu conto é grande em tamanho, acho que é a coisa mais grande em tamanho que já tiveram aqui.

          • O Mentalista

            13 de junho de 2014 em 23:57

            O meu conto é curto, eu ganho pontos nisto, as pessoas gostam de ler coisas pequenas(não que as grandes sejam ruins) por isso que a primeira parte foi bem recebida.
            Estava querendo transformar meu conto em animação, com o tempo estava curto, enviei em forma de texto, mas ganhei uma semana graças à ti, então tenho mais tempo.

          • Garota Infernal

            13 de junho de 2014 em 23:59

            Depende quando se trata de obras literárias. No final não é o tamanho, é o conteúdo. E as 3 primeiras partes do meu foram gigantescas e agradaram. Eu to aprendendo a animar no blender, como você faz animação?

          • O Mentalista

            14 de junho de 2014 em 00:04

            Claro o conteúdo acima de tudo, aliás o seu conto foi ótimo até agora.
            Eu não estou pensando em animações gigantescas, um tanto simples, mas não tão. Eu uso o Sony Vegas e o PhotoShop, como você ainda me considero um iniciante. Eu pensei em fazer uma série, mas não tenho recursos ainda. O problema das animações é que desenhar esboço demora muito e não tenho vozes para os personagens.

          • Garota Infernal

            14 de junho de 2014 em 00:09

            E existem programas que modificam a voz.

          • O Mentalista

            14 de junho de 2014 em 00:12

            Isso seria engraçado.

          • Litzen Vampiro

            14 de junho de 2014 em 00:35

            É sempre assim vem um conto longo e sempre vem os comments, ” nem li e nem lerei” ” preguiça” e coisas do tipo, eu curto contos longos, é claro se tiverem uma boa história…

          • O Mentalista

            14 de junho de 2014 em 10:35

            Por isso estou investindo em um texto menor, ao envés de um grande.

          • Lucas Rodrigues

            14 de junho de 2014 em 08:56

            Então espero que goste do meu próximo, que será beeeeem longo!! 🙂

          • Litzen Vampiro

            14 de junho de 2014 em 12:13

            Ótimo, faz tempo que não vejo um conto longo por aqui, esperarei…

          • Garota Infernal

            14 de junho de 2014 em 00:27

            E é kkkkk

          • Garota Infernal

            14 de junho de 2014 em 00:08

            Blender é fácil desde que você aprenda os conceitos de modelagem, escala… Animação simples é fácil, mas se você quiser algo profissional terá que apelar para os sensores de movimento, que custam milhões, o que torna animação um desafio entre o capricho manual e o investimento na perfeição fácil.

          • O Mentalista

            14 de junho de 2014 em 00:11

            Blender é bem interessante, mas muito complicado para mim, e não tenho paciência kkk, quem sabe eu não tente amanhã?

          • Garota Infernal

            14 de junho de 2014 em 00:26

            Bom, as pessoas fazem um grande estardalhaço com o blender. O truque é aprender os atalhos de teclado e tentar traduzir o programa.

          • O Mentalista

            13 de junho de 2014 em 23:43

            Confirmou?Ele disse que vai postar na terça ou quarta, mas o meu está perfeito e revisado, não falta nem uma vírgula hehehe. Até terça ele poderá postar o meu.

          • DCemblemático

            14 de junho de 2014 em 01:10

            Caro senhor Mentalista, você recebera noticias dos meus advogados he-he-he

          • O Mentalista

            14 de junho de 2014 em 10:36

            Você também verá os meus do FBI

          • Garota Infernal

            13 de junho de 2014 em 23:46

            Faz tempo que ele disse que iria até segurar um tempo até o meu ficar pronto, rapaz. E o meu está quase pronto, só falta revisão. E ele disse que qualquer coisa ele posta o MEU conto na terça, qualquer imprevisto com o MEU conto. E Lucas Rodrigues é testemunha de que o MEU conto será o 200. Sorry ^^

          • Lucas Rodrigues

            14 de junho de 2014 em 09:02

            Tô ansioso aqui. Só acho ruim que vou ter que ler tudo de novo, esqueci de quase toda a trama, só lembro de apenas 2 personagens.
            O meu ainda está na metade. Era pra ser o desta edição mas como idealizei muitas coisas pro enredo vi que não iria dar tempo de enviar até ontem. Talvez seja o 203 ou 204.

