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Monte a sua matéria: Django Livre – o fenômeno #65

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O fenômeno Django Livre

Por: 3 Hits

Como fazer um filme de velho oeste contendo aqueles velhos clichês bobos, e ainda assim divertir o público como uma verdadeira obra de arte? Pergunte ao Tarantino. Uma fantástica trama de drama e violência, com uma excelente mistura de ficção e realidade. O diretor conseguiu mostrar com grande verossimilhança o período escravagista norte americano.

As cenas foram muito bem selecionadas sem perda de tempo para explicar determinadas passagens, deixando subentendido alguns detalhes. Ou seja, o filme é direto e objetivo sobre o que almeja retratar. Vale ressaltar o excelente roteiro escrito por Quentin Tarantino.

Os atores foram forçados ao máximo para que o trabalho ficasse o mais perfeito possível. Isso gerou atuações que valem a pena serem vistas, como de Jamie Foxx (Django), Christoph Waltz (King Schultz), Leonardo DiCaprio (Calvin Candy) e Samuel L. Jackson (Stephen). Atuações muito bem feitas, tanto nas falas, quanto nos gestos.

Uma trilha sonora impactante faz-se presente no filme, como já é costumeiro com Tarantino. Quem não se lembra de Kill Bill e sua trilha sonora no mínimo curiosa? Este efeito foi utilizado com perfeição, animando, emocionando, e dando a emotividade adequada para cada cena da película.

Quem vai ao cinema assistir um filme dirigido por Quentin Tarantino, tem de saber que vai ter muito sangue e cenas violentas. Com Django Livre não é diferente. Momentos de ação, de drama, de conversas, e algumas cenas de humor bem embutidas, tentando tornar as cenas “divertidas” em todas as situações.

O filme recebeu 5 indicações ao Globo de Ouro: melhor filme, melhor roteiro (Quentin Tarantino) –  venceu, melhor diretor (Quentin Tarantino) e melhor ator coadjuvante (Leonardo DiCaprio e Cristoph Waltz – venceu). E recebeu também 5 indicações ao Oscar 2013: Melhor filme, melhor ator coadjuvante (Cristoph Waltz), melhor roteiro original (Quentin Tarantino), melhor edição de som e melhor fotografia.

Trailer: