Gerald Blanchard: O Gênio do crime

Nós estamos acostumados a vermos ladrões pouco sutis agindo em casos onde armas são usadas para roubar pequenas quantidades de dinheiro, mas existe um outro ramo de ladrões, muito mais geniais, capazes de roubos que você nem imagina.




O grande roubo – Parte 1

Schloss-Schönbrunn-Palácio-e-Jardins-de-Schonbrunn

Era uma noite de junho de 1998. No céu, um homem sobrevoava a cidade de Viena, indo em direção ao Castelo Schloss Schönbrunn. A visibilidade era boa e as luzes do local serviam para criar um alvo na escuridão. Na cabine, o piloto seguia o plano de voo rigidamente estabelecido.

Poucos minutos depois, o sinal de salto foi ligado. O avião seguiu seu rumo, porém um dos ocupantes tinha pulado no vazio. Segundos depois, um paraquedas escuro se abriu sobre a noite, sem ser notado por ninguém, e, instantaneamente, uma luta com os ventos se iniciou. O pouso precisava ser perfeito. Um erro de poucos metros poderia ser fatal. Com toda a perícia de anos de prática, Gerald caiu sobre o telhado do castelo e escorregou até parar na ponta, pendurado pelos braços. Após o pavor inicial, ele retomou a concentração e voltou a seguir o plano que estava guardado, em todos os detalhes, dentro de sua cabeça.

Nos poucos minutos seguintes, Gerald entraria para a história em um dos mais bem-feitos e incríveis roubos de todos os tempos…




O começo

gerald-blanchard

Nascido em Winnipeg, no Canadá, Gerald iniciou sua vida de crimes aos seis anos de idade. Seu primeiro furto foi um caixa de leite em uma venda perto de casa. O que seria apenas uma aventura de criança, transformou-se em um vício. Segundo as palavras dele: “Eu era viciado.”

Já na escola, Gerald se interessou pelo funcionamento de dispositivos mecânicos e eletrônicos, estudando seu funcionamento e tentando entender cada detalhe. Em poucos meses, ele era capaz de desabilitar complexos sistemas de segurança e sua vida de crime prosperou. Em 1988, com apenas 16 anos, Gerald comprou uma casa no valor de 100 mil dólares. Todo esse dinheiro provinha dos golpes que ele dava e lugares que roubava.

Em 1993, ele acabou sendo preso pelos policiais locais. Em um momento de distração, quando os interrogadores saíram da sala, Gerald conseguiu se esgueirar para a sala seguinte, onde, devido a uma pequena falha no forro, foi capaz de se esconder. Poucos segundos depois, a delegacia virou uma confusão, todos achando que o ladrão havia fugido pela escada de incêndio. Ouvindo aquilo, Gerald ficou no forro por duas horas, até que as buscas por ele cessaram. Assim que teve oportunidade, ele desceu, roubou um uniforme de polícia e saiu pela porta da frente da delegacia.




A fase dos bancos

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Todo o ladrão talentoso deseja, além da adrenalina, o dinheiro, por isso Gerald começou a roubar bancos. Em 2001, durante um passeio pela cidade de Alberta, ele notou que um prédio, que viraria um banco, estava sedo construído. A partir do dia seguinte, usando os mais variados disfarces, ele começou a frequentar a construção. Algumas vezes, mais ao final da obra, ele passava as noites entre as paredes não terminadas. Seu plano ficou pronto muito antes do fim da obra.

Durante a fase de planejamento desse assalto, Gerald conheceu sua parceira de crimes: Angela James, uma bela mulher que, assim como ele, era apaixonada pela adrenalina do roubo. Em poucos meses, os dois se tornaram parceiros inseparáveis, mas nunca se relacionaram.

O primeiro roubo da dupla, apesar de todo o planejamento, não rendeu muito dinheiro, pois haviam poucos caixas eletrônicos no lugar, porém a carreira do crime nos anos seguintes foi incrível.

