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Os maiores mistérios envolvendo OVNIs #2

Existem milhares de pessoas no mundo todo que disseram já ter visto, entrado em contato ou terem sido sequestrados por um OVNI. Separamos alguns casos em que os encontros chegaram muito perto de acontecer e as pessoas perderam a vida ou simplesmente desapareceram, para nunca mais serem encontradas novamente.


Confira:

Jonathan Lovette

Em março de 1956, perto da Base Aérea de Holloman, no Novo México, o sargento Jonathan Lovette e o Major William Cunningham estavam procurando restos que sobraram de um teste de mísseis. Lovette desceu uma pequena duna e ficou fora da vista de Cunningham por alguns minutos. Em seguida, Cunningham escutou Lovette gritar. Ele olhou sobre a duna e disse ter visto um objeto prata em forma de disco pairando 15 – 20 pés acima de Lovette. Logo após ele viu um objeto em forma de serpente envolver Lovette em torno de suas pernas e puxá-lo até a nave. A nave então decolou em direção ao céu.

Chocado com a cena, Cunningham correu para o jipe ​​e, usando o rádio, relatou o incidente à base. Imediatamente uma pesquisa foi realizada, pois o pessoal da base acreditava que Cunningham tinha assassinado Lovette e depois escondido seu corpo. Equipes imediatamente começaram a procurar e cobriram mais de 100 milhas quadradas. No terceiro dia de busca, o corpo mutilado de Lovette foi encontrado a cerca de 10 milhas de distância da base. Sua língua tinha sido removida por meio de sua mandíbula, seus olhos tinham sido removidos, seu sangue tinha sido completamente drenado do seu corpo e seu ânus tinha sido arrancado.

Zigmund Adamski

Na tarde de 5 de junho de 1980, um mineiro de 56 anos de idade chamado Zingmund Adamski desapareceu enquanto saia para enviar recados em Yorkshire, Inglaterra. Ele estava de bom humor e estava ansioso para o casamento de sua afilhada no dia seguinte, por isso, era incomum ele desaparecer.

Ninguem tinha nenhum sinal dele até cinco dias depois, quando seu corpo foi encontrado em uma pilha de carvões, 20 milhas de distância em uma cidade diferente. Seu corpo foi encontrado às 3:45 pm e ele não estava lá quando o quintal foi usado pela última vez às 11h00. A polícia observou que suas roupas estavam normais, mas sua camisa, relógio e carteira tinham sumido.

Seu corpo foi levado para uma autópsia, e aparentemente ele morreu de um ataque cardíaco por volta das 11:00 – 13:00 no mesmo dia em que foi encontrado. Embora seja bastante estranho que um homem que sofre de um ataque cardíaco vá subir em uma pilha de carvão, isto foi apenas o começo. Adamski estava desaparecido há cinco dias, mas ele parecia ter sido alimentado e cuidado, e apresentava queimaduras em seu pescoço e ombros. As queimaduras aconteceram dois dias antes, e algum tipo de pomada foi aplicada, algo que o médico legista não conseguiu identificar.

Um dos policiais que chegou no pátio estava em patrulha na noite de 28 de novembro de 1980, cerca de uma milha do local. Ele afirma ter visto aliens no local, e curiosamente não conseguia recordar de nada que aconteceu nos 15 minutos que ele os viu naquela noite. Enquanto isso, na Califórnia, havia um homem chamado George Adamski, que estava escrevendo uma série de livros sobre extraterrestres e OVNIs. As pessoas se perguntam até hoje se Adamski não foi seqüestrado e morto por engano.

O Caso “Máscaras de chumbo”

No dia 20 de agosto de 1966, um sábado, dois homens foram encontrados mortos no alto do Morro do Vintém, no bairro Santa Rosa, em Niterói, Estado do Rio de Janeiro.
Nenhum sinal de violência ou luta corporal foram encontrados.
Os corpos estavam próximos, um ao lado do outro, deitados de costas no chão, em cima de uma espécie de “cama” feita com folhas de Pintoba, uma espécie de palmeira, as quais foram cortadas com alguma faca ou algo similar.
Os corpos estavam bem vestidos com ternos limpos e com capas de chuva e em adiantado estado de putrefação.
Do lado dos corpos havia uma estranha marca de cimento, uma garrafa de água mineral magnesiana, uma folha de papel laminado que foi usada como copo, um embrulho de papel com duas toalhas, um par de óculos preto com uma aliança em uma das hastes, um lenço com as iniciais “MAS”, duas toscas máscaras de chumbo, um papel com equações básicas de eletrônica e um estranho papel com a seguinte escrita:


16:30 hs. – estar no local determinado.

