O peixe que caminha e a evolução

Desde que Darwin surgiu com sua teoria revolucionária sobre a evolução, muitas discussões apareceram, principalmente em meios fora da ciência. Tudo isso ocorre pois a evolução é um processo lento, que pode levar milhares ou mesmo milhões de anos para apresentar resultados visíveis, como uma mudança de espécie.

Mesmo assim, as ideias desse cientista são cada vez mais confirmadas, tanto pelo DNA, quanto por fósseis e também por experimentos feitos em seres que se reproduzem a taxas rápidas, como bactérias. E agora um peixe pode se transformar em um dos protagonistas no suporte a evolução.




Da água para a terra

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Antes que alguém se confunda, é bom lembrar que a Teoria da Evolução não tem nada a ver com a Origem da Vida. Essas duas coisas, apesar de terem uma certa ligação, são campos de estudo totalmente diferentes. As ideias de Darwin não explicam como a vida surgiu, apenas como ela se desenvolveu depois de já existir. Já a origem da vida não explica como ela se desenvolveu, mas sim como surgiu.

A verdade é que a Origem da Vida ainda é um mistério, sendo que a ciência possui apenas hipóteses sobre o tema. Mesmo assim, existe quase que um consenso geral de que a vida necessariamente teria que surgir na água, pois essa substância é parte integrante de todos os seres vivos em grandes quantidades e também pelo fato de que a água é de extrema importância em diversas reações químicas que podem ter originado a vida.

Sendo assim, a vida provavelmente surgiu em um meio cheio de água e depois acabou migrando para a Terra. Para os olhos de muitos, isso parece um absurdo total, afinal como um peixe poderia sair da água e viver na terra firme? Agora a ciência tem uma resposta surpreendente para essa questão.




O peixe que anda

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O Polypterus senegalus é uma espécie de peixe muito especial, pois ele possui guelras e pulmões, ou seja, ele consegue respirar tanto na água quanto em terra. Sabendo disso, alguns cientistas resolveram colocar alguns desses animais a viver no solo firme e algo incrível aconteceu.

Em pouco tempo, os peixes desenvolveram a habilidade de caminhar no solo, aumentaram os músculos que ajudavam nisso e até mesmo os ossos sofreram alterações para ajudar na adaptação.

Os pesquisadores da Universidade McGill ficaram encantados e o estudo foi publicado na principal revista do ramo, a Nature. A visualização desse tipo de migração pode ser a primeira vez que os humanos acompanham o mesmo processo que aconteceu há milhões de anos e trouxe animais aquáticos para a terra. Mostrando que a ideia de vida surgindo em água e migrando para o solo é totalmente razoável.

Isso reforça a Teoria da Evolução, pois apesar de haver o consenso quanto a migração da vida na água para a terra, ainda faltava uma peça importante, que era a visualização desse acontecimento de forma natural.

  1. Wesley Smithd

    6 de maio de 2015 em 14:07

    dá pra levar ele pra uma caminhada, huehue br br

  2. Carolina Bastos

    11 de janeiro de 2015 em 18:39

    Os fósseis — provam eles a evolução?

    Os fósseis — provam eles a evolução?

    OS EVOLUCIONISTAS apresentam uma série de argumentos em defesa de sua teoria. A maior parte da evidência que citam diz respeito a organismos vivos. Apontam para similaridades na estrutura esqueletal de diferentes animais como prova de que tais animais são aparentados, se não por descendência direta, pelo menos por descendência de um ancestral comum. Afirmam que nos estágios primordiais do desenvolvimento a partir do óvulo, os embriões de animais “superiores” se assemelham aos de “inferiores”. Analisam o plasma sangüíneo ou a estrutura química da hemoglobina e à base disso classificam diferentes espécies como sendo parentes próximos ou mais distantes.

