Os mais inacreditáveis fatos científicos

A ciência é a arte que nos faz entender o Universo e tudo a nossa volta. Mas as vezes, a realidade nem sempre parece real:




Bolas de vidro quicam melhor

Sabe aquelas bolinhas que você compra colocando uma moeda em uma máquina e elas quicam igual “loucas”? Quando vemos elas pulando por aí, é impossível imaginar que algo possa ser mais saltitante do que elas, mas a verdade sobre isso é inacreditável.

Essas bolas de borracha pulam muito, pois o material do qual elas são feitas é bastante compacto. Assim, quando elas batem no chão, a deformação causada pela impacto é pequena e a força usada para jogá-la é quase totalmente reutilizada para quicar novamente. Porém, mesmo uma pequena deformação é capaz de absorver a energia e a bola, a cada novo quique, pula menos.

Uma bola que pularia muito mais teria que ser feita de vidro. Isso mesmo, o vidro é uma substância muito rígida, por isso, quando batesse no chão, a deformação seria quase nula e praticamente toda a energia utilizada seria retornada a cada quique. Assim, uma bola de vidro quicaria dezenas de vezes mais do que essas bolinhas de borracha.

O grande problema é que o vidro normal é quebradiço, por isso, um vidro especial precisa ser utilizado para fazer essa experiência, além disso, o chão precisa ser muito resistente para não quebrar.




Bomba instantânea

2004_stellar_quake_full

As estrelas de nêutrons são o resultado de uma explosão de supernova. Quando estrelas gigantes, com até 8 vezes o tamanho do Sol, acabam consumindo todo seu combustível, elas colapsam devido as pressões internas e explodem, espalhando matéria por milhões de anos-luz. Mas uma parte do núcleo dessas estrelas continua existindo, porém é algo com a gravidade enorme, que chega a ser trilhões de vezes mais forte do que a gravidade da Terra.

Uma gravidade tão poderosa cria um efeito estranho e destrutivo. Quando nós soltamos alguma coisa na Terra, ela é puxada para o chão com uma aceleração de 9,81 metros/s². Ou seja, quanto mais alto soltamos algo, maior o impacto que ele causa na superfície. É exatamente por isso que um meteoro pode causar tanto estrago, como ele vem a uma grande velocidade e ainda acelera mais com a gravidade da Terra, o mesmo tem um poder de impacto que pode ser maior do que uma bomba atômica.

Como em uma estrela de nêutrons a gravidade é trilhões de vezes maior, o impacto de algo caindo também é. Ou seja, quando jogamos uma pedra a um metro do chão aqui, ela bate causando apenas um impacto no local a sua volta, mas na estrela o poder desse impacto é multiplicado por trilhões de vezes, sendo assim, uma simples pedra, caindo um metro acima da superfície de uma estrela de nêutrons, criaria uma explosão gigantesca, como se milhões de bombas atômicas tivessem sido detonadas.

  1. Jose Luiz

    3 de dezembro de 2015 em 04:07

    se bem bem me lembro o efeito maré não permite que nada se aproxime de um corpo muito denso sem se fragmentar primeiro e se tratando de uma estrela de nêutrons nem mesmo um átomo se manteria integro ao se aproximar dela não poderia haver choque porque o material se tornaria gasoso uma sopa de partículas que acabariam por se tornar nêutrons e integrar a estrela. Ja no caso da esfera de vidro as leis ficas dizem que qualquer força aplicada em algo recebe a mesma força aplicada no sentido inverso então as duas forças se anulam gerando calor então se nem o solo nem a esfera cederem em nada ela não ira quicar apenas vai gerar calor

  2. Felino

    20 de novembro de 2015 em 10:35

    Esse negócio de fazer uma bola de vidro que quica mais que uma de borracha e que não quebra é meio impossível de fazer, vejamos, uma bolinha de borracha quica pouco pois parte da energia dela é desperdiçada quando ela se comprime quando bate no chão (segundo esse post), mas isso é o que faz ela não se espatifar no chão quando ela cai, é necessário que a energia seja desperdiçada mesmo, se não ela se acumula no objeto e ele se espatifa, sendo assim acho que seria impossível criar um material rígido o bastante para quicar mais que uma bolinha de borracha e que não se espatife. É tipo uma coisa ou outra, não tem como escolher um objeto ser rígido e não se espatifar ao mesmo tempo

    • Rodrigo Andrade de Oliveira

      21 de novembro de 2015 em 00:06

      Hoje em dia podemos criar diamantes artificiais.

