Adolescentes maconheiros são menos inteligentes

maconheiroSempre existiu aquele papo que as pessoas que usam maconha são mais lerdas, às vezes se esquecem das coisas ou mesmo acabam ficando menos inteligentes do que os que não fumam. E agora uma pesquisa veio para provar esses fatos.

O estudo, que foi conduzido pela Universidade de Duke nos Estados Unidos, revelou um fato preocupante para os adeptos da “erva natural”, essas pessoas, que fumaram durante a adolescência tem em média oito pontos a menos de QI do que pessoas que não se utilizaram da droga. Além de serem mais esquecidas e distraídas segundo relatos de amigos próximos.

Para piorar esse estrago não pode ser revertido, pois parece que o uso da droga afeta seriamente o cérebro enquanto ele está em desenvolvimento até os 18 anos. Pessoas adultas, que começaram a fumar depois dessa idade, não foram afetadas com a perda de QI.

NegroMaconheiro

Resumindo: menores que idade que fumam maconha sofrem de uma redução clara de inteligência, que não pode ser revertida. Enquanto os adultos podem fumar sem sofrerem desse grave problema.

Então se você quer se rum adulto mais inteligente, melhor parar de fumar a erva da paz, se não o que vai queimar é seu cérebro.

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  1. Fabio Nunes

    2 de fevereiro de 2015 em 23:05

    uma maconheiro fala pro outro:
    Toou lesado brow.

  2. Fabio Nunes

    2 de fevereiro de 2015 em 23:04

    um maconheiro fala pro outro:
    Tou lesado brow…

  3. Joaquim Antonie

    15 de janeiro de 2014 em 16:07

    Nossa, que legal, maconha faz mal ? Sério ? Me Fale mais sobre as 4,700 substâncias tóxicas que o cigarro exala no seu corpo a cada misera tragada, Conte-me mais sobre as 80 mil mortes por ano que acontecem devido ao uso de álcool.

    QUER SABER ? VSF ! VOU FUMAR MINHA MACONHA E VOCÊS FIQUEM COM SUAS DROGAS “LICITAS” FLOO

  4. Sanji da Perna Negra

    21 de novembro de 2013 em 22:49

    Lá vem os maconheiros bombardeando os comentários com desculpas.
    Aceita, cara… Isso não é bom.

  5. DOG .

    26 de outubro de 2013 em 01:54

    Agora so falta: Se você enfiar uma faca na tua cabeça você morre

  6. axlwilli

    13 de outubro de 2013 em 20:20

    comente somente sobre o que vc tem conhecimento pra falar a respeito sevc é ou ja foi maconheiro dê a sua opnião se vc ja deu o brioco procure um post de viadagem e comente mas nao me venha falar merda do que vc nao sabe

  7. Thomas Henrrique

    7 de setembro de 2013 em 20:05

    kkkkk tamanho da maconha do cara mermao lol bom na minha sala alguns dos meus colegas gostam da erva e eu noteis que realmente eles sao mais lentos mesmo parece que eles estao casado ou com sono kkk mais fora isso normal

  8. Kamilla Gentilli

    24 de dezembro de 2012 em 18:59

    a maioria que ta comentando aqui nunca deve ter nem chegado perto de um baseado…

    • Drubscky

      24 de dezembro de 2012 em 19:06

      A mesma coisa pra você , ou vai pagar de mulher de Bandido ? rççrçrçrçrç

      • WAAAZAAAP

        24 de dezembro de 2012 em 19:08

        O RLY??????

    • Shun

      24 de dezembro de 2012 em 19:01

      Eu já cheguei perto, mas nunca fumei… sou foda kkk

    • WAAAZAAAP

      24 de dezembro de 2012 em 19:00

      EU SOU UM DESSES

      VC VIU A DATA DESSE POST????
      NÃO TEM MAIS GENTE COMENTANDO
      ALEM D VC E EU CLARO
  9. Jimmy Page

    22 de outubro de 2012 em 23:16

    Pqp,esse bebê da foto tem o olho mais empapuçado que o meu

  10. Caio Vicente

    27 de setembro de 2012 em 02:30

    Na verdade a maconha é medicinal … para os leigos, a maconha é usada no tratamento de câncer…

    Nós usuários só estamos nos prevenindo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ‘
    Obs: A maconha é medicinal mesmo e foi muito usada no passado.
  11. VanDrak SubZero

    31 de agosto de 2012 em 13:50

    Esta pode ser a Explicação de estar surgindo tantos Funkeiros e Swingueiros ¬¬

  12. Altair Cassol

    30 de agosto de 2012 em 10:22

  13. Christian Forachr

    29 de agosto de 2012 em 14:11

    Você não vai ser inteligente se não estudar, a relação feita com a maconha pode ter vários motivos, por exemplo, os estudantes dos anos 80 e usavam maconha não estudavam tanto quanto os que nao usavam, isso por que maconha era considerada fora da lei e só era utilizada pelos alunos mais rebeldes.

           Quanto mais você estuda mais você fica inteligente. Independente da maconha ou não.
    • Paulo Cesar

      9 de dezembro de 2013 em 01:28

      não são efeitos desta , não tem a ver com isso não cara.

  14. HUNK

    29 de agosto de 2012 em 13:24

    E ainda pesquisam coisas óbvias.

  15. Edson Henrique

    28 de agosto de 2012 em 21:31

    drogados não tem moral na sociedade pra falarem de preconceito com eles
    não passam de lixos

  16. HUNK

    28 de agosto de 2012 em 19:23

    Como se já não soubéssemos disso…

  17. É a Vida

    28 de agosto de 2012 em 18:13

    Daqui a dois dias vai vir uma pesquisa contraditória dizendo que maconheiros são mais inteligentes.

  18. jadecalixto

    28 de agosto de 2012 em 17:55

    Não carece ler essa merrda…

  19. Fox Mulder

    28 de agosto de 2012 em 16:12

  20. Akane Tendo

    28 de agosto de 2012 em 13:49

    Independente da droga a pessoa q usam já é um retardado… ¬¬

    Aliás num tenho nada contra a maconha e sim contra os usuários 😛
    • Otirra Madeira (C&A)

      28 de agosto de 2012 em 13:52

      eles ainda dizem que maconha é obra de deus e coisa e tal, deus criou a maconha mas não mandou enrrolar e fumar u_U

      • Akane Tendo

        28 de agosto de 2012 em 13:54

        Sim, ^.^

  21. Penis

    28 de agosto de 2012 em 13:00

    Como se a pessoa não fosse burra o suficiente para começar a usar

    • Harima Kenji

      28 de agosto de 2012 em 13:23

      True story … true story.

  22. Luiza Borges

    28 de agosto de 2012 em 11:54

    Só acredito vendo o artigo cientifico assinado pelo pesquisador que fez tal descoberta.
    Colocar o nome de uma universidade e falar que ela fez tal descoberta é facil, da para enganar muita gente.

    • Pedrero Enderson

      28 de agosto de 2012 em 12:12

      Achei que a materia seria dos que fumam maconha são mais inteligentes, ultimamente o ovo é melhro que o cigarro, quem bebe é mais feliz(tem razão), a urina pode salvar o mundo .-.

    • Luiza Borges

      28 de agosto de 2012 em 11:58

      Embora eu realmente acredite que maconheiros são menos inteligentes… ahauhaua mas ainda quero ver o artigo ahuahau

  23. Ma Angel

    28 de agosto de 2012 em 11:10

    Porque diabos uns adolescentes maconheiro seriam inteligentes ?????!!!! 

  24. Eduardo (Edward Mãos de Tesoura)

    28 de agosto de 2012 em 10:52

    esqueci o que eu ia comentar..

  25. Samurai Champloo

    28 de agosto de 2012 em 09:53

    desconfiei deis do principio

  26. Nyan Cat

    28 de agosto de 2012 em 09:07

    ashuahsuahsuahsu eu ri :))
  27. Leandro Sandes

    28 de agosto de 2012 em 08:46

    Esse post foi BASEADO em fatos reais!!!   haha

  28. Rita Salgado

    28 de agosto de 2012 em 08:42

    Ah… cada dia mais do mesmo… 

  29. fullmetal66

    28 de agosto de 2012 em 02:53


    Então se você quer se rum adulto mais inteligente” rum?

    acho que quem escreveu essa matéria fumou na adolecência 
  30. Maloqueiro popai

    28 de agosto de 2012 em 02:47

    Isso tudo e mentira podem continuar com o consumo da erva natural afinal de contas alguém já me viu estar pior depois que consumo digo o meu espinafre^^^^

  31. Daniel Brito Do Nascimento

    28 de agosto de 2012 em 02:04

    Como diria alguém: “Mas gente… é só uma plantinha…”

  32. O Patriota

    28 de agosto de 2012 em 01:32

    Liberar a maconha é o caralho! A melhor maneira de combater o tráfico é tiro em traficante e criança na escola!

    • Paulo Cesar

      9 de dezembro de 2013 em 01:27

      melhor maneira de acabar com o trafico é matar a escoria melhor coisa msm, é fácil e útil,já deveriam ter feito isso kkkkk

  33. Jose Neto

    28 de agosto de 2012 em 01:15

    Isso qualquer um já sabe

  34. Bruno Melo

    28 de agosto de 2012 em 01:13

    Na verdade, pra pessoa comprar isso, já pode ser considerada burra….

    • Paulo Cesar

      9 de dezembro de 2013 em 01:26

      Boa morte a escoria kkkkkkk

  35. LORD FENRIR,O SENHOR DOS LOBOS

    28 de agosto de 2012 em 00:31

    OH,novidade do seculo….

