Deus existe: mito ou realidade? #2

Na primeira parte do post, o objetivo real foi descobrir a opinião de cada um sobre o fato de Deus causarealmente existir ou não. Tivemos muitos debates e comentários, como já era de se esperar. O curioso é que dois lados ficaram nítidos: o de Deus e o da ciência – afinal, era esse um dos objetivos do post – mas ainda mais relevante é que poucos comentaram sobre os dois lados alinhados, e é por isso que mostraremos uma ciência que tenta comprovar a existência de Deus: a metafísica. Será que ela consegue?

Para quem não sabe, a metafísica não é como as outras ciências, pois ela tem como objeto de análise a totalidade de algo, enquanto que as outras são mais particulares por estudarem apenas fragmentos do mesmo. Além disso, ela busca compreender aquilo que está além daquilo que é físico e está profundamente ligada à filosofia.

Por ser uma ciência, vamos nos basear em alguns fatos:

Primeiro: conhecido como fato do condicionamento universal, ou seja, tudo, inclusive aquilo que nos é ensinado pela ciência, está encadeado, ligado a outros seres ou fenômenos; por isso, sua razão de ser está vinculada diretamente a algum ser ou fenômeno.

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Segundo: é a causa primeira incondicionada. De uma forma bem simples: dentro de uma série de eventos, os itens que ocorrem no meio e no fim são desencadeados por uma causa primeira, mas quem foi que a desencadeou? Por isso, tratamos a primeira causa como incondicional, ou seja, não precisa de antecedentes para que ocorra.

Terceiro: trata-se da causa universal absolutamente primeira. Para começo de conversa, ela é única, mas suponhamos que não seja, vamos toma-la como múltipla. Supondo isso, dizemos que existem várias causas absolutamente primeiras, e que por isso são independentes, mas nós vimos isso no primeiro fato, tudo está encadeado, portanto, só pode haver uma causa absolutamente primeira, além disso, isso pode ser comprovado pelo próprio modo pelo qual o universo é regido.

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A partir desses três fatos, podemos já tirar a conclusão tanto esperada: existe algo ou alguém que é a causa (argumento terceiro) de tudo. Esse tudo representa todos os seres e acontecimentos do universo, que estão relacionados (argumento primeiro). Por fim, para que o início tivesse começado, seria preciso não haver uma condição para isso, caso contrário, não seria de fato o inicio, sendo assim, necessariamente incondicional (argumento segundo). Em outras palavras, existe uma Causa que não depende de nenhuma outra e que domina todas as outras, sendo assim, essa Causa é algo que encontre nos próprios atos, que ela mesma desencadeou, sua razão de ser e de existir.

Seria necessário então algo que fosse onipotente – que tivesse poder sobre tudo – onipresente – que estivesse em todos os lugares – e onisciente – que soubesse de tudo. A isso, muitos povos e crenças chamam de Deus, vale lembrar que o nome pode variar de acordo com a religião, entretanto, a essência do ser é a mesma em todos.

Com isso, mostramos que a ciência nem sempre se opõe a Deus, pelo contrário, ela busca até mesmo explicar sua existência.

E aí? Você concorda com esse ponto de vista? Não deixe de comentar!

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  1. Henrique Gomes Andrade

    19 de novembro de 2014 em 11:43

    Hoje ciência e religião,caminham lado a lado (ou quase).
    Eu não tenho religião nenhuma,acredito em Deuse Jesus e não levo muito em consideração a bíblia oras,já que o universo nasceu a partir do BIG BANG,alguém teria que ter provocado.Uma força maior.
    E duas simples provas de que ciência e religião estão lado a lado é
    O Papa,ele acredita na ciência,e não no genesis da bíblia.
    E,fatos inexplicáveis que nem a ciência pode explicar,tal como aquele do manto que cobriu rosto de Jesus,ou o milagre do Sol. E é uma chatice ver tretas de ateus e religiosos na internet :T

  2. André Luiz

    7 de julho de 2014 em 00:44

    Essa é uma ideia muito complexa , se sentarmos em um lugar tranquilo e começarmos a nos questionar sobre a origem das coisas e qual o objetivo de nossa existência chegaremos a conclusão de que somos parte de algo que assim como nós evoluí e se altera a todo momento.Perceberemos que nosso maior objetivo aqui , não é se reproduzir , aprimorar a ciência etc, e sim apreciar tudo isso que existe e nos rodeia , isso que nos chama tanto a atenção ..é como se a parte quisesse entender o todo , e o todo seria equivalente a deus, …Ou seja , somos formas de energia condensada e organizada de tal forma que conseguimos contemplar a própria existência e de tudo aquilo que nos cerca, isso por si só já é algo divino , essa mesma energia que forma todas as coisas é o que alimenta a deidade nas pessoas .Não temos que entender, apenas precisamos sentir e isso não afeta em nada o progresso civilizatório da sociedade muito pelo contrário essa sensibilidade que é o combustível que alimenta todo nosso processo chegar a sapiência .

  3. andre fernandes

    19 de abril de 2014 em 04:06

    para pensar o universo e infinito existe bilhoes de galaxias trilhoes de estrelas infinitos planetas com probabilidades de chance de existir algum tipo de vida em lugares que nem imaginamos porque so nesse planeta exista vida inteligente deus escolheria so esse planeta qual a razao do universo ser infinito e nao para de expandir seremos especial no meio do universo tao gigantesco ou seria coincidencia de fatos que aconteceu por motivo desconhecido de alguma força inesplicavel

  4. Rodriigo Borges Ribeiro

    24 de novembro de 2013 em 20:53

    Para muitos é loucura Deus existir, mas na minha opinião, loucura é você tentar explicar algo sobrenatural por maneiras naturais, explicar algo espiritual de maneira carnal, explicar algo infinito e desconhecido por conhecimentos terrenos e limitados. Deus não só existe como reina absoluto em todo o Universo e infinitamente além, crendo as pessoas ou não

  5. Leandro Ilek

    23 de setembro de 2013 em 16:23

    Todo o argumento acima se baseia numa ideia altamente questionável: o princípio de tudo. A ciência tem duas posições: sim, existiu um início e; não, o universo em si é infinito. Considerando que houve um início a este universo, podemos ainda tratar da questão em dois pontos: sim, o universo foi criado e logo podemos imaginar que houve um criador e; sim, o universo foi criado, mas a todo momento um universo novo é criado em alguma dimensão (multiverso), o que não nos faz importantes de maneira nenhuma. Mesmo nessa primeira ideia (algo criou), esse algo pode ser apenas criador no momento, como uma reação química que ocorre e possibilita a criação de novas substâncias, o que não a faz em si um ser onisciente, onipotente e onipresente, só a fez necessária naquele momento. Alguns cientistas comentam que isso poderia ser uma oscilação natural que ocorre e pronto.

  6. Benito 'Tupek' Lopes

    9 de agosto de 2013 em 08:00

    Numa só palavra: Impecável.

  7. Matheus Almeida

    4 de agosto de 2013 em 15:57

    Um artigo muito bom http://ateus.net/artigos/critica/a-criacao-de-deus/ recomendo a todos

  8. Shaka de Virgem

    4 de agosto de 2013 em 15:05

    Caramba, vocês são bem influenciaveis, heim? Foi só se apresentar uma teoria antiquíssima e desgastada e vocês já mudaram do ateísmo pro teísmo? Ahahaha.
    Observe-me decompor e liquidar seus argumentos.
    1º argumento: O gesto criador é inadmissível

    Que se entende por criar?

    É tomar materiais diferentes, separados, mas que existem, e, valendo-se de princípios experimentados e aplicando-lhes certas regras conhecidas, aproximá-los, agrupá-los, associá-los, ajustá-los, para fazer qualquer coisa deles?
    Não! Isso não é criar. Exemplos: podemos dizer que uma casa foi criada? Não, foi construída; podemos dizer que um móvel foi criado? Não, foi fabricado; podemos dizer que um livro foi criado? Não, foi composto e depois impresso.
    Assim, pegar materiais que já existem e fazer qualquer coisa com eles não é criar.
    Que é, pois, criar?
    Criar… com franqueza, encontro-me indeciso para poder explicar o inexplicável, definir o indefinível. Procurei, contudo, fazer-me compreender.
    Criar é tirar qualquer coisa do nada; é, com nada, fazer qualquer coisa do todo; é formar o existente do não-existente.
    Ora, eu imagino que é impossível encontrar-se uma única pessoa dotada de razão que conceba e admita que do nada se possa tirar e fazer qualquer coisa. Suponhamos um matemático. Procurai o calculador mais autorizado; colocai-o diante de uma lousa e pedi-lhe que escreva zero sobre zeros. Terminada a operação, solicitai-lhe que os multiplique da forma que entender, que os divida até se cansar, que faça enfim toda a sorte de operações matemáticas, e haveis de ver como ele não extrairá, desta acumulação de zeros, uma única unidade.
    Com nada, nada se pode fazer; de nada, nada se obtém. É por isso que o famoso aforismo de Lucrécio ex nihilo nihil é de uma certeza e de uma evidência manifesta. O gesto criador é um gesto impossível de admitir, é um absurdo.
    Criar é, pois, uma expressão místico-religiosa, que pode ter algum valor aos olhos das pessoas a que agrada crer naquilo que não compreendem e a quem a fé que se impõe tanto mais quanto menos o percebem. Mas devemos convir que a palavra criar é uma expressão vazia de sentido para todos os homens cultos e sensatos, para quem uma palavra só tem valor quando representa uma realidade ou uma possibilidade.
    Consequentemente, a hipótese de um ser verdadeiramente criador é uma hipótese que a razão repudia.
    O ser criador não existe, não pode existir.
    2º argumento: O “puro espírito” não podia determinar o Universo

    Aos crentes que, a despeito de todo o raciocínio, se obstinam em admitir a possibilidade da criação, direi que, em todo o caso, é impossível atribuir esta criação ao seu Deus. O Deus deles é puro espírito. Portanto, é inteiramente impossível sustentar-se que o puro espírito, o imaterial, tenha podido determinar o Universo, o Material.

    Eis o porquê:
    O puro espírito não está separado do universo por uma diferença de grau, de quantidade, mas sim por uma diferença de natureza, de qualidade. De maneira que o puro espírito não é, nem pode ser, uma ampliação do Universo, assim como o Universo não é, nem pode ser, uma redução do puro espírito. Aqui a diferença não é somente uma distinção; é uma oposição: oposição de natureza — essencial, fundamental, irredutível, absoluta.
    Entre o puro espírito e o Universo não há somente um fosso mais ou menos largo e profundo, fosso que possa, a rigor, encher-se ou franquear-se. Não. Entre o puro espírito e o Universo há um verdadeiro abismo, duma profundidade e de uma extensão tão imensos, que por colossais que sejam os esforços que se empreguem, não há nada nem ninguém que consiga enchê-lo ou franqueá-lo.
    Reportando-me ao meu raciocínio, desafio o filósofo mais sutil, bem como o matemático mais consumado, a estabelecer uma relação, qualquer que ela seja (e, com a mais forte razão, uma relação tão direta quanto estreita, como a que liga a causa ao efeito) entre o puro espírito e o universo.
    O puro espírito não suporta nenhuma aliança material. O puro espírito não tem forma nem corpo, nem linha, nem matéria, nem proporções, nem extensão, nem dureza, nem profundidade, nem superfície, nem volume, nem cor, nem som, nem densidade. Ora, no Universo, tudo é forma, corpo, linho, matéria, proporção, extensão, dureza, profundidade, superfície, volume, cor, som, densidade.
    Como admitir que isto tenha sido determinado por aquilo? Impossível.
    Chegando a este ponto da minha demonstração, a conclusão seguinte:
    Vimos que a hipótese de um Deus verdadeiramente criador é inadmissível; que persistindo mesmo na crença desse poder, não pode admitir-se que o Universo, essencialmente material, tenha sido determinado por um puro espírito, essencialmente imaterial.
    Mas se os crentes se obstinam em afirmar que foi o seu Deus o criador do Universo, nos impõe-se o dever de lhes fazer esta pergunta: segundo a hipótese Deus, onde se encontrava a Matéria, na sua origem, no seu princípio?
    De duas, uma: ou a matéria estava fora de Deus, ou era o próprio Deus (a não ser que lhe queiram dar um terceiro lugar). No primeiro caso, se a matéria estava fora de Deus, Deus não teve necessidade de criá-la, visto que ela já existia; e, se ela coexistia com Deus, estava concomitantemente com ele, do que se depreende que Deus não é o criador.
    No segundo caso, se a matéria não estava fora de Deus, encontrava-se no próprio Deus.
    E, daqui, tiro a conclusão seguinte:
    1º Que Deus não era puro espírito, porque encerrava em si uma partícula de matéria — e que partícula! A totalidade dos mundos materiais!
    2º Que Deus, encerrando em si próprio a matéria, não teve a necessidade de criá-la, porque ela já existia. Assim, existindo a matéria, Deus não fez mais do que retirá-la de onde estava; e, neste caso, a criação deixa de ser um ato de verdadeira criação para se reduzir a um ato de exteriorização.
    Nos dois casos não existe, pois, criação.
    3º argumento: O perfeito não pode produzir o imperfeito

    Estou plenamente convencido de que se eu fizer a um religioso a pergunta: “Pode o imperfeito produzir o perfeito?”, ele responderia sem vacilar: — Não, o imperfeito não pode produzir o perfeito!

