Minilua

A estranha arma do crime #2

Assassinatos ocorrem todos os dias. Muitas vezes, eles envolvem armas de fogo ou facas. Mas em alguns casos, o bandido apela para coisas bem estranhas:

Colher

Richard Clare era um traficante preso em um centro de reabilitação para pessoas com problemas com drogas. Um dia, ele resolveu fugir do local para cobrar uma dívida. Timothy Magee era o devedor, mas não tinha nenhuma grana naquele momento.

Por causa da falta de pagamento, os dois homens entraram em uma briga e, para não ficar de “mãos abanando”, Richard pegou o celular de Magee. Uma briga física se inciou nesse momento. No meio do socos e chutes, Richard pegou uma colher e bateu na nuca de Timothy. Para a sorte do atacante e azar do atacado, a colher estourou uma veia e partiu o crânio de Magge. O homem morreu em poucos minutos devido ao sangramento.

Para completar essa história maluca, Richard não foi considerado culpado pela morte de Magee. O juri entendeu que a luta causou uma situação de legítima defesa para o atacante, que ficou preso por apenas sete dias, só poque tentou roubar o celular.

Micro-ondas

Você deve estar imaginando alguém batendo em outra pessoa com o micro-ondas até matá-la, mas essa história é muito, muito pior.

Após uma briga com seu namorado por causa da recém-nascida, China P. Arnold, que tinha uma filha de 28 dias, resolveu matá-la. Mas em vez de métodos mais tradicionais, ela resolveu enfiar sua filha em um micro-ondas e cozinhá-la até a morte. Por dois minutos, a criança foi aquecida, até que sua temperatura interna ficou muita alta. Pouco tempo após ter sido retirada do micro, a bebê morreu.

A mãe foi condenada a prisão perpétua, sem possibilidade de regime aberto.

Vagina

Essa história não chegou a causar uma morte, mas sua bizarrice é tão grande que precisa ser citada.

Tudo aconteceu em São José do Rio Preto, uma cidade a pouco mais de 400 quilômetros de São Paulo. Uma mulher estava infeliz com seu casamento, mas o marido não lhe dava o divórcio. Sem saber o que fazer, ela resolveu tomar uma medida definitiva.

Enquanto o marido estava fora de casa, ela passou veneno na vagina. E assim que ele apareceu, a mulher esquentou o clima e pediu um sexo oral. Quando chegou perto do “local do crime”, o homem sentiu um cheiro muito estranho e resolveu levar a mulher ao hospital.

Chegando lá, foi descoberto que o cheiro vinha de um veneno, que a mulher havia passado na perseguida para matar o marido. Felizmente, o marido sobreviveu e quem quase morreu foi a mulher, pois o veneno poderia ter entrado em sua corrente sanguínea.