    Oh well,maconheiros gonna hate.
    • Vegeta

      29 de agosto de 2012 em 20:26

      Maconheiros gonna Maconhar

  36. Psycho The Cat

    28 de agosto de 2012 em 00:15

    Precisou de um estudo para isso? Aff!!! 8-(

  37. Rap­osa Furry

    28 de agosto de 2012 em 00:01

    isso explica a ligação entre maconha e funk!

  38. Anônimo

    27 de agosto de 2012 em 23:40

    • Carlos Junior Tj

      31 de março de 2013 em 21:04

      Dedo de Hulk só maconheiro nesse comentando viu!kkkkkk

  39. HIDAN DUS RITUAL

    27 de agosto de 2012 em 23:27

    ADOLESCENTES MACONHEIROS NÃO SÃO MENOS INTELIGENTES NÃO SEUS BAKAMONO!

    SÃO MAIS BURROS!
    KKKKKKKKKK
    AINDA BEM QUE EU NAO CHEIRO MACONHA
    • Kurt Cobain

      28 de agosto de 2012 em 13:33

      Não parece..

  40. Matheus Elvas

    27 de agosto de 2012 em 23:23

    Sério?…. não diga!! 

  41. Kurt Cobain

    27 de agosto de 2012 em 23:13

    GENIOUS! Eu não sou burro, me matei por que previ um futuro colorido. =D

  42. Vinicius Lisboa

    27 de agosto de 2012 em 23:11

    Eu ja sou devagar e destraído mesmo não fumando,se eu fumar eu acho que eu nem consigo achar o caminho de volta pra minha casa.

  43. otome do mal

    27 de agosto de 2012 em 23:02

    a va mais uma pesquisa feita pelo super fruta das americas diagonoricas dinamarquesas

    • Penis

      28 de agosto de 2012 em 13:36

      Amor o/

      • otome do mal

        28 de agosto de 2012 em 17:06

        da minha vida daki ate a eternidade kkkkk

  44. mariaantnia

    27 de agosto de 2012 em 23:01

    eu tenho raciocínio lento e sou distraída e nao fumo maconha, ;c 

    • Alek Sander

      22 de novembro de 2013 em 00:28

      imagine se fumasse então ? morria de vez…

  45. Edson Henrique

    27 de agosto de 2012 em 22:57

    desde quando criticar pessoas q usam drogas é preconceito? ¬¬

    • Paulo Cesar

      9 de dezembro de 2013 em 01:31

      sim é um fato é ato retrógado maioria dos chapados ai são adolescentes revolucionários futuro da nação evolução do homo sapiens sapiens não achas?

    • LORD FENRIR,O SENHOR DOS LOBOS

      28 de agosto de 2012 em 00:36

      Se uma pessoa fala e preconceito,se um cientista fala e ciencia.

      Vai entender…
  46. Gasai Yuno

    27 de agosto de 2012 em 22:57

    Mais um estudo pra confirmar o que todos nós já sabíamos… 

    • Vegeta

      29 de agosto de 2012 em 20:19

      E então, como vai o Yukkii?

      • Gasai Yuno

        29 de agosto de 2012 em 22:13

        bem 🙂

  47. Fat Guy

    27 de agosto de 2012 em 22:46

     Lógica do Minilua: “Olha, uns cientistas babacas comprovaram algo óbvio!” – “Beleza então… O que fazemos com isso?” – “Posta no blog, ué”

  48. Jasce Honorato

    27 de agosto de 2012 em 22:45

    Fumar maconha reduz o QI em oito pontos, mas ultimamente as pessoas são tão burras que é mais fácil ela aumentar do que reduzir o QI…

    • TENSEI

      27 de agosto de 2012 em 22:48

      tava mudando de canal, ai botei na TCM e tava passando Laranja Mecânica… lembrei de você!

      • Jasce Honorato

        27 de agosto de 2012 em 22:58

        Ahhh que legal, alguém lembrou de “euzinha” ao ver Laranja Mecânica XD  (Passou na TCM e eu nem vi T.T)

  49. Italo Santos Souza

    27 de agosto de 2012 em 22:44

    ta bom agora me conta uma novidade

  50. ev vagner

    27 de agosto de 2012 em 22:43

    Mais uma pra acabar de vez com essa bobagem que maconha mata seus neurônios. Na verdade, o sistema nervoso agradece  seu consumo!

    Os pacientes bipolares com histórico de consumo de cannabis demonstram um desempenho neurocogitivo superior em comparação com pacientes sem história de uso, de acordo com dados clínicos publicados online na revista Psychiatry Research.

    Pesquisadores do Hospital Hillside Zucker em Long Island, NY, junto com pesquisadores da Mount Sinai School of Medicine e do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York, compararam o desempenho de 50 bipolares com histórico de consumo de cannabis contra 150 pacientes bipolares sem histórico de uso em uma bateria de medidas padronizadas cognitivas. Os grupos de pacientes não diferiram em relação à idade, raça, ou nível de educação alcançado. Os pacientes bipolares com histórico de consumo da erva tinham idade semelhante aos pacientes que não consomem a erva.

  51. Carolina Monteiro

    27 de agosto de 2012 em 22:42

    Já era de se esperar não era preciso uma pesquisa pra saber disso 

  52. ev vagner

    27 de agosto de 2012 em 22:42

    Mais uma pra acabar de vez com essa bobagem que maconha mata seus neurônios. Na verdade, o sistema nervoso agradece  seu consumo!

    Os pacientes bipolares com histórico de consumo de cannabis demonstram um desempenho neurocogitivo superior em comparação com pacientes sem história de uso, de acordo com dados clínicos publicados online na revista Psychiatry Research.

    Pesquisadores do Hospital Hillside Zucker em Long Island, NY, junto com pesquisadores da Mount Sinai School of Medicine e do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York, compararam o desempenho de 50 bipolares com histórico de consumo de cannabis contra 150 pacientes bipolares sem histórico de uso em uma bateria de medidas padronizadas cognitivas. Os grupos de pacientes não diferiram em relação à idade, raça, ou nível de educação alcançado. Os pacientes bipolares com histórico de consumo da erva tinham idade semelhante aos pacientes que não consomem a erva.

    Os pesquisadores descobriram que os indivíduos com histórico de consumo de cannabis apresentaram desempenho melhor do que neurocognitivo dos não-usuários, mas não diferiram significativamente nas estimativas de QI pré-mórbido – relacionado à capacidade de linguagem e não-verbais e que apresenta níveis similares nos pacientes que sofrem de esquizofrenia.

    Autores relataram que “os resultados de nossa análise sugerem que indivíduos com transtorno bipolar e histórico (de uso de cannabis) demonstram o desempenho neurocognitivo significativamente melhor, em particular as medidas de atenção, velocidade de processamento e memória de trabalho. Estes resultados são consistentes com um estudo anterior que demonstrou que os indivíduos bipolares com histórico de consumo de cannabis apresentaram desempenho superiores fluência verbal, em comparação com pacientes bipolares sem histórico. Resultados similares também foram encontrados na esquizofrenia em vários estudos”.

    Eles ainda concluíram que “estes dados podem ser interpretados sugerindo que o uso de cannabis pode ter um efeito benéfico sobre o funcionamento cognitivo em pacientes com graves distúrbios psiquiátricos. No entanto, é também possível que estes resultados sejam devido à exigência de um certo nível de cognitivo função e relacionadas com as habilidades sociais na aquisição de drogas ilícitas”.

    Então vamos lá, governos do soberano Planeta Terra. Estamos esperando vosso aval para que possamos provar-lhes, por A mais B, que essa erva daninha, de daninha não tem nada.

    • Anônimo

      28 de agosto de 2012 em 15:47

      BASTA UMA IMAGEM…

  53. Matheus Menezes

    27 de agosto de 2012 em 22:41

    Vendo a imgem 2 : “What?! Não é mais um trago

  54. ev vagner

    27 de agosto de 2012 em 22:40

    A cura para o câncer pode estar mais próxima do que se imagina. No último mês de junho, o National Cancer Institute (NCI), dos Estados Unidos, atualizou o tópico intitulado “Cannabis and Cannabinoids” do seu banco de dados online destacando o papel dos canabinóides herbais na morte de células cancerosas, processo clinicamente chamado de apoptose (quando ocorre uma espécie de “auto-destruição” celular). Como já era de se esperar devido à influência & manipulação por parte da poderosíssima indústria farmacêutica, pouco se ouviu falar dessa notícia por aí.  Quem trouxe o fato à tona foi o Publius, coletivo de autores responsáveis pelo livro The Cannabis Papers: a citizen’s guide to cannabinoids, lançado em 2011 e disponível gratuitamente abaixo*.

    “Nós já conhecíamos há algum tempo a importância do Sistema Canabinóide (SC) no combate ao câncer”, observa Stephen Young, membro do Publius e autor de Maximizing Harm: Winners and Losers in the Drug War (2000). “Estamos felizes em ver o NCI publicando oficialmente essa informação após 37 anos em que eles próprios noticiaram pela primeira vez as propriedades anti-cancerígenas da canábis”, comemora.

  55. Melhor Alone do Mundo

    27 de agosto de 2012 em 22:37

    Cogumelos fazem  o mesmo efeito? Sei lá, só pra saber mesmo.