    Pelas mesmas razões, e com a mesma força de exatidão, eu posso afirmar — O perfeito não pode produzir o imperfeito!
    Mais: entre o perfeito e o imperfeito não há somente uma diferença de grau, de quantidade, mas uma diferença de qualidade, de natureza, uma oposição essencial, fundamental, irredutível, absoluta.
    E mais ainda: entre o perfeito e o imperfeito não há somente um fosso, mais ou menos largo e profundo, mas um abismo tão vasto e tão estonteante, que ninguém o pode franquear ou entulhar. O perfeito é o absoluto, o imperfeito o relativo. Em presença do perfeito que é tudo, o relativo, o contingente não é nada; em presença do perfeito, o relativo não tem valor, não existe. E nem o talento de um matemático e nem o gênio de um filósofo serão capazes de estabelecer uma relação entre o relativo e o absoluto: a fortiori sustentamos a impossibilidade de evidenciar, neste caso, a rigorosa concomitância que deve necessariamente unir a Causa ao Efeito.
    É, portanto, impossível que o perfeito haja determinando o imperfeito.
    Além disso, há uma relação direta, fatal e até matemática entre uma obra e seu autor: tanto vale a obra quanto vale o autor, tanto vale o autor quanto vale a obra. E pela obra que se conhece o autor, como é pelo fruto que se conhece a árvore.
    Se eu examino um texto mal redigido, em que se abundam os erros de ortografa e as frases são mal construídas, o estilo é pobre e frouxo, as ideias raras e banais, e os conhecimentos inexatos, eu sou incapaz de atribuir este péssimo escrito a um burilador de frases, a um dos mestres da literatura.
    Se observo um desenho malfeito, em que as linhas estão mal traçadas, violadas as regras do perspectiva e da proporção, jamais me acudirá o pensamento de atribuir este esboço rudimentar a um professor, a um grande mestre, a um grande artista. Bem à menor hesitação direi: isto é obra de um aprendiz, de uma criança, certo de que pela obra se conhece o artista.
    Ora, a natureza é bela, o Universo é grandioso. E eu admiro apaixonadamente — tanto o que mais admiro — os esplendores e as magnificências que nos oferecem estes espetáculos incessantes. Mas, por muito entusiasmado que eu seja das belezas naturais, e por grande que seja a homenagem que eu lhes tribute, não me atrevo o afirmar que o Universo é uma obra sem defeitos, irrepreensível, perfeita. E não acredito que haja alguém que me desminta.
    Sim, o Universo é uma obra imperfeita.
    Consequentemente, digo: há sempre, entre uma obra e seu autor, uma relação rigorosa, íntima, matemática. Ora, se o Universo é uma obra imperfeita, o autor desta obra não pode ser senão imperfeito.
    Esse silogismo leva-me a admitir a imperfeição de Deus, e por consequência a negá-lo.
    Mas eu posso ainda raciocinar assim: ou não é Deus o autor do Universo (exprimo desta forma a minha convicção), ou o é, na suposição dos religiosos. Neste caso, sendo o universo uma obra imperfeita, vosso Deus, ó crente, é também imperfeito.
    Silogismo ou dilema, a conclusão do raciocínio é esta: o perfeito não pode determinar o imperfeito.
    4º argumento: O ser eterno, ativo, necessário, não pode, em nenhum momento, ter estado inativo ou ter estado inútil

    Se Deus existe é eterno, ativo e necessário.

    Eterno? — É-o por definição. É a sua razão de ser. Não se pode conceber que ele esteja enclausurado nos limites do tempo. Não se pode imaginar como tendo tido começo e venha a ter fim. Não pode haver aparição e desaparição. É de sempre.
    Ativo? — É, e não pode deixar de ser. Segundo os religiosos, foi sua atividade que engendrou tudo quanto existe, como foi a sua atividade que se afirmou pelo gesto mais colossal e majestoso que imaginar se pode: a criação dos mundos.
    Necessário? — É-o e não pode deixar de ser, visto que sem a sua vontade, nada existiria: ele é o autor de todas as coisas, o ponto inicial de onde saiu tudo, a fonte única e primeira de onde tudo emanou. Bastando-se a si próprio, dependeu de sua vontade que tudo fosse tudo ou que fosse nada.
    Ele é, portanto: eterno, ativo e necessário.
    Mas eu pretendo e vou demonstrar que se Deus é eterno, ativo e necessário, também deve ser eternamente ativo, e eternamente necessário. E que, por consequência, ele não pôde, em nenhum momento, ter sido inativo ou inútil, e que enfim, ele jamais criou.
    Negar que Deus seja eternamente ativo equivale o dizer que nem sempre o foi, que chegou a sê-lo, que começou a ser ativo, que antes de o ser não o era. Dizer que foi pela criação que ele manifestou a sua atividade é admitir, ao mesmo tempo, que por milhares e milhares de séculos que antecederam a ação criadora, Deus esteve inativo.
    Negar que Deus seja eternamente necessário equivale a admitir que ele nem sempre o foi, que chegou a sê-lo, que começou o ser necessário e que antes de o ser não o era. Dizer que a criação proclama e testemunha a necessidade de Deus equivale a admitir, ao mesmo tempo, que, durante milhares e milhares de séculos, que seguramente precedeu a ação criadora, Deus era inútil.
    Deus ocioso e preguiçoso! Deus inútil e supérfluo! Que triste postura para um ser essencialmente necessário.
    É preciso, pois, confessar que Deus é de todo o tempo ativo e de todo o tempo necessário.
    Mas então Deus não pôde criar, porque a ideia de criação implica, de maneira absoluta, a ideia de começo, de origem. Uma coisa que começou é porque nem sempre existiu. Existiu necessariamente num tempo em que, antes de o ser, não o era. E, curto ou longo, este tempo foi que precedeu a coisa criada; é impossível suprimi-lo, visto que, de todos os modos, ele existe.
    Assim, temos de concluir:
    a) Ou Deus foi eternamente ativo e eternamente necessário, e só chegou a sê-lo por causa da criação (e, se é assim, antes da criação faltavam a este Deus dois atributos: a atividade e a necessidade; este Deus era um Deus incompleto; era só um pedaço de Deus e mais nada, que teve necessidade de criar para chegar a ser ativo e necessário, e completar-se).
    b) Ou Deus é eternamente ativo e eternamente necessário, e neste caso tem criado eternamente. A criação é eterna, e o Universo jamais começou — existiu em todos os tempos, é eterno como Deus, é o próprio Deus, com o qual se confunde. E, sendo assim, o Universo não teve princípio — não foi criado.
    Em conclusão: No primeiro caso, Deus antes da criação não era ativo nem era necessário: era um Deus incompleto, quer dizer, imperfeito, e, portanto, não existia. No segundo caso, sendo Deus eternamente ativo e eternamente necessário, não pôde chegar a sê-lo, como não pôde criar.
    É impossível sair daqui.
    5º argumento: O ser imutável não criou

    Se Deus existe, é imutável, não se desfigura e nem se pode desfigurar. Enquanto que, na natureza, tudo se modifica, se metamorfoseia, se transforma; que nada é definitivo, mas que chega a sê-lo Deus, ponto fixo, imóvel no tempo e no espaço, não está sujeito a nenhuma modificação, não se transforma, nem pode transformar-se. É hoje o que era ontem, será amanhã o que é hoje. E tanto faz procurá-lo nos séculos passados, como nos séculos futuros: ele é, e será constantemente idêntico em si. Deus é imutável.

    No entanto, eu sustento que, se ele criou, não é imutável, porque, neste caso, transmudou-se duas vezes.
    Determinar-se a querer é mudar de posição. Ora, é evidente que há mudança entre o ser que quer uma coisa e o que, querendo-a, a põe em execução.
    Se eu desejo e quero o que eu não desejava e nem queria a quarenta e oito horas, é porque se produziu em mim, ou a minha volta, uma ou várias circunstâncias que me levaram a querê-lo. Este novo desejo ou querer constitui uma modificação que não se pode por em dúvida, que é indiscutível.
    Paralelamente: agir, ou determinar-se a agir, é modificar-se.
    Esta dupla modificação — querer e agir — é tanto mais considerável e saliente quando é certo que se trata de uma resolução grave, de uma ação importante.
    Deus criou, dizeis vós, crentes. Então modificou-se duas vezes: a primeiro, quando se determinou a criar; a segunda, quando resolveu por em prática sua determinação, completando o gesto criador.
    Se ele se modificou duas vezes, não é imutável. E, se não é imutável, não é Deus — não existe.
    O ser imutável não criou.
    6º argumento: Deus não criou sem motivo; mas é impossível encontrar um único motivo que o levasse a criar

    De qualquer forma que se pretende examiná-la, a criação é inexplicável, enigmática, falha de sentido.

