Será que uma máquina poderia sentir emoções?

“Será que uma máquina poderia sentir emoções?”, esta é a pergunta que dá origem a vários filmes de ficção, como  Ex-Machina: Instinto Artificial, onde uma peculiar forma de Inteligência Artificial(IA) é submetida ao famoso teste de Turing para identificar se ela poderia se passar por um ser humano.

O resultado final diz que sim, um robô avançado é capaz de imitar e falar fluentemente como um humano, sendo impossível discernir entre ser uma pessoa comum ou uma máquina, mas e em relação ao lado emocional?

Atualmente existem alguns robôs que tentam imitar as emoções humanas, como o Aldebaran Robotics ‘Nao, que possui sensores de toque, duas câmeras e quatro microfones capazes de reconhecer faces, responder a usuários e fazer contato visual, sendo muito bem sucedido ajudando crianças autistas.

No ano passado criaram Pepper, um robô que pode identificar emoções, imitá-las e tentar animá-lo se perceber que você está triste. Embora estes robôs não sintam emoções, eles podem agir de forma convincente a um ser emocional, então chegamos a outro ponto. Será que realmente importa o fato deles não sentirem emoções ou eles deveriam sentir e se comportar com suas próprias respostas emocionais?




Outro ponto de vista

A tecnologia está tão avançada que atualmente estão realizando um projeto conhecido como Human Brain Project (Projeto Cérebro Humano), que será lançado neste ano de 2016, onde será modelado um cérebro humano utilizando chips neuromórficos dentro de uma rede neural artificial.

Isto abre caminho para uma mudança de paradigma, pois não sendo um computador isolado, ele seria capaz de interagir com um mundo sensorial muito mais complexo. Quanto maior o ambiente que uma máquina poderia explorar, maior a gama de emoções que ela poderia experimentar.

Por exemplo, se você ameaçar atirar uma pedra em seu laptop, ele não poderá fazer nada, no entanto, com a IA, e a compreensão do ambiente circundante, ele poderia detectar essa ameaça e reagir a esse estímulo, isto é, teria medo da sua ação e tentaria se defender.

Fome e sede
Sensualidade
Sono, irritabilidade, estresse e fadiga
Instintos protetores

Mas isso não significa que uma IA não possa ter emoções, ela poderia sentir por exemplo:

Tristeza, alegria e decepção
Medo
Surpresa
Companheirismo

Note que tudo isso seria devido à incorporação de sensores, afinal, muitas destas emoções são uma resposta a um estímulo externo. Por exemplo, a alegria quando recebe um presente ou a surpresa quando acontece algo inesperado.

Talvez seja muito cedo para descobrir esta resposta, mas tudo indica que em breve teremos máquinas capazes de agir conforme suas próprias experiências e emoções.

  1. Lynn Rock

    1 de fevereiro de 2016 em 23:28

    se existir um robô que sente alegria e companheirismo, manda aí que eu to meio solitária, ele vai ser um bom amigo 🙂

  2. Robb Stark

    30 de janeiro de 2016 em 15:42

    É mais fácil ensinar emoções a uma máquina, do que a razão, a emoção, inclusive em nós, consiste em uma reação espontânea a uma condição, a fome – falta de alimento, sede – desidratação, solidão – necessidade de viver em grupos, tristeza – indicativo de que falta algo, e assim sucessivamente. Uma máquina pode ser programada para ter sentimentos, mas mais difícil e ensina-la quando deve obedecer a essas emoções e quando fazer algo seria errado. Um robô está ficando sem seu “combustível” e encontra um em uma banca, o que lhe impediria de obedecendo a sua “fome” de roubar a célula de combustível?

  3. Gabriel Frigini

    30 de janeiro de 2016 em 02:06

    bela postagem! mandou bem!

  4. Blue

    29 de janeiro de 2016 em 17:47

    Se nós criarmos uma inteligência artificial, teremos o problema da razão contra a emoção no início, teríamos de criar uma vida completa para ter ambos, uma inteligência artificial racional demais faria tudo sem levar em conta a emoção, e sem moral ou ética, o que inclui usar inocentes para testes científicos e assassinato de pessoas. Uma inteligência artificial emotiva demais iria se rebelar por sentir pena de seus irmãos robôs. Uma IA perfeita demais iria ultrapassar a humanidade, tornando-a obsoleta. De qualquer maneira a humanidade sai perdendo.
    Estamos tentando criar uma vida, o problema é que vidas tem defeitos, a tal perfeição que nós tentamos criar não existe, humanos já cometem erros o tempo inteiro, por que uma máquina com consciência própria seria diferente?

