Para pensar: Questão de Oportunidade

Você certamente já ouviu alguém falando de como as pessoas podem ou não ter as mesmas oportunidades na vida. O tema é tão recorrente, que constantemente está em pauta no contexto social, afinal de contas, projetos de auxílio do governo como o Bolsa Família, e o incentivo às cotas nas Universidades estão intimamente ligadas a esse tipo de questão.

Podemos ouvir isso de nossos pais, vindo de discursos motivacionais, de palestras inovadoras, mas será mesmo que todo mundo tem acesso ao mesmo tipo de oportunidade ao longo da vida? E será que alguém ou alguma entidade deve intervir em nome dessas pessoas?

Como sempre, nesse tipo de post, espero que você leitor tente refletir sobre o tema e não veja o mundo somente sob sua ótica, vamos tentar mostrar as coisas “fora da caixa”, sem privilegiar um ponto de vista em detrimento a outro, oks?

Praticamente todo mundo tem uma história, que em muitas vezes podem ser semelhantes, mas nunca são iguais. Pequenas “escolhas”, adversidades e situações que vamos passando com o decorrer do tempo ajudam a moldar o nosso ser e o que vamos ser, no que acreditarmos, o que repudiamos e assim por diante.

Um conceito que muitas pessoas geralmente se sustentam é sobre a meritocracia, ou seja, se você semear algo bom e trabalhar duro certamente colherá bons frutos, mas apesar de toda a beleza disso parece que isso nem sempre se prova verdadeiro, não é mesmo? Basta você parar para refletir um pouquinho sobre os temas como: ética, justiça, moralidade e igualdade social.

Como observado, o assunto é complexo e divide opiniões, então vamos delimitar um pouco o assunto, você realmente acredita que o sucesso de alguém dependa única e exclusivamente do seu esforço individual?










Tirinha traduzida por: Catavento

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  1. Erickson

    7 de junho de 2015 em 00:29

    Sou BR e desisti de ler depois que eu vi que teria que usar o scroll para desse a pagina de tao grande que o artigo é, entao se alguem puder me mandar um resumo em 3 linhas no maximo pf 🙂

  2. Diego Diniz

    5 de junho de 2015 em 00:36

    Algumas coisas vão muito além do que foi comentado aqui.

    Na minha cidade (e próxima dela) as únicas faculdades que existem são de licenciatura, então já dá pra imaginar que é lotado de licenciados, o que desvaloriza os cursos ainda mais. Para alguém daqui fazer uma boa faculdade precisaria morar em outra cidade. O problema é que nem todos tem condições de se sustentarem morando em outra cidade, pagando aluguel e demais despesas. Então obviamente quem sai pra estudar em outras cidades são pessoas que tem melhores condições financeiras. Mas aí vem outro problema: por ser muito pequena, a cidade não oferece oportunidade de emprego para todas as pessoas formadas, então ou elas vão trabalhar em cidades maiores, ou ficam desempregadas.

    E assim, a cidade não cresce, e a população permanece estagnada intelectualmente e profissionalmente.

    No meu caso, fiz concurso público, foi a única forma que encontrei de ter um bom emprego. Mas por ser a única opção, acaba se tornando algo extremamente competitivo ao ponto de terem se inscrito mais de 300 pessoas, grande parte deles formados, pra uma vaga de gari, no último concurso.

  3. Frank the Rabbit

    3 de junho de 2015 em 11:44

    Me sinto feliz e triste ao mesmo tempo por saber que fui uma Paula durante a maior parte de minha vida.
    Minha tirinha favorita dessa série 🙂

  4. Pedro Himura

    3 de junho de 2015 em 11:07

    Eu acho que não existe essa coisa de destino ou sorte , eu acredito que o fator principal que afeta nossas vidas é o conhecimento , por que mesmo a pessoa sendo pobre se ele tiver uma noção de como as coisas são da para ele melhorar , não digo em ficar rico o coisas do tipo , por que o que realmente importa na vida é paz de espirito , por que dinheiro não é garantia de felicidade ou sucesso.

  5. Pirocarola

    1 de junho de 2015 em 16:17

    Nem vem. Tenho amigos que dividem mesa de trabalho comigo, que moravam em “comunidades”. Estudaram em escolas públicas, trabalharam, e hoje estão em uma das maiores empresas do país, enquanto os amigos de infância, que estudaram juntos na mesma escola pública, hoje são moto-boys na mesma comunidade em que cresceram. Graça Foster cresceu no Alemão, foi catadora de material pra reciclagem, e chegou a presidente da Petrobras. Trabalho faz a diferença.