    Há uma coisa que salta à vista de todos: se Deus criou, como vós dizeis, não pôde ter realizado este ato grandioso — cujas consequências deviam ser, fatalmente, proporcionais ao próprio ato, e por conseguinte incalculáveis — sem que fossem determinado por uma razão de primeiro ordem.
    Pois muito bem. Qual foi esta razão? Porque motivo tomou Deus a resolução de criar? Que móbil o impulsionaria a isto? Que desejo germinaria em seu cérebro? Qual seria o seu intuito? Que ideia o perseguiria? Que fim perseguiria ele?
    Multiplicais, nesta ordem de ideias, as perguntas; gravito, conforme quiserdes, em torno deste problema; examinai-o em todos os seus aspectos e em todos os sentidos, e eu desafio seja quem for a que o resolve em outro sentido que não seja o das incoerências.
    Por exemplo: Eis uma criança educada na religião cristã. O seu catecismo afirmou-lhe, e os seus mestres confirmam, que foi Deus que a criou e a colocou no mundo. Suponhamos que a criança faz a si própria a pergunta: porque é que Deus me criou e me lançou no mundo?, e que quer obter uma resposta judiciosa, racional. Nunca obterá.
    Suponhamos ainda que a criança, confiando na experiência e no saber de seus educadores, persuadida do caráter sagrado de que eles — padres ou pastores — estão revestidos, possuindo luzes especiais e graças particulares; convencido de que, pela sua santidade, estão mais próximos de Deus e, portanto, melhores iniciados que elas nas verdades reveladas; suponhamos que esta criança tem a curiosidade de perguntar aos seus mestres por que e para que Deus a criou e a pôs no mundo, e eu afirmo que os mestres são incapazes de contestar a essa simples interrogação com uma resposta plausível, sensata. Não lhe poderão dar, porque, em verdade, ela não existe.
    Mas, rodeemos bem a questão e aprofundemos o problema. Com o pensamento, examinaremos Deus antes da criação. Tomemo-lo mesmo no seu sentido absoluto. Está completamente só; bastando-se a si próprio. E perfeitamente sábio, perfeitamente feliz, perfeitamente poderoso. Ninguém lhe pode acrescentar sabedoria, ninguém lhe pode aumentar a felicidade, ninguém lhe pode fortificar o poderio.
    Este Deus não experimenta nenhum desejo, visto que a sua felicidade é infinita. Não pode perseguir nenhum fim, visto que nada falta à sua perfeição. Não pode ter nenhum intuito, visto que nada falta ao seu poder. Não pode determinar-se a fazer seja o que for, visto que não tem nenhuma necessidade.
    Eia! Filósofos profundos, pensadores sutis, teólogos prestigiosos, respondei a esta criança que vos interroga e dizei-lhe por que é que Deus a criou e lançou no mundo!
    Eu estou tranquilo. Vós não lhe podeis responder, a não ser que lhe digais: “Os mistérios de Deus são impenetráveis”! — e aceitais esta resposta como suficiente. E fareis bem, abstendo-vos de lhes dar outra resposta, porque esta outra resposta — previno-vos caritativamente — cava a ruína de vosso sistema e o derribamento de vosso Deus. A conclusão impõe-se, lógica, impiedosa: Deus, se criou, criou sem motivos, sem saber por que, sem ideal.
    Sabeis onde nos conduzem as consequências de tal conclusão? Vamos vê-las.
    O que diferencia os atos de um homem dotado de razão dos atos de um louco, o que determina que um seja responsável e o outro irresponsável, é que um homem dotado de razão sabe sempre — ou pode chegar o sabê-lo — quando procede, quais são os móbiles que o impulsionam, quais são os motivos que o levam a praticar aquilo que pensava. Quando se trata de uma ação importante, cujas consequências podem hipotecar gravemente as suas responsabilidades, é preciso que o homem entre na posse de sua razão, se concentre, se entregue a um sério exame de consciência, persistente e imparcial, exame que, pelas suas recordações, reconstitua o quadro dos acontecimentos de que ele foi agente. Em resumo, é preciso que ele procure reviver as horas passadas para que possa discernir quais foram as causas e o mecanismo dos movimentos que o determinaram a obrar. Frequentemente, não pode vangloriar-se das causas que o impulsionaram, e que, amiúde, o levam a corar de vergonha. Mas, quaisquer que sejam os motivos, nobres ou vis, generosos ou grosseiros, ele chega sempre o descobri-los.
    Um louco, pelo contrário, precede sem saber por que; e, uma vez realizado o ato, por grandes que sejam as responsabilidades que dele possam deriva-se, interrogai-o, encerrai-o, se quiserdes, numa prisão, e apertai-o com perguntas: o pobre demente não vos balbuciará senão coisas vagas, verdadeiras incoerências.
    Portanto, o que diferencia os atos de um homem sensato de um homem insensato, é que os atos dos primeiros podem explicar-se, tem uma razão de ser, distinguem-se neles a causa e o efeito, a origem e o fim, enquanto que os atos do segundo não se podem explicar, porque um louco é incapaz de discernir a causa e o que o levam a realizá-los.
    Pois bem! Se Deus criou sem motivo, sem fim, procedeu como um louco. E, neste caso, a criação aparece-nos como um ato de demência.
    Duas objeções capitais

    Para terminar com o Deus da criação, parece-me indispensável examinar duas objeções.

    Os leitores sabem muito bem, sobre este assunto, abundam objeções. Por isso quando falo em duas objeções, refiro-me a duas objeções capitais clássicas.
    Estas duas objeções têm tanto mais importância quanto é certo que, com a beldade da discussão, se podem englobar todas as outras nestas duas.
    1ª objeção: “Deus escapa-vos!”

    Dizem-me:

    “O senhor não tem o direito de falar de Deus segundo a forma que o faz. O senhor não nos apresenta senão um Deus caricaturado, sistematicamente reduzido a proporções que seu cérebro abarca. Esse Deus não é nosso Deus. O nosso Deus não o pode o senhor concebê-lo, visto que lhe é superior, escapando por isso à suas faculdades intelectuais. Fique sabendo que o que é fabuloso, gigantesco para o homem mais forte e mais inteligente, é para Deus um simples jogo de crianças. Não se esqueça que a Humanidade não pode mover-se no mesmo plano que a Divindade. Não perca de vista que é tão impossível ao homem compreender a maneira como Deus procede, como os minerais imaginar como vivem os vegetais, como os vegetais conceber o desenvolvimento dos animais, e como os animais saber como vivem e operam os homens.
    Deus paira a umas alturas que o senhor é incapaz de atingir ocupa montanhas inacessíveis ao senhor. Qualquer que seja o grau de desenvolvimento de uma inteligência humana; por muito importante que seja o esforço realizado por essa inteligência; seja qual for a persistência deste esforço, jamais poderá elevar-se até Deus. Lembre-se, enfim, que, por muito vasto que seja o cérebro do homem, ele é finito, não podendo, por consequência, conceber Deus, que é infinito.
    Tenha pois a lealdade e a modéstia de confessar que não lhe é possível compreender nem explicar, não o cabe o direito de negar”.
    Eu respondo aos deístas:
    Dais-me conselhos de humildade que estou disposto a aceitar. Fazeis me lembrar que sou um simples mortal, o que legitimamente reconheço e não procuro olvidar-me.
    Dizeis-me que Deus me ultrapassa e que o desconheço. Seja. Consinto em reconhecê-lo; afirmo mesmo que o finito não pode compreender o infinito, porque é uma verdade tão certa e tão evidente, que não está em meu ânimo fazer-lhe qualquer oposição. Vede, pois, até aqui estamos de acordo, com o que espero, ficareis muito contentes.
    Somente, senhores deístas, permiti que, por meu turno, eu vos dê os mesmos conselhos de humildade, para terdes o franqueza de me responder estas perguntas: Vós não sois homens como a mim? A vós, Deus não se depara como para a mim? Esse Deus não vos escapa como a mim? Tereis vós a pretensão de moverdes no mesmo plano da divindade? Tereis igualmente a mania de pensar e a loucura de crer que, de um voo, podereis chegar às alturas que Deus ocupa? Sereis presunçosos ao extremo de afirmar que o vosso cérebro, o vosso pensamento que é finito, possa compreender o infinito?
    Não vos faço a injuria, senhores deístas, de acreditar que sustentais uma extravagância venal. Assim, pois, tende a modéstia e a lealdade de confessar que, se me é impossível compreender e explicar Deus, vós tropeçais no mesmo obstáculo. Tende, enfim, a probidade de reconhecer que, se eu não posso conceber nem explicar Deus, não o podendo, portanto, negar, a vós, como a mim, não vos é permitido concebê-lo e não tendes, por consequência, o direito de afirmá-lo.
    Não julgueis, no entanto, que, por causa disto, ficamos na mesma situação que antes. Foste vós que, primeiramente, afirmastes a existência de Deus; deveis, pois, ser os primeiros a pôr de parte vossas afirmações. Sonharia eu, alguma vez, com negar a existência de Deus, se vós não tivésseis começado a afirmá-la? E se, quando eu era criança, não me tivessem imposto a necessidade de acreditar nele? E se, quando adulto, não tivesse ouvido afirmações nesse sentido? E se, quando homem, os meus olhos não tivessem constantemente contemplado os templos elevados a esse Deus? Foram as vossas afirmações que provocaram as minhas negações.
    Cessai de afirmar que eu cessarei de negar.
    2ª objeção: “Não há efeito sem causa”

    A segunda objeção parece-nos mais invulnerável. Muitos indivíduos consideram-na ainda sem réplica. Esta objeção provém dos filósofos espiritualistas: Não há efeito sem causa. Ora, o Universo é um efeito; e, como não há efeito sem causa, esta causa é Deus.

    O argumento é bem apresentado; parece, mesmo, bem construído e bem carpintejado. O que resto saber é se tudo quanto ele encerra é verdadeiro.
    Em boa lógica, este raciocínio chama-se silogismo. Um silogismo é um argumento composto por três proposições: a maior, a menor e a consequência, e compreende duas partes: as premissas, constituídas pelas duas primeiras proposições e a conclusão, representada pela terceira. Para que um silogismo seja inatacável, é preciso:
    1º que a maior e a menor sejam exatas;
    2º que a terceira proposição dimane logicamente as duas primeiras.
    Se o silogismo dos filósofos espiritualistas reúne estas duas condições, é irrefutável e nada mais me resta senão aceitá-lo; mas, se lhe falta uma só dessas condições, então o silogismo é nulo, sem valor, e o argumento destrói-se por si mesmo.
    A fim de conhecer o seu valor, examinemos as três proposições que o compõe.
    1ª proposição (maior): “Não há efeito sem causa”.

    Filósofos, tendes razão. Não há efeito sem causa: nada mais exato. Não há, não pode haver, efeito sem causa. O efeito não é mais do que a continuação, o prolongamento, o limite da causa. Quem diz efeito diz causa. A ideia de efeito provoca, necessariamente e imediatamente a ideia de causa. Se, ao contrário, se concebe um efeito sem causa, isto seria o efeito do nada, o que equivaleria a crer no absurdo.

    Sobre esta primeira proposição, estamos, pois, de acordo.
    2ª proposição (menor): “Ora, o Universo é um efeito”.

    Antes de continuar, peço explicações:

    Sobre o que se apoia esta afirmação tão franca e tão categórica? Qual o fenômeno, ou conjunto de fenômenos, na qual a verificação, ou conjunto de verificações, que permitem uma afirmação tão rotunda?
    Em primeiro lugar, comecemos suficientemente o Universo? Temo-lo estudado profundamente, temo-lo examinado, investigado, compreendido, para que nos seja permitido fazer afirmações desta natureza? Temos penetrado nas suas entranhas e explorado os seus espaços incomensuráveis? Já descemos a profundeza do oceano? Conhecemos todos os domínios do Universo? O Universo já nos declarou todos os seus segredos? Já lhe arrancamos todos os véus, penetramos todos os seus mistérios, descobrimos todos os seus enigmas? Já vimos tudo, apalpamos tudo, sentimos tudo, entendemos tudo, observamos tudo, afrontamos tudo? Não temos nada mais que aprender? Não nos resta nada mais que descobrir? Em resumo, estamos em condições de fazer uma apreciação formal do Universo?
    Supomos que ninguém ousará responder afirmativamente a todas estas questões; e seria digno de lástima todo aquele que tivesse a tenebridade e a insensatez de afirmar que conhece o Universo.
    O Universo! — quer dizer não somente este ínfimo planeta que habitamos e sobre o qual se arrastam as nossas carcaças; não somente os milhões de astros que conhecemos e que fazem parte do nosso sistema solar, ou que descobrimos com o decorrer dos tempos, mas ainda, esses mundos, aos quais, com conjectura, conhecemos a existência, mas cuja distancia e o número restam incalculáveis!
    Se eu dissesse “o universo é uma causa”, tenho a certeza que desencadeariam imediatamente contra mim as vaias e os protestos de todos os religiosos; e, todavia, a minha afirmação não era mais descabelada que a deles. Eis tudo.
    Se me inclino sobre o Universo, se o observo quanto me permitir o homem contemporâneo, os conhecimentos adquiridos, verificarei que é um conjunto inacreditavelmente complexo e denso, uma confusão impenetrável e colossal de causas e de efeitos que se determinam, se encadeiam, se sucedem, se repetem e se interpenetram. Observarei que o todo leva uma cadeia sem fim, cujos elos estão indissoluvelmente ligados.
    Certificar-me-ei de que cada um destes elos é, por sua vez, causa e efeito: efeito da causa que o determinou, causa do efeito que se lhe segue.
    Quem poderá dizer: “Eis aqui o primeiro elo — o elo causa”? Quem poderá afirmar: “Eis o último elo — elo efeito”? E quem poderá ainda dizer: “Há necessariamente uma causa número um e um efeito número… último”?
    À segunda proposição, “ora, o Universo é um efeito”, falta-lhe uma condição indispensável: a exatidão. Por consequência, o famoso silogismo não vale nada.
    Acrescento mesmo que, no caso em que esta segunda proposição fosse exata, faltaria estabelecer, para que a conclusão fosse aceitável, se o Universo é o próprio efeito de uma Causa única, de uma Causa primeira, da Causa das Causas, de uma Causa sem Causa, da Causa eterna.
    Espero, sem me inquietar, esta demonstração, porque é uma demonstração que se tem desejado muitas vezes, sem que ninguém no-la desse; é também uma demonstração, da qual se pode afirmar, sem receio de desmentido, que jamais poderá se estabelecer de uma forma séria, positiva e científica.
    Por último: admitindo que o silogismo fosse irrepreensível, ele poderia voltar-se facilmente contra a tese do Deus-Criador, colocando-se a favor da minha demonstração.
    Expliquemos: “não há efeito sem causa!” — Seja! — “o Universo é um efeito!” — De acordo! — “Logo este efeito tem uma causa e é esta causa que chamamos Deus! — Pois seja!
    Mas não vos entusiasmeis, deístas; escutai-me, porque ainda não triunfastes.
    Se é evidente que não há efeito sem causa, é também rigorosamente exato que não há causa sem efeito. Não há, não pode haver, causa sem efeito. Que diz causa, diz efeito. A ideia de causa implica necessariamente e chama a ideia de efeito. Porque uma causa sem efeito seria uma causa do nada, o que seria tão absurdo quanto o efeito do nada. Que fique, pois, bem entendido: não há causa sem efeito.
    Vós, deístas, afirmais, enfim, que o Deus-Causa é eterno. Desta afirmação concluo que o Universo-Efeito é igualmente eterno, visto que a uma causa eterna, corresponde, indubitavelmente, a um efeito eterno. Se pudesse ser de outro modo, quer dizer, se o Universo tivesse começado, durante os milhares e milhares de séculos que, talvez, precederam a criação do Universo, Deus teria sido uma causa sem efeito, o que é impossível; uma causa de nada, o que seria absurdo.
    Em conclusão: se Deus é eterno, o Universo também o é: e, se o Universo também é eterno, é porque ele nunca principiou, é que jamais foi criado.
    É clara a demonstração?

    • jefry roger

      13 de agosto de 2013 em 02:00

      temos um lema na “academia”, aquele que explicar mais claramente utilizando de menos vocábulos, este é o mais coerente. se quizer que alguem leia seu comentário procure ser claro e mais direto.

  9. gato do apocalipse

    4 de agosto de 2013 em 08:24

    boa matéria
    sou deísta, Não acredito em entidade superior consciente, mas acredito que exista algo (que eu o chamo de Deus, pois não vejo outra forma de chama-lo),uma energia que esta presente em todo Universo-onipresente- e que mesmo inconsciente tem e teve a capacidade de criar o Universo,e suas leis-onipotente- mas por ser inconsciente não é onisciente.
    A meu ver a onisciência é impossível mesmo se existisse um Deus. Há tanta questão que nem vou me ater a isso, mas vale uma matéria legal “A onisciência é possível”. fica a dica

  10. Riddle Boy®

    3 de agosto de 2013 em 23:34

    Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.
    Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol?
    Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.
    Nasce o sol, e o sol se põe, e apressa-se e volta ao seu lugar de onde nasceu.
    O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento, e volta fazendo os seus circuitos.
    Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr.
    Todas as coisas são trabalhosas; o homem não o pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir.
    O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol.
    Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós.
    Já não há lembrança das coisas que precederam, e das coisas que hão de ser também delas não haverá lembrança, entre os que hão de vir depois.

    Eclesiastes 1:2-11

    Não vou falar de religião ou mandamento.
    Não tem como conhecer a Deus a não ser por fé, a verdadeira ciência esta em teme-Lo ( por respeito) Ele não esta preocupado com o conhecimento do homem ele nos ama e assim como é o amor de um pai pelos seus filhos semelhantemente é Ele para conosco.
    Não sou a favor de nenhuma desta filosofias, Ele é o que é e pronto independente de crer ou não.
    Nos somos muito limitados para entender isto, toda este tentativa louca da busca pelo conhecimento pode nos levar ao caminho errado que leva a JULGAMENTOS tolos tanto de RELIGIOSO quanto de INCRÉDULOS, não somos ninguém para jugar Seus atos por fé conseguimos compreender todas estas obras Dele.
    O certo e errado já esta na sua consciência e é são coisas que já estão escrito na Bíblia só não compreendemos porque nos falta fé mas Deus é paciente e conhece a nossa fraqueza.
    Todo este conhecimento é incrível mas não nos edifica, eu gosto muito de entender como as coisas funcionam tanto que gosto de fica só raciocinando do que me relacionar socialmente mas isto não importa, tenho certeza que Ele só quer que o conheçamos mais.

  11. Vitor Sousa

    3 de agosto de 2013 em 01:05

    Eis que é exatamente isso que penso, a religião é somente uma forma inventada de explicar o inexplicável e convenhamos de manipular um povo criando uma forma muito simplista de definir DEUS o próprio nome foi o próprio homem que inventou mas estamos a uma distância quase infinita de realmente compreendermos a idéia do que é DEUS, a espécie humana talvez não viva tempo o sufciente para compreendê-lo. Mas definitivamente ele não é um homem invisível que fica olhando tudo que nós fazemos lá do céu e possui uma lista de dez coisas que ele não quer que façamos, do qual se fizermos seremos jogados num lugar que só tem sofrimento queimando e sentindo medo, dor mesmo ele nos amando incondicionalmente até porquê é uma idéia que não faz sentido.

    • Leandro Pinheiro Dos Anjos

      10 de agosto de 2013 em 21:30

      Putz,falou tudo..

  12. Tywin Lannister

    2 de agosto de 2013 em 19:45

    Sabia que 5 milhoes de crianças com menos de 5 anos morrem todo ano? que muitos assassinos estão vivos e tirando a vida de inocentes nesse momento?Que pedofilos estão acabando com a vida de pobres crianças enquanto vc le isso? Quem quando uma pessoa morre seus familiares ficam rezando e rezando para essa pessoa ir para o céu? Que um assassino no corredor da morte pode orar e conseguir perdão de seus pecados ? Que milhões de pessoas estão morrendo de fome enquanto vc ora em vão?Que de acordo com o cristianiso 1,2 bilhão de pessoas vão para o inferno por rezarem por outro deus ?Uma coisa eu digo: se Deus existe ou ele é impotente ou não se importa com os humanos.

    • Riddle Boy®

      3 de agosto de 2013 em 23:40

      Amigo não fale de coisas que você não sabe, eu não tenho estas respostas mas você já fez alguma coisa para mudar esta triste situação, só pense bem antes de falar 😉

  13. Trevor

    2 de agosto de 2013 em 15:04

    a ciência ás vezes tenta explicar a existência de Deus, mas os elementos q o compõem forma um paradoxo(q já foi explicado aqui no Minilua), porém se quiserem provar a existência de Deus, terão q driblar uma questão, a do Deus à semelhança humana, terão q tentar acha-lo como uma existência e não como um ser, porém, alguns cientistas são ateus e não sem-religião( a diferença de ateus para sem-religião é q ateus tentam provar a não existência de Deus, os sem-religião apenas não tem crença) e isso dificulta essa pesquisa

    • jefry roger

      2 de agosto de 2013 em 18:01

      o paradoxo da onipotência é refutado pela teologia cristâ com o seguinte argumento. Deus criou Cristo, que tambem é Deus, (joao 1,1) Sendo assim, ele, Deus pai, é um só com o filho e virse versa, sendo que o Deus Pai é indestrutível, porem o filho, como humano e divino, tambem foi mortal e com limitações.

  14. Li Syaoran

    2 de agosto de 2013 em 14:19

    A questão em que a metafísica erra é a seguinte: o “primeiro motor” simplesmente NÃO É necessário devido à uma coisinha chamada “viagem-temporal”. Segundo Einstein, aquilo que se movesse na velocidade da luz poderia viajar no tempo, assim fica fácil explicar o começo de tudo: certas partículas se movem na velocidade da luz e viajam no tempo, desencadeando reações que geram o Universo e a si mesmas, que viajam no tempo e recriam o ciclo.

    • Gustavo Daniel

      2 de agosto de 2013 em 14:34

      um pequeno erro, a teoria da relatividade diz que se você viajar na velocidade da luz o tempo passa mais devagar para você do que no resto universo, então você não viajaria no tempo, somente não envelheceria enquanto o resto dos seres no universo e até mesmo o universo envelheceria,e não precisa ser na velocidade da luz, qualquer velocidade serve, mas para a diferença de tempo ser significativa tem que ser na velocidade da luz , pois em velocidades de carros, motos,etc a diferença é de menos de 1 segundo.
      se você chegar a 100% da velocidade da luz, o tempo iria parar para você e o tempo do universo ia acabar e você iria morrer junto com o resto do universo

      • Li Syaoran

        2 de agosto de 2013 em 15:05

        Ah é mesmo, desculpa. Eu confundi as teorias. A Teoria que valida a viagem no tempo para o passado (que é a que nos interessa aqui) é a teoria que dia que em escala muitíssimo pequena é possível viajar entre as brechas do espaço-tempo para o passado ou para o futuro. Seria impossível o ser humano fazer isso, mas pequenas partículas poderiam, talvez.

  15. Erick

    2 de agosto de 2013 em 14:11

    Agr um poema.
    Rosas são vermelhas.
    Violetas são vermelhas.
    Puts,quem deixou essas minas menstruadas passarem por aqui?
    .
    Ok n teve mta graça,mas eu n estou nem aí rapá!!!

  16. Noob Saibot

    2 de agosto de 2013 em 13:06

    Sabe quer dizer essa discussão de religião vs ciência ?

    Half life 3 confirmado mais um bônus de L4d 3

  17. Pedro Henrique

    2 de agosto de 2013 em 11:43

    a religião e a ciência, tentam dar conforto e dar respostas pras pessoas, acredito que se tentarmos explicar, racionalizar tudo, vamos ficar loucos tentando achar respostas e vamos perder nossas vidas tentando explicar uma coisa que “talvez” futuramente outros conseguirão achá-la, enquanto isso o que você vai ganhar? … Prefiro aproveitar minha vida e viver, do que morrer tentando achar uma provável resposta errada !!!.

  18. João Mello

    2 de agosto de 2013 em 11:03

    Quero que expliquem a distância exata do sol e da lua sobre nosso planeta, só isso,

    • Gustavo Daniel

      2 de agosto de 2013 em 14:24

      o sol fica a 149.600.000 km da terra, a lua fica a 384.405 km da terra e a aproximadamente 152.000.000 km do sol

      • gabriel machado

        2 de agosto de 2013 em 22:02

        Gustavo Daniel a distancia entre o sol e a lua varia de acordo com a posição dos mesmos assim como a distancia entre a terra e a lua
        por exemplo durante o eclipse lunar a lua esta mais longe do sol do que a terra mais durante o eclipse solar ela esta mais perto do sol. Portanto nâo existe uma distancia exata.

        • Gustavo Daniel

          2 de agosto de 2013 em 22:19

          não são exatos ,são aproximados, e as fontes são o google e a wikipedia então acredito que esteja correto, sobre a distancia entre a lua e a terra tinha um numero máximo que ela chega e um minimo mas não copiei, somente coloquei o valor aproximado que ele colocaram la.

  19. João Mello

    2 de agosto de 2013 em 11:00

    ” Eu tenho a total certeza que ele existe “

  20. Dark J

    2 de agosto de 2013 em 10:41

    Interessante. Não sábia disso.

  21. Leonam

    2 de agosto de 2013 em 09:22

    Gosto do assunto, mesmo sabendo que eu não tenho muito conhecimento sobre o mesmo.

    Gostei do texto, colocou novos pontos de vista em minha mente.

    Basicamente, ate o momento, eis o que acredito: acredito que posa haver uma força superior, uma inteligencia superior, algo que a humanidade chama de deus, mas, não acredito que esta mesma força superior foi a criadora de tudo da forma que os livros sagrados descrevem, neste ponto, acredito na ciência, na evolução da especie, no big ben.
    Não existe a minima possibilidade de eu acreditar que o homem foi feito de barro, a mulher de ossinho de costela ou em outros “contos” tipo, diluvio, apocalipse, salvador e por ai vai.

    Não me considero um ateu, embora já me declarei ateu algumas vezes, no passado eu gostava ate mesmo de ofender as pessoas que acreditam nisto tudo, gostava de ver a reação delas diante uma critica ou uma ofensa a sua crença. Hoje eu cresci e respeito a opinião de cada um, só não gosto quando algum crente me ataca como se eu, por não acreditar, fosse responsável pelas desgraças do mundo, eles, os crentes, pensam isto dos ateus.

    • Gustavo Daniel

      2 de agosto de 2013 em 14:13

      o certo seria big bang, big ben é um sino que fica em londres

    • Leonam

      2 de agosto de 2013 em 09:22

      Bom, é isto, com relação a força superiora que eu acredito tem alguns pontos que acho importante ressaltar: não acho que seja uma força, mas sim, uma raça, uma civilização, varias mentes, alienígenas talvez, eu disse TALVEZ. Ou algo como outra dimensão que existe após a morte ou coisa assim, ou ate mesmo algo que ainda nem sequer imaginamos, mas não acredito que esta força esteja presente em nossas vidas como os crentes acreditam, não creio que esta força ouça orações ou pedidos, talvez, aja interferência em alguns momentos da estoria, de forma sutil e eficaz para ajudar ou mudar algo importante em nossas vidas.

  22. Muller Montreal Canadiens

    2 de agosto de 2013 em 08:38

    Se Deus não existe então pra que vivemos?

    • Gustavo Daniel

      2 de agosto de 2013 em 14:11

      tem varias outras teorias, quem disse que precisa de um deus para o mundo existir?

      • Muller Montreal Canadiens

        2 de agosto de 2013 em 14:21

        vc nunca passou necessidades na vida?

        • Gustavo Daniel

          2 de agosto de 2013 em 14:37

          e desde quando você precisa de deus para parar de passar por necessidades?

  23. Leonardo de alburquerque santos

    2 de agosto de 2013 em 07:35

    Eu falei Goku existe o/

  24. Bardock

    2 de agosto de 2013 em 07:14

    Deus é criação da mente humana, foi “inventado” para explicar fatos que as pessoas da época não compreendiam.
    “A humanidade cresceu, e já é hora de parar com esses pensamentos infantis.”

    • Senna Costa

      19 de setembro de 2013 em 23:48

      ‘pensamentos infantis’ … a sua foto é do Bardock cara ¬¬

      • Italo Faviano

        3 de outubro de 2013 em 20:54

        Pelo menos não é do Raditz!

      • Bardock

        20 de setembro de 2013 em 06:43

        E desde de quando isso me proíbe de dizer certas coisas? Se eu prefiro não usar uma foto minha aqui, o problema é meu e você não devia se intrometer nisso.

        • Senna Costa

          20 de setembro de 2013 em 12:44

          A foto sem problemas… MAS SEU NOME TAMBÉM É BARDOCK !!!

          • Bardock

            20 de setembro de 2013 em 12:51

            Se a foto não tem problema, por que foi falar dela primeiro ao invés de falar do nome? Que segundo você, é o verdadeiro problema.

    • Walber Santarem

      4 de agosto de 2013 em 16:15

      não tem como ter certeza disso kra, Deus pode ser qualquer coisa (eu, particularmente acredito em um ser onipotente, onipresente e onisciente e que criou todas as coisas, essa é MINHA OPINIÃO), ele pode ser apenas uma energia que deu inicio a tudo, pensa bem:
      no inicio existia uma “pequena bolinha” muito densa e que essa bolinha de repente explodiu dando origem a todo universo que está até hoje em expansão ( essa é a teoria do átomo primordial de uma maneira bem simplificada). E se Deus, ou essa energia foi quem deu inicio a essa “pequena bolinha”?

      Deus pode ser qualquer coisa, como eu disse, eu acredito nesse ser onipotente, onipresente e onisciente, mas ele pode ser apenas uma energia que deu origem ao universo

    • Ronaldo Henrique Mendes

      2 de agosto de 2013 em 21:30

      cara, resposta perfeita

    • jefry roger

      2 de agosto de 2013 em 09:01

      a ciencia de igual maneira foi criada pela mente humana, é se no fundo, todos nós estamos em um tipo de matrix? não se pode afirmar que voce alcançou a verdade absoluta. Não existe Certo ou errado, somente argumentos mais sofisticados. A fisica quantica por exemplo acradita em fenomenos sobrenaturais, e formula-se até esplicaçoes mais logicas para axistência de Deus do para a negação dele.

      • Matheus Almeida

        4 de agosto de 2013 em 16:02

        Só que não faz sentido acreditar em algo por não saber se é real ou falso, por exemplo, não a provas que o deus do espaguete voador não exista, no entanto você não acredita nele, o ônus da prova recai sopre quem afirma. E lembrando que “deus não existe” não é uma afirmação é uma resposta que só faz sentido quando deus é invocado.

        • jefry roger

          4 de agosto de 2013 em 18:20

          concordo quando vc diz que não faz sentido acreditar em algo sem saber se é real ou falso, por isso defendo que partindo de imparcialidade as pessoas investiguem os dois lados, não guiados pelo movimento iluminista(que era tendencioso e não puramente investigativo) e tambem não baseado em uma fé a cega, porem investigando os argumentos e contra argumentos, a partir daí se pode tirar suas próprias conclusões. A respeito da sua ultima afirmação, ” E lembrando que “deus não existe” não é uma afirmação é uma resposta que só faz sentido quando deus é invocado.” na verdade é uma resposta inconclusiva ja que não prova nem evidencia a inexistencia, é uma argumento tão valido quanto dizer que deus existe porque existe,

  25. Lucas Rodrigues

    2 de agosto de 2013 em 06:49

    Na minha humilde opinião existe um ser superior, mas a minha dúvida é o criador deste ser.
    ????????
    Muitas perguntas sobre a existência de Deus vão permanecer sem resposta, talvez saberemos um dia, talvez nunca. Ainda existe outra teoria bem maluca que diz que estamos numa matrix, estamos num jogo sendo controlados assim como no filme. Seria verdade? Bom, tudo é possível nesse mundo maluco. Enfim, eu não tô afim de discutir religião, isso é um assunto complexo, já encheu o saco esse negócio de ficar aturando essa briguinha de ateus contra religiosos. Essa ciência não chega a uma conclusão definitiva, apenas prova algumas coisas, claro, a verdade absoluta nunca vai vir à tona, acho que daqui a alguns anos pode ser que encontrem, mas nunca vão saber o real criador do universo. E se existirem universos alternativos? Isso pode parecer coisa de louco, mas pode ser possível, existem tantas teorias que fica difícil dizer qual a mais correta, é uma coisa assim muito confusa.

    • gabriel machado

      2 de agosto de 2013 em 21:23

      Se estivéssemos em uma matrix o filme matrix seria uma ironia de matrix ? o.O

      • Lucas Rodrigues

        3 de agosto de 2013 em 06:28

        Se ESTIVERMOS em uma Matrix 😉

  26. Fellipo

    2 de agosto de 2013 em 01:35

    “Por ser uma ciência, vamos nos basear em alguns fatos”. Quem escreveu esse artigo, obviamente não fez muito bem o trabalho de casa ou não copiou direito da Wikipédia. A metafísica não é uma ciência, por esse motivo ela não se assemelha as outras áreas. Ela é uma linha de raciocínio, assim como a Teologia. A metafísica não é baseada em provas ou evidências e sim em o que pode “vir a ser”. É um pseudo-ciência que baseia sua linha de raciocínio em pensamentos filosóficos a partir de conclusões tiradas em acordo com seus pensadores. Esse post foi bastante tendencioso e uma forma de oferecer “provas” à religiosos, achando que a ciência prova ou, pelo menos, chega perto de provar a existência de Deus. Ciência é feita com provas e evidências, observando-as e assim tirando conclusões e hipóteses a partir das mesmas, para chegar a alguma solução ou conclusão.

  27. TENSEI

    2 de agosto de 2013 em 01:09

    existindo ou não, deus se tornou redundante…
    até o século XVI a religião detinha o monopólio da explicação de tudo como verdade absoluta. a responsabilidade pela criação de tudo era divino e ai de quem duvidasse! esse monopólio da fé começou a ser solapado a partir da obra de copérnico no século XV, e a de Galileu no século XVI, que substituíram o milagre espiritual pela realidade física… quando, há 300 anos Newton explicou que o movimento dos planetas podia ser compreendido por meio de leis físicas bem simples que não requeriam a intromissão dos anjos, tudo mudou. o avanço da física, da química e da biologia nos fez desvendar o funcionamento da matéria e dos fenômenos biológicos. ao mesmo tempo, esse avanço foi reduzindo o alcance do termo milagre até deixá-lo restrito ao que teria existido antes do big bang, a explosão primordial que criou o Universo há 13,7 bilhões de anos. agora, o milagre divino perdeu esse último bastião. a cosmologia do século XX chegou ao ponto em que podemos falar sobre a criação e a evolução de todo o Universo, um tema que não é mais do domínio exclusivo da teologia.
    conforme a ciencia evoluir, as duvidas creditadas a fé e religião irão desaparecer aos poucos!

    • Um qualquer

      2 de agosto de 2013 em 10:22

      Eu não contaria com isso se fosse você

    • jefry roger

      2 de agosto de 2013 em 08:45

      O movimento iluminista era mais um movimento politico religioso do que ciencia puramente. Pois a dominação religiosa por parte do império católico oprimiam duramente a liberdade de pensamento dos cientistas. Por esse e vários outros motivos grande parte dos pensadores se ocupavam em teorizar contrapontos a fé, sendo que em muitos pontos a ciencia condiz com os escritos bíblicos. No geneses é dito que havia uma unica porção seca de terra, ( pangeia) em isaías é dito que a terra é um globo( isso em 400 antes de cristo). em jó é descrito um dinossauro, A luz cosmica, a linguagem inata, entre muitos outros conceitos que as escrituras já haviam noticiado. Os iluministas não Seguem a ciencia por imparcialidade e sim por modo de revolucionar o sistema em que viviam. Quando Alguns governantes iluministas tomaram poder na frança o que fizeram? Mataram fieis e seus líderes, destruíam templos e os profanavam fazendo orgias. Muito racional não acha? Hoje em dia as novas gerações tem sido condicionadas a terem um pensamento critico somente contra crenças mas não contra a ciência, isso torna o individuo parcial e deste modo não haverá maneira de conhecer a verdade dos fatos. o ideal é seguir o método de estudo e pensamento imparcial, (como o proposto por Durkhein) e assim terá um bom conhecimento dos fatos para poder por sí só tirar suas conclusões (se isso for conveniente) e não baseado no capim com que somos alimentados por outros.

      • TENSEI

        2 de agosto de 2013 em 21:04

        existe causa e reação, a maioria das pessoas não sabem a diferença entre as duas…
        os apologistas da bíblia esquecem as interpretações originais do aramaico, hebraico
        e grego, se usam da hermenêutica… um dos argumentos mais tendenciosos é esse de isaias
        onde supostamente a bíblia dizia que a terra seria redonda, a palavra “hug” do aramaico
        tem sua interpretação original como “circulo”, os apologistas ficam livres para interpretar como
        quiserem e dizer o que quiserem. a ideia primitiva era de que a terra era exatamente um circulo
        plano, enquanto a passagem de isaias apenas diz circulo, diverssas outras passagens que
        costumam ser omitidas como em jó, amós, e provérbios que mencionam limites entre
        as águas, limitando as terra do abismo etc… outra história distorcida é o SOL TER PARADO
        (geocentrismo) se isso acontecesse os impactos seriam notáveis, a temperatura, as catastrofes
        geológicas, enfim… “AH MAS DEUS SABE O QUE FAZ” então se torna mais fácil dizer que
        a ciencia está errada, logo não tem motivos para explicar qualquer ocorrido,
        pois deus sempre sabe o que faz!