          • O Mentalista

            14 de junho de 2014 em 10:37

            Então o meu deve ser o 201, o seu será o 202…

          • O Mentalista

            13 de junho de 2014 em 23:50

            Não me importo, já que ele disse, fazer o que né?
            “MEU” isso soa ofensivo kkk
            Depois do meu conto o minilua nunca mais será o mesmo huahuahua (risada de BR)

      • Garota Infernal

        13 de junho de 2014 em 22:08

        Agora eu já posso até estar segura para dizer que depende da correção mesmo, eu já estou acabando, vai ficar bem grande mesmo. Desculpe a demora, porém eu prefiro demorar uma vida para completar uma obra do que deixa-la ruim ou “de qualquer jeito”. Espero que a demora seja justificável pela qualidade do conto ao ver de vocês, leitores.

  13. Nameless

    13 de junho de 2014 em 21:50

    Pelo tom da escrita se faz notar uma experiência pessoal. Um pedido de desculpas verdadeiro feito em público. Há muito sentimento nessa carta de perdão, na curta narrativa que se desenrola. Penso que a grande maioria não percebeu isso ou julgou sem graça.

    Achei interessante, pois tive certa identificação com a nostalgia e necessidade de reparar erros da personagem principal. Mas isso é só a análise de um cara sem nome e não deve ter tanto valor.

  14. Kairos

    13 de junho de 2014 em 21:49

    bora pro matinho

  15. Mutley

    13 de junho de 2014 em 21:44

    Nem todas as carinhas aquelas do Mundo seriam suficientes para expressar o duplo sentido que o título do texto induz as pessoas maliciosas .

    • Adriano Saadeh

      17 de junho de 2014 em 15:01

      Impossível não pensar…

    • DCemblemático

      13 de junho de 2014 em 21:55

      Desse jeito a rafaela pira he-he-he

  16. Jeff Dantas

    13 de junho de 2014 em 21:38

    Sendo o mais honesto possível.. eu só recebi uma continuação, até o momento.. o do “Mistério de Oliver”… 🙂

    • O Mentalista

      13 de junho de 2014 em 22:14

      Eu estava enviando para o lugar errado 😛

  17. Forasteira

    13 de junho de 2014 em 21:37

    Acho que a maioria das “amizades” de hoje em dia são superficiais. É muito raro encontrar amigos de verdade, e se você encontra, às vezes você que é o superficial.
    Eu posso não ser uma pessoa que diz o que realmente sente, mas eu nunca deixaria um amigo na mão. Me sinto mal quando um amigo meu está triste ou chorando, e eu tento fazer o meu melhor pra consolá-lo, mesmo que as palavras que eu diga sejam meio clichês (mas na maioria das vezes, são verdadeiras).
    Às vezes tento me convencer de que já perdi minha humanidade, mas aí vem um pequeno acontecimento e desencadeia sentimentos que eu não sentia há tempos. Hoje eu estava passando na rua pra ir comprar pão, e um senhor perguntou se eu aceitaria o folheto que ele estava entregando, eu o peguei e ele agradeceu. Na hora eu estava desatenta, por isso não o respondi dizendo “Por nada”. Por mais idiota que isso pareça, eu estou me sentindo mal até agora por não ter respondido àquele senhor com palavras dignas.
    Sou o tipo de amiga que vai te ouvir, não importa sobre o que você queira falar, embora eu não hesite em deixar meus amigos para trás e partir para uma vida melhor (eu penso em mim, pois não há outro alguém que o vá fazer). Acho que, no fundo, eu sou um pouco carente. Fico procurando em alguém alguma demonstração de afeto, mesmo que eu não a consiga, e de forma discreta, é claro.
    Posso parecer fria às vezes, mas acho que eu chegaria a chorar se alguém me desse um abraço espontâneo e verdadeiro. É… Não se fazem mais pessoas como antigamente.

    • Vinicius Passos

      22 de junho de 2014 em 23:32

      Parabéns pelo comentário. Eu tenho uma amizade a mais de 7 anos, e é uma garota e parece q vai ser pro resto da vida msm, nos gostamos muito, tenho um carinho imenso por ela. Tenho alguns amigos tbm, um desde q eu tinha 7 anos, hoje ele já ta no Exército, outro da escola tbm, a mais de 7 anos, e um que eu conheço a 3 anos, do Ensino Médio. Não posso dizer q já passamos por momentos difíceis, mas existem pessoas q vc tem uma confiança, que você sabe q pode contar e vc mesmo, sabe q com esses amigos, vc faz o possível.
      Fazer amigos não é fácil, eu sou meio seletivo, muitas vezes eu nem procuro fazer novos amigos, modos e atitudes já me convencem que não há compatibilidade (nunca saberei se é ou não verdade).
      Como vc, tbm sou fechado, algumas vezes frio, mas é o nosso jeito, nos abrimos apenas com quem realmente sentimos algo especial.