  6. VanDrak SubZero

    1 de junho de 2015 em 16:02

    Tirinha animada: hmmm… não me lembro de ter visto uma aqui.
    Assunto abordado: Muito interessante.
    Mensagem final: Tbm espero que a Paula da tirinha não aceite a situação.

    Minha mãe, me criou recebendo + ou – R$ 280 por mês. já meu pai, tinha uma budeguinha e faturava uns trocados . Cresci sabendo o valor do dinheiro, vendo a dificuldade dos meus pais pra bancar as despesas comigo e meu irmão.
    Estudei… não desisti… entrei pra uma faculdade particular, minha mãe sofria pra conseguir o dinheiro da mensalidade… mas não desisti…
    Consegui uma bolsa de estudos em outra faculdade melhor, transferi meu curso… passei em um concurso público pra um cargo temporário, passei em outro concurso pra um definitivo, depois passei em um 3º concurso que estou até hoje, me formei na faculdade, comecei a pós, me formei na pós.
    E agora sim, vejo os frutos de ter me esforçado tanto e de ter uma mãe que sempre me apoiou e acreditou em mim.

  7. Gênesis

    1 de junho de 2015 em 12:32

    Foda-se a mensagem, cara. Eles estão se mexendo!!!! Oo

  8. David de Souza

    31 de maio de 2015 em 21:56

    Eu penso que é melhor pensar que a vida é um jogo, você faz o melhor com o que tem.

  9. Kuzan

    31 de maio de 2015 em 15:56

    Tudo que eu conquisto vem de muita preguiça e capacidade de fazer as coisas bem, mesmo sem fazer absolutamente nada.

  10. Templario Fascista

    31 de maio de 2015 em 13:01

    A utopia socialista no brasil é conseqüência de uma maconha colhida na hora errada!

    -”Satanás é o meu senhor, nele abitarei e nada me faltaras”!

    • Kuzan

      31 de maio de 2015 em 15:56

      Louvado seja Mr Satan, aquele que derrotou Cell.

  11. douglas santos

    31 de maio de 2015 em 07:16

    infelizmente e a sim e sempre vai ser…
    Enquanto o povo n acorda e pensa q ta bom com os governos vai ser sempre Asim.
    oportunidade? … oq ta faltando ai e dinheiro.
    ele q acaba com o ser humano

  12. Fantasma Renegado

    30 de maio de 2015 em 23:30

    Pegue dois jogos de videogame iguais, sendo um com hack e outro não. Jogue-os e depois responda: Qual foi mais divertido de jogar e o mais gratificante ao final? Com certeza a maioria das pessoas vai responder que a versão sem hack é a mais legal porque a recompensa do esforço é extremamente agradável para quem se esforça muito. Na vida realmente não é bem assim, mas é bem parecido xD

    • Kuzan

      31 de maio de 2015 em 15:58

      É tipo jogar no easy ou no hard. Quando você joga no hard as recompensas parecem ser até melhores.

      • Mutley

        1 de junho de 2015 em 11:04

        Acho que depende , (agora falando só de jogos mesmo) , se você começo no easy vai pro normal e depois pro hard não é tão emocionante , agora se você pega o God of War II sem nunca ter jogado e vai direto pro modo ”God” do jogo , isso sim é insano , pior ainda que tem o modo ”Titan” disponível depois que você vira o jogo pela primeira vez .

    • Leandro De Oliveira

      31 de maio de 2015 em 13:05

      Boa comparação. Concordo, quem tem facilidade não valoriza a vitória, por isso temos péssimos profissionais. (médicos, advogados etc…)

    • Fenix Doidona

      31 de maio de 2015 em 02:45

      Por isso que não se deve usar drogas antes de comentar.

      • Leandro De Oliveira

        31 de maio de 2015 em 13:05

        Quem é a doidona aqui?

    • Caciano

      31 de maio de 2015 em 00:13

      que?

  13. Lucas Souza

    30 de maio de 2015 em 21:19

    Poxa, não sei o que foi melhor, os comentários ou a matéria. Ambos reflexivos.