        • jefry roger

          3 de agosto de 2013 em 00:55

          O Aramaico como muitas das linguas antigas tinham palavras com muitos significados, porem a proposição feito por Isaias é de posição superior, não se pode assentar-se sobre um circulo. utilizando-se da exegese se pode compreender melhor o que ele disse. A questão dos limites as aguas desconheço. A questão do texto em josué, é afirmado que o dia foi o mais prolongado do que os demais, não se é informado um tempo exato, sendo que nos sobra o tempo relativo a sensação. previamente havia acontecido uma queda de meteoros, e entre umas das teorias que se aplicam a este texto se refere ao relatado por cientistas de Estocolmo, quando afirmaram que a terra sofreu uma mudança drástica de inclinação no dia 3 de maio de 1371 a.C. Teorizam que este fenômeno pode ter acontecido muitas vezes. Alguns afirmam que a terra vai concentrando uma carga magnética e cinética com impactos com pequenos corpos celestes, e quando essa carga se torna consentrada, acontece o que chamam de fenômeno de movimento aristotélico( “a materia se move ao seu lugar natural”) resultando em mudanças catastróficas na inclinação do eixo e do movimento de rotação da terra. culturas de varios lugares do mundo relatam fenômenos semelhantes. No peru, é citado uma grande noite devido os pecados de yupanqui pachacuti. Escritos chineses afirma que no 7 império o sol parou ao horizonte não permitiu a noite chegar, tribos norte americanas como os Ojibaways e os Omahas relatam coisas semelhantes. Alguns Cientistas até afirmam que esse fenômeno pode ocorrer novamente no presente século.

    • Estudante

      2 de agosto de 2013 em 01:11

      Sasque sempre com o comentário mais inteligente do post…

  28. Gustavo Daniel

    2 de agosto de 2013 em 00:32

    se existe um deus o que criou ele?

    • Livio Junior

      2 de agosto de 2013 em 13:40

      E se tudo começou com o big-bang, o que havia antes dele? Nada? Poeira cósmica? átomos? Acho que simplesmente é IMPOSSIVEL responder cara…

      • Gustavo Daniel

        2 de agosto de 2013 em 13:55

        a teoria diz que existiam átomos que ficaram “agitados” e explodiram criando o big bang

        • Daniel Leite

          7 de novembro de 2013 em 20:42

          vc colocou bem teorias não comprovadas , não da pra saber pq ninguem viu , ninguem ouviu ou sabe como exatamente foi , so especulações infinitas e nenhuma é satisfatoria

          • Gustavo Daniel

            7 de novembro de 2013 em 21:20

            e seu deus, quem viu ou ouviu ou sabe como é?

    • Bardock

      2 de agosto de 2013 em 07:15

      Os humanos.

    • Estudante

      2 de agosto de 2013 em 00:35

      Predo…

      • Pedro

        2 de agosto de 2013 em 00:55

        Go to sleep beast. Only talks shit.

        • Estudante

          2 de agosto de 2013 em 01:06

          não existem provas e nem evidencias…
          apenas especulações…

          • jefry roger

            2 de agosto de 2013 em 08:56

            que nem na ciencia.

  29. Luís Felipe

    2 de agosto de 2013 em 00:14

    Esse post disse exatamente o q eu penso. Porém n acho q essa ciência chegue a alguma conclusão, pelo menos enquanto eu viver.

  30. Nameless

    1 de agosto de 2013 em 23:30

    Uma dúvida que sempre carreguei comigo… Se Deus é a origem de tudo e todos… Qual a origem de Deus???

    • Pedro

      2 de agosto de 2013 em 00:04

      Num universo onde existem criaturas celestiais que criam coisas, não seria fácil explicar de onde ou como algo veio.
      Deus nunca disse que ele nunca foi criado, mas sim que na lógica deste universo que ele criou, ele é o todo poderoso e é o primeiro e o último.
      Tente ver isso de uma maneira mais ampla do que a própria religião diz, até por que a religião só prega aquilo que existe escrito, os mistério do além nunca poderão ser revelados por meros mortais.

      Uma coisa interessante é o que paulo fala pros romanos: – Quem conheceu a mente do senhor, e que foi seu conselheiro?
      O ser humano mal sabe o que acontece no outro comodo da casa como irá saber o que acontece no mundo de Deus….

      mas pensando bem, a partir de qual elemento surgiu o primeiro átomo mesmo?

      • Gustavo Daniel

        2 de agosto de 2013 em 00:37

        vocês dizem que a teoria da ciência não chega a lugar nenhum pois não daria para ter um primeiro átomo .
        mas o que criou deus? você não respondeu, só ficou enrolando então a teoria religiosa também não chega a lugar nenhum

        • Pedro

          2 de agosto de 2013 em 00:54

          As vezes o silencio da incerteza fala mais do que mil perguntas vãs.
          Certas coisas não vão ter resposta.
          Tanto Deus como o primeiro átomo precisariam ter tido um começo em algum momento, mas nem a religião consegue explicar isso e nem a ciência aquilo.
          A minha posição aqui é de defesa daquilo que eu sei que é real, contra algo que inventaram que é real, por que eu não to falando de Deus como algo distante e intocável, mas sim como algo que vive dentro daqueles que creem nele, o resto vive do vazio existencial que a ciência darwinista traz.

          é um detalhe que separa o homem de Deus, e isso se chama fé.

          e essa fé não é irracional e alienada, ela é fundamentada em experiencias vividas. darwin pra completar as teorias dele teve que se jogar de cabeça nas pesquisas e observações dele, mas aquilo foi apenas uma conjectura, ele nunca provou nada, pelo contrário, ele só trouxe mais perguntas.

          mas tem quem acredite naquilo de olhos fechados sem questionar, isso também é fé.

          chegamos a conclusão de que tanto cristãos como ateus, vivem de fé.

          • Gustavo Daniel

            2 de agosto de 2013 em 01:08

            darwin provou que realmente os humanos evoluíram de outros seres pelo fósseis e muitas outras teorias cientificas tem como provar como a gravidade e a relatividade pois é só testar, mas não tem jeito de provar que deus existe ,por que se eu falar para deus que se ele existe ele fazer alguma coisa se mexer ou algo assim nada acontece?

          • jefry roger

            2 de agosto de 2013 em 08:54

            Na verdade Darwin não provou só teorisou e tomaram isto como verdade absoluta sendo que o proprio antes de morres muitas veses disse que poderia estar errado. Nunca ouviu falar no Elo perdido? È, as escolas e a midia nunca iriam comentar sobre isto,. não lhes é conveniente.

          • Gustavo Daniel

            2 de agosto de 2013 em 14:06

            tudo na ciência é teoria, pois podem ser substituídas a qualquer momento por outras melhores, mas tem umas que já é quase impossíveis serem trocadas como as que eu falei no outro comentário ,elas já podem ser consideradas provadas, e sobre o elo perdido , segundo esse artigo de 2009 acharam ele http://hypescience.com/22049-o-elo-perdido-ancestral-mais-antigo-do-homem-e-encontrado/

          • jefry roger

            3 de agosto de 2013 em 01:57

            A conceito de Evolução natural é contraditório a um principio basico da ciencia biológica: “complexidade irredutível”, Darwin acreditava que as celulas eram organismos simples, e hoje em dia se sabe que os sistemas celulares são extremamente complexos e não podem ser explicados ou terem sidos desenvolvidos por etapas. os sistemas celulares interdependem de uma quantidade gigantesca de fatores, e se um desses fatores estivesse ainda se desenvolvendo, todo o sistema celular não funcionaria. outra questão é o salto na era pé-cambriana onde temos apenas algas e bactérias e no inicio da era cambriana já temos quase todos os filos desenvolvidos. e para uma bactéria se tornar um artrópode seria necessário um tempo bem maior, alem de que se voce se perguntar, de que os artrópodes evoluiram, a resposta logica seria de animais mais simples, porem não há fósseis desses animais. não existe só um elo perdido, mas numerosos. o proprio Darwin reconheceu isto como ” a objeção mais óbvia e mais séria a sua teoria”.

          • gato do apocalipse

            4 de agosto de 2013 em 08:55

            no entanto ao estudar a embriologia você vê uma célula única relativamente simples se torna um ser único e complexo. Quanto a complexidade a nível celular se você ler um livro de biologia, vai perceber que muitas das estruturas foram sendo desenvolvidas ao longo do tempo.

          • jefry roger

            4 de agosto de 2013 em 12:44

            seguindo esta linha de pensamento leva a teoria de Bergson de um impulso evolutivo, que indica como ele diz “elon vitae”, uma força que inicialmente promoveu a evolução.

          • gato do apocalipse

            5 de agosto de 2013 em 11:09

            não houve impulso evolutivo, demoraram milhões de anos para acontecer, o problema esta no inicio, o criação do DNA(outro post bom pra fazer)

    • AV£ F£NIX

      1 de agosto de 2013 em 23:34

      Ele se procria sozinho, voce deveria saber disso.

      • Nameless

        1 de agosto de 2013 em 23:42

        …Isso foi tão esclarecedor…!

  31. REzao

    1 de agosto de 2013 em 23:26

    [img]http://i.imgur.com/lAl8oca.jpg[/img]

    • Pedro

      1 de agosto de 2013 em 23:58

      existe o verbo discutir no vernáculo…

      mas estamos na internet não é mesmo…

      • REzao

        2 de agosto de 2013 em 06:04

        Não entendi, pode me explicar por favor…

        • King Bradley

          3 de agosto de 2013 em 03:42

          analfabeto, falo na cara

  32. Super

    1 de agosto de 2013 em 22:54

    Nenhum homem diz “Deus não existe”, a não ser aquele que tem interesse em que ele não exista.
    (Agostinho sobre ateus..)

    • AV£ F£NIX

      1 de agosto de 2013 em 22:57

      Só que pode ser ao contrário

    • AV£ F£NIX

      1 de agosto de 2013 em 22:57

      ”Nenhum homem diz ”Deus existe”, a não ser aquele que tem interesse em que ele exista.
      (Ateus sobre agostinho)

  33. Super

    1 de agosto de 2013 em 22:54

    E se não existir um começo de tudo? por que tem que existir um começo.. até pelo que eu saiba.. inventamos mais as coisas do que já existem..

  34. Super

    1 de agosto de 2013 em 22:50

    era o que eu tentava dizer aqui a muito tempo..
    ciência e religião se amam!!
    (um tapa na cara de uma sociedade alternativa)

    • AV£ F£NIX

      1 de agosto de 2013 em 22:54

      Se amam tanto q até beijaram de lingua!
      Q bunito

  35. Pedro

    1 de agosto de 2013 em 22:50

    Na teoria é muito bonito, mas na prática a ciência odeia toda e qualquer tipo de crença, superstição ou religião…
    Sejamos francos, eles não têm interesse em provar a existência de Deus, eles apenas buscam respostas.
    O meu problema não é contra a ciência ou as teorias, eu acho que toda ideia que mesmo de forma burra tente provar que há um sentido ou um começo é bem vinda.
    O meu problema é com os fanáticos, que pegam teorias e vivem aquilo como o que eles mais odeiam, uma religião.
    A ciência no impeto de anular a religião, virou uma religião e tragou a mente de diversas pessoas até boas, que como qualquer outro queriam respostas, mas tropeçaram na falta de conhecimento e talvez eu diria, coragem.
    O problema não é contra a ciencia mas contra a ideia de que a ciencia anula a religião e de que eu tenho que escolher entre darwin e Deus, por que se esse é o caso, eu já fiz minha escolha.
    A ciencia assim como a religião virou apenas um engodo, digo, pessoas se estapeando por $verba$, pra investir em pesquisas superfaturadas e fraudadas.
    Se as religiões do mundo não te satisfazem e você acha que a ciência sim, é algo particular, e se parasse por aí seria legal, e foi durante um tempo.
    O que vemos hoje em dia é uma nova leva de novos ateus, que não se contentam em viver suas inconvicções mas também se esforçam por tentar a todo custo desconfigurar as fés e os credos que estão arraigados na cultura do ser humano, há milênios. e pra que? vaidade? interesse? planos escusos?