    • Robb Stark

      27 de agosto de 2012 em 22:40

      Super mario aproves you question!
      [img]http://www.google.com.br/imgres?um=1&hl=pt-BR&safe=off&client=firefox-a&sa=N&rls=org.mozilla:pt-BR:official&biw=999&bih=541&tbm=isch&tbnid=qopymqvOunLIrM:&imgrefurl=http://www.reinodocogumelo.com/2009/03/as-drogas-dos-video-games.html&imgurl=http://4.bp.blogspot.com/_HuVp506Cl2w/ScOznSn99wI/AAAAAAAABPU/Jw_aafdYrTg/s400/Mario__s_Magic_Mushrooms_by_CitizenWolfie.jpg&w=400&h=296&ei=byE8UKXBEsL00gGC-4AY&zoom=1&iact=hc&vpx=109&vpy=214&dur=1532&hovh=193&hovw=261&tx=165&ty=96&sig=116694588024736841179&page=3&tbnh=149&tbnw=199&start=20&ndsp=12&ved=1t:429,r:0,s:20,i:141[/img]

  56. ev vagner

    27 de agosto de 2012 em 22:33

    Fato #1: A maioria dos usuários de maconha nunca usou qualquer outra droga ilícita.

    Maconha não leva as pessoas a usar drogas mais pesadas. A cannabis é a droga ilegal mais popular do mundo, portanto, as pessoas que usaram drogas menos populares, como a heroína, cocaína e LSD, é que provavelmente também usaram maconha. A maioria dos cannabistas nunca usou qualquer outra droga ilegal e a vasta maioria que usou nunca se viciou ou teve problemas associados. De fato, a cannabis é o destino final mais do que a tão chamada porta de entrada.

     
    Fato #2: A maioria das pessoas que usam maconha o fazem ocasionalmente. O aumento no número de admissões em clínicas de reabilitação não reflete o aumento das taxas de dependência química.

    De acordo com um estudo do Instituto Federal de Medicina dos EUA feito em em 1999, menos de 10% daqueles que provam cannabis se encaixa nos critérios de dependência, enquanto 32% dos fumantes de tabaco e 15% dos beberrões se encaixam. De acordo com dados federais norte-americanos, as admissões relacionadas a maconha previstas pelo sistema de justiça criminal subiu 48% em 1992 e 58% em 2006. Apenas 45% das admissões de maconheiros se enquadram nos critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais para dependência de maconha. Mais de um terço não tinha fumado nem um baseadinho nos 30 dias anteriores à admissão para tratamento.

     

    Fato #3: Reclamações sobre o aumento da potência da maconha são demasiadamente exageradas. Além disso, a potência não está relacionada ao risco de dependência ou impactos na saúde.

    Embora a potência da maconha possa ter aumentado um pouco nas últimas décadas, afirmações sobre enormes aumentos na potência são exageradas e não é suportado por nenhuma evidência. De qualquer maneira, a potência não está relacionada a riscos de dependência ou impactos na saúde. De acordo com dados do próprio governo federal americano, o THC médio da erva cultivada internamente – que compreende a maior parte do mercado dos EUA – é inferior a 5%, um valor que se manteve inalterado durante quase uma década. Para se ter uma idéia melhor, na década de 1980, o teor de THC era de, em média, 3%. Independentemente de potência, o THC é praticamente não-tóxico para as células saudáveis ou órgãos, e é incapaz de causar uma overdose fatal. Atualmente, os médicos podem prescrever legalmente Marinol, uma pílula aprovado pela FDA que contém 100% deTHC. O departamento de Administração de Alimentos e Medicamentos americano considera a substância segura e efetiva no tratamento de náuseas, vômitos e doenças degenerativas. Quando usuários encontram uma erva mais potente que o usual, eles podem facilmente ajustar o uso fumando menos.

     
    Fato #4: Maconha não foi associada ao desenvolvimento de doenças mentais

    Alguns efeitos da queimação de mato podem incluir sentimentos de pânico, ansiedade e paranóia. Tais experiências podem ser assustadoras, mas os efeitos são temporários. Dito isto, não estamos dizendo não pode haver alguma correlação (mas não causalidade) entre o uso de maconha e certas doenças psiquiátricas. O fato de alguém fumar um cigarrinho de artista pode se correlacionar com doenças mentais por muitas razões. Muitas vezes as pessoas fazem uma fumaça para aliviar os sintomas de angústia. Um estudo realizado na Alemanha mostrou que o uso de cannabis pode compensar certos declínios cognitivos em pacientes esquizofrênicos. Outro estudo demonstrou que alguns sintomas psicóticos se antecipam ao uso da maconha, sugerindo que é mais provável que as pessoas estejam buscando a planta por ajuda do que ficam doentes em consequência dela.

     
    Fato #5: O uso de maconha não foi associado ao aumento de risco de câncer.

    Vários estudos longitudinais têm demonstrado que mesmo o uso a longo prazo de marijuana (via fumaça) em seres humanos não é associado com um risco elevado de câncer, incluindo cancros relacionados com o tabaco ou colorectal, de pulmão, melanoma, de próstata, de mama ou colo do útero. Um estudo de 2009 baseado num estudo de caso da população indica que fazer uma fumaça moderada durante o período de 20 anos está associado à uma redução de cancêr na cabeça e no pescoço (Veja estudo – em inglês). Ainda, outro estudo caso mostra que fumar um capim não está associado ao cancêr de pulmão nem com o aparelho digestivo/respiratório superior (laringe, faringe, garganta, etc).

     

    Fato #6: A Marijuana se provou útil no tratamento dos sintomas de uma variedade de condições médicas.

    A cannabis tem se mostrado eficaz ao reduzir a náusea induzida pela quimioterapia, estimulando o apetite em pacientes com AIDS, e na redução da pressão intra-ocular em pessoas com glaucoma. Há também evidências de que o matinho louco reduz significantemente a espasticidade muscular em pacientes com distúrbios neurológicos. Uma cápsula sintética está disponível por prescrição médica, mas não é tão eficaz como o ganja fumado por muitos pacientes.

     
    Fato #7: Os índices de uso de maconha na Holanda são semelhantes aos dos EUA, apesar das políticas muito diferentes.

    A Holanda, a política de drogas é uma das menos punitiva da Europa. Há mais de 20 anos, os cidadãos holandeses com idade acima de 18 foram autorizados a comprar e usar cannabis (maconha e haxixe) em lojas de governo regulamentadas. Esta política não resultou em um aumento incontrolável dos cidadãos que curtem um cachimbo da paz. Para a maioria dos grupos etários, as taxas de utilização da erva na Holanda são semelhantes àqueles nos Estados Unidos. No entanto, para os adolescentes mais jovens, as taxas de utilização de marijuana são mais baixos nos Países Baixos do que na terra do Tio Sam. O governo holandês ocasionalmente revisa as políticas de maconha existente, mas mantém o compromisso da descriminalização.

     
    Fato #8: A maconha não foi associada a nenhuma disfunção cognitiva a longo prazo.

    Os efeitos a curto prazo da maconha incluem alterações temporárias e imediatas nos pensamentos, percepções e processamento de informações. O processo cognitivo mais claramente afetado pela maconha é memória de curto prazo. Em estudos de laboratório, os indivíduos sob a influência da maconha não têm problemas em se lembrar coisas que eles aprenderam anteriormente. No entanto, eles apresentam diminuição da capacidade de aprender e recordar novas informações. Esta diminuição dura enquanto rolar a brisa. Não há nenhuma evidência convincente de que fumar um beise prejudica memória ou outras funções cognitivas permanentemente.

     
    Fato #9: Não há evidências convincentes de que a maconha contribui substancialmente para os acidentes de trânsito e mortes.

    Em algumas doses, a maconha afeta a percepção e o desempenho psicomotor – alterações que podem prejudicar a capacidade de condução. No entanto, na condução de estudos, a cannabis produz pouco ou nenhum comprometimento na manipulação de um carro – sendo consistentemente menor do que o risco produzido por doses de baixas a moderadas de álcool e muitos medicamentos legais. Em contraste com o álcool, que tende a aumentar práticas de condução de risco, a maconha tende a fazer com que o usuário seja mais cauteloso em todos os assuntos. Levantamentos entre condutores fatalmente feridos mostram que, quando o THC é detectado no sangue, o álcool é quase sempre detectado também. Para alguns indivíduos, o fumo dos malucos pode desempenhar um papel na má condução. A taxa global de acidentes em rodovias não parece ser significativamente afetada pelo uso da maconha na sociedade.

     
    Fato #10: Mais de 800.000 pessoas são presas por maconha nos EUA a cada ano, a grande maioria delas por posse simples.

    A polícia acusou 858,408 pessoas por violações da lei pelo uso de maconha em 2009, de acordo com o Federal Bureau of Investigation’s annual Uniform Crime Report. Nos EUA, detenções de maconheiros correspodem a 52% de todas as prisões relacionadas às drogas. Uma década atrás, este número era de 44%. Aproximadamente 46% de todos os processos associados às drogas no país são por possessão de cannabis. Dentre os detidos por crimes relacionados à maconha, cerca de 88% são acusados somente por posse. O restante é processado por venda/fabricação, uma categoria que inclui praticamente todos os crimes relacionados ao cultivo.

