Mulheres ainda deveriam pagar menos em baladas?

É um assunto muito discutido em pequenos debates que ocorrem nos dias de hoje. Subitamente, a situação existente de preço diferenciado nas festas também pode vir a ser considerada machismo, fazendo diversas pessoas refletirem sobre até que ponto essas minúcias têm efeitos nas relações de gênero.

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Já é tida como universal a prática aderida de fazerem alguma “promoção” para o público feminino. Ou a mulherada entra de graça até a meia noite, ou o ingresso é a metade do masculino, ou por vezes até ganha um drinque sem pagar nada. Mas será que alguém se importa com isso?

Obviamente, a grande maioria das mulheres não enxerga problema algum nessas situações, no entanto, quem levanta a bandeira pela igualdade de gênero garante que esse tipo de procedimento é uma discriminação, servindo como mais uma maneira de apenas usar e explorar a imagem feminina, de forma a ser um “presente” para os homens lotarem as baladas.

Contudo, o argumento de que ninguém se importa, ou parecem não dar a mínima, acabou pegando força, afinal, uma parte grande das mulheres não vê problemas nisso.

“É lógico que eu gosto. A mulher já se ferra em tanta coisa, pelo menos nisso a gente tem que se dar bem. Eu enxergo como privilégio e não como uma ofensa”, defende Daniela Morais, de 21 anos.

A estudante Ariane Fasolo, de 19 anos, está convicta de que pagar menos é sem dúvida bom para todos os lados. “Os homens vão onde tem mulher. Então, é bom pra gente que paga menos, bom para a casa que vai continuar lotando festa e todo mundo leva vantagem” argumenta.




Machismo enraizado?

A psicóloga Ana Gomes, de 67 anos, acredita que atitudes como essas obviamente deveriam ser incômodas. Na visão dela, a maioria das mulheres não liga a ideia ao machismo, ou desigualdade por não ter consciência disso.

“Me incomoda, acho que o machismo também está nas pequenas coisas, que as vezes as pessoas ignoram, não só nas grandes. Por trás do ingresso mais barato, vem embutido o fato da que as mulheres atraem o público masculino, ou seja a mulher sendo utilizada como um objeto”, diz a psicóloga.

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Em muitos dos casos a intenção primária não deveria ser associada ao machismo, porém a prática tornou-se tão rotineira, tão natural, que até os donos dos estabelecimentos não possuem argumentos para.

“Eu tenho casa noturna há 20 anos e sempre fiz mais barato para mulher. Não foi pensando que onde vai mulher vai homem, mas algo que a gente sempre fez”, atesta uma empresária, dona do Bar Fly, em Campo Grande.

O fato é que a diferença de preço virou uma “regra” e é complicado de haver alguma exceção. Um número muito grande de mulheres se sentem tranquilas com relação a isso.

“Eu acho que não vai encontrar ninguém que diga o contrário! Mulher tem que pagar menos mesmo. A gente suja menos, bebe menos”, argumenta Pollyana Oliveira de 29 anos.

“Mas se consome menos, gasta menos, a mulher não deveria pagar entrada maior? “A gente é mais comportada”, usa como justificava, a Mônica Priscila, de 26 anos.

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Existem homens que não acham justo…“Eu acho que tem que pagar igual. As mulheres querem direitos iguais. Porque pagar menos?”, indaga o mecânico de 31 anos, Roneir Santos.

Mas há também os que concordam… “A mulher tem que ser privilegiada, sem precisar que isso desvalorize a mulher. Não sei se no ingresso, mas é fato que a presença da mulher deixa a festa mais bacana”, comenta Carlos Borges.

Depoimentos retirados do site Campo Grande News.

Em pleno 2015 a mulher ainda ganha salário 30% menor que homens no mercado de trabalho, mas ninguém usou isso como um argumento para a situação, faltou uma analogia aí, não é mesmo?

Veja esse vídeo onde o assunto é abordado com certo grau de humor. Tirem suas conclusões:

O que acham? Concordam que mulheres paguem menos ou discordam?

  1. Don Pablito

    11 de novembro de 2015 em 15:52

    A grande verdade é que, em qualquer tipo de festa onde tenha mais mulheres do que homens dificilmente ocorrerá uma briga ou desentendimento. Experiência própria em mais de 50 anos de Festas.