    • Fellipo

      3 de agosto de 2013 em 07:14

      Apesar de ateu, devo concordar com você de que os novos ateus estão tão fanáticos quanto religiosos e isso me envergonha muito, pois acabam me encaixando nesse esteriótipo de “ateu profundamente religioso”. Mas não acho que a ciência tenta “anular a religião”. A busca para a compreensão do nosso universo acaba “ferindo” os religiosos, que já têm a sua ideia de universo e acham que alguém tentar entende-lo de uma forma mais técnica e, posso dizer, mais verdadeira, acaba sendo uma afronta as suas crenças. Assim aconteceu com Galileu Galilei, que ao inventar o telescópio, conseguiu descobrir que a teoria heliocentrista de Copérnico estava certa, porém teve que abandonar sua descoberta para não morrer pelas mãos de “homens santos” da Igreja Católica que não admitiam serem confrontados. A ciência não faz uma mega operação anti-religião, para desmoralizá-las, a simples busca por compreensão é uma forma de afrontar a religião. Assim como você citou sobre pesquisas fraudulentas, não podemos esquecer que A Igreja Católica fez muita mer## desde que Constantino lhes outorgou poder, começando pela traição ao Império Bizantino, a quem lhe deu poder, passando pela Santa Inquisição e chegando a lavagem de dinheiro, corrupção, nepotismo e pedofilia dentro do Vaticano nos dias de hoje. Não vejo problema algum em Deus(es) e muito menos em pessoas religiosas (afinal, cresci no meio de muitas). O grande problema, ao meu ver, são as religiões que servem como uma gigantesca barreira para o progresso de todos os campos da ciência. Se fossemos ficar ouvindo, obedecendo e acreditando em tudo que “homens de Deus” dizem, ainda estaríamos sendo jogados nas fogueiras santas acusados de BRUXARIA! A ciência pode ter seus contras, mas sem dúvidas é ela quem faz algo de concreto nessa mundo, em quase todas as áreas. Pra onde se olha hoje, se vê ciência. A igreja não sabe o mau que faz atrasando as pesquisas de células-tronco ou enviando missionários ao continente africano para dizer que camisinha e anticoncepcional são contra vontade de Deus e um ato pecaminoso, e ela sempre foi boa de meter o bedelho em assuntos que não são de seu conhecimento. Algumas pessoas precisam de religião pera o seu espiritual ou interior, mas para o MUNDO REAL precisamos de ciência. Precisamos de avanços, descobertas e conhecimento e não ficar ouvindo missionários nos dizendo como chegar a algum tipo de Jardim do Éden, quando nem eles mesmos sabem como chegar lá.
      A busca por conhecimento é uma blasfêmia colossal aos homens de Deus. Mas parabéns pelo comentário, Pedro!
      E mesmo eu sendo ateu, quero pedir aos ateus fanáticos que parem de atacar os religiosos, quais quer que sejam, vocês se tornam tão paranoicos quanto eles.

    • Fellipo

      3 de agosto de 2013 em 04:17

      Apesar de ateu, devo concordar com você de que os novos ateus estão tão fanáticos quanto religiosos e isso me envergonha muito, pois acabam me encaixando nesse esteriótipo de “ateu profundamente religioso”. Mas não acho que a ciência tenta “anular a religião”. A busca para a compreensão do nosso universo acaba “ferindo” os religiosos, que já têm a sua ideia de universo e acham que alguém tentar entende-lo de uma forma mais técnica e, posso dizer, mais verdadeira, acaba sendo uma afronta as suas crenças. Assim aconteceu com Galileu Galilei, que ao inventar o telescópio, conseguiu descobrir que a teoria heliocentrista de Copérnico estava certa, porém teve que abandonar sua descoberta para não morrer pelas mãos de “homens santos” da Igreja Católica que não admitiam serem confrontados. A ciência não faz uma mega operação anti-religião, para desmoralizá-las, a simples busca por compreensão é uma forma de afrontar a religião. Assim como você citou sobre pesquisas fraudulentas, não podemos esquecer que A Igreja Católica fez muita merda desde que Constantino lhes outorgou poder, começando pela traição ao Império Bizantino, a quem lhe deu poder, passando pela Santa Inquisição e chegando a lavagem de dinheiro, corrupção, nepotismo e pedofilia dentro do Vaticano nos dias de hoje. Não vejo problema algum em Deus(es) e muito menos em pessoas religiosas (afinal, cresci no meio de muitas). O grande problema, ao meu ver, são as religiões que servem como uma gigantesca barreira para o progresso de todos os campos da ciência. Se fossemos ficar ouvindo, obedecendo e acreditando em tudo que “homens de Deus” dizem, ainda estaríamos sendo jogados nas fogueiras santas acusados de BRUXARIA! A ciência pode ter seus contras, mas sem dúvidas é ela quem faz algo de concreto nessa mundo, em quase todas as áreas. Pra onde se olha hoje, se vê ciência. A igreja não sabe o mau que faz atrasando as pesquisas de células-tronco ou enviando missionários ao continente africano para dizer que camisinha e anticoncepcional são contra vontade de Deus e um ato pecaminoso, e ela sempre foi boa de meter o bedelho em assuntos que não são de seu conhecimento. Algumas pessoas precisam de religião pera o seu espiritual ou interior, mas para o MUNDO REAL precisamos de ciência. Precisamos de avanços, descobertas e conhecimento e não ficar ouvindo missionários nos dizendo como chegar a algum tipo de Jardim do Éden, quando nem eles mesmos sabem como chegar lá.
      A busca por conhecimento é uma blasfêmia colossal aos homens de Deus. Mas parabéns pelo comentário, Pedro!
      E mesmo eu sendo ateu, quero pedir aos ateus fanáticos que parem de atacar os religiosos, quais quer que sejam, vocês se tornam tão paranoicos quanto eles.

    • Kairos

      2 de agosto de 2013 em 11:34

      concordo com o que vc disse, mas tb temos q olhar o outro lado da moeda
      existem muitos fanaticos religiosos q nao aceitam o fato de outras pessoas serem ateus ou de outra religiao q vivem enchendo o saco, mas assim como eu nao gosto desses fanaticos religiosos , tb nao gosto dos “fanaticos ateus” q vivem querendo impor a “não-religião” pra cima dos religiosos usando o pretexto da ciencia
      O que sou: um “sem-religiao” (nao vou dizer ateu pq o conceito dessa palavra eh diferente pra cada pessoa) q nao gosta de criticar a religiao dos outros e q nao ve motivos pra acreditar em alguma das inumeras que há por ae 🙂

    • AV£ F£NIX

      1 de agosto de 2013 em 22:52

      VO ISPERA SAI O FILME
      ECA
      AFS

    • Estudante

      1 de agosto de 2013 em 22:51

      People killing, people dying
      Children hurt and you hear them crying
      would you practice what you preach
      or would you turn the other cheek

      Father, Father, Father help us
      send us some guidance from above
      ‘Cause people got me, got me questioning
      Where is the love

      • Pedro

        1 de agosto de 2013 em 23:04

        One Love!
        One Heart!
        Let’s get together and feel all right.
        Hear the children cryin’
        (One Love!);
        Hear the children cryin’
        (One Heart!),
        Sayin’: give thanks and praise
        to the Lord and I will feel all right;
        Sayin’: let’s get together
        and feel all right.
        Wo wo-wo wo-wo!

        Let them all pass all their dirty
        remarks (One Love!);
        There is one question
        I’d really love to ask (One Heart!):
        Is there a place for the hopeless sinner,
        Who has hurt all mankind just
        to save his own beliefs?

        One Love! What about the one heart?
        One Heart!
        What about?
        Let’s get together and feel all right
        As it was in the beginning
        (One Love!);
        So shall it be in the end
        (One Heart!),
        All right!
        Give thanks and praise to the Lord
        and I will feel all right;
        Let’s get together
        and feel all right.
        One more thing!

        Let’s get together to fight
        this Holy Armagiddyon (One Love!),
        So when the Man comes there will be no,
        no doom (One Song!).
        Have pity on those whose
        chances grows t’inner;
        There ain’t no hiding place
        from the Father of Creation.

        Sayin’: One Love!
        What about the One Heart?
        (One Heart!)
        What about the?
        Let’s get together and feel all right.
        I’m pleadin’ to mankind!
        (One Love!);
        Oh, Lord!
        (One Heart)
        Wo-ooh!

        Give thanks and praise to the Lord
        and I will feel all right;
        Let’s get together and feel all right.
        Give thanks and praise to the Lord
        and I will feel all right;
        Let’s get together and feel all right.

        .-.

      • REzao

        1 de agosto de 2013 em 23:04

        [img]http://4.bp.blogspot.com/-aWnCOTZ2RwM/Tby6A1ND5kI/AAAAAAAAAAU/or-4LpZWiK4/s320/where_is_the_love.jpg[/img]

  36. AV£ F£NIX

    1 de agosto de 2013 em 22:48

    CIENCIA E COISA DOS ILUMINATOS, E TUDO MENTIRA
    SE VOCE SE APEGA NA FÉ VC N MORRE E TUDO SE RESOLVE PRA VOCE
    CIENCIA BURRA BURRA BURRA
    BURRÃO
    ESSE FOI MEU COMENTARIO DO FUNDO DO MEU CORAÇÃO
    OBRIGADOS.

    • Lucas Dalcin

      28 de novembro de 2013 em 14:15

      É TU

    • Livio Junior

      2 de agosto de 2013 em 13:37

      Sabia que, uma possibilidade é a que você é um ateu, e que só postou tudo isso para outros acharem um fiel ou sei lá o que voce quis imitar mais ignorante… Não me convenceu…

      • AV£ F£NIX

        4 de agosto de 2013 em 21:58

        so ateu d sofa
        pode fica trankilo

    • REzao

      1 de agosto de 2013 em 23:06

      Mano, se mata e só revive daqui mil anos por favor

      • AV£ F£NIX

        1 de agosto de 2013 em 23:11

        COM JESUS EU TENHO A VIDA ETERNA.
        XIU AE
        PECADOR
        PE-CA-DOR
        QUANDO VC TIVER SEU NOME NO LIVRO DA VIDA VEM FALA CMG, BLZINHA ? XAU

        • Lucas Dalcin

          28 de novembro de 2013 em 14:15

          MENTIROSO

        • REzao

          1 de agosto de 2013 em 23:19

          Relaxa ai brother, eu não disse que sou ateu e vc não sabe da minha vida, eu só acho que vc ta muito exaltado fera, e não diga que tenho CAMSER

          • jefry roger

            2 de agosto de 2013 em 08:49

            cara ele so tá zoando as religiosos.

          • AV£ F£NIX

            1 de agosto de 2013 em 23:29

            q
            ta loko
            seu doido

          • Drubscky

            1 de agosto de 2013 em 23:35

            QM É OCÊ
            PA FALA Q
            O KRA
            É LOKO?

  37. 3 Hits

    1 de agosto de 2013 em 22:35

    Post interessantíssimo. Adorei mesmo. Eu acredito na existencia de um ser superior, apenas. Não creio em nenhuma religião, tenho minhas próprias interpretações.

    • Luís Felipe

      2 de agosto de 2013 em 00:10

      Concordo. Mas chamo de “existência superior”, pois pod n ser um “ser”.

      • 3 Hits

        2 de agosto de 2013 em 17:23

        verdade.

    • Nandy Martins

      1 de agosto de 2013 em 22:39

      Obrigada xD Achei legal seu ponto de vista.

    • AV£ F£NIX

      1 de agosto de 2013 em 22:35

      SEU POSER

  38. AV£ F£NIX

    1 de agosto de 2013 em 22:25

    DEUS EXISTE PQ TÁ NA BIBLIA, EXPLIQUEM ESSA ATÉUS

    • Lucas Dalcin

      28 de novembro de 2013 em 14:13

      ISSO É O QUE VC ACHA. AS PESSOAS INVENTARAM TUDO ISSO PQ NÃO TINHAM O CONHECIMENTO DA VERDADE. TUDO SE CRIOU COM O BIG-BANG, E QUANDO NÓS ERAMOS O HOMO ERECTUS APARECEU UNS CARAS EXTRATERRESTRES CHAMADOS ANUNNAKIS QUE VIERAM PRA PEGA OURO AQUI. DAÍ ELES NOS USARAM COMO ESCRAVOS MAS MISTURARAM O DNA DELES COM O NOSSO E FORMARAM O HOMO SAPIENS. E SE VC NEGAR A EXISTENCIA DOS ETES SAIBA QUE ESSE SEU DEUS QUE NÃO EXISTE NÃO TINHA NASCIDO NA TERRA E NEM MORAVA NA TERRA, ENTAO ELE SERIA EXTRATERRESTRE.