No início de 2004, Gerald iniciou seu planejamento para roubar o Banco Imperial Canadense. Durante muitas noites, ele invadiu o lugar pelo sistema de ar-condicionado, instalando uma câmera e um monitor de bebê atrás da parede onde os caixas eletrônicos ficavam.

No dia do roubo, ele conhecia o banco e todos seus sistemas de segurança como ninguém. A porta foi facilmente aberta em alguns segundos. Os alarmes iam sendo desativados por ele a cada passo. Em menos de um minuto, Gerald estava na sala dos caixas. Em 90 segundos ele retirou todo o dinheiro dos caixas. Poucos minutos após sua entrada, ele saiu do local, levando mais de meio milhão de dólares.

Quando a polícia chegou ao banco, todas as portas estavam fechadas e não havia sinal de problemas. Naquele momento, todos pensaram se tratar de um falso alarme. Na manhã seguinte, quando o banco abriu, o caos surgiu. Seis dos sete caixas eletrônicos haviam sido roubado, sem que nenhuma nota ficasse para trás. As gravações de segurança também já eram (alguém tinha roubados os HD’s). Enquanto a polícia buscava digitais nos caixas ou nas portas, Gerald estava sentado em casa, ouvindo tudo que se passava dentro da sala dos caixas, pois a babá eletrônica permitia que ele espionasse as investigações.

Essa vantagem estratégica fez com que ele fosse capaz de mudar os rumos da investigação. Sabendo o nome dos envolvidos e também quem eram os gerentes do banco, o ladrão ligava dando pistas erradas sobre quem havia feito o assalto. Para a polícia ele disse que foram os homens da manutenção. Já o gerente do banco ficou sabendo que era culpa do empreiteiro da obra… O mais incrível era que todos acreditavam nele, pois um dos caixas eletrônicos tinha ficado intacto e essa informação não era pública. Gerald, de antemão, havia previsto que, se deixasse um caixa sem ser roubado e usasse essa informação para apoiar suas ligações, seria levado a sério e foi exatamente isso que aconteceu.

O caso do Banco Imperial Canadense parecia mais um crime perfeito, porém o acaso fez tudo desmoronar. Todas as noites, quando iam fazer alguma observação no lugar do roubo, Angela e Gerald usavam o estacionamento de um mercado próximo para deixar o furgão. Em uma das noites, o guarda local, que odiava as pessoas que usavam o estacionamento de noite, anotou a placa do veículo. O furgão era de uma empresa de aluguel e tinha sido alugado por Gerald Daniel Blanchard.




Investigação

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A equipe da polícia local montou um time para pegar Gerald, mas ele fugiu antes que pudessem localizá-lo. Durante dois anos, ele ficou longe, apenas aproveitando todos os milhões que havia ganho em sua carreira de crimes.

O caso esfriou e nada estava sendo feito sobre o roubo do banco, mas um investigador, chamado Mitch McCormick, começou a trabalhar em alguns roubos não resolvidos, todos eles feitos por profissionais capazes de burlar os mais complexos sistemas, sem deixar pistas e evidências. Com algumas semanas de investigação, o policial encontrou um padrão. Todos os bancos eram roubados da mesma maneira: Alguém invadia o lugar de madrugada, levava todo o dinheiro dos caixas eletrônicos e os alarmes, sensores de movimento e câmeras eram desativados. Dezenas de crimes similares foram encontrados em todos o país, todos sem solução e todos com a mesma assinatura que levava a Gerald.

Telefones foram grampeados imediatamente e bastaram poucos dias para que o ego do criminoso gênio ajudasse a polícia. Gerald, apesar dos cuidados que tinha na hora do roubo, falava abertamente de seus crimes e planejamentos pelo telefone.

Ouvindo as linhas, a polícia descobriu detalhes de crimes antigos e também uma ligação de Gerald com o crime organizado na Inglaterra e no Cairo. Inclusive, durante a investigação, ele viajou para esses países, onde conduziu uma operação de roubo em caixas eletrônicos usando cartões clonados. O mesmo golpe iria ser aplicado no Canadá, mas após sua volta dessa missão internacional de roubos, Gerald foi pego pela SWAT.