    Asseveram que tais comparações levam à conclusão inevitável de que todos os animais têm um ancestral comum. Dizem que não podem conceber qualquer outra explicação. Naturalmente, tendo primeiro descartado a possibilidade de que todos tenham o mesmo Projetista e Criador, não podem aceitar essa qual explicação alternativa. Mas, no compêndio didático O Homem e o Mundo Biológico (em inglês), os autores admitem que essa prova não é completa: “A existência de semelhanças homólogas, de paralelismos no desenvolvimento embrionário, e de classificação graduada de relacionamento químico entre organismos, não prova, em si, que a evolução tenha ocorrido.”

    Em busca de prova de que a evolução realmente ocorreu, recorrem à paleontologia. Conforme declarado em Bosquejos da Geologia Histórica (em inglês): “Embora o estudo comparativo de animais e de plantas vivos possa oferecer evidência circunstancial mui convincente, os fósseis provêem a única evidência histórica, documental, de que a vida tem evoluído de formas mais simples para formas cada vez mais complexas.”

    Uma Olhada nos Depósitos Fossilíferos

    Assim, somos informados de que devemos recorrer aos depósitos fossilíferos em busca de prova final, conclusiva, de que a evolução realmente ocorreu. Talvez imagine que encontraríamos uma seqüência de fósseis, começando pelos crustáceos, por exemplo, nos quais a concha dura gradualmente se transformou numa cobertura de escamas, ao passo que parte dela passou para dentro e formou a espinha dorsal. Ao mesmo tempo, fósseis sucessivos estariam desenvolvendo um par de olhos e um par de guelras numa extremidade e uma cauda semelhante a barbatana na outra. Finalmente, vejam só teríamos um peixe!

    Mas o peixe não continuaria peixe. Subindo a coluna geológica de sedimentos, esperaríamos encontrar peixes no estágio de transformação de suas barbatanas em pernas, das quais patas e dedos estivessem crescendo, e de suas guelras em pulmões. Mais acima, não mais encontraríamos seus restos fossilizados em velhos leitos marinhos, mas sim soterrados em depósitos de terra seca. E em outros peixes, as barbatanas dianteiras se estariam transformando em asas e as traseiras em patas com garras. As escamas se transformariam em penas, e em volta de sua boca cresceria um bico córneo. E, pronto! a mágica da evolução nos teria presenteado répteis e aves. Assim, poderíamos alinhar formas intermediárias que exibissem características transicionais entre cada espécie ancestral e cada tipo de sua progênie.

    É isso o que realmente encontramos? Claro que não! Isso seria o sonho dum evolucionista. O próprio Darwin foi o primeiro a lamentar a extrema imperfeição dos depósitos fossilíferos. Mas, tinha esperanças de que o tempo supriria as formas transicionais entre as espécies — os elos perdidos, como vieram a ser chamados. Isso vindicaria sua fé no processo da evolução por seleção natural.

    Mas, essas esperanças não se concretizaram. O que mostram, realmente, os depósitos? Toda nova espécie de planta ou de animal — filifolha, arbusto, árvore, peixe, réptil, inseto, ave ou mamífero — aparece subitamente na coluna geológica. Começando imediatamente acima dos sedimentos sem vida da era azóica, a camada cambriana abriga abundantes crustáceos e moluscos fossilizados, em grande variedade, já plenamente desenvolvidos. Plantas com caule lenhoso surgem subitamente no meio da era paleozóica. Madeira fossilizada não tem sido encontrada em camadas inferiores, mas é abundante em todas as eras posteriores. Grandes coleções de fósseis de insetos têm sido encontradas nas rochas paleozóicas superiores, plenamente desenvolvidos e em grande diversidade, mas nenhum tem sido encontrado nas camadas primordiais. Nos primórdios da era cenozóica, tipos modernos de mamíferos apresentam-se subitamente; não há registro de sua evolução a partir de tipos primordiais.

    Este é o testemunho reiterado dos depósitos fossilíferos. Surgimento súbito de novas espécies de plantas e de animais — sem precursores. Não sugere isso, para o observador sem preconceito, a criação dessas novas espécies em eras sucessivas, em vez de evolução contínua?