18:30 hs – ingerir cápsula após efeito, proteger metais…

A autópsia realizada nos corpos, pelo médico legista Dr. Astor Pereira de Melo, nada revelou como a “causa-mortis”, pois não havia sinal de violência, de envenenamento, de distúrbios orgânicos e total ausência de contaminação por radioatividade.
Foram realizados diversos exames toxicológicos, em diversos pedaços das vísceras e todos deram negativos.
Os documentos que portavam permitiram facilmente identificar que eram os Técnicos em Eletrônica e sócios Miguel José Viana, 34 anos e Manoel Pereira da Cruz, 32 anos, moradores na cidade de Campos dos Goitacazes, Interior do Estado do Rio de Janeiro.
Os exames grafotécnicos realizados nos bilhetes provaram que a caligrafia era de Miguel José Viana.

Para complicar ainda mais, na noite em que os radiotécnicos morreram, em 17 de agosto de 1966, uma quarta-feira, várias testemunhas telefonaram para a Polícia para informar que haviam visto um Objeto Voador Não Identificado (OVNI) no alto do Morro do Vintém, ou seja, um estranho objeto, de forma arredondada e com um halo de luz intensa, sobrevoando o local onde foram encontrados os corpos.
Até hoje a Polícia não soube explicar o que realmente aconteceu.
Um simples latrocínio?
Uma experiência parapsicológica mal sucedida?
Uma experiência psicotrônica com um fim trágico?
Um encontro fatal com tripulantes de um disco voador?

Para tentar entender o que pode ter acontecido, vamos detalhar, passo a passo, o que eles fizeram desde que saíram de Campos e até que foram encontrados mortos em Niterói.

Agosto de 1966 – Não se sabe corretamente o dia, mas as duas máscaras de chumbo foram feitas pelos radiotécnicos em sua oficina em Campos, RJ, pois lá foi encontrado o restante da placa utilizada:

 

Em 16/08/1966, à noite, terça-feira, o Manoel Pereira da Cruz informou para sua esposa Neli que iria para São Paulo, juntamente com Miguel José Viana, seu sócio, casado, para comprar um carro usado e alguns componentes de eletrônica para o estoque de sua oficina.
Ele embrulhou dois milhões e trezentos mil cruzeiros (mil dólares aproximadamente) para levar na viagem.
Em 17/08/1966, quarta-feira, às 09:00 horas, os radiotécnicos tomam o ônibus na rodoviária de Campos, com destino à Niterói e não São Paulo como haviam informado à família.

A seguir está um diálogo curioso que Miguel teve com uma sobrinha no momento do embarque no ônibus para NIterói:

Minutos antes de partir de Campos para Niterói, Miguel encontrou uma sobrinha, com quem teve o seguinte diálogo:
– Tá indo pra onde, tio?
– Pra São Paulo.
– Vai fazer o que em São Paulo?
– Comprar um carro.
– Em São Paulo? Por que o senhor não compra aqui, é mais barato.
– Eu preciso saber de uma coisa. Depois quando eu voltar, eu te conto se acredito mesmo nessa estória de espiritismo ou não.

Em 17/08/1966, quarta-feira, às 14:30 horas, eles chegam na rodoviária de Niterói.
Entre às 14:30 horas até o instante em que eles morreram, a polícia descobriu que eles passaram em uma loja de componentes eletrônicos, onde eles eram fregueses, a Fluoscop, situada na Travessa Alberto Vitor, 13, no Centro de Niterói.

Passaram também em uma loja e compraram capas de chuva, e embora estivesse chovendo no momento, saíram da loja às pressas sem vestir as capas.
Passaram em um bar, situado à Av. Marquês do Paraná e compraram uma garrafa de água mineral magnesiana, não esquecendo de pegar o comprovante do vasilhame, para poder devolver na volta.
A pessoa que os atendeu, neste último estabelecimento, disse que Miguel parecia estar nervoso e a toda hora consultava as horas no relógio.
Aquele dia estava chuvoso e escurecendo rapidamente.
O vigia Raulino de Matos, morador no local, viu quando Manoel e Miguel chegaram ao pé do morro em um jipe, dirigido por um homem loiro, juntamente com outras duas pessoas, até hoje não identificadas.
Manoel e Miguel desceram do jipe e subiram o morro à pé.
Durante investigação efetuada posteriormente, foi notado que no caminho do Morro do Vintém existia um Centro Espírita, o qual realizava estudos e pesquisas espirituais, no entanto não foram encontradas provas do contato de Miguel e Manoel com membros desse local.
Mas poderia haver alguma ligação, tendo em vista a localização do Centro Espírita no caminho em que Miguel e Manoel fizeram até o Morro do Vintém?
Quem dirigiu o Jipe que levou as vítimas até o pé do Morro do Vintém? Seria alguém que ajudou à orientá-los em sua experiência?
Existe a certeza de que Miguel e Manoel foram orientados por alguém com conhecimento intelectual superior, devido aos detalhes dos procedimentos que realizariam no Morro do Vintém. Mas quem seria essa pessoa?