    • Eduardo Azrael

      20 de novembro de 2015 em 14:50

      Já existe, os japoneses inventaram um vidro que é quase dez vezes mais resistente que o aço. E planejam usar isso pra fazer telas de celulares inquebráveis (deveriam fazer automóveis à prova de assalto com essa coisa, hehe)!

      http://portalmie.com/atualidade/2015/11/cientistas-japoneses-criam-vidro-inquebravel-que-e-tao-forte-quanto-o-aco/

      • Robb Stark

        20 de novembro de 2015 em 23:13

        Basicamente um metamaterial, um novo cristal, talvez se alguém moldar um diamante (estrutura mais rígida atualmente) na forma redonda, ele quique melhor que a bola de borracha… O maior deslize da matéria foi chamar tudo como vidro, sem levar em conta que seria mais útil e explicativo chamar tudo por cristais. PS: Uma bolinha de plástico rígido já quica mais que uma de borracha, o inconveniente é o barulho, com o vidro vale a mesma regra.

        Outro erro, desta vez da matéria, por que um piso teria de ser “muito resistente”? A bola pode ter uma superfície extremamente rígida, mas por sua ausência de quinas e baixo peso ela não danificaria uma estrutura do piso tão facilmente. Soltando objetos de uma altura de dois metros, seria mais fácil quebrar uma lajota com uma pedra de gelo de 10 KG do que com um diamante de 10g, sendo, indiscutivelmente, o diamante dezenas de vezes mais rígido que a cerâmica que por sua vez é dezenas de vezes mais rígida que o gelo. O chão e a bola sendo de estruturas rígidas aumentariam o quique, mas pra a bola ser prejudicial ao piso, ela teria de ser pesada e repassar ao solo uma energia maior que o piso seria capaz de aceitar. Mas peso é outro problema, uma bolinha de rolamento (aço) não quica tão bem, embora seja tão resistente quanto o vidro, provavelmente até mais, mas essa é prejudicial ao chão devido ao seu peso, o motivo pela qual essa estrutura não quica bem é relativa ao dano que ela causa ao chão ao colidir. Seu peso impede que a mesma receba a energia gasta ao solo e retorne ao ar proporcionalmente à deformação que a mesma causa ao corpo com a qual colide.

  3. Rodrigo Andrade de Oliveira

    19 de novembro de 2015 em 14:05

    Adoro o Minilua, Mas devo corrigir que o Autor Que; Ciência Não é Arte! Á Arte é um processo exclusivamente do Ser Humano, o que me dá muito Orgulho por ser Graduado Em Artes, Tanto na Licenciatura, quanto no Bacharelado por Universidades Diferentes. Mesmo Assim entendo a Forma Poética do inicio do Artigo, Parabéns pelo texto, muito bem Embasado, e Desculpa por ter feito esse comentário, Mas é que eu me Senti Obrigado a Defender esse processo criativo exclusivo do Ser Humano.

  4. Lynn Rock

    19 de novembro de 2015 em 11:06

    Nunca vi uma bola de vidro quicar…

    • Rodrigo Andrade de Oliveira

      19 de novembro de 2015 em 13:01

      Você é linda!