    Inalterabilidade das Espécies

    Os biólogos elaboraram um minucioso sistema para classificar as diferentes espécies. Os naturalistas continuam a achar espécies diferentes das já classificadas, e essas são intercaladas entre as outras. Espécies extintas, representadas por fósseis, também figuram na classificação. Diferentes fósseis, que precisam ser intercalados no meio de outros, no sistema, continuam a surgir. Os evolucionistas chamam a esses de espécies transicionais, palavra que implica uma existência temporária, durante a qual a espécie cai entre uma mais antiga e uma nova a surgir. Até mesmo chamá-las de transicionais trai um preconceito na lógica. Uma expressão neutra seria formas “intermediárias”.

    Muita ênfase é dada à procura dessas formas “transicionais”. Como exemplo, apontam o peixe-pulmonado, dotado de guelras para inalar oxigênio quando está na água e também de um dispositivo inflável que funciona como pulmão para a respiração quando fora da água. Isso se supõe ter marcado um estágio na evolução entre o peixe e o réptil. Mas, há um obstáculo à lógica. O peixe-pulmonado não se transformou em réptil. Ainda existe hoje o mesmo peixe encontrado nos antigos fósseis. Em vez de um estágio na evolução, não é mais razoável chamá-lo de criação separada, que não se tornou extinta?

    Os depósitos fossilíferos fornecem outro tipo importante de evidência que desmente a evolução. O processo de evolução é descrito como “a constante mudança das coisas vivas”. Mas, em camadas antigas se encontram inumeráveis fósseis que — como o peixe-pulmonado, são identificáveis com espécies modernas. As marcas de folhas de carvalho, nogueira, hicória, videira, magnólia, palmeira e muitas outras árvores e arbustos, deixadas nas rochas da era mesozóica e desde então, não são diferentes do que são as folhas hoje. Os milhões de anos, conforme o cálculo dos geólogos, desde que originalmente apareceram, as deixaram sem nenhuma mudança evolucionária. Igualmente, centenas de insetos deixaram a sua marca nas rochas mesozóicas. Essas marcas indicam que eles eram bem similares às espécies dos mesmos insetos hoje existentes. No parecer dos evolucionistas, “a evolução dos insetos havia sido essencialmente completada por volta do fim da mesozóica” — a era em que originalmente apareceram.

    Pode-se afirmar honestamente que tal evidência dos fósseis apóia a teoria que as pressões ambientais provocam uma contínua mudança nas espécies e produzem novas? Ou, em vez disso, não dá o mais forte apoio ao princípio de que cada espécie, uma vez criada, produz apenas a sua própria espécie? Sim, e tem feito isso geração após geração, durante todos os milênios passados.

    Os evolucionistas admitem agora que os depósitos fossilíferos não sustentam as teorias por eles há muito defendidas. “O padrão que nos últimos 120 anos se nos ordenou que procurássemos, não existe”, disse um paleontólogo numa conferência de evolucionistas, em Chicago, em 1980. O quadro de que pequenas mudanças se acumulam para formar novas espécies é falso. Pelo contrário, “por milhões de anos as espécies permanecem inalteradas nos depósitos fossilíferos, e em seguida abruptamente desaparecem, sendo substituídas por algo substancialmente diferente mas claramente relacionado”, disse certo professor de geologia de Harvard. As espécies individuais nos depósitos fossilíferos se caracterizam pela estabilidade, não pela mudança.

    De modo que emergiu agora uma nova escola, que descreve a evolução como que percorrendo um curso de “equilíbrio entrecortado”. Dizem que certa espécie permanece imutável por milhões de anos, e daí, em apenas poucos milhares de anos, subitamente se transforma numa nova espécie. Chamam isso de macroevolução. Ela ocorre tão rapidamente que elimina a chance de um fóssil ficar como ‘recordação’ da transição. Contudo, uma escola mais antiga, que se apega à microevolução, continua não-convertida à nova doutrina.

    Toda essa controvérsia e esse enleio entre os evolucionistas só pode deixar o leigo confuso e cada vez mais duvidoso quanto a se a evolução realmente ocorreu. Para alguém não emocionalmente comprometido à causa, toda essa conversa sobre macroevolução e equilíbrio entrecortado trai algumas dúvidas incômodas. Talvez temam que os defeitos congênitos na teoria da evolução possam em breve se revelar mortais. Seus empenhos de encobrir isso com grandiloqüentes engrimanços, quase equivale a admitir que a criação é a única explicação.