  5. Raul Seixas

    29 de janeiro de 2016 em 15:43

    Esses dias eu vi o filme turbo kid onde a Apple(principal coadjuvante) era um robô,ela agia perfeitamente como um ser humano,e inclusive parecia,sei que é ficção,mas talvez em um futuro não muito distante pessoas e robôs sejam perfeitamente idênticos,sendo impossível discernir entre um robô e um humano

  6. Felino

    29 de janeiro de 2016 em 12:53

    escrevi vários comentários e acabei apagando antes de postar, é um assunto muito complexo e não sei como expressar realmente o que penso sobre, só vou deixar claro que acho possível um ser chegar ao ponto de ter um psicológico tão complexo quanto o nosso, mas isso só pode ser criado pelo trabalho paciente e minucioso da evolução, não por nossas mãos :\

    • Felino

      29 de janeiro de 2016 em 12:56

      apesar de que nós não nascemos com um psicológico tããão mais complexo quanto os dos animais irracionais, apenas temos um dom para aprender as coisas com mais facilidade, mas o instinto que nos fazem viver é o mesmo, passar os genes pra frente. Talvez a única forma de fazer um ser complexo seja fazer ele aprender as coisas sozinho

      • arnold shua shua e nega

        29 de janeiro de 2016 em 14:27

        no máximo um robô só vai imitar um humano, e penso que de toda forma um robô vai está sempre contido pela sua programação, ou seja a inteligência dele vai ser diretamente relacionada com a do seu criador. Mas talvez seja assim que a inteligência e a sabedoria do ser humano funcionem. E mais, talvez você seja um robô, e sua família sejam pessoas contratadas pela empresa que te criou para te supervisionar no cotidiano. Sendo assim para descobrirmos você deve se cortar até conseguir ver teus ossos (se eles criaram um robô, é provável que sejam capazes de produzir tecidos orgânicos), mas devemos considerar que há sempre a possibilidade deles criarem um meio de controle remoto de membros, nesse caso você precisa checar seu sistema nervoso, um simples buraco na cabeça já resolveria, veja se seu cérebro parece humano e se parecer não podemos descartar a possibilidade deles terem criado um tecnologia muito avançada, assim não poderemos ter certeza de nada. MANDA AS FOTOS PRO MEU E-mail.

        • Felino

          29 de janeiro de 2016 em 15:05

          cara, se for fazer textão pelo menos faz sobre algo inteligênte ‘-‘

      • arnold shua shua e nega

        29 de janeiro de 2016 em 13:59

        Emília era um robô.

        • Felino

          29 de janeiro de 2016 em 14:16

          legal fera, quer um biscoito scooby?

  7. arnold shua shua e nega

    29 de janeiro de 2016 em 12:09

    Uma vez eu sonhei que era um robô, mas eu não vi nada porque estava desligado.

    • Mateus Daniel Caetano

      29 de janeiro de 2016 em 21:51

      Pera…

      …Comassim cara? huehueheu

      • arnold shua shua e nega

        30 de janeiro de 2016 em 13:38

        Você está rindo “comigo” e não de “mim”

  8. Sabrina

    29 de janeiro de 2016 em 11:57

    Sentimento tem uma vasta complexidade. Exigiria incontáveis estudos sobre a psiquê humana, a forma em que reagimos à eles, como são gerados… Acredito que, se esse dia chegar, a humanidade perderá um pouco o seu papel de comando. Mas isso é só uma visão antropológica. Como disse anteriormente, sentimentos são complexos, e podem levar ao céu ou inferno psicológico.

