Minilua

Entrevista Minilua: Waldenis Lopes #6

Pois é, e no especial de hoje, uma das figuras mais populares do site. A todos é claro, uma excelente leitura!

Entrevista Minilua – Waldenis Lopes

1-Bom, e para começarmos, gostaria que você contasse um pouquinho mais sobre você. Os seus gostos, os seus hobbies. Sinta-se a vontade!

Bem, meu nome é Waldenis (Angélico) Lopes. Eu me considero uma pessoa amigável. A sinceridade pra mim é importante, e por incrível que pareça, eu não consigo mentir! Hahaha!

Sou chato, comunicativo e um pouco hiperativo. Tenho sempre que estar fazendo alguma coisa. Às vezes sou lerdo e distraído (o que causa raiva ao meu irmão caçula).

E quando a preguiça bate nada me tira dela. Escrever pra mim é a maneira que encontrei de extravazar todas as ideias que perpetuam na minha cabeça.

Eu gosto de desenhar, e não é só um hobby, eu levo a sério o assunto. Tanto que em março terei um mangá meu publicado numa revista do Rio. Hoje eu não me considero tão viciado em animes como era antigamente, mas sempre que posso acompanho os meus favoritos.

2-Hum, que interessante. Há quanto tempo você conhece o site?

Conheço o Minilua desde o final de 2011. Mas foi só em fevereiro de 2012 que comecei a comentar no site e a acompanhá-lo com mais frequência.

3–Se interessa por muitos assuntos?

Além do Minilua, eu sou fascinado pela cultura nipônica e pela história do mangá. Já até estudei um pouco de japonês, mas acabei desistindo! Eu procuro saber de tudo um pouco, sem compromisso e sem querer ser o az no assunto.

Música, “to” sempre por dentro do que está acontecendo, busco saber coisas até daquele artista que a ‘massa’ desconhece. Gosto de ver imagens góticas, sim! Creepypastas!

Não gosto muito de política, mas sei o que se passa. Observar o cotidiano das pessoas também é um assunto pra mim, consigo colher preciosas informações que poderei até usar nas minhas histórias.

4-E sobre os contos me conte. Como surgiu essa paixão?

Eu sempre escrevi. Mas não eram contos. Eram roteiros para as minhas histórias em quadrinhos, normalmente fantásticas! Eu tinha dificuldade em retratar o real, pois a fantasia era mais legal de se trabalhar a meu ver.

Porém, quando eu estava trabalhando e não tinha nada pra fazer e como eu não conseguia desenhar fora de casa eu escrevia. E aquele ambiente de trabalho era estranhamente estimulante para a minha mente.

No começo eram contos curtos totalmente surreais! Mas um dia, me veio uma luz! E eu decidi escrever sobre os sentimentos de uma garota na primeira pessoa. Para isso, tive que observar e conversar com umas amigas, pra saber como funcionava a mente feminina (mulheres são confusas) e surgiu “No Limite da Amizade”.

Eu finalmente escrevi algo real e palpável; um pouco fantasioso, mas… Aí sempre que eu me sinto pronto escrevo um conto.

5-Conhece muitos autores? Quais os seus favoritos?

Não conheço tantos. Mas tenho os meus favoritos. Fernando Sabino; acho-o muito inteligente e sua obra que eu acho muito bem contada e simples é “O bom ladrão”.

Eduardo Spohr, que escreveu o detalhadíssimo “A Batalha do Apocalipse”. André Vianco, que escreve sobre vampiros com uma maestria fenomenal, autor de “Os sete”! Ana Beatriz Barbosa, que escreveu “Mentes Perigosas”. Não posso deixar de fora J.R. R Tolkien que sou fã sem medidas e J.K Rowling!

6-Entre os contos postados, qual você mais gostou?

Eu achei “A porta do segundo andar” o máximo! “Gélido Fervor” também, muito bom. “Aquele que vive em tédio” também. Nossa, eu gosto de muitos! “A casa dos contos” achei muito divertido!

7-Mudando de assunto, onde você vive? Que lugares você mais gosta?

Eu moro no Distrito Federal, numa cidade que fica a 40 km do centro de Brasília. Planaltina é o nome dela. Eu gosto muito de ficar em casa! Mas não sou antissocial.

Os lugares mais legais de se ir são em Brasília mesmo. O Boliche, o teatro, o Parque da cidade (onde tem infinitas coisas a se fazer) e os Shoppings! Um em particular já teve alguns suicídios! (Inspiração!) Foram trágicos. Aqui em Planaltina é a casa dos amigos e a pizzaria mesmo.

8-Se interessa por cinema, teatro? Em caso afirmativo, por quais gêneros?

Sim, sim. Mas não vou com muita frequência aos dois. Mas quando vou, sempre é pra assistir algo muito bacana. A maioria das vezes que fui ao teatro foi para me apresentar (feel like actor). Eu curto comédia, filmes de drama e de aventura. Ação eu só vejo se os atores forem muito conhecidos. No teatro a mesma coisa, tirando a ação e a aventura. Drama e comédia.

9-E em termos de música, o que mais gosta, e o que mais odeia?

Eu gosto muito de rock, pop-rock, pop, K-pop, J-pop, tecno-pop, eletrônica, gospel e salva algumas sertanejas. Eu não gosto de funk (perdão aos que curtem) e sertanejo universitário é piada.

10-Costuma sair com frequência? Possui muitos amigos?

Não saio com muita frequência. Eu posso dizer que tenho bons amigos, não são muitos, mas são fiéis e confiáveis. Com eles saio sempre que posso.

11-Namora, fica, é viúvo? Qual a sua condição? (risos)

Eu não namoro. Já tive a época de rolos e ficadas. Vale ser viúvo de ex-namorada? Estou solteiro. Tenho tempo livre! Kkkkkk’

12-Que lugares você gostaria de conhecer?

O Rio de Janeiro, Rio Grande do sul, Fortaleza! O Japão! Nova York também ou Califórnia.

13-O que mais te agrada, e o que mais te irrita nas pessoas?

Gosto de simpatia, educação, hospitalidade, bom senso de humor, solidariedade com o outro e sinceridade. O que me irrita claro é quando a pessoa é volúvel (que se deixa levar), duas caras, antipática, mal humorada, metida e que se acha a conhecedora da verdade.

14-E por fim, que mensagem gostaria de deixar?

Vivam a vida da forma mais leve possível, sem exageros, pois nada é mais importante, não é mesmo? Quem possui fé, procurem se espiritualizar e buscar a Deus! Para quem não a possui, sejam caridosos, educados, respeitem uns aos outros.

Não fiquem parados esperando que algo que desejam caia do céu, nada neste mundo vem fácil, nada é de graça, tudo é ação e reação, dar e receber, lute pelo que quer e mesmo que demore, colherá os resultados.

A amizade é um presente divino nas nossas vidas, o que seríamos de nós sem amigos? Façam amizades! Mantenham as antigas, conheçam outras pessoas! Se imponham na sociedade, não se tornem apenas ‘um produto do meio’.

Nadem contra a maré! E claro, respeitem seus pais! Deus nos deu a vida, mas eles podem tirar! Hahaha!