    Visto que a crescente evidência científica dá cada vez menos apoio à evolução e mais à criação, por que a criação não recebe mais atenção no ensino de biologia? Como os evolucionistas ainda conseguem manter tal rígido controle sobre o que é ensinado nos cursos de ciência nas escolas públicas? Tentativas de afrouxar sua prevalência, mesmo por meio de leis sancionadas sob pressão religiosa, têm encontrado resistência nos tribunais.

    Esses assuntos serão abordados no próximo número, no artigo intitulado “Criacionismo — É Científico?”.

    [Foto na página 18]

    O peixe-pulmonado não mudou. É o mesmo hoje como nos antigos fósseis.

  3. Joao Fontes Almeida

    18 de setembro de 2014 em 23:13

    Apesar de a Terra ter uma existência inimaginável. Creio, há muita coisa ainda a ser descoberta.

  4. VanDrak SubZero

    12 de setembro de 2014 em 16:13

    é engraçado saber que peixe no seucu anda XD

  5. Carolina Bastos

    12 de setembro de 2014 em 15:13

    Sinto muito, mas não reforça não.
    Muita ênfase é dada à procura dessas formas “transicionais”. Como exemplo, apontam o peixe-pulmonado, dotado de guelras para inalar oxigênio quando está na água e também de um dispositivo inflável que funciona como pulmão para a respiração quando fora da água. Isso se supõe ter marcado um estágio na evolução entre o peixe e o réptil. Mas, há um obstáculo à lógica. O peixe-pulmonado não se transformou em réptil. Ainda existe hoje o mesmo peixe encontrado nos antigos fósseis. Em vez de um estágio na evolução, não é mais razoável chamá-lo de criação separada, que não se tornou extinta?
    Foi a espinha dorsal que distinguiu os peixes dos invertebrados. Esta espinha dorsal teria de passar por grandes transformações para que os peixes se tornassem anfíbios, isto é, uma criatura que podia viver tanto na água como no solo. Precisava-se adicionar uma pélvis, mas não se conhece nenhum fóssil de peixe que mostre como se desenvolveu a pélvis dos anfíbios. No caso de alguns anfíbios, tais como as rãs e os sapos, toda a espinha dorsal teria de modificar-se, a ponto de não mais ser reconhecida. Também, os ossos cranianos diferem. Ademais, na formação dos anfíbios, a evolução exige que as barbatanas de peixes se tornassem membros articulados com pulsos e artelhos, junto com grandes alterações nos músculos e nos nervos. As guelras precisavam transformar-se em pulmões. Nos peixes, o sangue é bombeado por um coração bicamaral, mas, no caso dos anfíbios, por um coração tricamaral.
    Para transpor a lacuna entre os peixes e os anfíbios, a audição teria de sofrer radical mudança. Em geral, os peixes captam os sons através de seus corpos, porém a maioria dos sapos e das rãs possui tímpanos. As línguas também precisariam mudar. Nenhum peixe possui língua extensível, porém os anfíbios, como os sapos, possuem. Os olhos dos anfíbios têm a capacidade adicional de piscar, uma vez que possuem uma membrana que recobre o globo ocular, mantendo-o limpo.
    Têm sido feitos estrênuos esforços de vincular os anfíbios a algum ancestral písceo, mas não lograram êxito. O peixe-pulmonado (dipnóico) tem sido um candidato favorito, uma vez que, além de guelras, possui bexiga natatória, que pode ser usada para respirar quando se acha temporariamente fora d’água. Afirma o livro Os Peixes: “Somos levados a pensar que eles talvez tenham alguma conexão direta com os anfíbios que deram origem aos vertebrados terrestres. Mas não têm; constituem um grupo totalmente separado.” David Attenborough desqualifica tanto os peixes-pulmonados como o celacanto “porque os ossos de seus crânios diferem tanto dos ossos dos primeiros anfíbios fósseis que um não poderia derivar-se do outro”.
    http://www.jw.org/pt/publicacoes/livros/?contentLanguageFilter=pt&pubFilter=lc&sortBy=1