  2. Isabella Alves

    5 de novembro de 2015 em 20:22

    Como uma leitora assídua do Minilua desde os primórdios deste site eu fico profundamente chateada com esse post. Primeiro por ter um título altamente tendencionista , um jornalista que se preze não colocaria um título como este na materia (quanto a isso não discutiremos já que o autor também é um homem e deve ter lá suas próprias opiniões ). Segundo – e o que certamente me deixou mais chateada – foram os comentários. Eu não tenho o costume de ler os comentários de nenhum post mas dessa matéria especificamente eu resolvi checar as opiniões dos leitores e um comentário especial me chamou a atenção, ele dizia a respeito dos dados de uma pesquisa relatarem que mulheres que ganham menos que os homens (desempenhando as mesmas funções) estarem relacionados a falta de estudos e motivação dessas mulheres. Gostaria apenas de deixar claro que mulheres são maiorias em universidades publicas (e são a maioria de não cotistas também), alguns cursos é lógico possuem uma presença maior de homens do que mulheres e vice-versa.Este mesmo indivíduo que comentou a respeito dos cursos superiores, disse que na sua classe haviam apenas 4 mulheres e eu me questionou: Qual a universidade que você estuda ? Que curso de Engenharia? Pois, eu sou uma técnica em eletrônica e atualmente uma estudante de Engenharia e na minha classe a distribuição entre homens e mulheres é quase igualitária. O esforço feito por cada um deles para estarem ali foi igual, todos se mataram de estudar com o intuito de cursar um curos na melhor universidade do Brasil então não me venham com a desculpa de que mulheres ganham menos porque são menos esforçadas ou porque não correm atrás , esse tipo de desculpa não cola mais. Já me estendi o bastante e prefiro não comentar os outros argumentos utilizados aqui porque são esses mesmos argumentos que monstros se utilizam dia-a-dia para abusarem das mulheres deste país. Eu espero que o autor desta matéria leia este comentário ou ao menos edite a matéria deixando-a menos tendencionista.

    • Luciano Saádeh

      6 de novembro de 2015 em 09:41

      O título foi apenas para o argumentar dos leitores. Obrigado pelo seu comentário!

    • Luciano Saádeh

      6 de novembro de 2015 em 09:38

      Na verdade não, apenas acho seu argumento pouco sustentável. Sendo assim, não há o motivo para debates que findarão da maneira mais comum possível: eu continuando como meu ponto do bla bla bla e tu em seguimento da tua linha de pensamento. É desnecessário.
      E foi igualmente sem motivo, acusar a publicação tendenciosa e afirmar que o blog estaria – na sua visão esquisita – descarrilando. Enfim, espero que ainda visite-nos! Passe bem.

  3. Victor Stark

    5 de novembro de 2015 em 18:42

    Putz….esse ‘privilégio’ nunca teve nada a ver com ‘gentileza’, ‘cavalheirismo’, ‘feminismo’. É só uma forma de atrair mais mulheres e consequentemente mais homens com dinheiro no bolso e ‘caçando’…É puramente uma lógica de negócios, não faz o menor sentido ‘pedir’ igualdade pra uma coisa dessas. É uma lógica que rende mais pra quem trabalha com isso e só. É tão estúpido que ainda estou achando que é troll…

  4. Light Yagami

    4 de novembro de 2015 em 20:00

    Acho engraçado as mulheres, querem igualdade só na hora que é pra beneficiar elas … Esse tipo de comportamento “Machista” está a muito tempo na sociedade … os homens tomaram a atitude primeiro e fizeram e inventaram coisas para nossa sobrevivência, a mulheres não fizeram isso e agora querem ser iguais sem ter feito nada desde os tempos antigos …

  5. Joao Pedro Garcia Bortolini

    4 de novembro de 2015 em 11:57

    Meu irmão esse blog tá descarrilhando , mais uma vez uma publicação altamente tendenciosa é com base em dados um tanto quanto duvidosos (quem quiser ler mais a respeito, procura sobre o assunto desses 30% a menos , esse debate ta ai há muitos anos e garanto a vocês não é esse argumento estático não ) as mulheres pagam menos por que o dono da balada sabe que quanto mais mulheres ele tiver no seu estabelecimento mais homens irão , os homens bebem mais e em regra tem mais dinheiro para gastar (por que obviamente trabalham mais ou estão trabalhando em áreas que dão um retorno financeiro maior que os das mulheres ) e isso é uma questão de lucro simples assim . As verdadeiras mulheres guerreiras não estão choramingando pedindo bolsa, cota e etc… elas tão lá na salas de engenharia( na minha sala só tem 4 ), medicina ou etc… a questão aqui não é o curso e sim correr atrás estudando para caralho , para ser boa e ter um bom salário e gastar no que elas quiserem sair com quem elas quiserem e cuidar da vida delas sem encher o raio do saco de ninguém . então parem de encher o saco e na moral esse site ta começando a ficar um porre. E por último a respeito do feminismo , só é usado quando convém né ? só é bom quando traz uma bolsa de pesquisa para assuntos ridículos sobre a opressão, quando traz cotas para cargos públicos , quando tira da mulher a culpa sobre qualquer um dos seus atos e etc…

