Revivendo os anos 90: Raça Negra #18

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Liderado pelo vocalista Luiz Carlos, o Raça Negra, é sem dúvida, um dos grupos mais queridos do pagode nacional. Em 27 anos de carreira, seus integrantes foram responsáveis por uma maior popularização do estilo, emplacando uma série de hits ao longo de sua trajetória. Relembre conosco, um pouquinho mais do conjunto.




O início

O Raça Negra deu seus primeiros passos ainda em 1983, no bairro da Vila Nhocuné, zona leste de São Paulo. Com a popularidade conquistada, começam a chamar a atenção das gravadoras. No ano de 1991, assinam com a RGE, e lançam o primeiro disco. Intitulado “Raça Negra-Volume I”, o trabalho de 14 faixas, ficaria marcado pela canção “Caroline”.

Paralelamente ao sucesso conquistado, o grupo passa a excursionar em diferentes regiões do país, participando de entrevistas e realizando shows. Um ano mais tarde, em 1992, são lançados dois álbuns, “Raça Negra - Volume 2” e “Raça Negra - Volume 3”. Do primeiro, destaque para as músicas “Jeito Felino”, Cigana” e “Cheia de Manias”.

Em “Raça Negra - Volume 3”, seus integrantes ganhavam uma popularidade jamais vista. Entre os destaque do álbum, “É o Amor” e “Desculpe, mas eu vou chorar, covers das duplas Zezé Di Camargo e Luciano e Leandro e Leonardo, respectivamente.

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Raça Negra
Volume 4

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Lançado em 1993, o novo trabalho seria marcado pelas músicas “Tempo Perdido”, “Jeito de Ser” e “Ciúme de Você”. Meses depois, o grupo já se reunia para a gravação de seu quinto LP. O disco, entre outras coisas, trazia uma regravação de “Pro Dia Nascer Feliz” de Cazuza. Nesse mesmo período, seus integrantes participam de uma campanha de prevenção contra a Aids.

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Em 1996, mais um trabalho é lançado. Deste, destacamos as faixas “A Vida Inteira” e “É Tarde Demais”. Em alta, certo tempo depois, a RGE opta por lançar um disco ao vivo, apresentando alguns dos sucessos mais conhecidos do grupo. Nesse mesmo período, é iniciada uma grande turnê pelo Japão e Estados Unidos.

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No final da década, em 1998, a banda regra alguns de seus sucessos, entre eles “Deus Me Livre” e “Estou Mal.




Curiosidades

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Entre as influências diretas de Luiz Carlos, vocalista do Raça Negra, estão: Tim Maia e Roberto Carlos.

Como já citado, a banda teve papel importante na popularização do pagode. Tanto isto é verdade, que no começo dos anos 90, poucas eram as mídias que divulgavam o estilo.

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Ao longo da carreira, foram diversas as participações do Raça Negra em programas de tv.

Em 2002, o grupo participou de um dueto com o compositor Neguinho de Beija Flor, na canção “Talismã”.

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Em 2004, é lançado em Fortaleza, Ceará, o primeiro DVD do grupo.

  1. Edson Macedo

    6 de novembro de 2012 em 23:27

    A cara da minha mãe essa banda! Eu era pequenininho!

  2. Matheus Moreira

    24 de abril de 2011 em 18:36

    “Vida Cigana” não foi uma composição original do Raça Negra, mas estourou na voz da banda. Devia ter ela na lista. 🙂

  3. Gabriella *

    22 de abril de 2011 em 23:50

    voce jogou fora o amor que te dei o sonho que sonhei isso nao se faz (8′

  4. Madruga

    3 de janeiro de 2011 em 13:54

    Pagode,é,foi e sempre será uma grande porcaria!

    VIVA AO METAL!,Odin nos Abençoe! 

    • David Melo

      3 de janeiro de 2011 em 14:03

      É isso AÊ!!!!! Metal na Veia !

      • Ricardo Da silva lima

        3 de janeiro de 2011 em 22:12

        voceis sao 2 babacas

        • David Melo

          3 de janeiro de 2011 em 22:18

          Babaca é vc que não sabe o que isso !!! Idiota!

          • Edson Macedo

            6 de novembro de 2012 em 23:26

            Sou eclético e dentre outros gêneros musicais que eu gosto,o metal é um deles,e como um apreciador do metal posso dizer que tem muito metal que é uma porcaria! Eu também gosto bastante de raça negra dentre outros grupos e cantores de pagode e samba!

          • Matheus Moreira

            24 de abril de 2011 em 18:33

            Realmente, porque ficar falando de duendes, mundos que não existem, fazendo 64 notas por compasso e só gritar dá muito mais credibilidade à um estilo do que outro.

9 Comentários
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