    • Slenderzinho (O rei do medo)

      12 de setembro de 2014 em 19:18

      [img]http://http://www.zueirastore.net/wp-content/uploads/2014/06/nem-li-nem-lerei.jpg[/img]

  6. Jibril

    11 de setembro de 2014 em 13:58

    Peixes vão dominar o mundo :3

  7. Death

    11 de setembro de 2014 em 13:49

    “Seu nariz ta sujo,Darwin”
    [img]http://minilua.org/wp-content/uploads/2014/09/darwingod-405×355.jpg[/img]

    Ótima matéria,Diego!

  8. Ciclista Velame

    11 de setembro de 2014 em 11:04

    Mas ele “só caminha?” :v

  9. Ricardo

    11 de setembro de 2014 em 10:30

    Já tinha ouvido falar dessa teoria de que os primeiros peixes a andar sobre a terra seriam peixes pulmonados. Muito interessante.

  10. Ruth Borges

    11 de setembro de 2014 em 09:45

    muito interessante este trabalho.
    e muito bom o autor discriminar no inicio a diferença entre certas teorias, para os leigos.

  11. XlukazX

    11 de setembro de 2014 em 01:41

    Opaaa agora vamos encher um copo com agua e esperar a vida acontecer kkkkkkkkkkkkk so findo mesmo…. Realmente o caso do peixe eh possivel que ocorra afinal nao ha um versiculo biblico que proiba meios de adaptação. E aos que começarem a criticar eu ter envolvido a biblia no comentario fica a dica: O COMENTARIO EH MEU E EU ESCREVO O QUE EU QUISER 😉

    Lembrando somente que a ciencia nao tem porcaria de ideia nenhuma de como a vida surgiu, afinal como bem sei vcs trabalham com o que vcs acreditam estar realmente “certo” e hipoteses futeis sao dsscartaveis como grande parte das balelas que vejo constantemente…

    Mas enfim, parabens Diego como sempre vc caprichando muito nos seus post ficou bom ao contrario de alguns enjoativos que tem aqui… Ciencia e religiao serao eternas rivais pq o ser humano so acredita no que ve, nao em fé como diz a religiao, nem em hipotese como diz a ciencia. Eu sempre levarei minha fé em primeiro lugar e respeito a quem com unhas e dentes defende o estudo da ciencia

    • Victor Vetrano

      11 de setembro de 2014 em 23:04

      “ora vamos encher um copo com agua e esperar a vida acontecer” ===>amigo, isso não é evolução é origem da vida

      “o caso do peixe eh possivel que ocorra afinal nao ha um versiculo biblico que proiba meios de adaptação.”===> desde quando a bíblia serve de consultoria científica

      “Lembrando somente que a ciencia nao tem porcaria de ideia nenhuma de como a vida surgiu”===> ideia ela possui, porém diferente das religiôes ela tem humildade suficiente para afirmar que não é a dona da verdade, q pode estar errada (ciência não é feita de dogmas)

      “Ciencia e religiao serao eternas rivais pq o ser humano so acredita no que ve, nao em fé como diz a religiao”===> eu não vejo um átomo e mesmo assim aceito sua existência, ciência e religião serão eternas rivais porque a ciência exige provas para aceitar uma verdade de forma racional, religião exige fé ou seja, acreditar em algo cegamente, sem que haja prova (o q ao meu é completamente irracional)

      • Raffs Maickyusa

        12 de setembro de 2014 em 06:06

        “a ciência exige provas para aceitar uma verdade de forma racional, religião exige fé ou seja, acreditar em algo cegamente, sem que haja prova” Resumindo:

        A Ciência: Aquis estão os FATOS. Quais CONCLUSÕES podemos tirar deles?

        A Religião: Aqui está a CONCLUSÃO. Que FATOS podemos usar para respaldá-la?

  12. André Silva

    10 de setembro de 2014 em 21:41

    Muito bom post!
    Eu já tinha lido sobre esse experimento e foi bom ler novamente, bacana!