Na manhã de 18/08/1966, quinta-feira, um garoto de 18 anos, Paulo Cordeiro Azevedo dos Santos, que estava caçando passarinhos, viu os corpos e avisou o guarda Antônio Guerra, que servia na radiopatrulha.
Posteriormente, esse guarda foi ouvido pelo Delegado Venâncio Bittencourt, que comandou as investigações, para saber porque demorou dois dias para ir ao local onde foram achados os cadáveres.
Admitia-se que o guarda ou outra pessoa teria revistado os cadáveres, para se apropriar do dinheiro, mas nada ficou comprovado.
Em 20/08/1966, sábado, dois dias depois, por volta das 18:00 horas, um garoto também de 18 anos, Jorge da Costa Alves, estava procurando sua pipa junto com outros meninos, quando sentiram um forte mau cheiro e localizaram os corpos.
Jorge avisou a Segunda Delegacia de Polícia (2ª DP) de Niterói.
Em 21/08/66, domingo, pela manhã, a Polícia, os Bombeiros, jornalistas e curiosos subiram o morro para resgatar os corpos.
No bolso de um foi encontrado a quantia de 157 mil cruzeiros (68 dólares) e no bolso do outro 4 mil (menos de 2 dólares), além dos relógios.
Assim, a Polícia iniciou as investigações.

Um dos bilhetes e o sumiço do dinheiro reforçaram a hipótese da existência de um terceiro personagem.
Também a ausência de uma faca ou objeto cortante, utilizada para cortar as folhas de Pintoba, reforçou essa hipótese, mas as máscaras de chumbo não combinavam com a situação e nem o estranho bilhete.
A hipótese de uma terceira pessoa indicava que ela teria dirigido a pesquisa, mas não teria participado.
Mais tarde, a Polícia prendeu o amigo das vítimas, Elcio Correia Gomes, espírita, que introduziu os dois radiotécnicos em estranhas e grandiosas experiências.
Tempos antes, os três causaram uma enorme explosão, na Praia de Atafona, no Interior do Rio de Janeiro.
A explosão foi tão grande e causou um clarão enorme, que a população pensou que estava ocorrendo um terremoto.
Esse acidente foi objeto de investigação por parte da Marinha Brasileira.
Como a Polícia não encontrou provas contra o Elcio, ele acabou sendo libertado.

Após os jornais terem anunciado essas duas estranhas mortes, a Sra. Gracinda Barbosa Coutinho de Sousa, informou que, na noite de 17/08/1966, entre 19:00 e 20:00 horas, juntamente com três filhos, duas meninas e um menino, estavam passando, de carro, pela Alameda São Boaventura, no bairro Fonseca, quando a filha Denise, de 7 anos, chamou a atenção da mãe de algo no alto do morro.
Viram um objeto multicolorido, ovoide, de cor alaranjado, com um anel de fogo de onde saíam raios azuis em várias direções.
Após a imprensa divulgar esse depoimento, várias outras pessoas se encorajaram e ligaram para a Polícia informando que também tinham visto tal objeto luminoso no mesmo local, dia e hora.
Técnicos em eletrônica fundamentaram a hipótese de que Manoel e Miguel foram mortos por um raio, pois nesse dia chovia muito.
Argumentaram que eles estavam em um local alto, com uma máscara de chumbo no rosto.
Caso isso tivesse acontecido, o os corpos teriam sofrido ligeiras queimaduras, as quais só não foram constatadas na autópsia porque as marcas se desfizeram com a decomposição dos cadáveres.
Essa hipótese não foi confirmada pelo médico legista.

Fonte: Além da Imaginação

Frederick Valentich

Em 21 de Outubro de 1978, o piloto australiano Frederick Valentich estava voando com uma aeronave sobre Bass Strait, na Austrália. Por volta das 19:06, Valentich informou para a sua base que uma grande aeronave estava voando 1.000 pés acima dele. Ele descreveu a aeronave como sendo algo incomum que ele nunca tinha visto, o objeto não estava sendo informado pelo radar e ela tinha quatro luzes brilhantes e um exterior metálico brilhante. Ele também descreveu como “muito longo”, por estar voando a alta velocidade não conseguiu dizer suas medidas aproximadas.