     

  57. Lord Belial

    27 de agosto de 2012 em 22:33

    essa pesquisa diz isso porque não tinha ninguém da galera do minilua no meio senão seria provado o contrario 

  58. ev vagner

    27 de agosto de 2012 em 22:27

    or que a maconha é proibida? Porque faz mal à saúde. Será mesmo? Então, por que o bacon não é proibido? Ou as anfetaminas? E, diga-se de passagem, nenhum mal sério à saúde foi comprovado para o uso esporádico de maconha. A guerra contra essa planta foi motivada muito mais por fatores raciais, econômicos, políticos e morais do que por argumentos científicos. E algumas dessas razões são inconfessáveis. Tem a ver com o preconceito contra árabes, chineses, mexicanos e negros, usuários freqüentes de maconha no começo do século XX. Deve muito aos interesses de indústrias poderosas dos anos 20, que vendiam tecidos sintéticos e papel e queriam se livrar de um concorrente, o cânhamo. Tem raízes também na bem-sucedida estratégia de dominação dos Estados Unidos sobre o planeta. E, é claro, guarda relação com o moralismo judaico-cristão (e principalmente protestante-puritano), que não aceita a idéia do prazer sem merecimento – pelo mesmo motivo, no passado, condenou-se a masturbação.
    Não é fácil falar desse assunto – admito que levei um dia inteiro para compor o parágrafo acima. O tema é tão carregado de ideologia e as pessoas têm convicções tão profundas sobre ele que qualquer convite ao debate, qualquer insinuação de que estamos lidando mal com o problema já é interpretada como “apologia às drogas” e, portanto, punível com cadeia. O fato é que, apesar da desinformação dominante, sabe-se muito sobre a maconha. Ela é cultivada há milênios e centenas de pesquisas já foram feitas sobre o assunto. O que tentei fazer foi condensar nestas páginas o conhecimento que a humanidade reuniu sobre a droga nos milênios em que convive com ela.
    Por que é proibido?
    “O corpo esmagado da menina jazia espalhado na calçada um dia depois de mergulhar do quinto andar de um prédio de apartamentos em Chicago. Todos disseram que ela tinha se suicidado, mas, na verdade, foi homicídio. O assassino foi um narcótico conhecido na América como marijuana e na história como haxixe. Usado na forma de cigarros, ele é uma novidade nos Estados Unidos e é tão perigoso quanto uma cascavel.” Começa assim a matéria “Marijuana: assassina de jovens”, publicada em 1937 na revista American Magazine. A cena nunca aconteceu. O texto era assinado por um funcionário do governo chamado Harry Anslinger. Se a maconha, hoje, é ilegal em praticamente todo o mundo, não é exagero dizer que o maior responsável foi ele.
    Nas primeiras décadas do século XX, a maconha era liberada, embora muita gente a visse com maus olhos. Aqui no Brasil, maconha era “coisa de negro”, fumada nos terreiros de candomblé para facilitar a incorporação e nos confins do país por agricultores depois do trabalho. Na Europa, ela era associada aos imigrantes árabes e indianos e aos incômodos intelectuais boêmios. Nos Estados Unidos, quem fumava eram os cada vez mais numerosos mexicanos – meio milhão deles cruzaram o Rio Grande entre 1915 e 1930 em busca de trabalho. Muitos não acharam. Ou seja, em boa parte do Ocidente, fumar maconha era relegado a classes marginalizadas e visto com antipatia pela classe média branca.
    Pouca gente sabia, entretanto, que a mesma planta que fornecia fumo às classes baixas tinha enorme importância econômica. Dezenas de remédios – de xaropes para tosse a pílulas para dormir – continham cannabis. Quase toda a produção de papel usava como matéria-prima a fibra do cânhamo, retirada do caule do pé de maconha. A indústria de tecidos também dependia da cannabis – o tecido de cânhamo era muito difundido, especialmente para fazer cordas, velas de barco, redes de pesca e outros produtos que exigissem um material muito resistente. A Ford estava desenvolvendo combustíveis e plásticos feitos a partir do óleo da semente de maconha. As plantações de cânhamo tomavam áreas imensas na Europa e nos Estados Unidos.
    Em 1920, sob pressão de grupos religiosos protestantes, os Estados Unidos decretaram a proibição da produção e da comercialização de bebidas alcoólicas. Era a Lei Seca, que durou até 1933. Foi aí que Henry Anslinger surgiu na vida pública americana – reprimindo o tráfico de rum que vinha das Bahamas. Foi aí, também, que a maconha entrou na vida de muita gente – e não só dos mexicanos. “A proibição do álcool foi o estopim para o ‘boom’ da maconha”, afirma o historiador inglês Richard Davenport-Hines, especialista na história dos narcóticos, em seu livro The Pursuit of Oblivion (A busca do esquecimento, ainda sem versão para o Brasil). “Na medida em que ficou mais difícil obter bebidas alcoólicas e elas ficaram mais caras e piores, pequenos cafés que vendiam maconha começaram a proliferar”, escreveu.
    Anslinger foi promovido a chefe da Divisão de Controle Estrangeiro do Comitê de Proibição e sua tarefa era cuidar do contrabando de bebidas. Foi nessa época que ele percebeu o clima de antipatia contra a maconha que tomava a nação. Clima esse que só piorou com a quebra da Bolsa, em 1929, que afundou a nação numa recessão. No sul do país, corria o boato de que a droga dava força sobre-humana aos mexicanos, o que seria uma vantagem injusta na disputa pelos escassos empregos. A isso se somavam insinuações de que a droga induzia ao sexo promíscuo (muitos mexicanos talvez tivessem mais parceiros que um americano puritano médio, mas isso não tem nada a ver com a maconha) e ao crime (com a crise, a criminalidade aumentou entre os mexicanos pobres, mas a maconha é inocente disso). Baseados nesses boatos, vários Estados começaram a proibir a substância. Nessa época, a maconha virou a droga de escolha dos músicos de jazz, que afirmavam ficar mais criativos depois de fumar.
    Anslinger agarrou-se firme à bandeira proibicionista, batalhou para divulgar os mitos antimaconha e, em 1930, quando o governo, preocupado com a cocaína e o ópio, criou o FBN (Federal Bureau of Narcotics, um escritório nos moldes do FBI para lidar com drogas), ele articulou para chefiá-lo. De repente, de um cargo burocrático obscuro, Anslinger passou a ser o responsável pela política de drogas do país. E quanto mais substâncias fossem proibidas, mais poder ele teria.
    Mas é improvável que a cruzada fosse motivada apenas pela sede de poder. Outros interesses devem ter pesado. Anslinger era casado com a sobrinha de Andrew Mellon, dono da gigante petrolífera Gulf Oil e um dos principais investidores da igualmente gigante Du Pont. “A Du Pont foi uma das maiores responsáveis por orquestrar a destruição da indústria do cânhamo”, afirma o escritor Jack Herer, em seu livro The Emperor Wears No Clothes (O imperador está nu, ainda sem tradução). Nos anos 20, a empresa estava desenvolvendo vários produtos a partir do petróleo: aditivos para combustíveis, plásticos, fibras sintéticas como o náilon e processos químicos para a fabricação de papel feito de madeira. Esses produtos tinham uma coisa em comum: disputavam o mercado com o cânhamo.
    Seria um empurrão considerável para a nascente indústria de sintéticos se as imensas lavouras de cannabis fossem destruídas, tirando a fibra do cânhamo e o óleo da semente do mercado. “A maconha foi proibida por interesses econômicos, especialmente para abrir o mercado das fibras naturais para o náilon”, afirma o jurista Wálter Maierovitch, especialista em tráfico de entorpecentes e ex-secretário nacional antidrogas.
    Anslinger tinha um aliado poderoso na guerra contra a maconha: William Randolph Hearst, dono de uma imensa rede de jornais. Hearst era a pessoa mais influente dos Estados Unidos. Milionário, comandava suas empresas de um castelo monumental na Califórnia, onde recebia artistas de Hollywood para passear pelo zoológico particular ou dar braçadas na piscina coberta adornada com estátuas gregas. Foi nele que Orson Welles se inspirou para criar o protagonista do filme Cidadão Kane. Hearst sabidamente odiava mexicanos. Parte desse ódio talvez se devesse ao fato de que, durante a Revolução Mexicana de 1910, as tropas de Pancho Villa (que, aliás, faziam uso freqüente de maconha) desapropriaram uma enorme propriedade sua. Sim, Hearst era dono de terras e as usava para plantar eucaliptos e outras árvores para produzir papel. Ou seja, ele também tinha interesse em que a maconha americana fosse destruída – levando com ela a indústria de papel de cânhamo.
    Hearst iniciou, nos anos 30, uma intensa campanha contra a maconha. Seus jornais passaram a publicar seguidas matérias sobre a droga, às vezes afirmando que a maconha fazia os mexicanos estuprarem mulheres brancas, outras noticiando que 60% dos crimes eram cometidos sob efeito da droga (um número tirado sabe-se lá de onde). Nessa época, surgiu a história de que o fumo mata neurônios, um mito repetido até hoje. Foi Hearst que, se não inventou, ao menos popularizou o nome marijuana (ele queria uma palavra que soasse bem hispânica, para permitir a associação direta entre a droga e os mexicanos). Anslinger era presença constante nos jornais de Hearst, onde contava suas histórias de terror. A opinião pública ficou apavorada. Em 1937, Anslinger foi ao Congresso dizer que, sob o efeito da maconha, “algumas pessoas embarcam numa raiva delirante e cometem crimes violentos”.
    Os deputados votaram pela proibição do cultivo, da venda e do uso da cannabis, sem levar em conta as pesquisas que afirmavam que a substância era segura. Proibiu-se não apenas a droga, mas a planta. O homem simplesmente cassou o direito da espécie Cannabis sativa de existir.
    Anslinger também atuou internacionalmente. Criou uma rede de espiões e passou a freqüentar as reuniões da Liga das Nações, antecessora da ONU, propondo tratados cada vez mais duros para reprimir o tráfico internacional. Também começou a encontrar líderes de vários países e a levar a eles os mesmos argumentos aterrorizantes que funcionaram com os americanos. Não foi difícil convencer os governos – já na década de 20 o Brasil adotava leis federais antimaconha. A Europa também embarcou na onda proibicionista.
    “A proibição das drogas serve aos governos porque é uma forma de controle social das minorias”, diz o cientista político Thiago Rodrigues, pesquisador do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos. Funciona assim: maconha é coisa de mexicano, mexicanos são uma classe incômoda. “Como não é possível proibir alguém de ser mexicano, proíbe-se algo que seja típico dessa etnia”, diz Thiago. Assim, é possível manter sob controle todos os mexicanos – eles estarão sempre ameaçados de cadeia. Por isso a proibição da maconha fez tanto sucesso no mundo. O governo brasileiro achou ótimo mais esse instrumento para manter os negros sob controle. Os europeus também adoraram poder enquadrar seus imigrantes.
    A proibição foi virando uma forma de controle internacional por parte dos Estados Unidos, especialmente depois de 1961, quando uma convenção da ONU determinou que as drogas são ruins para a saúde e o bem-estar da humanidade e, portanto, eram necessárias ações coordenadas e universais para reprimir seu uso. “Isso abriu espaço para intervenções militares americanas”, diz Maierovitch. “Virou um pretexto oportuno para que os americanos possam entrar em outros países e exercer os seus interesses econômicos.”
    Estava erguida uma estrutura mundial interessada em manter as drogas na ilegalidade, a maconha entre elas. Um ano depois, em 1962, o presidente John Kennedy demitiu Anslinger – depois de nada menos que 32 anos à frente do FBN. Um grupo formado para analisar os efeitos da droga concluiu que os riscos da maconha estavam sendo exagerados e que a tese de que ela levava a drogas mais pesadas era furada. Mas não veio a descriminalização. Pelo contrário. O presidente Richard Nixon endureceu mais a lei, declarou “guerra às drogas” e criou o DEA (em português, Escritório de Coação das Drogas), um órgão ainda mais poderoso que o FBN, porque, além de definir políticas, tem poder de polícia.