  13. Emmanov Kozövisck

    10 de setembro de 2014 em 20:26

    “Sendo assim, a vida provavelmente surgiu em um meio cheio de água e depois acabou migrando para a Terra. Para os olhos de muitos, isso parece um absurdo total, afinal como um peixe poderia sair da água e viver na terra firme? Agora a ciência tem uma resposta surpreendente para essa questão”
    Ótima matéria, porém esse parágrafo dá a impressão de que a ciência conseguiu obter uma resposta SOMENTE AGORA e ela tem como única base um EXPERIMENTO, ou seja, esse parágrafo deveria ser reescrito para que pessoas que pouco sabem da Teoria da Evolução tenham uma base mais concreta e para que o texto não tenha “brechas”.

    • chapolim do mal

      10 de setembro de 2014 em 20:34

      Realmente esse paragrafo deixou espaço para interpretações errôneas e poderia ser corrigido para que não deixe esse espaço.

  14. cara anonimo

    10 de setembro de 2014 em 20:04

    Para refletirem :
    A ciência sem a religião é manca
    A religião sem a ciência é cega.
    – Albert Einsten – nascido : 1879- morte : 1955.

    • Phanthom Overlord

      21 de dezembro de 2014 em 21:20

      As pessoas passam tanto tempo discutindo entre religião e ciência q elas nao percebem que as duas coisas são a mesma coisa, as duas procuram entender a nossa existencia. Ciencia = como. Religião = por que. Pelo menos essa é minha opinião 🙂

    • chapolim do mal

      10 de setembro de 2014 em 20:31

      Enquanto a religião estacionou no tempo a ciência continua em uma evolução séria, o que demonstra que a frase não é totalmente correta. Na igreja existiram grandes cientistas que procuraram saber a verdade e deixar um pouco de lado a religião mas por outro lado durante muito tempo os cientistas foram oprimidas pela própria igreja e isso causou um atraso significativo no nosso conhecimento, eu penso que hoje nós poderíamos saber muito mais.

      • Emmanov Kozövisck

        10 de setembro de 2014 em 20:51

        Não se deve fazer essa afirmativa, meu caro, pela Teoria do Caos…

        • chapolim do mal

          10 de setembro de 2014 em 21:35

          Tudo que envolve o passado como matéria concreta é relevado pela teoria do caos, o que acontece com o efeito borboleta por exemplo, qualquer coisa que algum viajante para o passado, se for possível, mudará o futuro de maneira imprevisível. Concluindo, vc está correto.

    • Emmanov Kozövisck

      10 de setembro de 2014 em 20:17

      Frases inteligentes são geniais até o ponto no qual são questionadas. Então diga-me o porquê a religião deve acompanhar o passo da ciência e vice-versa? Eu ainda não tenho uma opinião formada sobre isso, mas como tu aparentas apresentar já que postou essa frase de Albert Einstein, gostaria que me contasse um pouco sobre a sua opinião em relação ao assunto em questão para que eu possa começar a formar uma opinião concisa.

      • cara anonimo

        10 de setembro de 2014 em 21:19

        Já a religião sem a ciência, a ciência como ela mostras as coisas com estudos e pesquisas, mostra certas coisas que a religião não sabe.

      • cara anonimo

        10 de setembro de 2014 em 20:45

        Bem, apenas pense a religião é as pernas da ciência pois é a religião que faz a ciência estudar e pesquisar.

        • Super Choque

          10 de setembro de 2014 em 21:04

          O que move a ciência é a curiosidade, a busca pelo saber, não as religiões.

        • Emmanov Kozövisck

          10 de setembro de 2014 em 20:52

          Achei seu argumento muito vago, mas enfim…

          • Terrorista

            10 de setembro de 2014 em 22:01

            Basicamente, a ciência é uma forma de tentar entender Deus.

          • cara anonimo

            10 de setembro de 2014 em 22:14

            isso mesmo !

    • Terrorista

      10 de setembro de 2014 em 20:07

      O que isso tem a ver com o post?