    • Luciano Saádeh

      4 de novembro de 2015 em 15:36

      ZZzzzZZZZZZZZzzzzz

      • Joao Pedro Garcia Bortolini

        4 de novembro de 2015 em 15:58

        Não podia esperar um comentário melhor vindo de sua autoria !

        • Luciano Saádeh

          5 de novembro de 2015 em 12:21

          Sabes quando tu não consegues ao menos elaborar uma resposta que contraponha opiniões que tu julgas irrelevante devido ao modo de como elas estavam expressas? Pois é, esse foi meu caso. Todavia, desculpe-me!

          • Joao Pedro Garcia Bortolini

            5 de novembro de 2015 em 12:30

            Eu também julgo a opinião expressada nesse artigo irrelevante , nem por isso eu deixo de contra argumentar , por que eu posso ter opiniões divergentes da sua mas nem por isso eu deixo de ler o que você escreve ,porém não sou obrigado a concordar com o que você diz . Seus argumentos podem ter falhas do mesmo jeito que os meus podem ter, mas enfim pela linha de pensamento que você apresenta é bem provável que você acha que tudo que você produz é o mais inovador ,que ta correto por que a opressão e blá blá blá … e todo argumento contra está errado por que você acha que tá.

  6. aku soku zan

    3 de novembro de 2015 em 19:47

    sou estudante quero ter o direito de pagar uma inteira hahahahaha

  7. Willyam Ricardo

    3 de novembro de 2015 em 19:16

    querem direitos iguais? vão ter que se alistar no exército obrigatoriamente e se aposentar 5 anos mais tarde também.

  8. José Silva

    3 de novembro de 2015 em 18:01

    Se elas querem direitos iguais, então os preços tem que ser iguais! Sem essa de mulher não paga até tal hora. Já pensou na quantidade de dinheiro que os organizadores das festas perdem com esse negócio de “mulher não paga”???

  9. Elyane

    3 de novembro de 2015 em 17:38

    Acho justo que as mulheres paguem o mesmo valor que os homens, se queremos direitos iguais então temos que aceitar os deveres que vem junto. Ora, se vou usufruir do mesmo espaço, receber o mesmo atendimento que um homem receberia, porque tenho que ter tratamento especial? Se seguisse esta lógica homens deveriam pagar menos em ambientes destinados mais a mulheres. (o que nunca acontece). Essa ideia que temos só direitos é apenas um discurso feminista vazio de quem só quer chamar atenção.

    • Greengineer

      3 de novembro de 2015 em 20:09

      Promoção de sapatos, 20% de desconto para as mulheres e 40% para os marmanjos que as acompanharem…

  10. T mil

    3 de novembro de 2015 em 17:33

    Cavalheirismo é a parte do machismo conveniente as mulheres!

    • Di Angelo Pinheiro

      5 de novembro de 2015 em 09:18

      Concordo!

  11. Mutley

    3 de novembro de 2015 em 15:03

    Nunca frequentei balada (e não pretendo) , mas o post me chamou a atenção porque esse não o único privilégio das mulheres , acho que esse é bem menos importante comparado com por exemplo ; A Lei Maria da Penha , sério mesmo , esse no meu entender é um privilégio humilhante até , pois rebaixa a mulher como individuo fraco da sociedade , agora porque é um privilégio ? , oras , tecnicamente é apenas uma adaptação da lei que protege os mais fracos , mas que nesse caso protege apenas as mulheres , também é uma forma de tapar o Sol com a peneira pois esse é um problema de educação social , agora , se formos falar de educação , já até sabemos qual será o rumo dessa conversa.

