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As mortes mais idiotas da história #4

Morrer é algo triste, mas alguns “espertos” conseguem morrer de um jeito tão tosco, que a tristeza vira piada:

Macacos assassinos

Surinder Singh Bajwa, nascido em 1955, era prefeito de Delhi, norte da Índia, quando passou por uma situação engraçada e muito trágica. Ao final da tarde, ele estava em uma das sacadas de sua casa, quando a mesma foi invadida por macacos da espécie Macaca mulatta. Por algum motivo desconhecido, uma briga entre os animais e o homem se iniciou.

Em desvantagem numérica, o prefeito foi vencido e acabou caindo do balcão. No dia seguinte, devido aos ferimentos causados pela queda, o homem não resistiu e morreu.

Morto campeão

Frank Hayes, durante toda a sua vida trabalhou como treinador de cavalos e, em alguns casos especiais, disputou corridas como jockey, porém sua habilidade nunca lhe rendeu nenhuma vitória. Mas no dia 4 de julho de 1923, Frank ganhou a primeira e última corrida de sua vida.

Durante o trajeto, Frank sofreu um ataque cardíaco e morreu em cima do cavalo. Por sorte, seu corpo estava em uma posição boa e não caiu. Mesmo sem ninguém ao controle, o cavalo acabou ganhando a corrida, transformando Frank em um lenda morta do esporte.

Ataque de dança

Em 1518, em Estrasburgo, um dos fatos mais inusitados de toda a história fez diversas vítimas. Conta-se que em julho daquele ano, uma mulher chamada Troffea começou a dançar no meio da rua. Ela continuou sua dança por seis dias seguidos!

Em menos de uma semana, 34 pessoas estavam ao lado da moça e, ao final do mês, mais 400 tinham contraído a “febre da dança”. A dança durou semanas e quando o baile maluco estava para completar um mês ininterrupto, o exercício sem pausas cobrou o preço. Dezenas de pessoas morreram. Algumas sofreram de ataques cardíacos, outros tiveram derrames e ainda teve gente que morreu de exaustão. Até hoje esse incidente é motivo de discussão, tanto na questão de sua veracidade, adjunto na causa do que levou aquelas pessoas a dançarem como loucas por semanas.

Ninguém podia ajudar

Sunandha Kumariratana era filha do rei da Tailândia, por isso ela tinha o status de intocável. Inclusive, havia uma lei em seu país proibindo que qualquer plebeu a tocasse, pois isso acarretaria pena de morte, sem nenhuma chance de defesa.

Em uma viagem de barco, ela teve um triste fim. O bote em que estava acabou virando no rio e, apesar de estar cercada de homens e observadores, a moça morreu afogada, pois todos ficaram com medo de salvá-la, por causa da lei que não permitia que ninguém lhe tocasse.