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A origem do mundo segundo as mitologias: Nórdica #2

No post anterior, vimos como se deu o surgimento do homem e também como se deu a criação de alguns mundos, no de hoje, falaremos mais sobre como se estabilizou a criação do universo em si.

Depois de Odin ter criado os humanos em Midgard, é a vez dos deuses terem uma morada para si, por isso, Odin começa a moldar Asgard, e para isso tem a ajuda de um gigante. Neste momento, outros deuses já haviam surgido, mas falaremos deles mais adiante no post, com a exceção de um: Freya e Loki. O gigante aceitou construir os muros que guardam Asgard somente se recebesse Freya em casamento – ela é considerada a deusa da beleza, do amor e da luxúria – mas para isso o trabalho teria de ser feito em seis dias.

O gigante em questão possuía um cavalo muito veloz que o ajudou na construção, entretanto, Loki, filho de criação de Odin e filho de gigantes, resolveu retardar o trabalho do gigante por sentir um enorme ciúme do acordo que havia sido feito para com o gigante e também por querer impressionar Odin. Como tinha o poder de se metamorfosear em qualquer coisa, ele transforma-se em uma égua e seduz o cavalo do gigante, fato que faz com que a construção do muro não termine a tempo. Loki, depois de seduzir o cavalo do gigante acabou parindo Sleipnir, um cavalo de oito patas que foi dado a Odin como presente.

Asgard era realmente um mundo/cidade magnifico, e nele muitos deuses estavam reunidos, além dos que já foram citados, como Thor, Tyr e Heimdall, aliás, curiosidades à parte, são graças a alguns deles que vêm os nomes de dias semana, em inglês: terça-feira é Tuesday, uma variação que significa dia de Tyr, quarta, é Wednesday, que deriva de Wodan (Odin), Thursday, quinta-feira, é o dia de Thor, e, por fim, Friday, sexta-feira, é o dia de Freya.

Voltando à história, agora vamos falar dos mundos que são sustentados por Yggdrasil, a árvore do universo.

Logo abaixo de sua copa, temos Asgard, o mundo dos Aesir cujo acesso se dá pela ponte do arco-íris, logo abaixo, temos mundos Alfheim, dos Elfos, Midgard, dos humanos, e Musphelheim, o reino de fogo. Por fim, em suas raízes, temos Jotunheim, dos gigantes, Niflheim, o das névoas, Svartalfheim, o dos anões, Helheim, o inferno nórdico, e ainda Vanaheim, o mundo dos Vanir; Aesir e Vanir são como dois clãs de deuses.

Mas claro que não podemos deixar de citar Nidhogg, a serpente que nunca para de roer as raízes de Yggdrasil e que é o principal ser que equilibra a balança entre o bem e o mal, mantendo o equilíbrio do universo. Ela devora os corpos dos mortos que acaba encontrando e anseia pelo Ragnarok, o apocalipse nórdico que iremos tratar em outra série que está por vir, além disso, sei que muitos de vocês sentiram falta de ler mais sobre como Odin perdeu seu olho, ou então como Thor conseguiu seu martelo Mjolnir, mas não se preocupem, isso será resolvido em breve. Não perca!

A próxima mitologia a ser escrita são os minilunáticos quem vão escolher, por isso, deixem sua opinião nos comentários! A que tiver uma contagem maior será a vencedora!

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