      • cara anonimo

        10 de setembro de 2014 em 20:09

        Bem, e que eu achei essa frase bem interessante mesmo que não tenha nada a ver com o post e.e

  15. chapolim do mal

    10 de setembro de 2014 em 20:00

    Eu já estava sentindo falta desses posts de cunho mais científicos pq é muito interessante e eu finalmente poderei botar o papo em dia com meus colegas religiosos fanáticos que insistem em dizer que tudo que eu falo é mentira e o que eles falam é a verdade absoluta. Parabéns pelo post de novo Diego.

  16. Lobo Alfa

    10 de setembro de 2014 em 19:56

    Bem interessante.
    Há também descobertas de cobras que possuem patas,não só como cobras vivas mas até em fosseis.

    [img]http://animais.culturamix.com/blog/wp-content/uploads/2012/08/Cobras-de-Pernas-1.jpg[/img]
    Fonte:
    http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI969767-EI319,00-Cientistas+descobrem+serpentes+que+tinham+patas.html

    • Adriano Saadeh

      11 de setembro de 2014 em 07:32

      Se normal já são medonhas imagina com patas…
      o_O

    • DCemblemático

      10 de setembro de 2014 em 19:57

      Dessas serpentes deve ter sido fruto de satanás he-he-he

  17. Jeff Dantas

    10 de setembro de 2014 em 19:50

    É um assunto bem interessante! Vou dar uma olhada com calma… 🙂

    • meu nome é um grande texto e não faz sentido, no qual eu falo sobre minha vida, tanto do passado como do presente e ainda falo sobre o futuro, porem não falo apenas de mim, mas de todos ao meu redor incluse sobre os meus futores amigos aqui do minilu

      10 de setembro de 2014 em 20:15

      jeff me conta onde tem uns cimitérios legais pra tirar foto

  18. Terrorista

    10 de setembro de 2014 em 19:50

    Bacana.

  19. DCemblemático

    10 de setembro de 2014 em 19:48

    Tava sentido falta de uma treta nos comentários he-he-he

    • Ruth Borges

      11 de setembro de 2014 em 09:42

      normal .. isso sempre acontece.
      em qualquer lugar, e por qualquer motivo.

    • Adriano Saadeh

      11 de setembro de 2014 em 07:36

      que coisa …

  20. Doctor Who

    10 de setembro de 2014 em 19:47

    Q matéria emocionante, deviam postar mais disso, ta até cheio de comentário, acho q nem vai caber mais comentario aqui.

  21. Lobo Alfa

    10 de setembro de 2014 em 19:46

    Post do Diego…

    [img]http://stream1.gifsoup.com/view3/2082693/estou-sentindo-uma-treta-o.gif[/img]

    [img]http://www.crieseumeme.com/media/created/cjxrh9.png[/img]

    • thiago mello o pinto dos homi

      10 de setembro de 2014 em 22:09

      shuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuushuhussssshuuuuuuuu

    • chapolim do mal

      10 de setembro de 2014 em 20:36

      Qual seria o motivo de tal treta já que o assunto do post não leva a treta alguma, não é um post de categoria religiosa e sim científica.

      • Lobo Alfa

        10 de setembro de 2014 em 21:10

        basta ser o Diego kkkk

    • Emmanov Kozövisck

      10 de setembro de 2014 em 20:14

      Ou não.

  22. Blue

    10 de setembro de 2014 em 19:45

    incrível,o problema de testar isso é que para que a evolução ocorra,é necessário um motivo e muito tempo para determinada espécie se adaptar,por isso não houveram provas até agora,mas agora a prova existe,o próximo passo é testar com pássaros

    • Henrique Santos Lima

      30 de novembro de 2014 em 02:52

      Existem muitas outras provas,aliás ,milhares.A enxertia é uma prova de que o fixismo não existe e que as espécies de plantas podem se modificam através de contato.

      • Henrique Santos Lima

        30 de novembro de 2014 em 02:53

        *modificar

    • Kuzan

      10 de setembro de 2014 em 22:38

      O motivo tá aí, sobreviver em terra. Já o tempo…

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