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Publicidades para jogos que não deram certo #2

A ascensão dos vídeo games tem sido tão meteórica nos últimos anos que deixou de ser vista como a busca preferida dos geeks e crianças para se tornar uma indústria multibilionária. Na verdade, o mercado de jogos é tão grande que a receita global supera o de outros meios de entretenimento. As campanhas de marketing para os próximos títulos evoluíram, mas, de vez em quando, uma idéia que é claramente muito estúpida é aprovada.

PSP vende através de racismo

Imagine por um momento que você é a Sony. Você subiu até o topo da montanha no mundo dos consoles graças aos enormes sucessos que foram o PS1 e PS2, e agora você está para enfrentar o mercado de portáteis. Você desenvolveu um console que fica de igual para igual com a marca DS, da Nintendo e agora tudo que resta é chamar atenção para seu console. Como você faz isso?

Se você respondeu “com o racismo implícito,” então parabéns, membro da equipe de marketing da Sony, já está em seu caminho.

Uma vez que um console foi lançado, o mercado é inundado com atualizações e mudanças de cor, em um esforço para sugar o máximo de dinheiro do consumidor. Essa é sem dúvida o que a Sony tinha em mente quando eles lançaram um PSP branco como um contraponto ao preto padrão.

Não é má idéia. Afinal de contas, a variedade é o tempero da vida. O problema surgiu quando a empresa decidiu que seria uma boa ideia criar um outdoor na Holanda que mostra uma pessoa branca em uma clara posição de poder sobre uma pessoa negra, com muitas implicações infelizes que você esperaria de tal anúncio. As pessoas ficaram indignadas e, apesar da Sony ter removido o outdoor em pouco tempo, o PSP nunca chegou a conseguir quebrar o domínio do mercado da Nintendo.

Shadow Man 2

O original Shadow Man foi um jogo bastante decente de aventura em terceira pessoa que nunca realmente foi popular. A sequência foi mais do mesmo, apenas com um “dois” anexados ao final. Claramente, algo precisava ser feito para construir alguma campanha publicitária para o jogo.

Tendo em conta que o conceito geral do jogo giravam em torno da morte e da vida após a morte, a Acclaim, desenvolvedora do jogo, decidiu tentar pagar as pessoas para colocar anúncios nas lápides de seus entes queridos falecidos.

Eles disseram que a controvérsia vende, mas, neste caso, tudo o que aconteceu foi um monte de indignação seguido de mais um jogo de video game caindo no esquecimento. Quanto à campanha publicitária, foi aparentemente tudo uma grande brincadeira de primeiro de abril.