  12. Milly Hann

    3 de novembro de 2015 em 14:48

    Sou mulher e descordo. Tem que pagar menos coisa nenhuma. Em detalhes assim a mulher é tratada com mero objeto. Mulherada lota a casa para os homens terem um cardápio variado, acharem que podem chegar pegando na bunda ou se esfregando. Claro que existem homens tarados, assim como mulheres assanhadas, mas alguns esquecem disso, generalizam “toda mulher é puta” e rola solta a mão boba, assim como nós mulheres generalizamos que “nenhum homem presta”. Acho que as mulheres têm que parar de se vitimizar demais, têm que se unir mais, porque ôh racinha desunida. Mulher tem que mostrar que pode ser tão ruim quanto o homem. Tem que mostrar agressão e não aceitar a encoxada no metrô. Tem que parar de achar normal quando o homem a olha como se fosse um bife suculento e joga aquela cantada barata. Mulher tem que passar medo no homem assim como eles nos passam.

    • chapolim do mal

      3 de novembro de 2015 em 21:11

      Tem homem que realmente passa dos limites mas não são todos (são maioria) e essa de olhar a mulher como se fosse um bife suculento (que analogia estranha) é puramente evolutivo, agora cantada barata é foda. “Gata, com um pandeiro desse lá em casa, o pagode rola o dia todo”.

    • Elyane

      3 de novembro de 2015 em 18:01

      Concordo com você em partes, tornarmos mais violentas não vai resolver o problema, afinal violência nunca resolveu nada se fosse assim as guerras já teriam resolvido todos os problemas do mundo. Mas assim como você acredito que devemos parar de achar normal ser assediada e constrangida em locais públicos é extremamente desagradável. Alguns homens (porque a maioria se comporta bem) precisam entender que nem todas as mulheres são iguais e gostariam de ser apalpadas ou agarradas a força na balada. Com um bom diálogo persuasivo e talvez alguma ameaça (chamar os seguranças) tenho conseguido contornar bem a situação até hoje.

  13. Marlon de Arruda Antunes

    3 de novembro de 2015 em 11:28

    Querem direitos iguais, mas não achei as mesmas obrigações. Hoje em dia a maioria das feministas querem privilégios sobre os homens e usam a palavra igualdade pra mascarar as intenções.

    • Marlon de Arruda Antunes

      3 de novembro de 2015 em 11:28

      Achei = querem

  14. Rodrigo Godoy

    3 de novembro de 2015 em 11:05

    Pra mim essas feministas não passam de sapatões q adorariam ser homens e não podem, por não poderem fazer certos serviços q só homens podem fazer pq mulheres não aguentam o baque, ficam inventando merda, hj em dia é muito mais fácil ser mulher do q homem, as leis todas beneficiam as mulheres e elas querem igualdade?

    • Jessica Alencar

      4 de novembro de 2015 em 00:50

      Ainda não sei o motivo que me fez perder tempo lendo esse comentário.

      • Luciano Saádeh

        4 de novembro de 2015 em 15:31

        né?

  15. willian topa

    3 de novembro de 2015 em 08:03

    Mas acho que todo mundo aqui sabe que isso de mulher pagar menos é puramente estratégico né ? afinal, se elas pagam menos, quer dizer que vai ter mais mulher no local, assim atraindo mais homens e consequentemente vai gerar mais lucro pro estabelecimento. Não defendo feminismo e nem machismo, mas também temos que parar de ver essa “guerra” em tudo.

    • Lynn Rock

      3 de novembro de 2015 em 09:55

      Eu concordo. O pessoal reclama que as mulheres pagam menos, mas eu quero ver algum cara ir pra balada onde só tiver homem. Falow então. Isso atrai mais mulheres pro local, da qual os homens vão querer ficar e tudo mais.

      • Lynn Rock

        3 de novembro de 2015 em 10:00

        Complementando o que eu disse tbm, não sou contra e nem a favor que paguem menos ou que os homens paguem mais e tals, só acho q muito tópico é idiotice discutir porque são coisas sem importância. Eu acho q as mulheres q se dizem feministas tem que lutar por coisas importantes, como salários iguais, agora lutar pra ficar com 200 homens e não ser chamada de puta é onde o movimento peca, não generalizando, porque realmente existem feministas que se preocupam só com o que realmente importa, mas outras ficam de mimimi e por isso gera tanta discussão referente a tópicos inúteis…

        • willian topa

          3 de novembro de 2015 em 10:21

          Boa, isso mesmo, esse lance de ficar se preocupando com coisas pequenas acabam meio que manchando a imagem delas. Tem coisas muito mais importantes para se preocupar.

