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As mortes mais idiotas da história #3

Morrer é algo triste, mas alguns “espertos” conseguem morrer de um jeito tão tosco, que a tristeza vira piada:

Morto por baratas

Edward Archbold, que na época de sua morte tinha 32 anos, era uma pessoa mais ou menos normal. Um de seus passatempos preferidos era comer insetos em competições para ganhar prêmios.

Em 2012, ele se inscreveu para uma disputa, onde os participantes deviam comer baratas e minhocas. Quem comesse mais, em menos tempo, ganharia um incrível prêmio: Uma cobra píton.

Após participar do evento, Edward ficou por lá socializando com as pessoas, mas começou a sentir-se mal e desmaiou. Pouco tempo depois, uma ambulância o resgatou, porém sem vida. Segundo o resultado da autópsia, ele morreu por asfixia causada pelas baratas em excesso que ingeriu.

Morto por uma vaca “voadora”

João Maria de Souza era um homem simples do interior de Minas Gerais. Certo dia, ele deitou-se para dormir com sua mulher, mas no meio da noite algo muito estranho aconteceu.

Sem aviso prévio, uma vaca de uma tonelada despencou do teto, caindo em cima da cama onde João dormia. A esposa dele sobreviveu, pois a vaca caiu apenas do lado em que o homem estava. Em poucos minutos, o resgate chegou, mas eles não conseguiram salvar a vítima da vaca “voadora”.

Você certamente está se perguntando: “Como a porcaria da vaca subiu em cima do telhado?” Pois bem. A casa de João tinha uma parede encostada em um barranco, ou seja, nesse local o teto ficava na altura do terreno, possibilitando que a vaca subisse e acabasse caindo em cima do coitado.

Morto por afogamento na comemoração de não afogamentos

Em 1985, mais de 100 salva-vidas foram a uma festa New Orleans, onde estava sendo comemorada a temporada de verão sem nenhum afogamento na região. Toda a diversão daquela noite envolvia algumas bebidas e se passaria na piscina municipal.

No final da festa, Jerome Moody foi encontrado na piscina afogado! Rapidamente, os salva-vidas tentaram revivê-lo, mas ele já estava há muito tempo dentro da água. O morto não era um salva-vidas, mas, naquele dia, além dos 100 ótimos nadadores no local, haviam quatro salva-vidas cuidando da piscina para evitar problemas. Mesmo assim, a temporada em New Orleans não acabou zerada…