    • Rei Leão

      17 de junho de 2014 em 15:46

      Pelo amor, para de se parecer comigo, é sério, ta estranho já. 😛

    • Romanov

      16 de junho de 2014 em 23:55

      amigao msm é aquele q apanha do seu lado,pode ser vcs 2 contra 10 peão,se ele for parcero msm ele fica lah e apanha junto o.o

    • Velloz, The Wolf

      14 de junho de 2014 em 15:21

      Seu nome, e seu bairro? auhauhauh

    • coração verdadeiro

      14 de junho de 2014 em 01:45

      também penso assim estou sempre disposta pr ajudar um amigo. mas aucontrario de vc eu não sou tímida não eu falo até pelos os cotovelos sou muito sociável, mas não levo todo mundo pr minha casa pois eu converso com todo mundo mas só os escolhidos que são realmente meus amigos, coleguinhas são muitos, mas amigos pouquíssimos conto nos dedos nem da igreja eu levo pr casa.

    • O Mentalista

      13 de junho de 2014 em 22:18

      Se a amizade durar mais que 7 anos, será para a vida toda, diz estudos…eu sei que foi tipo nada a ver, mas queria escrever isso 😛

      • larissa

        13 de junho de 2014 em 22:35

        então 4 amigas serão para sempre.

        • O Mentalista

          13 de junho de 2014 em 22:38

          Que sorte ein, mais 4 no funeral rs
          No meu só vai ter o coveiro.

          • larissa

            14 de junho de 2014 em 08:34

            kkkkk calma… tenho que viver muito ainda.

          • Forasteira

            13 de junho de 2014 em 22:43

            No meu vai ter eu… Cantando “The Show Must Go On”… PORQUE SIM!

          • O Mentalista

            13 de junho de 2014 em 22:48

            Vai ser uma cena engraçada, até imagino Fred Mercury…

      • Forasteira

        13 de junho de 2014 em 22:20

        Minhas amizades duram o tempo em que eu frequento aquele local. Por exemplo, fiquei 5 anos em uma escola, logo tive aqueles amigos por 5 anos.

        • Lucas D

          13 de junho de 2014 em 22:27

          E eu achando que isso era só comigo

          • Forasteira

            13 de junho de 2014 em 22:30

            “You are not aloooooooone” ehuehue

        • O Mentalista

          13 de junho de 2014 em 22:25

          Comigo parece o mesmo, não sou muito amigável, por isso não faço muita questão, sou do tipo “só falo se falar comigo”…

          • Forasteira

            13 de junho de 2014 em 22:30

            Também faço o tipo “só falo se falar comigo”
            Nunca tomei uma iniciativa pra começar uma amizade.

          • O Mentalista

            13 de junho de 2014 em 22:33

            Não deve ter tido muitas relações amorosas rs
            Apesar disso, as pessoas que realmente se tornam amigas, ficaram para sempre.

          • Forasteira

            13 de junho de 2014 em 22:43

            “Não deve ter tido muitas relações amorosas rs” Talvez seja porque eu nunca tive uma…

          • O Mentalista

            13 de junho de 2014 em 22:54

            Deve ser nova, e digo mais, se for tímida as coisas só vão piorar daqui para frente kkk

    • DCemblemático

      13 de junho de 2014 em 21:59

      O cara que te paga uma coxinha e seu melhor amigo, pq não e qualquer um que paga uma coxinha pra outra pessoal hoje em dia he-he-he

      • Forasteira

        13 de junho de 2014 em 22:11

        Não dá pra falar sério contigo…

      • Eduardo Larocca

        13 de junho de 2014 em 22:08

        e alem da coxinha eu pago um dollynho

    • Nameless

      13 de junho de 2014 em 21:53

      Acho que alguém precisa de um abraço…

    • larissa

      13 de junho de 2014 em 21:49

      Seu comentário foi melhor que o conto. Parece até que estava lendo algo que escrevi, me sinto exatamente assim e também deve ser carência…. Eu me doou demais as pessoas e sempre quebro a cara.
      Amigos de verdade você só identifica nas horas que precisa… por que ser amigo na alegria todos podem ser, agora segurar sua mão no momento de tristeza poucos fazem…

  18. Eduardo Larocca

    13 de junho de 2014 em 21:35

    Entrei achando que era outro conto erótico :/

    • Thiago.

      13 de junho de 2014 em 21:36

      Eu ia por aquela carinha, mas vi que você a usa como avatar… :c

  19. André Silva

    13 de junho de 2014 em 21:34

    Acho bacana quando o conto prende a gente, de uma forma que vamos lendo cada vez mais curioso pra saber o final. Infelizmente, não foi o caso desse conto. Parei de ler no meio porque achei chato, uma encheção de linguiça que praticamente me forçou a parar de ler. Mas gosto é algo muito individual, alguns devem ter gostado, e eu não gostei!

  20. Jeff Dantas

    13 de junho de 2014 em 21:34

    Bom.. no geral, eu gostei do contexto! Acho que sim, que todos passamos por isso. Pela fase de “experiência”, e de tentar encontrar nossa turma na escola. Eu mesmo, demorei um bom tempo pra conseguir… 🙂

  21. Lucas Rodrigues

    13 de junho de 2014 em 21:31

    Não consegui chegar nem até a metade. Caramba, que chatice de conto! Não me senti em momento algum motivado a ler, o enredo simplesmente não me atraiu, o título faz o contrário. Uma pena.
    E pensar que poderia ser muito bem substituído por uma continuação de um dos contos do “grupo dos 5”.
    Não vou dar nota pois não o li todo (e com certeza não valeu e nem iria valer a pena pelo andamento da coisa ¬¬)

    • Adriano Saadeh

      17 de junho de 2014 em 15:04

      Quem é essa gang ae?
      kkkkkkkkkk

    • Paulo Ricardo

      14 de junho de 2014 em 14:11

      faz que nem eu cara copia tudo, taca no google tradutor e ouvi

    • Little Uchiha™

      14 de junho de 2014 em 12:30

      Achei ótimo o conto, fui ler achando q era safadeza, bom, ainda bem pq foi muito bom.

    • Lucas D

      13 de junho de 2014 em 22:30

      Talvez se tivesse um super herói nele, você se sentiria atraído.

      • Forasteira

        13 de junho de 2014 em 22:31

        Talvez se o foco do texto fosse outro (carinha aquela), ele teria se sentido atraído.
        “Atraído”.

        • Lucas D

          13 de junho de 2014 em 22:34

          Sim, claro. ( ͡° ͜ʖ ͡°)
          Mas ele ainda ia se sentir mais atraído por um super herói. -zoa

    • André Silva

      13 de junho de 2014 em 21:39

      Idem…

    • cara anonimo

      13 de junho de 2014 em 21:34

      Aquele meu conto vou adiar para 2015 desculpe

      • cara anonimo

        13 de junho de 2014 em 21:39

        Ei lucas, vou ter que adiar aquele meu conto para 2015

        • Lucas Rodrigues

          13 de junho de 2014 em 21:41

          Mas será que você tem alguma ideia de qual mês irá estar pronto?

          • cara anonimo

            13 de junho de 2014 em 21:51

            Ainda vou ver

    • Jeff Dantas

      13 de junho de 2014 em 21:32

      Olha, Lucas… Não depende de mim! Se os autores mandassem, tudo bem, mas não! :'(

      • Lucas Rodrigues

        13 de junho de 2014 em 21:36

        Tô até hoje querendo saber o final de Possedit ;_;
        Ah, só mais uma coisa: Não pude enviar meu próximo conto hoje pois adicionei outras coisas ao enredo e isto o fez torna-lo maior, ou seja, será um Enormossauro digno rsrs

  22. Thiago.

    13 de junho de 2014 em 21:30

    Depende… Layuni é mulher ?

  23. Jeff Dantas

    13 de junho de 2014 em 21:26

    Bom, respondendo a pergunta… com certeza! Ou melhor, dependendo da cia! ^^

  24. cara anonimo

    13 de junho de 2014 em 21:26

    Começo a ler penso : eba primeiro comentário ‘O’
    Termino de ler Já esta com 15 comentários -_-

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