    • Erick

      2 de agosto de 2013 em 14:06

      AGR VC ME PEGOU!Mas…GOKU TAMBÉM EXISTE,n temos apenas textos q comprovam a existencia dele,TEMOS TAMBÉM IMAGENS E VIDEOS!CHUPA!
      hueheuheuehuehe

    • Eros Augusto

      1 de agosto de 2013 em 22:31

      A biblia foi escrita pelos homens.

      • AV£ F£NIX

        1 de agosto de 2013 em 22:33

        OS HOMENS FORAM ESCRITOS POR DEUS.
        XEQUE-MATE SEU ATÉU!

        • Eros Augusto

          2 de agosto de 2013 em 11:49

          Mas Deus é uma invenção da igreja(os homens) para controlar o povo ignorante.

          • jefry roger

            2 de agosto de 2013 em 17:48

            na verdade, se for parar para investigar, verá que existem provas da existencia de uma força superior até na ciencia, por exemplo na fisica quantica. Agora que é verdade que os homens se utilizam de qualquer coisa que lhes possa dar poder sobre os outros.

          • Eros Augusto

            2 de agosto de 2013 em 20:21

            Existem provas? Me mostre alguma!

          • jefry roger

            2 de agosto de 2013 em 23:50

            o pos doutor em física quantica pela universidade de Oregon Ami Goswami(indiano, filho de um guru) explica o conceito de consciencia quântica:”Na física quântica, os objetos não são coisas determinadas. São, na verdade, possibilidades dentre as quais a consciência quântica escolhe.” Estudos comprovados, pelos princípios da física quântica como o movimento descontínuo, não-localidade, causalidade descendente, inclusive o famoso principio da incerteza de schrodinguer( o fato de vc olhar dentro da caixa pode matar o gato ou não, ou seja o fato de pensar muda a realidade no nivel quantico)

          • Eros Augusto

            3 de agosto de 2013 em 13:21

            Isso não é prova nenhuma que deus existe, assim como não cabe a mim provar que deus não existe ,os religiosos que tem provar que ele existe foram eles que criaram essa teoria absurda

          • jefry roger

            3 de agosto de 2013 em 18:22

            Se voce não entendeu é outra história. existem muitas evidencias como estas. Agora se voce desconsidera ciência ninguém pode fazer nada, pois voce escolhe a ignorância ao invés da investigação. Além das evidencias quânticas, existem as históricas, porem não adianta falar a quem obstinadamente não quer ouvir. Porem se algum dia estiver disposto a buscar a realidade dos fatos, investigue por si próprio, não baseado em preconceitos religiosos ou antireligiosos. Procure investigar de maneira imparcial, e no fnal, se realmente voce teve disposição voce ira encontrar argumentos sólidos dos dois lados da moeda então voce tirará suas próprias conclusões.

          • Livio Junior

            2 de agosto de 2013 em 13:35

            Concordo completamente que a igreja engana e sim muitas pessoas, e acho varios costumes dela ridiculos, porém sou católico, acredito em Deus sim, mas não concordo com tudo da igreja, voce vai la porque quer( ou porque a sua mãe… né… então D:) mas não acho um tédio total ou perda de tempo ir a igreja, sendo sincero, é um pouco chato, as vezes ate que eu me animo um pouco, mas NÃO vai achando que eu sou CRENTE! E nem uso aquelas roupas e tal, mas eu digo muita coisa na na igreja QUE OS HOMENS criaram é desnecessária, mas mesmo assim acredito em Deus, mas sou totalmente aberto a mais teorias sobre o inicio, não sou daqueles religiosos ignorantes, eu escuto, penso, concordo ou discordo, e se eu fosse ateu… Euu não sairia por ai xingando os fiéis, ou SEMPRE dizendo que deus nao existe e pronto. Mas “pelo amor de deus” não vá achar que eu estou dizendo que os ateus fazem isso e sim expondo a minha opiniao, mas além da vida eterna que todos desejam, eu desejo me divertir aqui mesmo, por exemplo vou jogar, ou então, fazer alguma coisa que eu goste assim que puder, então encerro esse comentário com um “XD” XD

        • REzao

          1 de agosto de 2013 em 23:05

          Deus, Darwin, moderação, por favor, alguém, alguém da um ban nesse cara .-.

      • Estudante

        1 de agosto de 2013 em 22:32

        E os homens foram criados por Buda.

        • Capitão Jack Sparrow

          1 de agosto de 2013 em 22:44

          Buda na verdade não é considerado um Deus para os budistas, ele foi uma pessoa comum, ou melhor um príncipe comum, que nunca saiu do palácio, quando saiu vio a pobreza a doença etc. Foi ai que ele saiu em busca da iluminação e assim que foi de Sidarta Gautama, um príncipe, até virar Buda: O iluminado.

          • Eros Augusto

            2 de agosto de 2013 em 11:49

            Buda não é uma pessoa, é um titulo para alguém que atinge certo nível espiritual, já existiram vários budas.

          • Capitão Jack Sparrow

            2 de agosto de 2013 em 12:06

            Eu apenas mencionei Sidarta Gautama o fundador do budismo.

          • Capitão Jack Sparrow

            2 de agosto de 2013 em 12:05

            Exatamente.

          • Estudante

            1 de agosto de 2013 em 22:50

            Sempre achei que Buda fosse um daqueles elefantes que fica na fase do Dhalsim no Super Street Fighter 2 .-.

          • AV£ F£NIX

            1 de agosto de 2013 em 22:46

            MEMTIRA, PARA DE MENTIR
            SEU TOSCO
            MENTIROSO
            SEU BURRO
            SUA BURRICE É BURRA
            BURRÃO
            SEU BRAÇO É BURRO
            KALESTABOKA SEU BURRO

          • Hipnos Mors

            21 de novembro de 2014 em 10:11

            quando vou ler seu comentário preciso decifrar saporra , vc acredita em “Deus”, Foda-se vc ,da erro no Sistema quando vou ler -_-“

  39. Estudante

    1 de agosto de 2013 em 22:22

    Este estudo equivale a acreditar ou não acreditar. Não há prova alguma tanto da existência de um ser superior bom ou mau. Como se diz o ditado: Papel aceita tudo. O que conhecemos esta no papel. Qualquer pessoa mais afortunada mentalmente e com uma boa oratória pode convencer milhões.(Ex: O nazismo e não darei mais exemplo porque pode ferir as pessoas menos afortunadas mentalmente). É irrelevante para nos saber se há um criador ou não o que devemos fazer é usar o que a natureza nos dotou ( inteligencia). Ao usar a inteligencia estamos respeitando tanto o possível criador como a natureza da existência. Neste debate de quem tem razão ou não é totalmente sem sentido. Acho que todos nos procuramos a imortalidade e o pavor de morrer é real, gerando assim crendice. Conclamo a todos a focar o nosso verdadeiro inimigo (A MORTE). PARA VENCER ESTE INIMIGO PRECISAMOS DE MEIOS FÍSICOS E QUÍMICOS. A fé não nos salva da morte isto é fato. No estudo químico humano todas as células defeituosas podem ser regenerada e reposta: a pergunta é: Porque não focarmos no problema? A crendice procura um milagre e o milagre somos nos, nossos corpos, nossa química, nossa inteligencia. Pense nisto. 😕

    • Li Syaoran

      2 de agosto de 2013 em 13:50

      Eu não acho que seria bom que a humanidade alcançasse a vida eterna. Em primeiro lugar porque assim que ela fosse descoberta os homens iriam se matar para tê-la, e mesmo que conseguíssemos levar a imortalidade a todos os humanos (o que é altamente improvável), tenho certeza que eles iriam se destruir por puro tédio.

    • jefry roger

      2 de agosto de 2013 em 08:22

      Como você disse papel aceita qualquer coisa, até ciência. A ciência não é perfeita nem onisciente também. Ela está em desenvolvimento. Em muitas questões ela se contra diz, é inconstante e em vezes tem respostas inconclusivas. Segundo a ciência o sentido da existência e da ordem para a desordem, opositando a evolução onde existe ordem. o ser humano nunca foi capaz de ver um átomo (por que para isso seria necessário uma luz muito forte, e essa luz mudaria o original estado de um átomo), os cientistas teorizam (racionalizam) e fazem experiencias (observam) para tirarem sua conclusões, mas esse método é inconclusivo e muitas das vezes levou a humanidade a erros, por exemplo, ao observarem os céus, os antigos achavam que a terra era plana e que o céu era uma cúpula por onde passavam as estrelas, (teorizavam desta maneira) como experiencia eles utilizavam-se das estrelas para se guiarem nos mares (observavam desta maneira) e isso foi “absoluto” por muito tempo, a té que se teorizou algo mais sofisticado, e assim por diante. A ciência não é absoluta. Muitos outros erros aconteceram e acontecem hoje em dia e que so em muito tempo serão elaborados teorias mais proximas da realidade.

      • Matheus Almeida

        4 de agosto de 2013 em 16:12

        A ciência não se contradiz pois ela não é um “ser”, ciência é uma área de estudo sobre os fenômenos da natureza, ou seja não é uma instituição unica, o que existe são pesquisadores da área que desenvolvem as mais variadas teorias para explicar os fenômenos, essas teorias podem ser diferentes ou semelhantes, a questão é que só são aceitas como realidade as mais plausíveis ou as que se provaram realidade como a gravidade, e mesmo assim essas teorias, esses fatos, são sempre revisados e aperfeiçoados, por exemplo a teoria da evolução não parou com Charles Darwin, até hoje esta sendo revisada, assim como a gravidade do Sir Isaac Newton.

        • jefry roger

          4 de agosto de 2013 em 18:30

          me referia aos que tem a ciência como instituição unica e absoluta. De fato as teorias devem ser consideradas, porem nada pode ser tido por absoluto. As teorias ainda serão muito aperfeiçoadas. Algumas ja adquiriram certa sofisticação porem há teorias que entram em conflitos com outros campos do conhecimento, (paleontologia e darwinismo por exemplo.)

    • Little Uchiha™

      1 de agosto de 2013 em 22:56

      Mas you see, Estamos tentando fugir da morte sim mas não da carnal, porque ela assim como o especial do Roberto Carlos no fim do ano é certa.
      Fugir da da condenação espiritual, Alcançar a vida eterna é o objetivo, infelizmente como vc diz tem os boa lábia que se aproveitam disso e viram falsos profetas e essas coisas.

    • 3 Hits

      1 de agosto de 2013 em 22:36

      Muito bom comentário, muito bom mesmo. É exatamente oq eu penso.

      • Estudante

        1 de agosto de 2013 em 22:44

        Sua lesma,até pra pensar sou mais rápido :p

        • 3 Hits

          1 de agosto de 2013 em 22:51

          Continue achando que este fato não verdadeiro corresponda a sua expectativa de ter a velocidade que não és capaz de proporcionar.

        • AV£ F£NIX

          1 de agosto de 2013 em 22:47

          kalaboka se n vo te aregasa no soco

      • AV£ F£NIX

        1 de agosto de 2013 em 22:43

        Vlw!

    • Pedro

      1 de agosto de 2013 em 22:36

      Eu não consigo gravar muito bem o que você copia por que você copia de uma maneira burra…
      .-.

      • Estudante

        1 de agosto de 2013 em 22:39

        Esse tema gera mais perguntas do que propriamente respostas…
        mas tem quem goste… .-.

  40. eduardo (eduh)

    1 de agosto de 2013 em 22:21

    hum…interessante.

  41. Kairos

    1 de agosto de 2013 em 22:17

    fiquei tonto lendo esse post @_@

154 Comentários
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