    • willian topa

      3 de novembro de 2015 em 08:06

      Completando o que eu disse. Até quando mulher ta na vantagem de pagar menos se faz de vitima se achando um “objeto”, porra se for assim então, nós somos todos objetos da midia em geral tentando vender seus produtos, usando a gente como uma forma de promover sua marca e etc.
      O mundo chato em que vivemos hoje, independente o que você faça para qualquer um dos generos você ta errado.

  16. Felino

    3 de novembro de 2015 em 00:12

    Acabe com o mimimi: quando chegar na balada que mulher entra gratis ou com desconto entregue a diferença em dinheiro pro segurança, problema resolvido feminista XD até com favores essas chatas implicam, pura falta do que fazer

  17. chapolim do mal

    2 de novembro de 2015 em 23:23

    Se as mulheres ganham 30% a menos, pq os empresários não contratam apenas mulheres? Que argumento besta, se for fazer uma média faça direito, pq existem muito mais mulheres que homens e isso gera uma média burra.

    • Felino

      3 de novembro de 2015 em 00:09

      essas pesquisas que dizem que homem ganham mais que mulher são todas manipuladas, eles não consideram o fato de que existe uma porcentagem maior de homens que faz hora extra, e, por isso ganham mais. Não é esse mimimi todo que elas dizem de “aaah pq o homem é malvado”, “aaah” pq o machismo esta impregnado na sociedade” não, é só pesquisar.

    • Luciano Saádeh

      3 de novembro de 2015 em 00:02

      Em modo geral ainda ganham sim, amigo. Não listei profissões, apenas generalizei.

  18. Di Angelo Pinheiro

    2 de novembro de 2015 em 23:01

    Mulheres querem direitos iguais, até na hora que chega a conta, ai o homem tem que ser o provedor! E eu não machista, sou a favor dos direitos iguais! IGUAIS. Sem essa q homem precisa ser cavalheiro, e blablabla.

  19. 2-D

    2 de novembro de 2015 em 22:45

    Acredito que independente de qualquer coisa, se as mulheres lutam tão veemente por igualdade do gênero, que motivos elas tem para não colocar isto também como algo igual? Pois desse jeito dá a entender que só querem brigar e reclamar por aquilo que as incomoda. Imagine só a situação oposta: Homens pagando menos/grátis para ir a baladas, as mulheres que se dizem feministas iriam criar uma 3º Guerra Mundial. Acho que se você defende uma ideia deve permanecer nela, mesmo que esta te afete de maneira negativa…

  20. Douglas

    2 de novembro de 2015 em 21:43

    A maioria das mulheres so quer direitos iguais quando e conveniente a elas.

  21. Caciano Genz

    2 de novembro de 2015 em 21:40

    ” “Eu acho que não vai encontrar ninguém que diga o contrário! Mulher tem que pagar menos mesmo. A gente suja menos, bebe menos”, argumenta Pollyana Oliveira de 29 anos.

    “Mas se consome menos, gasta menos, a mulher não deveria pagar entrada maior? “A gente é mais comportada”, usa como justificava, a Mônica Priscila, de 26 anos. ”
    então tá né, vou acreditar…

    • Jessica Alencar

      4 de novembro de 2015 em 00:53

      Acho incrível como algumas pessoas adoram generalizar. Se fosse olhar por esse lado cada um pagaria um preço diferente.

  22. André Silva

    2 de novembro de 2015 em 21:27

    A grande verdade é que apesar de protestos e todo esse blá blá blá que as mulheres não são só bunda e etc., muitas mulheres não ligam por serem consideradas objeto, são umas putas que rebolam até o chão com musicas do tipo “eu como as novinha que eu quiser”, não ligam pro fato de serem só uma vagina numa balada , etc. Aí depois vem com historia de feminismo e igualdade. Por fim, eu não gosto de balada então isso não me afeta.

    • Wyvern Björk

      2 de novembro de 2015 em 23:01

      Pode até parecer que não te afeta, mas são esses pequenos fatos que pouco a pouco formam a sociedade, em outras palavras, pode te afetar de maneira indireta. O problema é que as mulheres estão se apoiando muito no “jeitinho brasileiro”, aproveitando essa onda feminista para buscar privilégios onde não precisam.

  23. Greengineer

    2 de novembro de 2015 em 21:20

    90% das vítimas de homicídio são homens. Ainda querem igualdade?

    • Wyvern Björk

      2 de novembro de 2015 em 22:53

      80% dos mendigos são homens, alistamento obrigatório é só para homens e bla bla bla…

      • Topeira de Souza

        3 de novembro de 2015 em 17:15

        Mas ta certo

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