Gerald alegou que poderia ter fugido, pois a polícia local não era muito boa em manter criminosos. Mesmo com essa oportunidade de liberdade, ele assumiu que alguém precisava colocar ordem em sua vida de crimes e que estava na hora de parar. Após muita negociação, ele resolveu contar tudo e confessar seus crimes. Em troca, ganharia uma redução enorme de pena e poderia estar nas ruas em poucos anos.

Das 42 acusações iniciais (que iam desde roubo até posse de equipamentos ilegais de impressão de cartões), Gerald assumiu apenas 16 e recebeu 8 anos, saindo da cadeia em dois. Ele teve que vender tudo que tinha para ressarcir o governo.

Durante os depoimentos, ele nunca entregou nenhum dos seus companheiros e assumiu inteira responsabilidade por tudo. Seus relatos mostraram dezenas de falhas na segurança de bancos, delegacias e diversas instituições. Desde 2010, Gerald, que já saiu da cadeia, presta consultoria de segurança a bancos e ganha mais dinheiro do que conseguia com seus roubos incríveis.




O grande roubo – Parte 2

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Poucos dias antes de saltar de paraquedas sobre o Castelo, Gerald visitou o local, onde viu uma das coisas mais belas de sua vida: A Estrela de Sisi, uma joia da coroa austríaca, feita com uma pérola perfeita rodeada por 27 diamantes.

Seu cérebro de gênio do crime começou a trabalhar freneticamente. Enquanto a guia de turismo contava a história da joia, Gerald catalogava mentalmente a posição dos detectores de movimento, alarmes e tentava entender o funcionamento do sistema de proteção da joia, que contava com um vidro a prova de balas, um sensor de peso e câmeras.

Enquanto todos iam para sala seguinte, Gerald se aproximou discretamente da câmera que havia em cima da joia e conseguiu desconectá-la sem ninguém notar. Como não houve movimento para o conserto nos momentos seguintes, ele soube que ela não era monitorada.

Em seguida, ele usou uma chave para abrir os parafusos que prendiam o vidro em volta da joia. Por último, sem que ninguém visse, ele se aproximou das janelas da sala e abriu os trincos.

Como quem não quer nada, Gerald deu uma volta pelo museu/castelo e comprou uma réplica da joia que pretendia roubar na noite seguinte. Bastou apenas uma volta pelo Castelo para que um mapa se formasse em sua mente, onde ele marcou a posição das câmeras, guardas e tudo que pudesse ajudá-lo.

Após a aterrissagem complicada, Gerald se esgueirou pelo teto, até a janela que ele havia deixado destrancada. Para sorte, ela ainda estava. Sua entrada foi lenta e cautelosa. No dia em que iniciou seus planos, ele notou que os sensores de movimento da sala não eram dos melhores e permitiam que alguém se movesse, desde que fosse bem lentamente.

Com toda a paciência do mundo, Gerald começou a mover o vidro protetor da peça. Mas antes que ele pudesse tirá-lo, usou uma faca para manter no lugar os sensores que checavam a presença do vidro. Agora sem a proteção, bastava pegar a joia. Com a mãos firmes e movimentos ágeis, Gerald trocou a original pela cópia, antes que o sensor de peso pudesse disparar o alarme.

Usando a mesma corda que lhe levará do telhado a janela, Gerald chegou ao jardim e sumiu na noite. Durante duas semanas, todos os turistas, que iam ao Castelo, admiravam a beleza de uma cópia mal feita e apenas após um exame minucioso que o roubo foi descoberto. A essa altura, Gerald estava longe de Europa. A peça ficou perdida até que o próprio ladrão resolveu confessar esse crime quando foi preso, devolvendo ela aos seus donos.

  1. Dannyllo Factal Scene

    27 de junho de 2014 em 18:04

    tem filme desse cumpadi ?

