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Os maiores mistérios da humanidade #21

Semana passada começamos a falar sobre os erros científicos contido no livro sagrado do cristianismo. Hoje continuaremos abordando esse tema:

Mistério da Bíblia – Erros científicos – Pt.2:

Longevidade absurda

Em várias passagens da Bíblia existem descrições de seres humanos que teriam vivido até idades absurdas, chegando quase a um milênio de vida, como o famoso Matusalém que teria andado na Terra por mais de 900 anos:

(Genesis 5: 25 – 28)

Assim como ele, muitos outros personagens teriam vivido mais de 300 anos, algo bastante intrigante, pois mesmo hoje em dia, onde a expectativa de vida é muito superior, não se tem registro de nada parecido. A pessoa que teve e a vida mais longa de maneira comprovada foi Jeanne Calment, que viveu 122 anos de 1875 a 1997.

Isso nos mostra que muito provavelmente os contos bíblicos estão errados, pois jamais houve um registro oficial de um ser humano vivendo um tempo tão longo e isso ter acontecido no passado, quando a expectativa de vida era muito menor do que atualmente, é algo quase impossível.

Talvez esses seres humanos citados na Bíblia tenham vivido um pouco mais do que a maioria da sua época e a sua vida tenha sido aumentada pelos contadores de história, para impressionar e criar um mito. Por que segundo a ciência, um homem não conseguiria viver por tanto tempo, a não ser que o povo daquela época possuísse uma tecnologia muito, muito superior a nossa.

Não existe nenhuma pesquisa que pode afirmar com certeza qual o limite da longevidade do ser humano, mas para que ele consiga viver tanto tempo, como descrito na Bíblia, seria necessário um conhecimento tão grande que pode-se levar ainda milhares de anos para que cheguemos lá ou pode ser que o homem jamais chegue perto de viver todo esse tempo.

Por isso essa longevidade excessiva pode ser considerada um erro cientifico da Bíblia, pois uma pessoa ter vivido 900 anos em um época que viver 300 anos era algo excepcional, não pode ser aceito pelo ponto de vista da ciência.