      • Lynn Rock

        19 de novembro de 2015 em 19:11

        Taylor Swift agradece o elogio haha
        Não sou eu na foto, mas bjus

    • Mari

      19 de novembro de 2015 em 11:51

      Pra mim tb é novidade

  5. Transã1 da America

    18 de novembro de 2015 em 23:33

    Ensina a fazer um C4 pra explodir a Dilma

  6. Greg

    18 de novembro de 2015 em 22:53

    Nada destroi tanto como a dilma…

  7. chapolim do mal

    18 de novembro de 2015 em 21:03

    Imagine um meteoro caindo numa estrela de nêutrons, acho que a destruiria completamente.

    • Felino

      20 de novembro de 2015 em 10:24

      Quanto mais denso é um corpo celeste, mais ele terá força gravitacional e mais um objeto pegará velocidade antes de atingi-lo, sendo assim se um objeto pegar muita velocidade, quer dizer que o corpo que está o atraindo tem muita densidade, e o objeto não fará grandes estragos pela diferença de densidade, seria como jogar uma bolinha feita de algodão contra uma gigante bola de chumbo, não importa a velocidade, a diferença na densidade não deixará estragos acontecerem com o corpo celeste (acho que é isso)

      • Robb Stark

        20 de novembro de 2015 em 22:31

        Sim, é isso, mas há mais um detalhe. Como qualquer estrela, sua superfície é um plasma superaquecido, uma pedra ao chegar perto seria incinerada pelo calor e se, por uma hipótese, fosse de um material que sobrevivesse à temperatura, este atingiria algo que não é sólido, ou seja o impacto seria absorvido pela estrutura.

        • Rodrigo Andrade de Oliveira

          21 de novembro de 2015 em 00:00

          Esse é meu garoto!!!! Gostei! Mas ah a hipótese de que a gravidade e os feixes de rais gama poderiam facicilmente aniquilar boa parte da massa dw hum determinado objetivo, , a não ser que ele fosse de um material sólido tão denso pir exenplo; uma liga metálica de um metal nobre decorrido depois da morte de uma estrela pois já sabemos que uma estrela quando vira uma gigante vermelha, e começa a produzir metais inclusive alguns nobre, ou puramente densos como liga de titânio, após a explosão todo essa preciosa matéria e explelida pelo espaço dai sim talvez ela possa realmente penetrar através da radiação que envolve uma estrela de neutrons! Só para lembrar eu não sou graduado em ciências, física, Astronomia e nem muito menos astro-física., Sou Graduado em Artes , apenas cresci com uma Mãe graduada em ciência s biologicas, e adoro assistir history channel e outros programas do gênero e acompanho com frequência estudos em sites cientificos.

    • Rodrigo Andrade de Oliveira

      19 de novembro de 2015 em 12:58

      Nossa que (Gênio) mesmo após entrar em colapso o material restante Continua 1000,0000,00 De vezes maior que um meteoro, sem contar que as estrelas de nêutrons tem a densidade tão grande por causa de sua gravidade que para arranhar sua superfície seria algo de densidade igual, ou seja nada conhecido pela física sendo que o mais provável é que em determinado ponto a esfera é tão massiva que depois de esgotar o restante de seu combustível só sobra a gravidade o que a torna mais densa e ela começa a atrair outros corpos celeste destorcendo até a luz, ou seja um buraco negro; Fiz esse comentário embasado que no universo as estrelas normalmente tem a massa solar muito maior que a do nosso Sol.

    • Joel Alvarenga

      18 de novembro de 2015 em 21:51

      Não consigo afirmar, mas creio que pela densidade de uma estrela de nêutrons, fazer algum estrago nela deve ser bem difícil.

      • chapolim do mal

        18 de novembro de 2015 em 23:14

        Verdade Joel, deve ser muito dificil destruir algo tão denso.

    • Lenyyfla Lenyy

      18 de novembro de 2015 em 21:14

      imagina o estado islamico la… não sobraria nem estrela de neutrons…

      • chapolim do mal

        18 de novembro de 2015 em 23:16

        O estado Islâmico é fraco mas domina vários pontos de petróleo e é isso que importa, por isso que ninguém faz um ataque massivo.

21 Comentários
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