  2. Radomdude

    27 de junho de 2014 em 14:25

    A historia do cara e maneira, deviam fazer um filme sobre isso…… mas ao inves disso tão fazendo sobre a culpa e das estrelas aff

  3. VanDrak SubZero

    26 de junho de 2014 em 15:48

    putzzzzzzz… esse cara é um mestre :p

  4. Smk

    26 de junho de 2014 em 05:52

    Só eu que achei a Parte II parecida com a cena do filme 12 homens e um novo segredo ?

  5. Blue

    26 de junho de 2014 em 01:51

    aí você percebe que nem os ladrões do Brasil são bons

  6. Dr.V

    25 de junho de 2014 em 14:40

    Interessante 😛

  7. Bruno Fernando

    25 de junho de 2014 em 13:48

    Quem diria que a vida de Crimes o levaria a um ótimo emprego no Banco”

  8. Alicia Fernandes

    25 de junho de 2014 em 12:40

    que talento, não é porque és um crime que não podemos admitir que ele tem um talento excepcional.

  9. Noob Saibot

    25 de junho de 2014 em 12:17

    [img]http://i46.tinypic.com/4qidu9.jpg[/img]

    VAI CLEISSU!

    • Cleysson Alberto

      27 de junho de 2014 em 12:22

      gramdes merda otario

  10. Leonam

    25 de junho de 2014 em 11:10

    Tá ai, Gostei deste cara, virei fã.

    ps. metade do que ele faz é fácil, por exemplo, sei desarmar um alarme de sensores fácil fácil, ate ja fiz isto uma vez para provar que é possível, o dono do local onde eu trabalhava ficou impressionado, so que ao contrario do cara ai, prefiro não arriscar a minha vida, prefiro trabalhar do que me meter em enrascadas, embora eu tenha cada ideia… vejo falhas de segurança em tantos lugares… onde trabalho atualmente mesmo, tem tantas e tantas falhas na segurança que fico abismado como o governo paga tanto para uma empresa de segurança privada manter a segurança do local. (trabalho em uma instituição publica ligada a uma grande universidade)

    • Blue

      26 de junho de 2014 em 01:52

      eu sei,ta mais facil fugir de cadeia do que de escola

    • Bruno Fernando

      25 de junho de 2014 em 13:51

      Ladrões mesmo são os politicos, mesmo o povo sabendo que eles robam milhões, ainda elegem eles, eles sim tem meu respeito”

      • DCemblemático

        25 de junho de 2014 em 16:25

        Se o povo não elege eles então quem vai governa o pais???

  11. Eustáquio Filho

    25 de junho de 2014 em 04:39

    Em poucas palavras: o Geral Blanchard é incrível em uma mente brilhante e consegue quebrar o sistema (qualquer sistema praticamente) esse cara deveria ir pro Guinness Book ou quem sabe colocar seu nome no Hall da Fama!!!
    Independente da opinião, ele merece respeito isso é fato!!!

  12. Haidy

    25 de junho de 2014 em 02:48

    Bem..apesar de ser totalmente errado, não se pode negar que ele era um gênio, mesmo sendo pego, no final das contas ele ainda se beneficiou com o sistema, sim pessoas do tipo merecem o meu respeito, afinal algumas pessoas apenas sabem jogar até com as leis.

  13. Garota Infernal

    24 de junho de 2014 em 23:07

    Eu acho que as palavras genio e crime nao formam uma frase.

    • nono gk

      30 de junho de 2014 em 15:47

      Pq o errado n pode ser magnifico?genial?Viva essa sua vida de merda sendo certinha nesse mundo de merda q é o capitalismo

    • Sargento Genisclei Mata-Illuminate da Silva

      25 de junho de 2014 em 23:32

      Você deve estar confundindo o significado da palavra gênio.
      Um gênio é quem tem uma grande capacidade intelectual, ou que tem um grande domínio sobre determinado assunto.
      Não tem nada a ver com se ele usa essa genialidade pro bem ou pro mal.

