Monte a sua matéria: O Diário que Sobreviveu à Guerra #169

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O Diário que Sobreviveu à Guerra




Por: Renata Soares

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Anne Frank foi uma garota, que nasceu em 12 de Junho de 1929 e era de família judia. Quando completou seus 13 anos, em 1942, ganhou de presente um diário e nele começou a narrar contos e experiências sobre sua vida e sobre o extermínio contra os judeus. Esse diário ficou famoso mundialmente, e foi publicado por seu pai Otto Frank, único sobrevivente da família Frank.

Anne se escondeu no dia 6 de Julho de 1942, em um local onde ela apelidou de “Anexo Secreto”, e morou juntamente com sua outra família, os Van Pels. Lá, ela continua seu diário, porém não mais com sua rotina alegre, com sua escola de antes, e sim com uma rotina boba, comum entre uma jovem de 13 anos.

Daí em diante, ela resolve se comunicar com Peter Van Pels, e por incrível que pareça ambos se apaixonam. Anne e Peter, infelizmente, não sobreviveram à guerra. Entretanto, seu diário permanece vivo, e nele, estão relatadas todas as experiências e sofrimentos de uma garota de 13 a 15 anos.

As duas famílias, foram descobertas em Agosto de 1944. Anne foi somente uma das vítimas do nazismo. O diário deve ser lido por todos, para que nunca, nenhuma atrocidade parecida aconteça e que não haja outras “Annes” pelo mundo.

Abaixo a imagem de um relato de Anne Frank em seu famoso diário em 10 de Outubro de 1942:

“Esta é uma fotografia minha, ela mostra como eu gostaria de ficar para sempre. Então eu ainda poderia ter uma chance de ir para Hollywood, mas agora estou com medo, a minha aparência está muito diferente.”

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  1. Roberto Copeti

    22 de abril de 2015 em 15:38

    Pessoal, é melhor se informar: esta é uma das maiores fraudes da história.
    A verdade explodiu em 1956, quando um desconhecido escritor judeu de nacionalidade norte-americana, chamado Meyer Levin, processou judicialmente Otto Frank, reclamando o pagamento dos direitos de autor do «Diário de Anne Frank».
    Ambos compareceram perante o juiz judeu Samuel L. Coleman que, após analisar demoradamente os detalhes do caso, condenou Otto Frank a pagar 50.000 dólares a Meyer Levin pelo seu trabalho – o “diário” de Anne Frank.
    Todo este processo se encontra arquivado no Condado de Nova York (New York Country Clerks Office) sob o número 2241 do ano de 1956. Os principais elementos processuais figuram no 141 New York Supplement 11, 170 da 2.ª série e 181 da 5.ª série.
    Otto Frank reconheceu-se CULPADO, apelando apenas contra a avultada quantia da sentença.
    O assunto foi resolvido amigavelmente entre as partes interessadas, enquanto estava pendente esse recurso para o juiz Coleman. O caso foi encerrado e a sentença judicial, pronunciada por um juiz judeu, declarou: o verdadeiro autor do “diário” é Meyer Levin.
    A história do “diário” e das suas inúmeras edições e reedições, sempre espantosamente “melhoradas” e “atualizadas”, está repleta de desentendimentos e demandas judiciais entre o pai, o tio, os editores, o compilador, o ghost-writer, todos de olho no filão interminável que representa a posse dos direitos autorais.
    Em 1959 especialistas do American Council Letter atestaram que o “diário” não poderia ser obra de uma adolescente, e tudo desmoronou de vez quando grafologistas e peritos do tribunal, além de apontarem as escandalosas inconsistências de estilo e de grafia, ainda encontraram várias passagens do “diário” escritas com caneta esferográfica – que só foi inventada vários anos depois da morte da menina, após o final da segunda guerra.
    Completamente seguro de tratar-se de mais uma lamentável farsa vinculada ao fabulário da 2ª Guerra Mundial – impostura propagandística altamente rentável economicamente, em direitos autorais e filmes – O Institute Historical Review ( Torrance, Califórnia, P.O. Box 1306 – 90505, USA) oferece o valor 25 mil dólares para quem provar que o “diário” de Anne Frank foi escrito por Anne Frank.
    Até a presente data, nem a própria Fundação Anne Frank, de Amsterdã, se habilitou ao nada desprezível prêmio…

  2. Little Uchiha™

    10 de abril de 2015 em 21:00

    Só a conheço por referências culturais na televisão.

  3. luana calabric

    9 de abril de 2015 em 16:45

    Adoro a história do Nazismo como os Judeus foram perseguidos e sofreram muito naquela época. Vê alguns filmes e o que eu mas gostei foi A Lista de schneider .. Olga e Anne Frank foram entre as milhares de mulheres Judias que sofreram e foram perseguidas e mortas num atentado tão violento que era naquela época..E hoje infelizmente não é diferente vemos jovens matando outra pessoa friamente e atentados no Iraque que acontece ate os dias de hoje .. Que mundo vamos deixar pros nossos filhos

  4. Douglas

    9 de abril de 2015 em 14:46

    Esse livro e otimo comecei a ler faz pouco tempo

  5. Blue

    8 de abril de 2015 em 22:09

    Hum, interessante, ainda não li o livro mas parece interessante, mais um pra lista de livros que quero ler, guerras são terríveis para qualquer um, ainda mais para uma pessoa da idade dela, é interessante ver o ponto de vista de alguém na adolescência tentando sobreviver ao violento e assustador ambiente de uma guerra, também sou adolescente e estou curioso, vou ler esse livro.

  6. Erika Mariellen

    8 de abril de 2015 em 21:52

    O livro é ótimo, alem de ser curioso os detalhes d a vida de uma adolescente em tempos de guerra tambem e bom pra aprender mais historia esse livro merece a fama que tem e muito legal saber que e real ! espero que um dia eu tenha oportunidade e dinheiro pra visitar o tal anexo em amsterda , e super emociannte essa drama..

  7. Mestre Makarov

    8 de abril de 2015 em 19:15

    O Filme é muito bom sobre a história dela … e esse livro é fascinante e descreve a realidade do qual uma pessoa que viveu naquele período da 2º guerra …

  8. Jeff Dantas

    8 de abril de 2015 em 18:57

    E para mais informações, recomendo esse vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=3Z4gZp3_S-8 🙂 PS: O diário em si, está disponível em várias edições! 🙂

9 Comentários
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