Em seguida, a aeronave desapareceu da vista de Valentich. Quando ela reapareceu, os medidores de Valentich diziam que o avião estava bem, mas o motor começou a parar. Sua última transmissão foi “… minhas intenções são… ah…  ir para King Island… ah… Melbourne tem uma estranha aeronave pairando em cima de mim de novo… (microfone aberto Dois segundos)… está pairando e não é um avião… ” seguido por 17 segundos de barulho metálico.

Valentich e seu avião nunca foram encontrados. Alguns acreditam que ele foi sequestrado, enquanto outros acreditam que ele forjou sua própria morte para recolher o dinheiro do seguro. Em defesa da Valentich, houve uma série de relatórios de UFOs na região.

O Incidente do Passo Dyatlov

“Se eu tivesse a chance de fazer a Deus apenas uma pergunta, seria esta: ‘O que realmente aconteceu com meus amigos naquela noite?'” Yury Yudin, sobrevivente da expedição.

Você talvez pense que os filmes de terror são assustadores, mas às vezes, a realidade é mais estranha do que a ficção. Em 1959, dez normais e saudáveis esquiadores cross-country partiram em uma viagem de acampamento aos Montes Urais, na Rússia. Nove nunca mais voltaram. Quando seus corpos foram encontrados, muitos mistérios sinistros pairavam no ar. Três deles sofreram lesões por esmagamento que continuam sem explicação. A língua de uma das vítimas nunca foi encontrada.


Segundo relatos, os níveis de radiação das roupas das vítimas também estavam anormalmente altos. Por quê? Ninguém sabe. E o que levou os esquiadores a cortar sua barraca por dentro para fugir, praticamente nus, através da neve profunda, em temperaturas tão baixas quanto –30 graus Celsius? Para aumentar o mistério: por que o governo russo selou todos os arquivos relacionados com o incidente? Junte-se a nós nessa jornada de volta no tempo, para seguir o caminho percorrido pelos que morreram no Passo Dyatlov.

Os esquiadores iniciaram a expedição em 27 de janeiro de 1959. Um dos membros da equipe, Yuri Yudin, teve que voltar porque adoeceu antes de chegar ao acampamento da primeira noite. Ele foi o único a sobreviver. O restante dos aventureiros seguiu em direção a um pico chamado Kholat Syakhl, que significa “Montanha dos Mortos”, na língua dos povos nativos mansi.

Até neste ponto, tudo parecia bem. Os esquiadores tiraram fotos um do outro sorrindo e se abraçando. Eles pareciam se divertir. No entanto, sobreveio o mau tempo, e com ele uma guinada para o mortal e estranho incidente.

Pegos pela tempestade de neve, os esquiadores saíram do curso e decidiram montar acampamento nas encostas da montanha Kholat Syakhl, às cinco horas do dia 2 de fevereiro, a julgar pelas  fotografias e entradas no diário da expedição. Sem muito o que fazer, todos foram dormir. Então, algo terrível aconteceu, algo cuja natureza podemos apenas cogitar. Entre os que estudam o caso, há os que sugerem que tenha sido uma avalanche, mas a maioria não aceita essa explicação. Só uma coisa se sabe ao certo. O que aconteceu foi  grave o suficiente para forçar os esquiadores a saltar no meio da noite e fugir da barraca, cortando-a pelo interior. Alguns nem sequer se preocuparam em colocar roupas ou botas, quase todos saíram para a neve com os pés descalços ou usando apenas meias.

O retorno da expedição havia sido programado para o dia 12 de fevereiro, contudo, as buscas só foram iniciadas em 20 de fevereiro, depois que os parentes preocupados alertaram as autoridades. Levou seis dias para a primeira equipe de busca encontrar o acampamento, que foi descoberto abandonado e com a maioria dos pertences dos esquiadores deixados para trás. Os investigadores encontraram  pegadas de oito ou nove pessoas que levavam para longe do acampamento, para baixo da encosta da montanha, na direção de uma floresta próxima. Perto da borda da floresta foram encontrados os restos de uma fogueira, feita com madeira verde, e os dois primeiros corpos, vestidos com apenas roupas íntimas. Parecia que as vítimas tinham tentado subir em uma árvore, talvez como forma de se proteger do frio.

Outros três corpos foram encontrados no campo aberto entre a floresta e o acampamento da expedição, indicando que os três morreram tentando retornar para a tenda. Naturalmente, as perguntas  permanecem: o que os forçou a deixar o  acampamento sem roupa em primeiro lugar? Que tipo de terror os fez sair correndo descalços no frio mortal? Além disso, o que os deixou com tanto medo que os impediu de retornar para a tenda, antes que fosse tarde demais?

A barraca ao ser encontrada pelas equipes de busca em 26 de fevereiro de 1959

Segundo os legistas, as cinco das primeiras vítimas encontradas  morreram de hipotermia, embora uma delas também apresentasse uma fratura não fatal no crânio.

Os corpos dos outros quatro esquiadores só foram encontrados dois meses mais tarde, em um barranco sob quatro metros de neve. Eles usavam roupas uns dos outros; isso pode ser devido aos efeitos da hipotermia, que pode incitar, por mais paradoxal que pareça, a vontade de se despir, mas ninguém sabe ao certo o que aconteceu.

Todos os quatro não tinham ferimentos externos; mas aqui é onde o mistério aumenta. Um deles tinha o crânio esmagado, os outros, as  costelas quebradas, e, como algo saído de um filme de terror:  na mulher faltava a língua. Não parece haver nenhuma explicação plausível para este último fato. Se um animal selvagem houvesse arrancado a língua da esquiadora, certamente haveria algum trauma externo. Se ela mesmo tivesse mordido e arrancado o membro, existiriam evidências disto também. Foram os efeitos de bactérias? Ou algo diferente? Só Deus sabe.


A princípio, quando as investigações começaram,  alguns levantaram a hipótese dos nativos mansi terem assassinado os membros da equipe que não  morreram de hipotermia. No entanto, a teoria foi vetada pelo médico legista, que afirmou não ser possível a nenhum ser humano causar aqueles ferimentos, porque eles resultaram de golpes muito mais poderosos, semelhantes aos que são causados por um acidente de carro. Caíram eles no barranco e, em seguida, foram esmagados pelo peso da neve que desabava? Possivelmente, mas existe outro enigma.

Para aumentar ainda mais a atmosfera de mistério, houve relatos de esferas laranjas brilhantes, vistas sobre a montanha na noite em que os esquiadores fugiram descendo a encosta. Lev Ivanov, chefe das investigações em 1959, foi notificado pelos superiores para classificar o caso como secreto e encerrar os trabalhos de investigação. “Eu suspeitei no momento e estou quase certo agora que essas esferas voadoras brilhantes tiveram conexão direta com a morte do grupo” – são palavras creditadas a Ivanov.

Yuri Yudin, o membro da equipe que sobreviveu, afirmou ter sido convidado a identificar todos os objetos encontrados e conectá-los às vítimas. No entanto, houve alguns, como um par de óculos e um pedaço de pano que, juntamente com o documento que tinha visto, levaram Yudin a suspeitar de que os militares chegaram ao local antes de qualquer equipe de resgate.

Posteriormente, investigadores independentes encontraram um “cemitério” de sucata de metal na área, aumentando a possibilidade de envolvimento militar nas mortes; talvez devido a experiências de natureza desconhecida. Uma peça de metal encontrado no local do incidente  é mostrado na fotografia abaixo.


O caso  continua a se tornar cada vez mais estranho. As roupas das vítimas continham altos níveis de radiação, para os quais não há uma explicação óbvia. Isso estaria relacionado com as esferas laranja vistas voando naquela noite? Ninguém sabe, a não ser, talvez, as pessoas que viram todos os arquivos – alguns dos quais continuam desaparecidos, embora as evidências do caso tenham sido liberadas ao público no início de 1990.

Em 2008, seis dos membros da equipe de busca original e 31 investigadores independentes reuniram-se para reexaminar o caso. Eles chegaram à conclusão de que os militares, de alguma forma, causaram acidentalmente as mortes durante a realização de testes na área do incidente. Mas que tipo de testes? E exatamente como as vítimas que não pereceram no frio morreram?


Até que todos os arquivos ausentes sejam encontrados, não haverá respostas adequadas – e talvez nunca saibamos a verdade. As teorias são muitas, mas o que sabemos com certeza é que nove pessoas morreram no Passo Dyatlov – umas com ferimentos internos horríveis, outras seminuas. A tenda que as abrigava foi cortada a partir do interior, porque algo aterrorizante as fez fugir sem pensar em mais nada. E depois há os relatórios da radiação e dos objetos voadores não identificados. A causa oficial das mortes? Uma “incontrolável força desconhecida”.

Fonte: Kid Bentinho