    • Emmanov Kozövisck

      25 de junho de 2014 em 15:21

      Já eu discordo, pois cada um tem sua genialidade, que pode ser explorada de diferentes maneiras: ele, por exemplo, decidiu explorá-la com a criminalidade, mas isso não o torna menos gênio. Entretanto, eu suponho que há de haver uma discrepância entre o seu conceito de gênio e o meu; desta forma, respeitarei a sua opinião.

      • Radomdude

        27 de junho de 2014 em 14:21

        concordo com vc cara, ele agr ta ajudando os bancos e tals

    • Matheus Santiago

      25 de junho de 2014 em 10:16

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Lucas D

      25 de junho de 2014 em 09:09

      Claro que não, precisa de um ”do” entre elas pra poder formar.

    • DCemblemático

      25 de junho de 2014 em 07:59

      Que tal um Rei do Crime? he-he-he

    • Marvelunatico

      25 de junho de 2014 em 06:56

      E eu concordo. Por mais que alguém tente dizer que ele era bom no que fazia, o que ele fazia era errado, logo isso já tira todo o crédito dele, por mais que seja inteligente.

      • Adriano Saadeh

        25 de junho de 2014 em 11:47

        O cara tem dom, isso é fato!
        Mesmo que vá contra a ética

        • Terrorista

          25 de junho de 2014 em 23:01

          Ele é tipo um Robin Hood egoísta.

        • Beliel

          25 de junho de 2014 em 19:35

          Ele é o melhor no que faz, mas o que ele faz não é melhor.

          • Marvelunatico

            25 de junho de 2014 em 22:51

            By: Wolverine

        • Forasteira

          25 de junho de 2014 em 16:27

          Ele podia usar o dom dele pra “pensar como um criminoso” e ajudar a resolver crimes ou ter se tornado um gênio das programações. Mas provavelmente, se tivesse escolhido ajudar o lado do bem, teria morrido cedo, pois cagueta morre cedo.

          • Gato Endiabrado

            2 de janeiro de 2016 em 22:34

            Oi linda *_*

          • Marvelunatico

            25 de junho de 2014 em 22:52

            Mas ele é vassilão e vassilão morre cedo também.

        • Marvelunatico

          25 de junho de 2014 em 16:23

          Se foi contra ética já usou errado o dom. Se usou errado o dom, não tem o dom de usar o dom corretamente. Se não sabe usar o próprio dom, então não tem dom.

          • DCemblemático

            25 de junho de 2014 em 16:29

            What?????? he-he-he

    • Kratosm4niaco ÷=÷

      25 de junho de 2014 em 06:54

      Forma sim: o genio resolveu um crime.=)he-he-he

      • DCemblemático

        25 de junho de 2014 em 08:25

        Legal fera, agora me conta vai fica me imitando mesmo? he-he-he

  14. Terrorista

    24 de junho de 2014 em 22:58

    E eu achando que manjava tudo de grandes roubos porque jogava GTA V…

    • Forasteira

      25 de junho de 2014 em 16:28

      Sabe de nada, inocente…

  15. Sabrina

    24 de junho de 2014 em 22:57

    Gênios do crime são os políticos. Aqueles que se julgam no poder da nação, mas usam o bem da mesma pra si mesmo. É vergonhoso. E nós (a maioria da massa) somos os gênios da ignorância por poder enxergar mas não querer por acomodação.

    • Senhor do Tempo

      25 de junho de 2014 em 00:45

      São gênios do crime não, tomo mundo sabe que eles roubam só que ninguém se importa. 🙂

      • Radioativo

        25 de junho de 2014 em 01:14

        todo mundo se importa, mas todo mundo fica sentado reclamando ao invez de fazer algo

        • Sargento Genisclei Mata-Illuminate da Silva

          25 de junho de 2014 em 23:33

          E quando fazem, tem uns babacas que reprimem essa pessoa.

    • Terrorista

      24 de junho de 2014 em 23:17

      Político desonesto virou um esteriótipo.É claro que no Brasil a situação é foda,mas acredito que o problema não seja apenas alguns políticos serem desonestos.
      As pessoas vivem criticando a corrupção mas não são capazes de propor uma solução,ninguém toma uma atitude para isso.Talvez devêssemos pensar que o problema pode não estar apenas com as pessoas que estão na política e sim em uma série de fatores.