    Maconha faz mal?
    Taí uma pergunta que vem sendo feita faz tempo. Depois de mais de um século de pesquisas, a resposta mais honesta é: faz, mas muito pouco e só para casos extremos. O uso moderado não faz mal. A preocupação da ciência com esse assunto começou em 1894, quando a Índia fazia parte do Império Britânico. Havia, então, a desconfiança de que o bhang, uma bebida à base de maconha muito comum na Índia, causava demência. Grupos religiosos britânicos reivindicavam sua proibição. Formou-se a Comissão Indiana de Drogas da Cannabis, que passou dois anos investigando o tema. O relatório final desaconselhou a proibição: “O bhang é quase sempre inofensivo quando usado com moderação e, em alguns casos, é benéfico. O abuso do bhang é menos prejudicial que o abuso do álcool”.
    Em 1944, um dos mais populares prefeitos de Nova York, Fiorello La Guardia, encomendou outra pesquisa. Em meio à histeria antimaconha de Anslinger, La Guardia resolveu conferir quais os reais riscos da tal droga assassina. Os cientistas escolhidos por ele fizeram testes com presidiários (algo comum na época) e concluíram: “O uso prolongado da droga não leva à degeneração física, mental ou moral”. O trabalho passou despercebido no meio da barulheira proibicionista de Anslinger.
    A partir dos anos 60, várias pesquisas parecidas foram encomendadas por outros governos. Relatórios produzidos na Inglaterra, no Canadá e nos Estados Unidos aconselharam um afrouxamento nas leis. Nenhuma dessas pesquisas foi suficiente para forçar uma mudança. Mas a experiência mais reveladora sobre a maconha e suas conseqüências foi realizada fora do laboratório. Em 1976, a Holanda decidiu parar de prender usuários de maconha desde que eles comprassem a droga em cafés autorizados. Resultado: o índice de usuários continua comparável aos de outros países da Europa. O de jovens dependentes de heroína caiu – estima-se que, ao tirar a maconha da mão dos traficantes, os holandeses separaram essa droga das mais pesadas e, assim, dificultaram o acesso a elas.
    Nos últimos anos, os possíveis males da maconha foram cuidadosamente escrutinados – às vezes por pesquisadores competentes, às vezes por gente mais interessada em convencer os outros da sua opinião. Veja abaixo um resumo do que se sabe:
    Câncer
    Não se provou nenhuma relação direta entre fumar maconha e câncer de pulmão, traquéia, boca e outros associados ao cigarro. Isso não quer dizer que não haja. Por muito tempo, os riscos do cigarro foram negligenciados e só nas últimas duas décadas ficou claro que havia uma bomba-relógio armada – porque os danos só se manifestam depois de décadas de uso contínuo. Há o temor de que uma bomba semelhante esteja para explodir no caso da maconha, cujo uso se popularizou a partir dos anos 60. O que se sabe é que o cigarro de maconha tem praticamente a mesma composição de um cigarro comum – a única diferença significativa é o princípio ativo. No cigarro é a nicotina, na maconha o tetrahidrocanabinol, ou THC. Também é verdade que o fumante de maconha tem comportamentos mais arriscados que o de cigarro: traga mais profundamente, não usa filtro e segura a fumaça por mais tempo no pulmão (o que, aliás, segundo os cientistas, não aumenta os efeitos da droga).
    Em compensação, boa parte dos maconheiros fuma muito menos e pára ou reduz o consumo depois dos 30 anos (parar cedo é sabidamente uma forma de diminuir drasticamente o risco de câncer). Em resumo: o usuário eventual de maconha, que é o mais comum, não precisa se preocupar com um aumento grande do risco de câncer. Quem fuma mais de um baseado por dia há mais de 15 anos deve pensar em parar.
    Dependência
    Algo entre 6% e 12% dos usuários, dependendo da pesquisa, desenvolve um uso compulsivo da maconha (menos que a metade das taxas para álcool e tabaco). A questão é: será que a maconha é a causa da dependência ou apenas uma válvula de escape. “Dependência de maconha não é problema da substância, mas da pessoa”, afirma o psiquiatra Dartiu Xavier, coordenador do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Escola Paulista de Medicina. Segundo Dartiu, há um perfil claro do dependente de maconha: em geral, ele é jovem, quase sempre ansioso e eventualmente depressivo. Pessoas que não se encaixam nisso não desenvolvem o vício. “E as que se encaixam podem tanto ficar dependentes de maconha quanto de sexo, de jogo, de internet”, diz.
    Muitos especialistas apontam para o fato de que a maconha está ficando mais perigosa – na medida em que fica mais potente. Ao longo dos últimos 40 anos, foi feito um melhoramento genético, cruzando plantas com alto teor de THC. Surgiram variedades como o skunk. No último ano, foram apreendidos carregamentos de maconha alterada geneticamente no Leste europeu – a engenharia genética é usada para aumentar a potência, o que poderia aumentar o potencial de dependência. Segundo o farmacólogo Leslie Iversen, autor do ótimo The Science of Marijuana (A ciência da maconha, sem tradução para o português) e consultor para esse tema da Câmara dos Lordes (o Senado inglês), esses temores são exagerados e o aumento da concentração de THC não foi tão grande assim.
    Para além dessa discussão, o fato é que, para quem é dependente, maconha faz muito mal. Isso é especialmente verdade para crianças e adolescentes. “O sujeito com 15 anos não está com a personalidade formada. O uso exagerado de maconha pode ser muito danoso a ele”, diz Dartiu. O maior risco para adolescentes que fumam maconha é a síndrome amotivacional, nome que se dá à completa perda de interesse que a droga causa em algumas pessoas. A síndrome amotivacional é muito mais freqüente em jovens e realmente atrapalha a vida – é quase certeza de bomba na escola e de crise na família.
    Danos cerebrais
    “Maconha mata neurônios.” Essa frase, repetida há décadas, não passa de mito. Bilhões de dólares foram investidos para comprovar que o THC destrói tecido cerebral – às vezes com pesquisas que ministravam doses de elefante em ratinhos –, mas nada foi encontrado.
    Muitas experiências foram feitas em busca de danos nas capacidades cognitivas do usuário de maconha. A maior preocupação é com a memória. Sabe-se que o usuário de maconha, quando fuma, fica com a memória de curto prazo prejudicada. São bem comuns os relatos de pessoas que têm idéias que parecem geniais durante o “barato”, mas não conseguem lembrar-se de nada no momento seguinte. Isso acontece porque a memória de curto prazo funciona mal sob o efeito de maconha e, sem ela, as memórias de longo prazo não são fixadas (é por causa desse “desligamento” da memória que o usuário perde a noção do tempo). Mas esse dano não é permanente. Basta ficar sem fumar que tudo volta a funcionar normalmente. O mesmo vale para o raciocínio, que fica mais lento quando o usuário fuma muito freqüentemente.
    Há pesquisas com usuários “pesados” e antigos, aqueles que fumam vários baseados por dia há mais de 15 anos, que mostraram que eles se saem um pouco pior em alguns testes, principalmente nos de memória e de atenção. As diferenças, no entanto, são sutis. Na comparação com o álcool, a maconha leva grande vantagem: beber muito provoca danos cerebrais irreparáveis e destrói a memória.
    Coração
    O uso de maconha dilata os vasos sangüíneos e, para compensar, acelera os batimentos cardíacos. Isso não oferece risco para a maioria dos usuários, mas a droga deve ser evitada por quem sofre do coração.
    Infertilidade
    Pesquisas mostraram que o usuário freqüente tem o número de espermatozóides reduzido. Ninguém conseguiu provar que isso possa causar infertilidade, muito menos impotência. Também está claro que os espermatozóides voltam ao normal quando se pára de fumar.
    Depressão imunológica
    Nos anos 70, descobriu-se que o THC afeta os glóbulos brancos, células de defesa do corpo. No entanto, nenhuma pesquisa encontrou relação entre o uso de maconha e a incidência de infecções.
    Loucura
    No passado, acreditava-se que maconha causava demência. Isso não se confirmou, mas sabe-se que a droga pode precipitar crises em quem já tem doenças psiquiátricas.
    Gravidez
    Algumas pesquisas apontaram uma tendência de filhos de mães que usaram muita maconha durante a gravidez de nascer com menor peso. Outras não confirmaram a suspeita. De qualquer maneira, é melhor evitar qualquer droga psicoativa durante a gestação. Sem dúvida, a mais perigosa delas é o álcool.
    Maconha faz bem?
    No geral, não. A maioria das pessoas não gosta dos efeitos e as afirmações de que a erva, por ser “natural”, faz bem, não passam de besteira. Outros adoram e relatam que ela ajuda a aumentar a criatividade, a relaxar, a melhorar o humor, a diminuir a ansiedade. É inevitável: cada um é um.
    O uso medicinal da maconha é tão antigo quanto a maconha. Hoje há muitas pesquisas com a cannabis para usá-la como remédio. Segundo o farmacólogo inglês Iversen, não há dúvidas de que ela seja um remédio útil para muitos e fundamental para alguns, mas há um certo exagero sobre seus potenciais. Em outras palavras: a maconha não é a salvação da humanidade. Um dos maiores desafios dos laboratórios é tentar separar o efeito medicinal da droga do efeito psicoativo – ou seja, criar uma maconha que não dê “barato”. Muitos pesquisadores estão chegando à conclusão de que isso é impossível: aparentemente, as mesmas propriedades químicas que alteram a percepção do cérebro são responsáveis pelo caráter curativo. Esse fato é uma das limitações da maconha como medicamento, já que muitas pessoas não gostam do efeito mental. No Brasil, assim como em boa parte do mundo, o uso médico da cannabis é proibido e milhares de pessoas usam o remédio ilegalmente. Conheça alguns dos usos:
    Câncer
    Pessoas tratadas com quimioterapia muitas vezes têm enjôos terríveis, eventualmente tão terríveis que elas preferem a doença ao remédio. Há medicamentos para reduzir esse enjôo e eles são eficientes. No entanto, alguns pacientes não respondem a nenhum remédio legal e respondem maravilhosamente à maconha. Era o caso do brilhante escritor e paleontólogo Stephen Jay Gould, que, no mês passado, finalmente, perdeu uma batalha de 20 anos contra o câncer (veja mais sobre ele na página 23). Gould nunca tinha usado drogas psicoativas – ele detestava a idéia de que interferissem no funcionamento do cérebro. Veja o que ele disse: “A maconha funcionou como uma mágica. Eu não gostava do ‘efeito colateral’ que era o borrão mental. Mas a alegria cristalina de não ter náusea – e de não experimentar o pavor nos dias que antecediam o tratamento – foi o maior incentivo em todos os meus anos de quimioterapia”.
    Aids
    Maconha dá fome. Qualquer um que fuma sabe disso (aliás, esse é um de seus inconvenientes: ela engorda). Nenhum remédio é tão eficiente para restaurar o peso de portadores do HIV quanto a maconha. E isso pode prolongar muito a vida: acredita-se que manter o peso seja o principal requisito para que um soropositivo não desenvolva a doença. O problema: a cannabis tem uma ação ainda pouco compreendida no sistema imunológico. Sabe-se que isso não representa perigo para pessoas saudáveis, mas pode ser um risco para doentes de Aids.
    Esclerose múltipla
    Essa doença degenerativa do sistema nervoso é terrivelmente incômoda e fatal. Os doentes sentem fortes espasmos musculares, muita dor e suas bexigas e intestinos funcionam muito mal. Acredita-se que ela seja causada por uma má função do sistema imunológico, que faz com que as células de defesa ataquem os neurônios. A maconha alivia todos os sintomas. Ninguém entende bem por que ela é tão eficiente, mas especula-se que tenha a ver com seu pouco compreendido efeito no sistema imunológico.
    Dor
    A cannabis é um analgésico usado em várias ocasiões. Os relatos de alívio das cólicas menstruais são os mais promissores.
    Glaucoma