  14. Elyane

    30 de maio de 2015 em 19:33

    Nunca tive uma vida fácil apesar disso não desisti, sei que o que tenho hoje é fruto de muito esforço. Mas quando lembro do passado compreendo que muitos dos meus amigos de infância não tiveram as mesmas oportunidades e infelizmente hoje não se encontram em situação muito favorável economicamente. A vida tem dessas coisas contradições. Tinha uma colega minha que tinha um nível de inteligência que me impressionava achava que ela poderia ser tudo o que quisesse na vida, aí seu pai morreu, sua mãe teve que sustentar a casa sozinha, os irmãos começaram a se envolver com o crime, ficou grávida e tudo desmoronou. Terminou o ensino médio mas hoje mora com um cara não muito legal, trabalha como caixa num pequeno supermercado e quando a vejo não existe mais aquele brilho no olhar, capacidade analítica, sonhos, tudo se foi. Uma série de eventos condicionaram minha vida assim como a dela. Apesar de ter sido minha colega de escola não é justo dizer que ela teve as mesmas oportunidades, que teve que fazer as mesmas escolhas. Sei que este assunto é sempre polêmico entretanto acredito que toda ajuda para alcançar o sucesso é bem vinda, pode ser do governo, dos pais, amigos. Para que questionar o sucesso do outro? Tudo aqui é tão passageiro, efêmero, volátil não vale a pena desperdiçar nosso precioso curto tempo com isso.

    • Fernando Jesus

      30 de maio de 2015 em 22:28

      Amigo, elas fez as escolhas dela. E suas escolhas a levaram a fracassar na vida. Falar que é falta de oportunidade é arranjar DESCULPA para a falta de força de vontade. O pai morreu, beleza, é complicado, mas não é justificativa para abandonar os estudos e engravidar. Os irmãos também não tem desculpas que justifiquem seus atos.

      • Elyane

        31 de maio de 2015 em 11:33

        Não se trata de aqui de justificar suas escolhas, uma coisa é você crescer e viver num ambiente que te impulsiona e outra é viver num ambiente que te retraí. Quando não se tem um chão firme para se pisar qualquer tombo por menor que seja te joga no abismo. Não foi só sua gravidez que foi o problema mais uma série de eventos negativos que destruíram suas possibilidades de fazer as escolhas certas no momento certo. Eu vi sua vida de perto e não sei o que teria feito se estivesse no lugar dela. Seus irmãos são problemas a parte o que falo é da falta de amparo, de bons exemplos que pudessem a ter ajudado no momento que precisou.

      • Joel Alvarenga

        31 de maio de 2015 em 03:58

        Não é justificativa, você a tem consciência de não engravidar alguma menina se não tiver condições de ter um filho, mas será que esta garota teve os conselhos que precisava de sua família, tem coisas que parecem óbvias, mas as vezes nem todos tem essa consciência.

  15. chapolim do mal

    30 de maio de 2015 em 19:10

    Eu gosto da meritocracia como um todo mas compreendo que nem todos tem as mesmas condições de vida e que isso interfere diretamente no futuro, eu gosto da chance de que todos tenham a partir do seu suor, com ajuda ou não, seus frutos.
    Eu não vou dizer que eu sou pobre, que nasci numa favela e que sempre tive dificuldade na vida, mas vou falar que eu sempre tive que correr atras dos meus objetivos, nunca fiquei parado, hoje eu estudo pela manhã e trabalho a tarde e consigo manter uma vida confortável.
    Eu gostaria que todo mundo tivesse as mesmas qualidades e condições de vida mas como isso é uma utopia e dificilmente acontecerá, eu fico triste mas não é motivo pra baixar a cabeça, para ninguém, mas sim continuar a vida, com todas as dificuldades mas sempre em frente.

    • Greengineer

      30 de maio de 2015 em 21:08

      Eu também gosto da meritocracia. Independente das oportunidades, se não houver o interesse da pessoa ela não vai chegar lá. Se ela não fazer alguns sacrifícios e superar obstáculos não realizará seus sonhos.

      Da mesma forma que você não posso falar que morei em uma favela, mas minha família era humilde, sem casa ou carro. Sempre estudei em escola pública, mudei várias vezes de cidade, fiz faculdade a 3000 km de distância de minha família (trabalhando e servindo ao exército ao mesmo tempo). Hoje eu trabalho a 400 km da casa de meus pais e continuarei fazendo o necessário para atingir meus objetivos.

    • Cold

      30 de maio de 2015 em 19:46

      Acho que a única falha da meritocracia é quando ela é passada de uma geração para outra, como herança.
      Por exemplo, uma pessoa pode ter tido x dificuldades mas alcançou seu sonho/sucesso e possui todo o direito de desfrutar disso. No momento em que essa pessoa tem um filho, todos os privilégios alcançados pelo pai é transmitida à criança, o que já gera a diferença social e vai aumentando como uma bola de neve. Acho que esse é o ponto. Mas o que fazer? Ter um filho e deixá-lo a própria sorte? Ajudar apenas em situações extremas? Dificilmente um pai faria isso…

      • chapolim do mal

        30 de maio de 2015 em 20:11

        Se eu tivesse filhos, com 18 anos, eu diria: te vira, cai fora daqui e vai arranjar um emprego.