      • Terrorista

        24 de junho de 2014 em 23:30

        Lembre-se de que quanto mais poder uma pessoa tem mais ela vai querer,é por isso que as ditaduras nunca deram certo. E poder,muitas vezes é dinheiro,vivemos em uma sociedade que prioriza o acumulo de capital,qualquer um acabaria deixando o poder subir à cabeça,mesmo se fosse honesto,ainda mais em um país como o Brasil,em todos os países há casos de corrupção mas são de proporção menor,talvez por serem países com um desenvolvimento melhor.

        • Sabrina

          25 de junho de 2014 em 00:24

          A sua primeira resposta emprega ao segundo fator à qual eu citei.. Como eu disse, temos poder de decidir quem ficará no poder. Mas não o fazemos por acomodação, o tal do “rouba mas faz”. Mas não tiro sua razão da ideia de um político estereotipado estar saturada e até caricata. Mas temos que lembrar que é um problema real e muito presente na sociedade.
          Desde o início dos tempos essa relação de poder = dinheiro ou bens preciosos vem sendo feita. Monarquia era assim, o direito dos mais ricos não era o direito dos mais pobres, e a sociedade foi “evoluindo” assim, para entrar quieta e sair calada, de que não tinham direitos porque não tinham dinheiro e tinham que aguentar todo o tipo de artimanha de seus reis para obter mais poder. Hoje em dia não é diferente, as pessoas agem do mesmo jeito e os que tem o poder em nome de todos, se aproveitam. É uma guerra entre a ganância e a necessidade. Não estou querendo levar a conversa pra nenhum lado socialista, até que direitos iguais demais não dão certo, tudo tem sua diferença, e às vezes igualar pode agravar a situação. Mas só estou desabafando minha indignação sobre a ignorância de ambos os lados.

  16. Luís Felipe

    24 de junho de 2014 em 22:40

    Qualquer pessoa q seja boa no q faça, seja lá o q ela faça, tem meu respeito. Antes de criticar, note q, apesar de ser algo “errado”, ele fazia com maestria, enquanto vc n tem talento algum.

    • Radioativo

      25 de junho de 2014 em 01:28

      sim, até porque respeitar é diferente de aprovar ou gostar

    • Terrorista

      24 de junho de 2014 em 22:56

      Hitler era bom em manipular as pessoas e era um excelente orador.Você o respeita?

      • Adriano Saadeh

        25 de junho de 2014 em 11:49

        O cara era doente, mas convencia, colocou paixão no que fez, mesmo que isso signifique uma das maiores atrocidades da história da humanidade

        • Terrorista

          25 de junho de 2014 em 22:10

          Doente sou eu,Hitler era bem são isso sim.Acredito que ele era mais um oportunista do que um racista ou qualquer coisa,provas disso eram descendentes de judeus no exército,negros na SS e alguns homossexuais adeptos do nazismo.O fascismo/nazismo é caracterizado pela guerra e pela perseguição de determinados grupos,vejo o racismo na época da Alemanha nazista como forma de manter o Estado,do mesmo jeito que ameaças de guerra eram a forma de manter os meios de produção.Foi isso que retirou a Alemanha da lama após a Primeira Guerra Mundial.

      • Luís Felipe

        24 de junho de 2014 em 23:36

        Sim, respeito. Fazer o q ele fez n é pra qualquer um.

        • Terrorista

          25 de junho de 2014 em 01:38

          Você me dá arrepios,seu neonazista.

          • Luís Felipe

            26 de junho de 2014 em 09:21

            Teu c[b][/b]u.

          • Radioativo

            25 de junho de 2014 em 02:01

            respeitar é diferente de aprovar ou gostar

  17. DCemblemático

    24 de junho de 2014 em 22:31

    E eu achando que era um genio do crime roubando o troco de pão =\ he-he-he

    • Kuzan

      25 de junho de 2014 em 12:02

      Nossa, Você é muito vida loka, podemos andar juntos no recreio.