    Essa doença caracteriza-se pelo aumento da pressão do líquido dentro do olho e pode levar à cegueira. Maconha baixa a pressão intraocular. O problema é que, para ser um remédio eficiente, a pessoa tem que fumar a cada três ou quatro horas, o que não é prático e, com certeza, é nocivo (essa dose de maconha deixaria o paciente eternamente “chapado”). Há estudos promissores com colírios feitos à base de maconha, que agiriam diretamente no olho, sem afetar o cérebro.
    Ansiedade
    Maconha é um remédio leve e pouco agressivo contra a ansiedade. Isso, no entanto, depende do paciente. Algumas pessoas melhoram após fumar; outras, principalmente as pouco habituadas à droga, têm o efeito oposto. Também há relatos de sucesso no tratamento de depressão e insônia, casos em que os remédios disponíveis no mercado, embora sejam mais eficientes, são também bem mais agressivos e têm maior potencial de dependência.
    Dependência
    Dois psiquiatras brasileiros, Dartiu Xavier e Eliseu Labigalini, fizeram uma experiência interessante. Incentivaram dependentes de crack a fumar maconha no processo de largar o vício. Resultado: 68% deles abandonaram o crack e, depois, pararam espontaneamente com a maconha, um índice altíssimo. Segundo eles, a maconha é um remédio feito sob medida para combater a dependência de crack e cocaína, porque estimula o apetite e combate a ansiedade, dois problemas sérios para cocainômanos. Dartiu e Eliseu pretendem continuar as pesquisas, mas estão com problemas para conseguir financiamento – dificilmente um órgão público investirá num trabalho que aposte nos benefícios da maconha.
    O passado
    O primeiro registro do contato entre o Homo sapiens e a Cannabis sativa é de 6 000 anos atrás. Trata-se da marca de uma corda de cânhamo impressa em cacos de barro, na China. O emprego da fibra, não só em cordas mas também em vários tecidos e, depois, na fabricação de papel, é um dos mais antigos usos da maconha. Graças a ele, a planta, original da região ao norte do Afeganistão, nos pés do Himalaia, tornou-se a primeira cultivada pelo homem com usos não alimentícios e espalhou-se por toda a Ásia e depois pela Europa e África.
    Mas há um uso da maconha que pode ser tão antigo quanto o da fibra do cânhamo: o medicinal. Os chineses conhecem há pelo menos 2 000 anos o poder curativo da droga, como prova o Pen-Ts’ao Ching, considerado a primeira farmacopéia conhecida do mundo (farmacopéia é um livro que reúne fórmulas e receitas de medicamentos). O livro recomenda o uso da maconha contra prisão-de-ventre, malária, reumatismo e dores menstruais. Também na Índia, a erva já há milênios é parte integral da medicina ayurvédica, usada no tratamento de dezenas de doenças. Sem falar que ela ocupa um lugar de destaque na religião hindu. Pela mitologia, maconha era a comida favorita do deus Shiva, que, por isso, viveria o tempo todo “chapado”. Tomar bhang seria uma forma de entrar em comunhão com Shiva.
    O Hinduísmo não é a única religião a dar destaque para a cannabis. Para os budistas da tradição Mahayana, Buda passou seis anos comendo apenas uma semente de maconha por dia. Sua iluminação teria sido atingida após esse período de quase-jejum. Da Índia, a maconha migrou para a Mesopotâmia, ainda em tempos pré-cristãos, e de lá para o Oriente Médio. Portanto, ela já estava presente na região quando começou a expansão do Império Árabe. Com a proibição do álcool entre o povo de Maomé, iniciou-se uma acalorada discussão sobre se a maconha deveria ser banida também. Por séculos, consumiu-se cannabis abundantemente nas terras muçulmanas até que, na Idade Média, muitos islâmicos abandonaram o hábito. A exceção foram os sufi, membros de uma corrente considerada mais mística e esotérica do Islã, que, até bem recentemente, consideravam a cannabis fundamental em seus ritos.
    Os gregos usaram velas e cordas de cânhamo nos seus navios, assim como, depois, os romanos. Sabe-se que o Império Romano tinha pelo menos conhecimento dos poderes psicoativos da maconha. O historiador latino Tácito, que viveu no século I d.C., relata que os citas, um povo da atual Turquia, tinham o costume de armar uma tenda, acender uma fogueira e queimar grande quantidade de maconha. Daí ficavam lá dentro, numa versão psicodélica do banho turco.
    Graças ao contato com os árabes, grande parte da África conheceu a erva e incorporou-a aos seus ritos e à sua medicina – dos países muçulmanos acima do Saara até os zulus da África do Sul. A Europa toda também passou a plantar maconha e usava extensivamente a fibra do cânhamo, mas há raríssimos registros do seu uso como psicoativo naquele continente. Pode ser que isso se deva ao clima. O THC é uma resina produzida pela planta para proteger suas folhas e flores do sol forte. Na fria Europa, é possível que tenha se desenvolvido uma variação da Cannabis sativa com menos THC, já que não havia tanto sol para ameaçar o arbusto.
    O fato é que, na Renascença, a maconha se transformou no principal produto agrícola da Europa. E sua importância não foi só econômica: a planta teve uma grande participação na mudança de mentalidade que ocorreu no século XV. Os primeiros livros depois da revolução de Gutemberg foram impressos em papel de cânhamo. As pinturas dos gênios da arte eram feitas em telas de cânhamo (canvas, a palavra usada em várias línguas para designar “tela”, é uma corruptela holandesa do latim cannabis). E as grandes navegações foram impulsionadas por velas de cânhamo – segundo o autor americano Rowan Robinson, autor de O Grande Livro da Cannabis, havia 80 toneladas de cânhamo, contando o velame e as cordas, no barco comandado por Cristóvão Colombo em 1496. Ou seja, a América foi descoberta graças à maconha. Irônico.
    Sobre as luzes da Renascença caíram as sombras da Inquisição – um período em que a Igreja ganhou muita força e passou a exercer o papel de polícia, julgando hereges em seu tribunal e condenando bruxas à fogueira. “As bruxas nada mais eram do que as curandeiras tradicionais, principalmente as de origem celta, que utilizavam plantas para tratar as pessoas, às vezes plantas com poderes psicoativos”, diz o historiador Henrique Carneiro, especialista em drogas da Universidade Federal de Ouro Preto. Não há registros de que maconheiros tenham sido queimados no século XVI – inclusive porque o uso psicoativo da maconha era incomum na Europa –, mas é certo que cristalizou-se naquela época uma antipatia cristã por plantas que alteram o estado de consciência. “O Cristianismo afirmou seu caráter de religião imperial e, sob seus domínios, a única droga permitida é o álcool, associado com o sangue de Cristo”, diz Henrique.
    Em 1798, as tropas de Napoleão conquistaram o Egito. Até hoje não estão muito claras as razões pelas quais o imperador francês se aventurou no norte da África (vaidade, talvez). Mas pode ser que o principal motivo fosse a intenção de destruir as plantações de maconha, que abasteciam de cânhamo a poderosa Marinha da Inglaterra. O fato é que coube a Napoleão promulgar a primeira lei do mundo moderno proibindo a maconha. Os egípcios eram fumantes de haxixe, a resina extraída da folha e da flor da maconha constituída de THC concentrado. Mas a proibição saiu pela culatra. Os egípcios ignoraram a lei e continuaram fumando como sempre fizeram. Em compensação, os europeus ouviram falar da droga e ela rapidamente virou moda na Europa, principalmente entre os intelectuais. “O haxixe está substituindo o champagne”, disse o escritor Théophile Gautier em 1845, depois da conquista da Argélia, que, na época, era outro grande consumidor de THC.
    No Brasil, a planta chegou cedo, talvez ainda no século XVI, trazida pelos escravos (o nome “maconha” vem do idioma quimbundo, de Angola. Mas, até o século XIX, era mais usual chamar a erva de fumo-de-angola ou de diamba, nome também quimbundo). Por séculos, a droga foi tolerada no país, provavelmente fumada em rituais de candomblé (teria sido o presidente Getúlio Vargas que negociou a retirada da maconha dos terreiros, em troca da legalização da religião). Em 1830, o Brasil fez sua primeira lei restringindo a planta. A Câmara Municipal do Rio de Janeiro tornou ilegal a venda e o uso da droga na cidade e determinou que “os contraventores serão multados, a saber: o vendedor em 20 000 réis, e os escravos e demais pessoas, que dele usarem, em três dias de cadeia.” Note que, naquela primeira lei proibicionista, a pena para o uso era mais rigorosa que a do traficante. Há uma razão para isso. Ao contrário do que acontece hoje, o vendedor vinha da classe média branca e o usuário era quase sempre negro e escravo.
    O presente
    Segundo dados da ONU, 147 milhões de pessoas fumam maconha no mundo, o que faz dela a terceira droga psicoativa mais consumida do mundo, depois do tabaco e do álcool. A droga é proibida em boa parte do mundo, mas, desde que a Holanda começou a tolerá-la, na década de 70, alguns outros países europeus seguiram os passos da descriminalização. Itália e Espanha há tempos aceitam pequenas quantidades da erva – embora a Espanha esteja abandonando a posição branda e haja projetos de lei, na Itália, no mesmo sentido. O Reino Unido acabou de anunciar que descriminalizou o uso da maconha – a partir do ano que vem, a droga será apreendida e o portador receberá apenas uma advertência verbal. Os ingleses esperam, assim, poder concentrar seus esforços na repressão de drogas mais pesadas.
    No ano passado, Portugal endureceu as penas para o tráfico, mas descriminalizou o usuário de qualquer droga, desde que ele seja encontrado com quantidades pequenas. Porte de drogas virou uma infração administrativa, como parar em lugar proibido.
    Nos últimos anos, os Estados Unidos também mudaram sua forma de lidar com as drogas. Dentro da tendência mundial de ver a questão mais como um problema de saúde do que criminal, o país, em vez de botar na cadeia, obriga o usuário a se tratar numa clínica para dependentes. “Essa idéia é completamente equivocada”, afirma o psiquiatra Dartiu Xavier, refletindo a opinião de muitos especialistas. “Primeiro porque nem todo usuário é dependente. Segundo, porque um tratamento não funciona se é compulsório – a pessoa tem que querer parar”, diz. No sistema americano, quem recusa o tratamento ou o abandona vai para a cadeia. Portanto, não é uma descriminalização. “Chamo esse sistema de ‘solidariedade autoritária’”, diz o jurista Maierovitch. O Brasil planeja adotar o mesmo modelo.
    O futuro
    Há possibilidades de uma mudança no tratamento à maconha? “No Brasil, não é fácil”, diz Maierovitch, que, enquanto era secretário nacional antidrogas do governo de Fernando Henrique Cardoso, planejou a descriminalização. “A lei hoje em vigor em Portugal foi feita em conjunto conosco, com o apoio do presidente”, afirma. A idéia é que ela fosse colocada em prática ao mesmo tempo nos dois países. Segundo Maierovitch, Fernando Henrique mudou de idéia depois. O jurista afirma que há uma enorme influência americana na política de drogas brasileira. O fato é que essa questão mais tira do que dá votos e assusta os políticos – e não só aqui no Brasil. O deputado federal Fernando Gabeira, hoje no Partido dos Trabalhadores, é um dos poucos identificados com a causa da descriminalização. “Pretendo, como um primeiro passo, tentar a legalização da maconha para uso médico”, diz. Mas suas idéias estão longe de ser unanimidade mesmo dentro do seu partido.
    No remoto caso de uma legalização da compra e da venda, haveria dois modelos possíveis. Um seria o monopólio estatal, com o governo plantando e fornecendo as drogas, para permitir um controle maior. A outra possibilidade seria o governo estabelecer as regras (composição química exigida, proibição para menores de idade, proibição para fumar e dirigir), cobrar impostos (que seriam altíssimos, inclusive para evitar que o preço caia muito com o fim do tráfico ilegal) e a iniciativa privada assumir o lucrativo negócio. Não há no horizonte nenhum sinal de que isso esteja para acontecer. Mas a Super apurou, em consulta ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, que a Souza Cruz registrou, em 1997, a marca Marley – fica para o leitor imaginar que produto a empresa de tabaco pretende comercializar com o nome do ídolo do reggae.

    • Charlye Vieira da Silva

      24 de dezembro de 2013 em 11:00

      É memo cara? Que coisa hein. Vai fumar lá então. Fuma até não aguentar mais, entra numa sala, empilha meia tonelada de maconha, toca fogo, fecha as portas de janelas e traga a fumaça até morrer lá. Vai ser uma merda a menos na sociedade. Assim você para de encher a paciência dos outros dando “Ctrl+C/Ctrl+V” em texto que NEM VOCÊ LEU.

      Só pra tu se informar mais, toda droga é substancia usada em remédios, o que decide se vai virar uma droga ou não é a quantidade/frequência de substancia que seu organismo recebe.

      As substancias químicas presente nas drogas em geral, fazem bem desde que sejam misturadas e aplicadas da maneira correta pra um determinado problema de saúde. mas se tu exagerar na dose, não acarretará nada de bom. Todo remédio(com exceção de placebo, lógico) tem substâncias química presentes iguais ou equivalentes as presentes em algumas drogas.

      Resumidamente, se você tomar um comprimido pra dor de cabeça a cada 2 horas, você ESTÁ se drogando e VAI te fazer mal.

      E não, assim como a imagem que o cara respondeu diz, Não lí e não lerei essa merda toda aí porque eu já sei do que se trata. as substancias presentes na cannabis podem fazer bem/ajudar SE APLICADAS DE MANEIRA CORRETA E EM QUANTIDADES CORRETAS. Seu moleque burro do krl.

      Minha vontade mesmo baseado na tua atitude é achar onde tu mora e te solar a base de caibrada na testa, e te quebrar na porrada, porque essa atitude de merda me irritou. Nada contra nenhum usuário de drogas. isso é só com você em específico com essa merda de atitude infantil.

    • Anônimo

      28 de agosto de 2012 em 15:54

      somente esta imagem ja basta e nada mais…

  59. ev vagner

    27 de agosto de 2012 em 22:26

    o esquecimento é s´ó durante o efeuto…não sabe do que tá falando e usando  midia globalizada

    • Alek Sander

      22 de novembro de 2013 em 00:24

      Esse comentário seu é uma prova do óbvio

  60. Fire Knight

    27 de agosto de 2012 em 22:23

    ” Maconheiros adolescentes são menos inteligentes”

    Não me diga

    • Robb Stark

      27 de agosto de 2012 em 22:27

      ninguem falou… escreveram…

      • Kirito (Kisaragui)

        27 de agosto de 2012 em 22:37

        Ah… não diga, ou melhor não escreva, se você nao dissesse(escrevesse) ninguem teria percebido.

        • Robb Stark

          27 de agosto de 2012 em 22:38

          será q ñ?

