Quanto tempo nos resta antes do universo ser destruído?

Estamos a salvo, por enquanto. A maneira como o universo está se expandindo, não vai nos afetar por, pelo menos, alguns bilhões de anos.

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Um novo estudo feito sobre o cenário do “Big Rip”, onde o universo se expandiria de tal forma que o espaço-tempo seria dilacerado, levando ao fim do universo, revelou a melhor e a pior hipótese para a data do fim do universo.

Os cientistas vem a tempos observando as supernovas e as ondulações na densidade da matéria. Desta forma, os pesquisadores descobriram que o universo está se expandindo a um ritmo acelerado e criaram a teoria do Big Rip, que é uma das várias teorias para o fim do universo. Esta sugere que em algum momento a expansão vai aumentar tanto que todas as distâncias no universo se tornar o infinitas. Assim, toda a matéria será dilacerada, e tudo que nós conhecemos, deixará de existir.

O que está fazendo isto acontecer é uma forma hipotética e misteriosa de energia que estaria distribuída por todo espaço, a energia escura. E, segundo os cientistas, se essa energia hipotética estiver aumentando, o Big Rip poderá acontecer.

Caso o contrário, estaríamos fadados a outro final – como um Big Crunch, que é uma espécie de Big Bang ao contrário, ou ainda, uma expansão contínua para um cenário de morte térmica do universo, que, em termos físicos, significa que o universo terá alcançado um estado de entropia máxima.




Quanto tempo ainda temos?

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Para tentar desvendar a data da morte do universo, os pesquisadores decidiram trabalhar com a hipótese de que a teoria do Big Rip é verdade, e, portanto, determinar quando ela acontecerá.

Eles estudaram as taxas de expansão conhecidas de galáxias e supernovas, além de dados sobre a energia escura e previram que, na pior hipótese, o fenômeno poderá acontecer daqui a 2,8 bilhões de anos a partir de agora. E, na melhor das hipóteses, poderia nunca acontecer.

“Nós estamos seguros”, disse o co-autor da pesquisa Diego Sáez-Gómez à New Scientist.

Claro, nós também teremos que lidar com o fim do Sol, daqui a 5 bilhões de anos, e a fusão da nossa Via Láctea com a galáxia Andrômeda, daqui a 4 bilhões de anos.

E é provável que se o Big Rip for mesmo nunca acontecer, isso significaria que o universo morreria por morte térmica, onde tudo ficaria tão espalhado, que não haveria novas estrelas ou outros corpos para formar.

Mas, por enquanto o que se sabe é que podemos ficar tranquilos aqui na Terra por, no mínimo, 2,8 bilhões de anos (pelo menos no que diz respeito ao fim do Universo).

  1. Dark The Ghost

    14 de março de 2016 em 15:52

    Enquanto não acabar até o fim da minha vida tá ótimo

  2. Kanya

    3 de março de 2016 em 18:59

    Tá longe pra chuchu. O ser humano ainda têm muito tempo pra destruir o planeta Terra, como anda fazendo.

  3. Felino

    3 de março de 2016 em 11:08

    eu acho mais provável o universo que conhecemos “terminar” em um Big Crunch, acho que quando a energia do big bang acabar, o universo vai parar de expandir , e começar se aglomerar e criar outro big bang

  4. André Silva

    3 de março de 2016 em 00:44

    Imagino a Via Láctea e a galáxia Andrômeda fazendo a dancinha da fusão. Fuuuuusão, há!

  5. Léo Oliveira

    3 de março de 2016 em 00:40

    vou morrer antes de tudo isso acontecer..então danese BASUGASY

  6. Willyam Ricardo

    2 de março de 2016 em 21:06

    Traduzindo ….tanto faz…

6 Comentários
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