A triste história por trás do Dia das Mães

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O próximo domingo, dia 11 de maio, é o dia de comemorarmos e presentearmos nossas queridas mamães com flores, chocolates, presentes além é claro de passarmos aquele típico e gostoso dia ao lado da pessoa responsável por nos dar a vida.

Apesar da data promover momentos tão felizes, nem sempre foi assim, afinal a origem dos Dias das Mães em nada tem a ver com o evento comercial, ela é na verdade um tanto quanto mais obscura.




A origem

O então presidente do Brasil, Getúlio Vargas, estabeleceu em 1932 que o segundo domingo de maio representaria o feriado do dia das mães, entretanto, o processo que culminou na data comemorativa dos dias de hoje começou quase um século antes, em meados de 1850 quando uma mulher chamada Ann Reeves Jarvis fundou clubes de trabalho que funcionavam nos chamados “Dia das mães”.

Os objetivos desses clubes era basicamente, minimizar a mortalidade infantil, que naquela época assolava as famílias de trabalhadores norte-americanas, auxiliar no cuidado médico dos soldados feridos na Guerra de Secessão, além de constantemente lutar por causas que visavam a paz e o desarmamento, além de melhores condições sanitárias.

A cada ano que se seguiu, Jarvis continuou realizando eventos comemorativos, como piqueniques no “Dias das Mães”, incentivando as mulheres a participarem mais da política, contudo, foi sua filha, Anna Jarvis, que estabeleceu a data como ela é hoje.

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Ainda que Anna jamais tenha dado a luz a nenhuma criança, foi a morte da sua mãe no ano de 1905 que a influenciou a criar o “Dias das Mães” em homenagem a elas, data na qual os filhos deveriam visitar suas mães e passar o dia com elas, agradecendo pelos esforços que elas fizeram na sua criação. Infelizmente, a data como tantas outras, logo começou a ter o real sentido deturpado, pendendo para o lado comercial.

Foi quando o comércio começou a lucrar com vendas de presentes e cartões que Anna percebeu o intuito capitalista, com isso, ela passou a liderar protestos afim de fazer com que a data retomasse o seu verdadeiro propósito, mas lamentavelmente, mesmo que as manifestações tenham perdurado até a década de 40 ela jamais viu seu sonho se tornar realidade e faleceu no ano de 1948, internada em um sanatório.

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Adaptado de: Galileu

  1. Fai (sAkuRa)

    12 de maio de 2014 em 16:36

    Sistema Capitalista não perdoa nada. infelizmente que o sustenta somos nos mesmo, proletariados assalariados consumistas.

  2. Dr.V

    12 de maio de 2014 em 13:56

    Triste 🙁

  3. Super Saitama

    11 de maio de 2014 em 21:03

    Para acabar com o consumismo os filhos deveriam dar para suas mães algo útil: Panelas.

  4. Kairos

    10 de maio de 2014 em 23:10

    me disseram q qm quis fazer esse dia comemorativo fez com um proposito consumista
    deve ser balela

  5. Marvelunatico

    10 de maio de 2014 em 21:45

    Todos os feriados são assim. Feriados religiosos, políticos, não sei o que lá, tudo comércio só.

    • Adriano Saadeh

      12 de maio de 2014 em 11:26

      Basta passar uma data como essa, que já começam a promover outras datas…
      Acho que Dia dos Namorados é a próxima, se não estou enganado

      • Marvelunatico

        13 de maio de 2014 em 11:17

        Nem sei, não comemoro esse dia mesmo :'(

        • Adriano Saadeh

          13 de maio de 2014 em 11:32

          logo aparece uma marvelunática pra ti

          • Marvelunatico

            13 de maio de 2014 em 11:55

            Fala isso, daqui a pouco aparece um troll com o nick de “Marvelunática” se passando por mulher kkkkkkk

        • Adriano Saadeh

          13 de maio de 2014 em 11:32

          ainda não né cara…
          xD

  6. joia rara.

    10 de maio de 2014 em 21:40

    é horrível um filho ou um marido pão duro, ninguém merece se a pessoa não tiver condições mesmo ai tudo bem um beijo e um abraço mas a pessoa podendo tendo condições de lhe dar um presente e chegar com um abraço sim porque quem é pão duro é seco de sentimentos tem dificuldades de expressar emoções de lhe dar aquele beijo. Eu sempre fui ensinada em dar presentes e um beijo e um abraço nem que fosse uma lembrancinha singela mas tinha mos que dar.

  7. ErlyJy

    10 de maio de 2014 em 21:39

    Dia das mães?!?!? putz dia das mães é todo dia.

  8. Francisco Junior

    10 de maio de 2014 em 20:51

    -E aí, cara, o que você vai dar de presente pra sua mãe? -Como sou contra o consumismo,vou dar um abraço. -Pão-duro!

  9. Mutley

    10 de maio de 2014 em 20:43

    Essa história me fez perceber que ninguém deve se sentir culpado por não dar um presente [b]material[/b] para suas mães , algo que me deixava muito envergonhado no passado e não dava valor a um abraço apertado, ou um simples ”te amo Mãe”, agora percebo que eles valem mais do que um perfume caro , jóias ou bolsas de grife …

    • Adriano Saadeh

      12 de maio de 2014 em 11:24

      Um presentinho é legal, mas quando isso se torna uma obrigação não é

  10. Will Campos

    10 de maio de 2014 em 20:39

    No Brasil, se não me engano, a tradição foi trazida por Alice Tibiriça.

17 Comentários
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