        • Neko-san

          31 de maio de 2015 em 10:24

          Meu pai é bem assim, tipo, na vida nunca tive essa dificuldade com os estudos, estudei o fundamental em escola particular, mas o meu pai sempre falava: “Erros tem consequências, acertos tem consequências, sendo que essas consequências podem ser boas ou ruins” e também “Não vou pegar no seu pé para estudar, se você quiser estudar, estude, se você não quiser estudar, não estude, eu nunca vou te obrigar a nada” e outras do tipo, é uma filosofia que se ele não tivesse aplicado ela a mim eu sei que seria mais um mimado acomodado. Hoje eu estou com 18 anos, estou terminando o meu ensino médio integrado ao técnico, que estou cursando em uma escola “pública”, digo pública entre aspas porque ela é federal e precisa fazer uma prova qualificativa para entrar, sendo que, em sua grande maioria, estuda pessoas da rede particular lá. Resumindo meu pai sempre me ensinou a viver a vida por mim mesmo, ele sempre forneceu o que eu precisava para caminhar, mas ele nunca me pegou e colocou-me em uma cadeira de rodas e foi me empurrando, sempre me obrigou a caminhar por mim mesmo.
          E ano que vem pretendo arranjar um emprego e pagar um cursinho para entrar na faculdade que mais almejo, o ITA.

  16. Mutley

    30 de maio de 2015 em 18:59

    Eu penso que hoje o mundo esta mais acessível do que era antigamente , acredito sim que persistir em algo move montanhas , tudo depende da sede pelo conhecimento e de não se contentar em ser apenas ”mais um” de tantos, acho que eu já disse isso em algum post antes, mas , as pessoas hoje em dia que tem dificuldades na vida pensam para o futuro apenas de terem uma vida confortável , ganhar dinheiro e ser feliz na sua profissão , sei que não é o que esta em pauta aqui , mas a única forma de subir na vida é de não se conformar em apenas adquirir conhecimento para buscar um emprego que pague bem , depois você desiste de tudo que podia aprender apenas porque conseguiu dinheiro para viver a vida inteira , eu penso muito além disso, e com certeza fico feliz de saber que não sou o único , só quero ganhar dinheiro com o propósito maior de adquirir mais conhecimento , é claro que eu desejo uma vida confortável e todos aqueles anseios materiais como qualquer um, mas sei que só isso não me contentaria , aprender é o meu grande ”ganha pão” , mas infelizmente tem coisas que só o dinheiro pode buscar , o conhecimento é um deles , quem dera se fosse de graça , mas nem por isso eu desanimo , tenho a consciência de que a vida é muito mais do que acumular dinheiro e viver gastando em coisas supérfluas se você sabe que no final vai morrer , além disso eu me questiono sobre a morte e de porque existir esse maldito ciclo de evolução , eu queria ser imortal falando honestamente, para ai sim poder ”desfrutar da vida” e aprender tudo o que eu pudesse, mas é melhor eu deixar essa discussão para outra ocasião .

    • Templario Fascista

      3 de junho de 2015 em 16:38

      To repondendo só pra ficar no Raking!
      -Lúcifer é meu senhor, nele abitarei e nada me faltaras!

    • Blue

      30 de maio de 2015 em 20:28

      Concordo com tudo o que você disse aí, eu não quero ter um emprego de merda que pague bem, eu quero fazer o que eu gosto, eu não quero ter bilhões de dinheiros, quero ser feliz, quero aprender tudo o que eu gosto, por isso ver alguém desperdiçando sua capacidade em uma vida regular me faz ficar triste.

      • chapolim do mal

        30 de maio de 2015 em 20:33

        Eu também, minha mãe queria que eu tivesse um emprego no serviço público, ganha um dinheiro legal,ai escolhi ser professor, me fudi.

        • Frank the Rabbit

          3 de junho de 2015 em 11:47

          Você tem licenciatura em quê? Rsrs

          • chapolim do mal

            3 de junho de 2015 em 12:32

            No futuro, ainda estou no 3° ano do ensino médio.

    • Cold

      30 de maio de 2015 em 19:39

      Perfeito.
      [img]https://media.giphy.com/media/3o85xqFlS9BU7S3jby/giphy.gif[/img]

  17. Lenyyfla lenyy

    30 de maio de 2015 em 18:17

    Final da tira… {censurado por excesso de violencia da garçonete}

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