    • Marvelunatico

      25 de junho de 2014 em 06:51

      Nuus, cada dia você me parece mais v1d4 l0k4!

      • DCemblemático

        25 de junho de 2014 em 07:55

        Ta na sangue dos cariocas he-he-he

  18. Jeff Dantas

    24 de junho de 2014 em 22:27

    • DCemblemático

      24 de junho de 2014 em 22:35

      [img]http://s11.postimg.org/9czygn3zn/IMG_20140624_103224.jpg[/img]
      He-He-He

      • Wayne Griffin

        24 de junho de 2014 em 22:43

        [img]http://sd.keepcalm-o-matic.co.uk/i/keep-calm-and-vou-te-roubei-1.png[/img]

        • Cacuety Comment

          25 de junho de 2014 em 10:29

          Por que deixou o verbo errado? .-.

          • Kuzan

            25 de junho de 2014 em 12:04

            Pesquisa vou te roubei no google e descobre.

          • Cacuety Comment

            26 de junho de 2014 em 01:20

            ata acabei de ver, é que não manjo muito das malandragem e-e

  19. André Silva

    24 de junho de 2014 em 22:23

    Uma pena algumas pessoas tão inteligentes usarem a genialidade pro mal, poderiam muito bem estar usando a inteligência pro bem, e estar ganhando uma boa grana, como foi com ele após sair da prisão.
    Por mais genial que um cara seja, se entra pro crime, uma hora será preso! Menos no Brasil…

    • Leonam

      25 de junho de 2014 em 11:13

      Nem sempre, Nem sempre…
      (o lado branco da força paga muito mal, e o lado negro tem muito mais adrenalina)

    • Sargento Genisclei Mata-Illuminate da Silva

      24 de junho de 2014 em 23:33

      “Por mais genial que um cara seja, se entra pro crime, uma hora será preso”
      Já ouviu falar do Zodíaco?

      • Senhor do Tempo

        25 de junho de 2014 em 00:52

        vale lembrar também o Jack Estripador, que até hoje só existem especulações de quem estava por trás dos assassinatos.

        • Sargento Genisclei Mata-Illuminate da Silva

          25 de junho de 2014 em 23:39

          E acredito que tenham muito mais assassinos que nunca foram descobertos mas que não fizeram “sucesso” como eles.

          • Senhor do Tempo

            26 de junho de 2014 em 14:05

            Né? As vezes rola um monte de assassinatos eles prendem alguém suspeito e a culpa fica toda pra ele, quando na verdade existiam vários assassinos.

        • Sargento Genisclei Mata-Illuminate da Silva

          25 de junho de 2014 em 23:35

          Verdade.

        • Radioativo

          25 de junho de 2014 em 01:17

          tbm vale lembrar osama bin laden, que os EUA fala que mato mas é tudo mentira

          • Sargento Genisclei Mata-Illuminate da Silva

            25 de junho de 2014 em 23:37

            Na época que falaram que ele foi morto, eu não acreditei, mas já se passou tanto tempo, e o Osama Bin Laden nem se manifestou sobre isso, então provavelmente esta morto.

    • Doge

      24 de junho de 2014 em 22:54

      “Por mais genial que um cara seja, se entra pro crime, uma hora será preso!”
      Infelizmente essa afirmação está muito errada.

      • André Silva

        25 de junho de 2014 em 02:15

        Sim, me equivoquei ao generalizar, mas não estou totalmente errado (eu acho). É só você ver que esses ”profissionais” do crime são presos, mesmo depois de um bom tempo de luxo e crime. Tanto que mesmo com tantos bandidos no mundo os caras que conseguem matar muita gente ou roubar vários bancos e nunca são presos ou sequer identificados viram verdadeiras ”celebridades anônimas”, se tornando lendas no mundo do crime.
        Mas realmente me equivoquei, a justiça não é isso tudo!

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