  61. ev vagner

    27 de agosto de 2012 em 22:23

    MENTIRA…

  62. Wesley P Alves

    27 de agosto de 2012 em 22:15

    isso que eu chamo de baseadão

    NegroMaconheiro
    • Mano Brown

      28 de agosto de 2012 em 12:25

      Imagina a alegria to bob, se ele tivesse tido a oportunidade de traga um desses, kkkkkkk

  63. Le Derp

    27 de agosto de 2012 em 22:13

    Só falaram o obvio…

  64. Carol Nukenin

    27 de agosto de 2012 em 22:13

    Não diga…

  65. Anônimo

    27 de agosto de 2012 em 22:12

    Ô santo minilua obrigado por abrir meus olhos com essa revelação, sempre jurei que maconheiros eram genios  ¬¬

  66. Mano Brown

    27 de agosto de 2012 em 22:05

    Na minha clase 70% fumam maconha, eu sinceramente não noto nem uma diferença, a não ser os olhos vermelhos e o raciocínio um “pouco” lento mais fora isso fazem todas as atividades como qualquer aluno normal. 

    • Alek Sander

      22 de novembro de 2013 em 00:18

      Claro ele é maconheiro não retardado mental – Ele ficou burro não tetraplégico

    • Kirito (Kisaragui)

      27 de agosto de 2012 em 22:35

      Primeiro não nota nenhuma diferença, a não ser os olhos vermelhos e o raciocínio um pouco lento? Não já está bom de diferenças?

      • Mano Brown

        27 de agosto de 2012 em 22:41

        A diferença mais importante que seria a “burrice” eu não noto!

        • Kirito (Kisaragui)

          27 de agosto de 2012 em 22:51

          Ter o raciocínio lento já é um começo.

  67. Daniel Lemos

    27 de agosto de 2012 em 22:03

    eu quero é novidade 

  68. Fernanda Baptista

    27 de agosto de 2012 em 21:56

    Algum entendido no assunto pode por favor me explicar por que o número ”420” é associado à maconha? XD

    • Carolina Monteiro

      27 de agosto de 2012 em 22:45

      4:20 (Não sei se é da manhã ou da tarde) é a hora que as pessoas costumam dizer que é o melhor horário pra ir fumar..

        Eu não fumo (e nem pretendo) só ouço falar sobre esse horário 
    • Kaio Henrique

      27 de agosto de 2012 em 22:24

    • Gabriel Vieira

      27 de agosto de 2012 em 22:05

      4+2+0 = 6 como são 3 digitos fica 666 simbolo da  besta, isso tudo é coisa dos iluminati junto com o tinhoso, se cuidem em quando menos esperar tão com chip da besta na mão

      • Daniel Lemos

        27 de agosto de 2012 em 22:06

        acabasse de fumar um num foi? kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Daniel Lemos

      27 de agosto de 2012 em 22:05

      se não me engano é o horário mundial para fumar um baseado 

    • Pohha Loka

      27 de agosto de 2012 em 22:01

      é o dia da maconha ao contrario 20/04
      20 de Abril

    • Um qualquer

      27 de agosto de 2012 em 22:00

      Na verdade é 4 e 20 ( acho que da tarde).
      Se não me engano ( não sou adepto, portanto não tenho certeza) é o horário que estudantes cabulavam aula pra ir fumar maconha, quem for adepto confirme, complete ou discorde por favor…

    • Mano Brown

      27 de agosto de 2012 em 22:00

      Tipo 4:20 e a hora perfeita pra fumar um baseado, ae acabo meio que virando um simbolo e talz..(isso eu ouvir falar em)

  69. TENSEI

    27 de agosto de 2012 em 21:56

    ainda bem que me avisaram

  70. Moda Foca

    27 de agosto de 2012 em 21:55

    Sério? Até isso?

  71. Taro (Servo de Mestre Alucard :D )

    27 de agosto de 2012 em 21:55

    LOL ! eu preciso de maconha ‘–‘ … 

    • Kaio Henrique

      27 de agosto de 2012 em 22:19

      2

  72. Tiago Lopes

    27 de agosto de 2012 em 21:55

    Viva a erva natural!

  73. vão se foderem

    27 de agosto de 2012 em 21:55

    away para de fumar

    • Pohha Loka

      27 de agosto de 2012 em 21:57

      Só paro quando vc parar de dar a bunda

      • vão se foderem

        27 de agosto de 2012 em 21:59

        então tu nunca fumo maconha ‘-‘

        • Pohha Loka

          27 de agosto de 2012 em 22:00

          melhorou,nunca fumei mesmo

    • Pohha Loka

      27 de agosto de 2012 em 21:57

      paro não veio,é mt bom

  74. Luciano Lobato

    27 de agosto de 2012 em 21:55

    a verdade é que….

    sempre foi e sempre vai ser assim…

    • Alek Sander

      22 de novembro de 2013 em 00:22

      Preocupado eu com os maconheiros, quero mais é que se fodam

  75. Um qualquer

    27 de agosto de 2012 em 21:54

    Mais uma pesquisa realizada pelo Capitão óbvio!
    O que faríamos sem singular figura não é mesmo?

  76. Otirra Madeira (C&A)

    27 de agosto de 2012 em 21:54

    nossa, falando mau dos uchiha, beleza então =[

  77. Sarah Figueiredo

    27 de agosto de 2012 em 21:54

    Agora a porra ficou séria.

  78. Pohha Loka

    27 de agosto de 2012 em 21:54

    sério,pensei que fosse Da Vincis da vida,passam o tempo a estudar

  79. Artur Allen

    27 de agosto de 2012 em 21:53

    malditos ninjas

  80. Hyoga Yukida

    27 de agosto de 2012 em 21:53

    caham…………………….. NAO DIGA??????????????

  81. Hisoka

    27 de agosto de 2012 em 21:53

    Maconheiro = Burro 

    • Kaio Henrique

      27 de agosto de 2012 em 22:18

      Preconceituoso = Burro ² 

      • Gustavo Areia

        27 de agosto de 2012 em 23:12

        não preconceituoso = burro³

        odeio maconheiros OOOOO RACINHA MALLLLDITAAAAAAA
  82. jeff zika Mc

    27 de agosto de 2012 em 21:53

    Respeita a maconha 

    • Kaio Henrique

      27 de agosto de 2012 em 22:18

      Respeitem a maconha

  83. Minato Namikaze

    27 de agosto de 2012 em 21:52

    The Yellow Flash.

    • Robb Stark

      27 de agosto de 2012 em 21:58

      ehhh dizem que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar…

      • Minato Namikaze

        27 de agosto de 2012 em 21:59

        Kkkkkkkkk,sorte que aqui é outro lugar(post). Kkkkk xD

    • Minato Namikaze

      27 de agosto de 2012 em 21:52

      The Yellow Fail.

      • Taro (Servo de Mestre Alucard :D )

        27 de agosto de 2012 em 21:53

        kkkk Por pouco Minato u.u tente na proxima !

        #ACHEIMEUMESTRE!!!AGORATENHOQUETIRAELEDOBAR–”
        • Minato Namikaze

          27 de agosto de 2012 em 21:54

          Kkkkkk borigado Taro. ^^

          • Minato Namikaze

            27 de agosto de 2012 em 22:00

            *Obrigado

    • Estudante

      27 de agosto de 2012 em 21:52

      Is a lie.

      • Minato Namikaze

        27 de agosto de 2012 em 21:53

        KKkkkkkkkk…Sasque foi mais rapido dessa vez. xD

  84. PATROCINADOR novato

    27 de agosto de 2012 em 21:52

    ME FAÇAM PREGUNTAS

    • Alek Sander

      22 de novembro de 2013 em 00:19

      O que seria uma “pregunta” ?

    • Carlos Junior Tj

      31 de março de 2013 em 21:02

      kkkkkkk

    • Anônimo

      28 de agosto de 2012 em 15:57

      NOS OBRIGUE!

    • Melhor Alone do Mundo

      27 de agosto de 2012 em 22:35

      Aqui não é ask.fm filho.

    • Hyoga Yukida

      27 de agosto de 2012 em 22:17

      pq vc eh gay?

    • Kaio Henrique

      27 de agosto de 2012 em 22:17

      Tipo tenho 17 anos sera q um ano vai afetar mais ?? ou e melhor parar ?? faço niver em abril

      • Kirito (Kisaragui)

        27 de agosto de 2012 em 22:31

        Acho que já está bastante afetado, seja feliz.

    • PATROCINADOR novato

      27 de agosto de 2012 em 21:59

      EU DICE Q ERA PA FAZE PREGUNTAS MAIS NUM DICE Q IA RESPONDE NIGEN

      • Anônimo

        28 de agosto de 2012 em 16:04

        você queria responder mais viu que seu comentario deu merda ai agora fica enrolando lololol

      • Pohha Loka

        27 de agosto de 2012 em 22:04

        quem cala concente

        • Rita Salgado

          28 de agosto de 2012 em 08:39

          concente…uix… vc fuma maconha neh… nem sabe escrever na norma culta padrão!!!

          • Pohha Loka

            28 de agosto de 2012 em 13:20

            não sou professor de portugues,sou um futuro engenheiro civil!

          • Rita Salgado

            28 de agosto de 2012 em 14:13

            Parabéns… ganhará horrores a mais que eu… clap clap clap…

      • Superpato

        27 de agosto de 2012 em 22:00

    • Super

      27 de agosto de 2012 em 21:56

      quem é o super anonimo? (você que pediu.. ) 

    • Pohha Loka

      27 de agosto de 2012 em 21:55

      Só vale responder sim ou não:
      Seus pais sabem que vc é gay?

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