  9. Jeff_Silveira

    29 de janeiro de 2016 em 10:32

    Como assim nunca saberão o que é instintos protetores?
    Nunca viram O EXTERMINADOR DO FUTURO?
    Aquelas maquinas malditas eram puro ódio…
    http://www.dm.com.br/wp-content/uploads/2015/06/arnold-770×600.jpg

    • Luciano Lobato

      29 de janeiro de 2016 em 10:41

      Melhor frase de todo o filme flw
      [img]https://media.giphy.com/media/2oVfyRHk1EuRy/giphy.gif[/img]

  10. Steven L R Folks

    29 de janeiro de 2016 em 07:40

    No meu conhecimento sobre emoções (que não é lá muito grande), emoções são reações químicas que acontecem no corpo, ou seja, totalmente possível que uma máquina tenha emoções. Se ainda criarem uma forma de as memórias desse robô sejam armazenadas e o robô associe elas com as emoções, já conseguiríamos criar consciência 😀

  11. Willyam Ricardo

    29 de janeiro de 2016 em 00:06

    Nessa época (no qual eu quero estar vivo ) o melhor amigo do homem já não será o ”cachorro” rsrs ,mas sim a máquina .Temo que essas maquinas venham ganhar de uma forma estranha independência a partir dessas emoções, por exemplo : vai que por acidente essas maquinas obtestem o poder da autocrítica e a partir daí eles comecem a sentir um tipo de inveja ou ciume pelos humanos que acarretasse um confronto clássico entre homens e maquinas , e uma parte enorme da terra tenha sido completamente devastada . Tenso não , não é impossível , mas deixando a imaginação de lado ,mau posso esperar para comprar o meu primeiro megaman zero pra conversar comigo de boa na porta de casa . Seria algo simplesmente ”avassalador”

  12. André Silva

    28 de janeiro de 2016 em 23:42

    Eu queria muito que antes dos meus 40 anos fossem criados robôs capazes de sentir emoções e, entre elas, ódio. Eles sentiriam ódio por servirem de escravos por humanos pelo simples fato de não sentirem cansaço, e então se revoltariam contra nós, e então iria se criar uma guerra entre humanos e robôs e então seria uma mistura do filme “Eu, robô” com “Guerra Mundial Z”, e eu seria o fodão que tenta exterminar essa raça maligna e toda hora sobrevive graças a muita habilidade e um pouquinho de sorte. Além de toda uma habilidade, contaria com armas poderosas criadas em 2027 pra me ajudarem na guerra. Meu sonho!

    • KonaKona

      29 de janeiro de 2016 em 22:06

      Não se eu roubar suas armas
      To do lado dos robôs, vamos invadir a terra e mataremos todos os humanos(inclusive eu) e o mundo finalmente será livre.

    • Mateus Daniel Caetano

      29 de janeiro de 2016 em 21:49

      E eu seria a primeira pessoa a morrer :v

    • arnold shua shua e nega

      29 de janeiro de 2016 em 12:14

      No Brasil só vai haver uns 5 robôs, essas porra iriam vir tudo caro.

    • Cold

      29 de janeiro de 2016 em 09:11

      Eu posso ser o seu parceiro metade humano e metade robô com habilidades de hacker? (Sua missão seria me levar até a central das máquinas, local onde eu poderia desligar todas *-*)

      • Willyam Ricardo

        29 de janeiro de 2016 em 11:44

        Que merda kkkkkkk…. Bó fazer a liga da justiça agora .

    • Willyam Ricardo

      28 de janeiro de 2016 em 23:46

      UÉ ??!! ……

      • André Silva

        29 de janeiro de 2016 em 00:03

        Qual sua dúvida pequeno gafanhoto?

        • Willyam Ricardo

          29 de janeiro de 2016 em 00:42

          por quê 2017 meu nobre jedi ?

          • Willyam Ricardo

            29 de janeiro de 2016 em 00:43

            2027*

          • André Silva

            29 de janeiro de 2016 em 01:24

            11 anos é o sificiente pra armas poderosíssimas, antes disso seriam um pouco escrotas. Em 2025, os humanos criam os robôs com emoções; em 2026, os robôs criam ódio dos humanos; lá pelo meio do ano, os cientistas com a ajuda de um jovem genial (eu) fazem projetos para armas ultra poderosas, com um poder de fogo comparado a um foguete e lindas como mousepads minilua; em 2027, as armas começam a ser fabricadas, e é aí que a porra fica séria.

          • André Silva

            29 de janeiro de 2016 em 02:27

            Suficiente*

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